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16/01/2021
O falso dogma da vacina
Sinal dos tempos: é chocante para um católico da Tradição fiel ver aqueles membros do clero que deveriam defender a vida se renderem às ordens do anticristo.


14 JANEIRO, 2021

Canção Nova sob ataque: heresia contra o “dogma da vacina”.

FratresInUnum.com, 14 de janeiro de 2021 – “A salvação das almas é a lei suprema da Igreja”. Este sempre foi o princípio fundamental pelo que se regia a religião católica, ao menos até algumas décadas atrás. Primeiro, veio o Concílio e, com ele, os ventos de destruição que demoliram o sobrenatural na pregação da hierarquia, deixando em pé apenas a lei natural (o combate ao aborto e à eutanásia, a defesa da família e da objeção de consciência, etc.); depois, começou o pontificado de Francisco e, com ele, a demolição da própria lei natural, pois, como ele mesmo disse, contrariando a afirmação de Bento XVI, “nunca entendi a expressão ‘valores inegociáveis’. Os valores são valores e basta, não posso dizer que entre os dedos de uma mão haja um menos útil do que o outro. Por isso, não entendo em que sentido possam existir valores inegociáveis”.

Dom GuilhermeEsta negação de uma hierarquia de valores — os ditos inegociáveis acima –, porém, serve muito bem para destruir a fé católica, mas é convenientemente negada quando alguém ousa levantar ao menos um questionamento contra os sacrossantos temas do momento.

Há algo de muito podre nos membros da Igreja Católica. Está realmente tudo de ponta-cabeça.

Esta semana, pela TV Canção Nova, o Padre Elenildo Pereira disse em homilia que, apesar de ele não ser contra a vacina, ele não a tomará sem que haja a devida confirmação científica. Há algo de absurdo nessa afirmação?

Pois bem… Na sequência, Dom Guilherme Antonio Werlang, bispo (imagem – é bom avisar que ele é bispo, caso contrário, pelas suas imagens na internet pensariam que é um caminhoneiro, cobrador de ônibus, sindicalista etc. Dizemos isso sem qualquer demérito em relação a esses profissionais) da diocese de Lages, escreveu uma nota em que rasga as vestes, como faziam com maestria os velhos fariseus. A sua única queixa: “qualquer católico pode CONFRONTAR direta e desrespeitosamente toda a HIERARQUIA da nossa querida e amada Igreja Católica” (as letras em caixa alta são originais, do texto do próprio bispo), ideia que ele gira durante todo o texto de uma maneira freneticamente repetitiva.

Ele reclama que o padre “vai na linha do ‘negacionismo’, desafia os cientistas e, no mínimo, os chama de mentirosos, caloteiros, de que estão de brincadeira com a vida humana, que não são pessoas dignas de credibilidade”.

Em resumo, o bispo saca apenas o velho sofisma do argumento de autoridade: o padre ousou contrariar os bispos e os cientistas! Que escândalo!

É evidente que tudo isso não passa de mero fingimento e hipocrisia. Em primeiro lugar, porque não há nada mais anti-científico do que exigir uma fé inquestionável na ciência. Isso é loucura. Depois, porque justamente esses bispos foram aqueles que sempre desobedeceram os papas anteriores: será que eles aplicaram o Motu Proprio Summorum Pontificum? Será que obedeceram à Congregação para o Culto Divino, que em 2006 deu o prazo de dois anos para que as traduções da fórmula de consagração do vinho seguissem o texto bíblico e a versão latina, traduzindo “pro multis” por “por muitos” e não “por todos”? A edição brasileira do Missal Romano está para sair e, mais uma vez, eles irão certamente desobedecer. São apenas dois exemplos de pontos muito simples, que deveriam ser prontamente obedecidos por esses que esfregam a sua autoridade na cara dos fieis, exigindo obediência.

O autoritarismo de nossos prelados chegou ao ponto de o próprio Dom Joaquim Mól ter escrito uma postagem no vídeo do padre, dizendo:

“Prezado povo de Deus, essa não é a posição da igreja no Brasil, dada pela CNBB. Procurem ler o pronunciamento da igreja, com as devidas orientações. Essas posições pessoais dividem, é um desserviço. Paz e vacina autorizada pelas autoridades sanitárias para todos”.

A falácia é sempre a mesma: o argumento de autoridade revestido de escândalo fingido.

Mas o que falar, se Papa Bergoglio ficou totalmente calado com a aprovação do aborto na Argentina, com a pior legislação já aprovada sobre o tema no mundo, e, ao mesmo tempo, disse: “eu creio que eticamente todos devam tomar a vacina, é uma opção ética, porque aí se arrisca a saúde, a vida, mas também a vida de outros”?

O que falar se, diante de padres que não celebram sequer usando a casula, o Vaticano resolve mudar o rito de cinzas e instituir a máscara quase como um paramento litúrgico obrigatório?

Mas, o que é pior, como rasgar as vestes diante de um padre que questiona a segurança da vacina no estágio em que se encontra hoje, como se ele estivesse dizendo uma heresia, e não dizer nada diante de homilias verdadeiramente heréticas que se pronunciam continuamente sobre os púlpitos de nossas Igrejas?

A salvação das almas deixou de ser a lei suprema para a hierarquia da Igreja. A lei suprema agora é a salvação da carne, anistiando-se, se necessário for para isso, todos os pecados, todas as abominações, referendando-se todos os dogmas do establishmentA hierarquia católica não está exigindo obediência a si, mas ao seu pontífice máximo, George Soros, a quem eles resolveram obedecer bovinamente, seguindo a subserviência de Jorge Mario Bergoglio.

É evidente que agora toda esta hierarquia usa os pobres apenas como instrumento retórico. Eles passaram para o lado da elite internacional, enquanto os pobres tentam conservar aquelas estruturas primárias que estão ameaçadas: a fé católica e a sua própria família. Foram eles abandonados pelos seus pastores, que resolveram emprestar suas vozes para os lobos em geral — até nas indústrias farmacêuticas.

Os nossos bispos exigem respeito à autoridade que eles mesmos estão destruindo, pois não possuem carisma para falarem de ecologia e saúde pública, de economia e política, e, por isso, assumem este protagonismo como “champanhe de véspera”, caindo no vexame mais patético. As pessoas simplesmente preferem escutar Greta Toumberg, Bill Gates ou qualquer comentarista da Globo News. Se eles falassem de Deus, da doutrina católica, da salvação eterna, seriam ouvidos; mas, como querem falar daquilo para o qual não são competentes, jogam-se a si mesmos na irrelevância.

De um lado, o papa e os bispos não têm falado como católicos e para os católicos; e, de outro, aqueles que eles querem tomar como interlocutores, os ecologistas, as feministas, os tecnólogos, os sanitaristas, já têm os seus pontífices. É por isso que eles entram em desespero, como mostra o artigo de Dom Werlang, eles percebem que não são ouvidos e ficam em pânico, mas a sua vaidade os impede de perceber que os principais culpados disso são eles mesmos.

Santidade, excelências e reverências, parem com essas asneiras, com assuntos que não lhes competem, e voltam a pregar a fé, pois o povo não os aguenta mais!

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OBS > Fiquem em casa, usem máscara, recebam vacina... recebam um chip nas costas da mão... Estas são ordens do anticristo. Acaso nossos padres e bispos já leram Apocalipse 13, 11 em diante?


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