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12/05/2021
Exaltação do mal
Dolorosa chaga mortal deste tempo, chaga que acompanhou o homem desde sempre e da qual a sociedade não conseguiu se livrar. Ela leva à pior de todas as mortes, a eterna... Caso não haja arrependimento. A Verdadeira Igreja de Cristo, jamais aprovará o que a Sagrada Escritura condena. Só celebra isso a falsa igreja!


12 MAIO, 2021

Da Alemanha para o Brasil: Homossexualidade exaltada aos pés do Cristo Redentor.

FratresInUnum.com, 12 de maio de 2021 – Na noite de ontem, foi celebrada a Missa de 7º dia pela alma do ator e humorista Paulo Gustavo, vítima do COVID, que vivia maritalmente com outro homem, com o qual produziu dois filhos por via de inseminação artificial e barriga de aluguel, nos Estados Unidos.

Padre Jorjao

Padre Jorjão dá a Sagrada Comunhão para o companheiro de Paulo Gustavo.

A morte do artista provocou grande comoção em todo o Brasil, tanto pela idade do falecido (42 anos) quanto pela sua atuação cômica no cinema e na televisão. A caridade cristã nos leva a rezar por todos, vivos e defuntos, mas também nos faz ter aquele silêncio respeitoso diante daquilo que não se pode louvar, tal como uma vida dissonante dos princípios da moral cristã. Atualmente, muitos fieis perderam a capacidade de rezar em silêncio. A desorientação tomou conta de muitos e o sentimentalismo potencializado pela comoção coletiva faz com que se perca aquele bom senso católico…

Seria possível rezar uma Missa em sufrágio por essa alma? Sim! Obviamente. Mas, por que não o fazer discretamente, por pura fé, por desejo de confortar também a família? O que aconteceu, ao contrário, foi um espetáculo grotesco, em que o principal símbolo da fé cristã no Brasil, o Cristo Redentor, foi usado como palanque da causa homossexual e como ambiente para sacrilégios.

Pior: justamente neste momento de pandemia, em que os verdadeiros fieis estão morrendo sem sacramentos, em que se lhes sonega até um funeral cristão, em que a família não se pode unir para uma missa em sufrágio por sua alma, resolve-se fazer uma celebração à altura do Projac, com música secular e ostentação, com discursos que visavam naturalizar a homossexualidade e a reprodução artificial e também criticar o governo atual…

No final da missa, o companheiro do falecido fez-lhe uma homenagem dizendo que “o amor é transformador, e o nosso não só me evoluiu para sempre como alcançou milhares de famílias com o exemplo de tolerância, respeito e união. Que sorte a minha viver um amor tão lindo, verdadeiro e correspondido, mesmo que por pouco tempo. Tínhamos tantos planos para tantos anos, acho que é para além dessa nossa encarnação”.

Susana Garcia, amiga e diretora do Paulo Gustavo, fez uma homenagem: “essa dor não pode ser em vão, por isso nosso amigo querido, por você, em sua honra, seremos cada vez mais um imenso mar de força, determinação e coragem contra tudo que nega a vida. Você lutou contra o preconceito, contra o racismo, contra a homofobia! Você fazia esse país se curar através do riso”.

Além disso, a missa contou com outras performances: Regina Casé, que presidiu a cerimônia religiosa do “casamento” dos dois homossexuais, rezou a Ave Maria e a Salve Rainha com uma imagem de Nossa Senhora Aparecida nas mãos; a mãe do ator, Dea Lúcia, cantou “Fascinação”, de Elis Regina; o falecido também foi homenageado com a música “Pretty Hurts”, de Beyoncé, de quem ele era fã, interpretada por Mariah Nala.

Na homilia, tudo foi exaltação. Padre Jorjão, da Arquidiocese do Rio de Janeiro, falou que o juízo de Deus terá como matéria “o bem que nós fazemos” e disse que “foi isso que o Paulo Gustavo fez”. E ainda que ele teria feito mais uma nova obra de misericórdia, que não está na Escritura: “estive triste e me fizeste sorrir”. O Padre atacou aqueles que apontam o dedo e criticam, porque “Deus é compaixão e amor”, “Deus quer a nossa alegria”. Ele concluiu dizendo que “a certeza do céu transforma tudo isso na certeza do encontro”. Foi uma homilia de canonização!

