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As almas
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16/08/2005
Sete almas


As almas - 04 Sete almas
As almas - 04 Sete almas

SETE ALMAS (18/05/04)
 
     Neste fim de semana que passou, nós tivemos, como todos sabem,  o cenáculo com a oração das Mil Ave Maria na capelinha. Foi um cenáculo maravilhoso, com oito horas de duração, e muitas coisas incríveis. Maravilhoso porque a cada dia descobrimos mais alguns dos inesgotáveis caminhos da Misericórdia de Deus, operando na salvação das almas, vivas e padecentes. Deus sempre nos assombra em Suas decisões, e penso que se vivêssemos mil anos neste trabalho, não aprenderíamos nem uma centelha do infinito arsenal que Ele dispõe para atrair suas inconseqüentes alminhas para Si, e as salvar.
 
      Nós sempre temos dito, também, pois Nossa Senhora e São Miguel sempre afirmam, que só se perde quem quer. Temos dito, igualmente, que os julgamentos nossos são falhos e são até cruéis, porque o simples fato de condenar uma alma, por um minuto que seja no purgatório – nem se fala em desejar o inferno para alguém – já é falta grave, que poderá nos prejudicar muito adiante, pois seremos julgados com o mesmo peso e medida. Então, temos aprendido com isso a não julgar. De fato, é perigoso sequer imaginar que uma pessoa possa ter se perdido, até porque ninguém vive os momentos finais de uma alma, nem sabe o que acontece entre o momento da sua morte e a entrada no tempo eterno. Este abismo extraordinário – a Misericórdia de Deus do Purgatório – é de fato, para nós, incompreensível. Não existe um só ser humano, capaz de entender este mistério. E parte de nossa missão, tem sido mostrar que ele existe e como funciona.
 
     E assim, não julgando, mas de certa forma sim, fiz desta vez uma experiência que resultou interessante. É que, durante a semana, muitas pessoas nos telefonam ou mandam seus e-mails e cartas, dando nomes de falecidos e citando as circunstancias de suas vidas. Eu tinha recebido uns trinta nomes para entregar ao Cláudio, mas no último instante fiz uma seleção de seis nomes – havia sete, mas um não consegui achar na hora – porque na minha concepção seriam estas as pessoas com mais dificuldade de salvação, quando não, poderiam até ter se perdido. Estes todos eu entreguei direto a ele, no exato momento do início do Cenáculo e ele deixou em lugar especial, não na cestinha com centenas de pedidos ainda não respondidos. Entre os nomes dos falecidos selecionei:
 
1º - Uma pessoa que viveu por mais de 30 anos na macumba e morreu assim!
2º - Um bispo recentemente falecido de acidente, que segundo soube, não era bom!
3º - Um pastor protestante, já falecido ha algum tempo, que era eminente em seu meio!
4º - Um bêbado e suicida, que se jogou de um viaduto recentemente!
5º - Um imigrante japonês, que batizou seus filhos na católica, mas permaneceu budista!
6º - Uma mulher que dedicou sua vida inteira aos gorilas da floresta.
 
     Ora, no observar humano, pela breve história de suas vidas, nós podemos perceber que se trata de casos difíceis, pelo menos pessoas cujas vidas não tiveram a aprovação de Deus, porque escolheram caminhos não compatíveis com a Doutrina e o Evangelho do Amor, e alguns até morreram longe de Deus, e todos eles sem CONFISSÃO e sem a Unção dos Enfermos, até o bispo. Então seria fácil para nós, colocarmos todos eles no local dos perdidos, entretanto, já antes de receber os bilhetes de volta, tive a alegria ao escutar a mensagem quando Nossa Senhora dizia que todos os dos bilhetes estavam salvos. Claro, nem todos estavam ainda no Céu, mas a caminho da salvação, ou seja, estavam no purgatório ou já no Céu.
 
