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Moral
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02/01/2016
Canibalismo moral
Tolerância não é algo que se ostente, pois além de tudo não é sequer princípio moral.


O canibalismo moral dos tolerantes

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Sidney Silveira

 Só se tolera o que não é bom, e isto circunstancialmente, seja para evitar um mal maior, seja em ordem a um bem mais valioso. Assim, por exemplo, podemos tolerar os defeitos de um amigo para manter a amizade, do cônjuge para não se desfazer o casamento e os nossos próprios para não enlouquecermos, por excesso de escrúpulos.

 Tolerância não é algo que se ostente, pois além de tudo não é sequer princípio moral.

 A tolerância será boa apenas quando estiver conformada pela virtude da prudência. Em todos os demais casos ela é falha grave ou gravíssima, razão por que tem comumente outros nomes: tolerar o vício é permissividade; tolerar a mentira, cumplicidade; tolerar a maldade, covardia; tolerar o erro, estupidez; tolerar a tirania, suicídio político; tolerar a louvação da mediocridade, assassinato civilizacional.

 Apresentar-se como tolerante é velhacaria típica do caráter sucumbido ao espírito de rebanho. O balido dos tolerantes autoproclamados é, pois, o das ovelhas carnívoras prontas a canibalizar quem não adere ao seu grupo.

 A intolerância, por sua vez, será boa sempre que representar a adesão a princípios inegociáveis: a verdade, o bem, a beleza moral...

 O mundo que quer enfiar a tolerância goela abaixo de todos, como se ela fora dever moral, tem um nome: inferno. Esta é a mais terrível maneira de ser intolerante.

 Onde é proibido proibir, impera o mal.

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OBS > Raramente se encontra uma descrição tão perfeita de uma palavra que hoje voga, é moda, anda na boca de qualquer idiota quando deseja pousar de sábio. A humanidade ainda não aprendeu uma lição que vem da exposição da mídia: quando ela insiste exageradamente e por longo tempo numa palavra – tolerância, por exemplo – é porque ela deseja impor algum tipo de ideologia maligna. Houve uma época em que os mesmos idiotas apregoavam outro destes disparates “enquanto pessoa”, não sei se para diferenciar o ser humano de um cachorro, ou se para dizer que nem todos são pessoas, ou que algumas são mais pessoas do que as outras. Eles mesmos!

Ao renque acima, de contraposições que o autor apresenta da palavra “tolerância”, eu acrescento aquela que julgo mais importante de fora e que não foi citada, e que hoje parte do Vaticano, daquela falsa igreja que ali se aninhou e se diz católica: tolerar o pecado e a heresia é o mesmo que decretar a falência moral da Igreja. Ou seja: quando se trata da moral que brota dos mandamentos da Lei de Deus, e quando algo vai contra a Sã Doutrina, não se pode tolerar nem 0,1 porque este pequeno centavo, com absoluta certeza, acabará por se transformar em 0,2 em 0,4 e assim por diante em progressão geométrica, até contaminar o todo.

Penso que o leitor já entendeu sobre quem falou isso, devido aos inúmeros textos e comentários que tenho colocado no site, nos últimos anos: refiro-me a ele mesmo, Padre Jorge Mário Bergoglio! É absurdo o quanto o clero tem sido tolerante com as infindáveis heresias, distorções, erros, nos escritos, nas homilias, nas proposições e nas atitudes de um homem, cujo cargo representa hoje, e desde Jesus tem representado, a maior autoridade do planeta em termos de moral. Nenhuma outra entidade, igreja, religião ou seita, nenhum governo constituído deste planeta, e nenhuma associação humana tem o mesmo cacife moral da Igreja Católica Apostólica Romana, Una e Santa. Penso que estamos em risco de dizer "tinha" cacife moral... 

Governos podem tolerar a corrupção porque afundados nela. Pessoas podem tolerar maus governos, porque são também corruptos. Há gente que tolera uma pequena mentira, achando-a inócua, entretanto mentem para si mesmos, porque que aprova ou perdoa sem a devida justiça a uma mentira, torna-se outro mentiroso. Mas o mesmo não se pode dizer de alguém que se apresenta como papa de uma Igreja bimilenar como a nossa. Aqui o peso da autoridade representa um acréscimo geometricamente progressivo, porque uma pequena mentira, uma heresia, uma falta grave dele, atinge 1,2 bilhões de católicos. Macula-os e lhes tira até a autoridade de combater, porque faz com que todos percam a moral porque são Igreja, e una.

Ou seja: nas questões de fé, de moral, de doutrina a palavra que cabe é exatamente a contrária: contra isso é preciso ser terminantemente intolerante. É preciso ser “politicamente incorreto” – outra palavrinha que satanás inventou para colocar na boca dos idiotas que a repetem como papagaios, sem se darem conta de que com isso são nada mais bonecos de ventríloquos de satanás – e simplesmente não contemporizar. Mas aí somos acusados, nós, aqueles que não concordam com os erros e as heresias, de “fundamentalistas”, porque permanecemos inarredáveis e fundamentados na Verdade. Uma prova claríssima que os “amáveis” “tolerantes”, na verdade cospem o fogo da intolerância contra aqueles que não aceitam o cabresto da mentira. Vale para os outros, não para eles!

Esta é a tática dos comunistas: acuse aos outros, daquilo que você é! E bata firme e inarredável nesta falsa posição, até que a sua mentira tenha adquirido aceitação das massas e se torne “verdade” o que veio de satanás. E que fique bem clara uma coisa: pela defesa intransigente da Verdade – falo da Verdade que vem da Lei de Deus – ninguém, jamais, poderá ser acusado de cometer excessos. Até porque o próprio Jesus deu-nos o exemplo, dando a Sua Vida em defesa desta Verdade. Mas o Padre Jorge Mário acabou de dizer que “não existe verdade absoluta”, o significa o mesmo que dizer “Deus não existe”, porque Ele É a Verdade Absoluta. Como é que se pode tolerar uma tamanha blasfêmia, sem se indignar santamente e sem reagir de alguma forma? E por qual motivo ninguém reage, ou bem poucos? Medo, covardia, mornidade, justamente aquele comportamento dos que serão cuspidos fora!

Mas chega o tempo, e corre muito rápido, em que cada ser humano será obrigado a tomar uma decisão, que pode ser definitiva, e pode significar a sua salvação ou sua perda eterna. A decisão dos que desejam se salvar tem que ser aquela da intolerância absoluta contra o que herético e pecaminoso. A decisão daqueles que querem ir para o abismo eterno é aquela da tolerância e do politicamente correto. Basta que eles batam o pé, quando chegarem diante de Jesus no seu Julgamento Particular, e insistam de que agiram tolerantemente com os hereges. O que é omissão!

No mais é rezar, porque virão outras declarações, daquelas que o diabo também tolera. Na medida do possível as iremos comentando. Afinal, se tudo tem que se cumprir, que seja agora. Um mundo que aceita esta frase "é proibido proibir", decididamente caminha para a ruína! É o mesmo que o Jorge diz: seja pastoral! Seja tolerante! Abrace! Não comverta! (Aarão)


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