Obviamente, não é de se esperar que um padre ataque o falecido por quem se reza, mas… não haveria um modo mais moderado de se exprimir, será que seria pedir demais esperar um pouco de discrição? Ali, lamentavelmente, deu-se um espetáculo de relativização.

Pior: a Sagrada Comunhão foi distribuída para todo mundo, inclusive para o companheiro do falecido, sem que houvesse nenhum aviso anterior de que somente poderiam comungar aqueles que estivessem preparados. O modo de distribuição foi pouco reverente, as pessoas tomavam a Eucaristia diretamente com os dedos.

A utilização do Cristo Redentor teve um significado muito simbólico. Como disse Fábio Porchat, “é um lugar mágico do Rio de Janeiro, no mundo, pra uma pessoa do tamanho disso aqui, né? Do que significa uma das maravilhas do mundo. O Paulo era uma potência e uma força, então nada mais pertinente do que estar do lado de uma figura com tanta força, como o Cristo”.

No final da celebração, a iluminação da imagem do Cristo Redentor foi apagada, em sinal de luto.

No último fim de semana, uma centena de Igrejas na Alemanha realizou bênção de duplas homossexuais. Foi um ato de rebeldia do clero progressista. No Brasil, os progressistas nem precisaram se adiantar: a anistia homossexual foi protagonizada por padres conservadores no Rio de Janeiro, num dos lugares mais sacros do Brasil, tudo ungido pelo sentimentalismo e pela comoção histérica.

Enquanto isso, muitos fieis são expulsos de suas paróquias porque o limite da lotação é ultrapassado ou porque eles não colocaram seus nomes em pré-cadastros. Essa inversão revolucionária não é acidental nem inocente: estamos diante de uma fria e calculada destruição da Igreja.

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OBS > Nestes muitos anos de experiência no trato destes assuntos, eu sempre procurei alertar as pessoas sobre este assuntos e duas situações me tomaram dezenas de horas de contato por e-mail. No primeiro dos casos, este nome famoso da mídia nacional, homosexual ativo cujo parceiro foi levado também aos 40 anos, ele queria, por todas as formas, implorava e suplicava que eu lhe garantisse que o parceiro dele estava no Céu e que os dois iriam viver lá juntos felizes por toda a eternidade. Ele não queria se converter e sim que eu mudasse a Doutrina da Igreja para stes casos.

Eu só lhe dizia: se ele diante de Jesus rejeitou a sua vida pregressa, ele pode ter se salvado, caso contrário não. Mas ele insistia, não aceitava que era pecado e não me foi possível convencê-lo. Penso que escrevi uns 30 longos e-mail, durante quase dois meses, rezei por ele, mas no fim eu desisti e ele não me procurou mais. Alguns não aceitam a verdade que salva! E assim morrem! Que tristeza!

No segundo caso, este profissional da área de saúde, também homossexual ativo, me contou muito candidamente que ele e seu parceiro iam todos os Domingos na Santa Missa e comungavam normalmente porque não tinham a noção de que era pecado. Quando eu lhe falei da gravidade do pecado que cometiam, o sacrilégio, ele de imediato tomou um providência. Me pediu para eu rezar por ele, que precisava tomar uma decisão drástica.

No outro dia ele me contou: chegou para seu companheiro e lhe preguntou: por amor a Jesus tu serias capaz de me deixar? Ao que ele pensou um pouco e disse: Sim, por amor a Jesus eu te deixaria! Ouvindo isso ele lhe falou: Pois por amor a Jesus neste momento eu estou te deixando. Me disse que no dia seguinte estaria deixando o emprego e voltando para a sua família na terra natal. Assim há também quem se converta e viva. Com Deus e por Deus é sim possivel resisitir e mudar. Sem Deus não! (Aarão)

PS> Não há como fugir da verdade, o castigo eterno por causa deste pecado gravíssio, condenado em muitas partes das Sagradas Escrituras, é destinado não apenas a aqueles que praticam tais atos abomináveis diante de Deus Altíssimo, como também para os que os apoiam e aprovam. Vale ainda com mais vigor para os padres que exaltam este mal, como neste caso, conspurcado o Sagrado Corpo de Jesus em tão sacrílega celebração, dando o Santo aos imundos!

Porque está escrito em 1 Cor 11, 29 > Quem come e bebe o Corpo do Senhor indignamente, come e bebe a própria condenação. E isso é irrevogável! Vale também para os sacerdotes que ousam praticar este sacrilégio.


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