     Vamos examinar um pouco, cada um dos casos, para que possamos sentir o abismo que é a Misericórdia divina, e para que todos compreendam duas coisas:
     1 – Em Deus a Misericórdia é realmente infinita!
     2 – Quem afronta esta Misericórdia merece o inferno ao pecar contra o Espírito Santo!
 
1 – Qualquer pessoa que se dedique à macumba, ao feitiço, ao cando
mblé, ao espiritismo ou qualquer outra forma de lida, com espíritos caídos e maus, os demônios, certamente faz da própria vida uma lixeira, faz da própria alma uma pocilga fedorenta, e na eternidade não poderia esperar outra coisa que não fosse o lixo e a pocilga de satã. Ou seja, quem vive para o demônio, aqui nesta terra, quem trabalha diretamente na sua obra nefasta, ao morrer não pode esperar que Deus o vá acolher na eternidade!
 
     Como, então, alguém que vive por 30 anos num terreiro de macumba, ainda se salva? Salva-se pelo Amor de Deus, salva-se pela espantosa engenharia da Misericórdia divina, inenarrável, indescritível, fantástica e de tal modo eficiente, que somente um ardil do inferno a consegue desafiar: a teimosia! O livre desejo! A obstinação pertinaz em se atirar livremente nas chamas eternas! Porque basta um só gesto, um simples cair de joelhos ante a visão do inferno – escancarado à sua frente – e a alma cai em si, e se atira no purgatório... feliz. A Mãe disse: Sim, rezem por ela!
 
2 – Também um bispo da Igreja Católica, que não viveu uma vida de fé, que teve a infeliz idéia de seguir sua própria cabeça, não a Ordem da Igreja, ou que viveu falsas teologias, como a da libertação física das pessoas, esquecendo-se do caminho do céu, como poderá se salvar? Como um alto prelado da Igreja, a quem são atribuídas responsabilidades tão grandes, e de quem o Céu espera tanto, mas que relaxa das suas funções e com isso prega contra a Igreja, como ele poderá esperar a misericórdia de Deus? Como um Bispo que se dedique a política partidária e o apoio aos comunistas – inimigos de Deus – pode ainda se salvar?
 
      Veja, ele terá que pagar não somente o seu próprio purgatório, mas também os de todos aqueles que sofreram penas na eternidade, por causa dos erros de que ele foi culpado. Por ter induzido outros ao mesmo caminho! Por ter deixado de viver fielmente os sacramentos, caminhos de salvação, e por ter relaxado das coisas do céu, as que levam para Deus, ÚNICA razão de existirem padres e bispos. E isso pode chegar muito fácil a encher a medida do purgatório e se derramar no inferno, os dois são muito próximos. Mas a frase da Mãe foi: Sim, rezar por ele! Isso quer dizer, está no purgatório – pode estar bem no fundo – e precisa de nossas orações! Quem se habilita?
 
3 – Também um pastor luterano, destes grandes em seus domínios, com repercussão até nacional pelos seus conhecimentos, mas que viveu uma meia verdade, apenas meia doutrina, meio evangelho, e que pregou tudo isso pela metade, como poderá se salvar, se viveu fora da unidade, se desacreditou dos sacramentos, se desacreditou de Maria e se trabalhou contra a verdadeira e única Igreja de Jesus? Vejam, a maioria dos pastores evangélicos inteligentes, sabe que só existe uma Igreja. E sabe, pela irrefutável lógica, que esta Igreja não é a dele – que surgiu apenas depois de Lutero – mas sim a Igreja que vive sob Pedro, a Católica. Ele sabe da verdade, mas vive na sua conveniente mentira.
 
     Como se salvam, mesmo assim, se de certa forma são como que adversários do próprio Jesus, cuja face deformam? Cujo Corpo dilaceram? Eles se salvam, sim, mas pelas orações dos que acreditam no purgatório, e lá são acolhidos pela Misericórdia. E a palavra da mãe para este “grande” peixe luterano é esta: Ficará no purgatório, até o Pentecostes! Sim, até o Grande Aviso de Deus! E está lá ainda! Até lá, e nele, este pastor terá tempo de redimir-se de sua teimosia em negar parte da verdade – especialmente os sacramentos da Confissão e da Eucaristia – e de manter seus seguidores no mesmo caminho.
 
