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16/09/2021
Grito dos excluídos
Eu tenho vergonha da cnbb e não me conformo que os bons bispos que ainda existem não tenham coragem de defenestrar os bispos vermelhos que se apossaram da entidade. O Presidente do Brasil que defende Deus, Pátria, Família e liberdade, faz mais pelo Reino de Deus do que toda a cúpula da cnbb das religiões indígenas e dos micos.


8 SETEMBRO, 2021

O verdadeiro grito dos excluídos.

Por FratresInUnum.com, 8 de setembro de 2021 — “A democracia é o consenso das cúpulas a ser acatado bovinamente pelo povo”. É esta a ideia que povoa a mente dos donos do poder. Eles não se conformam com o fato de que o povo queira se autodeterminar e, por isso, tentam suprimir inteiramente a existência política da população.

Como é possível que cadeias de televisão divulguem imagens de manifestações multitudinárias e coloquem, como legenda, que as mesmas são antidemocráticas? Se a democracia é, por definição, o governo do povo, o “lapso” só se justificaria pela existência de outra noção subjacente, por uma compreensão que delete a existência do povo e a substitua pelo mero consenso institucional de uma elite coesa. É disso que se trata!

Hoje, o poder da mídia foi definitivamente desmoralizado pelo povo. Ninguém mais acredita em nenhum desses desinformadores, que demonstraram ser apenas um órgão de informação do establishment para si mesmo. O presidente vem ao público pedir que os ministros do STF respeitem a constituição da qual são nomeados guardiães e é acusado de desrespeitar essa mesma constituição que ele está defendendo. Como é possível levar a sério este tipo de acusação?

A esquerda está acuada, já perdeu toda a credibilidade que lhe outorgava a mídia. Eles não têm mais nada, o povo desmantelou a farsa de democracia que eles insistiam em encenar. Agora, está mais fácil do que nunca perceber qual é a vontade verdadeiramente democrática!

Ontem, 7 de setembro de 2021, o Brasil testemunhou o verdadeiro “grito dos excluídos”. Não, não é este convocado pela CNBB, que pretende dar voz à revolução comunista. A iniciativa, como todos os anos, é fútil, é falida, é fracassada e é péssima. Este ano, chegou-se a incluir entre os contemplados “travestis, transexuais e religiões indígenas”.

O verdadeiro excluído, o banido, o relegado à inexistência é o povo brasileiro, a nossa brava gente, batalhadora, sofrida, cristã, raiz, conservadora. Eles são aqueles que sofrem preconceito, que são chamados de ignorantes, que são xingados de “gado” e, isso, por aqueles que vivem às suas custas e por muitos que deveriam pastoreá-los amorosamente.

A CNBB, como sempre, prefere ficar ao lado das cúpulas, da oficialidade chique e da classe intelectualizada das universidades esquerdistas. Essa instituição nunca esteve ao lado dos pobres nem da verdadeira luta pela libertação, sempre serviu-se do povo para emplacar o seu próprio projeto de uma “cristandade socialista”, algo como um círculo quadrado, em que seus prelados exerceriam o seu tão sonhado papel político.

Desdenhado por seus pastores, esnobado por aqueles que deveriam dar a vida para defendê-lo, o povo não tem para onde correr senão para os braços dos pastores pentecostais, cuja convocação para as manifestações de ontem foi imensamente bem-sucedida — o balde de água fria de Dom Walmor só foi notado pelos seus pares e não teve efeito algum, a não ser virar meme em grupos de WhatsApp.

A interface religiosa do evento de ontem mostra que a Igreja no Brasil fez a escolha de posicionar-se contra o seu povo e a favor dos seus opressores, o que redundará em grande deserção por parte dos fieis e na suicida atitude de atirar-se ela mesma no abismo da irrelevância. O povo não apenas desautorizou a mídia e as instituições da república a fingirem democracia, mas também mostrou que não é ingênuo quando o assunto é mexer com a sua fé em Jesus Cristo, mesmo quando isso supõe jogar no ostracismo os representantes da sua religião. “Deus, pátria e família” infelizmente não incluem mais a hierarquia católica, que preferiu dedicar-se a “ecologia, feminismo e revolução”.

Se o amor à verdade não os movesse à conversão, ao menos o medo de perder fiéis deveria movê-los, não fosse o seu fanatismo político a cegá-los de modo tão radical e obstinado. Nos próximos dias, certamente a CNBB lançará alguma nota manifestando de maneira ainda mais clara o seu distanciamento das ações mais incisivas solicitadas pelo povo ao presidente da república; e, mais uma vez, ninguém se importará: eles já se consagraram na posição do mais absoluto descrédito!

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