     Pelo que consta ele não era má pessoa, mas decididamente o povo protestante, de um modo geral, é o mais obstinado e o mais teimoso de todos. Eles sabem da verdade, mas não querem dar o braço a torcer aqui. Então entregam a pele a queimar lá, até entenderem! Sim, TODOS os evangélicos que se salvam – 100% deles – caem antes no purgatório – no qual não acreditam – e justo por isso somente saem de lá pelas o
rações dos católicos. Ou seja: ninguém se salva – isto é: vai ao Céu – sem a Igreja católica! Isso se chama Misericórdia de Deus. O purgatório é um abismo desta infinita Misericórdia!
 
4 – Um bêbado, suicida, que se atirou de um viaduto abaixo. Que se dirá de um homem que atenta contra a própria vida? Que se dirá de um infeliz, cuja vida foi escândalo para muitos e cuja morte continua sendo vergonha para a família. Ele é pego pela Justiça, numa dupla e grave falta. Primeiro o alcoolismo, já este uma forma de suicídio e um pecado contra o quinto mandamento: não Matar! Este primeiro, é neste caso o pecado mais grave, porque do cérebro de um beberrão contumaz, não se pode esperar muito tempo de perfeita atividade. O suicídio, assim, é apenas conseqüência!
 
     Ora, a bebida destrói os neurônios! A bebida arruína o cérebro! A bebida destrói e desagrega famílias, e provoca rios de infelicidade. Sim, o alcoolismo pode ser doença grave, mas todo aquele que quer se curar, hoje encontra os meios. Então, quando o suicídio vem abreviar uma vida destas, já encontra a razão deteriorada, e o purgatório o acolhe – deste nenhum suicida escapa – para ali expiar até o último de seus porres. E a Mãe pede para ele: três visitas a um cemitério, rezando as orações de costume e rezar por ele a Oração do Perdão, por 31 dias. Então se salvará! Quem faz isto por ele?
 
5 – O imigrante japonês, issei! Nós passáramos com a equipe rezando no cemitério onde este homem está enterrado. Quando seus familiares souberam, logo telefonaram pedindo se precisavam ou podiam fazer algo por eles. Então nos contaram, que este pai japonês, ao chegar ao Brasil percebeu que a religião predominante no país era a Católica, e então, decidiu batizar seus filhos nesta religião, levando-os ao Crisma e a vivência da fé pela Eucaristia. E todos os seus filhos se tornaram bons e fiéis católicos. Mas o casal permaneceu no budismo!
 
     Ora, pela lógica humana, este caso contém alguns sérios agravantes: Primeiro eles sabiam da verdade! Segundo, se a religião budista fosse a certa, por qual motivo colocaram seus filhos numa que julgavam errada? Terceiro, a vivência em família, com duas religiões, poderia provocar grandes conflitos, para a ruína de todos eles. Então como se salvaram? Disse a Mãe: “O desejo de vê-los católicos, fez com que se salvassem. Jesus os batizou por este desejo, e estão agora no céu. Deus tem seus caminhos”. E isso, então, vale para milhares de japoneses que procederam assim! Bendita Misericórdia!
 
6 – A mulher que dedicou sua vida aos gorilas, e inclusive está enterrada na floresta junto com os “túmulos” de alguns destes animais. Ora, desde minha mais tenra infância, jamais consegui me afinar com as idéias e sentimentos de pessoas que têm este desejo absurdo, esta verdadeira obsessão, esta compunção furiosa e alucinada por bichos, das mais diferentes espécies. E sempre tive o sentimento – e tenho ainda – de que quando uma pessoa dedica seu amor total em benefício de um animal irracional, negando-o a um ser dotado de alma imortal, a uma criança por exemplo, é porque ela tem um grave distúrbio de comportamento e um desvio imenso de conduta. Ela é caso de patologia!
 
     E olhando a Lei – amar a Deus sobre todas as coisas – não acredito que Deus pense diferente, porque o amar ao próximo como a si mesmo, é o segundo mandamento, e não existe um amar aos animais nesta lei. Existe, sim, um respeito devido a eles, um certo cuidado, pois eles foram colocados sob nosso domínio, mas isso jamais poderá levar alguém a ultrapassar a bestialidade, amando aos animais como fossem seus filhos e vivendo para eles como se fossem dotados de alma imortal e destinados à salvação eterna. Como poderá uma alma destas se salvar, se não viveu para Deus, se não tinha uma Igreja, se não vivia a religião, sem não se confessava, nem ia a Missa, tendo apenas a selva e os bichos para a dedicação de todos os seus afetos e amores? Sua quase adoração?
 
     Ora, todo animal é fadado ao desaparecimento e
terno. Apegar-se então, a algo assim mortal e finito, é negar a existência do próprio Deus Eterno, é viver para a morte, é pregar uma cultura de morte, é inclusive desprezar a própria alma imortal. E isso não precisa ser exclusivo dos que vivem para os gorilas e chimpanzés, mas pode ser aplicado aos que dedicam aos seus cães e gatos o carinho de filhos. Sempre tenho insistido – e até agora ninguém me provou o contrário – é que quanto um ser racional se prende a um animal irracional, de forma tão profundamente afetiva, é porque em sua vida faltou o carinho e o amor de pai e de mãe. De fato, se o pai e a mãe imporem limites neste afeto – e, é claro, preencherem todos os espaços de afeição – jamais seus filhos irão além de um afago nos animais, do cuidado, nunca chegando a esta exacerbação e jamais derramarão uma só lágrima por um bicho destes que morre.
 
     Uma mulher então, “cientista”, que se afunda nas selvas pela vida toda atrás de gorilas, deixando um mundo com milhões de crianças para cuidar, crianças carentes e necessitadas, nada mais faz que merecer – no modo humano de pensar –  uma eternidade perto dos gorilas do inferno, eis que a cara dos monstros do abismo é apenas mais feia. Se ela viveu para os monstros, como quererá o amparo da beleza infinita? Toda pessoa, homem ou mulher, que nega para uma criança um pão, mas que alimenta com iguarias a um cão mortal, fedorento, e inferior, não merece – no julgar humano – o direito de ser chamada de filho do Deus Altíssimo. Não merece ser herdeiro do Céu, quem se dedica de corpo e alma a um animal qualquer, destinado à terra e à podridão!
 
     E pergunto: Quantos bilhões de animais de estimação, de todas as espécies, existem em toda a terra? Quanto custa a manutenção deles? Clínicas, alimentos especiais – até iguarias finais – remédios, roupas, abrigos Façam as contas e concluirão que com este dinheiro daria para alimentar todos os homens famintos da terra! Como se salvam estas pessoas? Amor, amor, amor, exacerbado de um Deus, que não quer perder ninguém para o inferno. Sim, embora tenhamos muitas destas pessoas que se perdem, naturalmente! Nem todas se salvam como este caso, mas terrível caso porque ainda não acabou!
 
     Mas é este abismo da Misericórdia de Deus que temos tentado explicar a todos. Abismo que para transpor e se perder, somente é possível para os seres bestiais, profundamente estúpidos, completamente ensandecidos, cuja teimosia é superior a dos asnos selvagens e cuja insensibilidade é superior a dos gatos domésticos, o mais diabólico e assassino de todos os animais. E os homens os criam dentro de suas casas como bichos de estimação. Mas Deus, como viram, salva as almas de muitos deles – não todos – porque a medida da Justiça tem conta, e ela entra justamente onde a Misericórdia acaba. Sim, até a Infinita Misericórdia de Deus é incapaz de ir além da teimosia de alguns seres humanos! Acho, então, que a teimosia é a mãe de todos os pecados!
 
     E quando se ouve a frase de Nossa Senhora para esta mulher: “Há que se rezar muito por ela!” Isso nos soa como um Grande Purgatório, profundo, próximo ao inferno dos “gorilas” eternos, dos monstros do abismo. Ali ela aprenderá a discernir perfeitamente, entre o vagido de uma criança inocente que precisa de carinho, e o grunhido de uma fera da qual Deus cuida. Aprenderá a diferença abissal que existe entre um ser humano, e uma besta selvagem. Aprenderá que não vale a pena perder um só minuto da vida com um bicho mortal, inferior, se isso vier a por em risco a própria alma imortal. E ela sem dúvida colocou a sua em risco. Então aprenderá, infelizmente, em meio a dores atrozes e sofrimentos sem conta, quando seria tão fácil, aqui, compreender esta diferença e escolher a criatura certa e superior para se dedicar: Os filhos de Deus, não os gorilas!
 
     Última alma: Que você diz de um homossexual escandaloso, assumido, macumbeiro, e que entre tantas coisas ruins ainda comete o suicídio tomando soda cáustica? Depois de receber o resultado das seis almas anteriores, telefonei
ao Cláudio pedindo para colocar em oração esta sétima e terrível situação. A pessoa que me passou este nome, disse que este homem causava escândalo na sua pequena cidade, usando seu nome no feminino, cometeu toda sorte de loucuras, entre estas as práticas de macumba. Num frenesi destes, veio ainda um suicídio, tomando soda cáustica. Que esperar de uma alma destas.
 
     Eis a resposta que recebi nesta manhã: “Ele não se perdeu, mas está no Grande Purgatório. Deus sabia que a equipe: Salvai Almas iria se preocupar e rezar por ele. Mas as orações não o atingirão, por hora, e deverá ficar lá até a chegada do Novo Reino. Então Aarão o verá (?). Ele não tinha consciência plena do alcance de seus atos”. E não tinha mesmo. Por isso eu digo: Ó Deus de bondade infinita, ó Amor que tudo suporta, ó Misericórdia que aos abismos desce, e por uma alma apenas. Como falei no início, ninguém é capaz de avaliar o Amor de Deus. Nem é capaz de medir o alcance – porque infinito – de Sua imensa Misericórdia. Eis então aí a prova segura, de que somente vai ao inferno quem merece, porque o deseja aos outros, e porque o deseja para si próprio.
 
     Sete vidas, sete almas, e entre elas um abismo de Amor. Apenas uma já chegou ao Céu, talvez até a mais inesperada, a do papai japonês. As outras esperam nossas orações e um dia chegarão á glória. Bendito seja Deus que permite este intercâmbio maravilhoso, mas tão pouco entendido, tão pouco explorado, a incrível “comunhão dos santos”. Milhões de católicos rezam a sua profissão de fé, o Credo e dizem que acreditam nesta comunhão de almas, mas nem sabem o que isso significa. Entretanto é através deste intercâmbio de orações e graças, que se opera o grande milagre da salvação. De fato, Jesus abriu as portas do Céu para todos aqueles que se submetem ao primado de Deus e O escolhem. Ninguém se salva, sem Jesus! Mas podemos sim, interferir neste processo, abreviando os tempos de purificação das almas. E sim, também podemos salvar pelas nossas orações a Jesus, a Maria, aos anjos e santos, pessoas que, sem estas orações se perderiam.
 
     Mais: ninguém se salva sozinho e sem ser através da Igreja de Jesus, a Igreja Católica Apostólica Romana. A Igreja Católica é o canal por onde as graças fluem, e somente dela saem as graças que salvam. Todas entram na Igreja e saem apenas deste tesouro. Dele se aproveitam todos os que se salvam, incluindo aí todos os evangélicos e protestantes – dos quais também a maioria deles se salva – e todos os de outras religiões – os não filhos, não batizados – pois alguns poucos dentre eles que se salvam. 
 
Isso se chama Comunhão dos Santos! Isso se chama Misericórdia Eterna!
Isso se chama: AMOR INFINITO!
Que só não funciona para os teimosos!
Aarão



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