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FAMÍLIA, FUNDAMENTO DA SALVAÇÃO
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07/01/2006
O podre cairá
 
A Igreja - 09 O podre cairá
A Igreja - 09 O podre cairá

2060106 O PODRE CAIRÁ
 
     Quem tem acompanhado mais de perto, os passos e atitudes do Papa Bento XVI, com toda clareza percebe que ele continua a chocalhar a árvore da Igreja, e cada vez com maior e santa violência. E todo o nosso apoio lhe deve ser dado – também nossas orações – para que ele consiga levar a bom termo a tarefa final da preparação da Igreja para o Senhor que vem. Ele está certo, deve ser assim, precisa ser assim, porque algum dia as coisas têm que acontecer fatalmente, pois todas as profecias se cumprirão.
 
     Como temos visto, reina hoje no mundo um espírito de confusão, que toma proporções abissais. As pessoas não se entendem mais, e pelos motivos mais fúteis se digladiam, se atacam e não se suportam, dentro ou fora das famílias. Quase sempre a política estava na  frente dos motivos de discussão, mas hoje as questões de fé parecem suplantar as demais, de tal forma que nenhuma família já tem paz. Bem como diz o profeta, pais contra filhos, nora contra a sogra, os inimigos estão dentro de casa. O grande problema é que isso se está acirrando, não só isso, as pessoas partem para ataques violentos e maldosos.
 
     Nos últimos dias, como nunca antes, tenho recebido em meu e-mail coisas das mais sórdidas que se pode imaginar. E pensando sobre estas coisas, e estes ataques malignos, passei a compreender o imenso abismo que vai entre uma pessoa  e outra, entre uma idéia e outra, entre um conceito sobre Deus, ou sobre o Evangelho, e outro. Não existe um parâmetro para medir isso, porque a escala do ódio cresceu até um ponto tal, em que uma pessoa usa a Bíblia, usa frases ditas por Jesus, e ao mesmo tempo me manda uma foto pornográfica das mais libidinosas e horrendas. E dá a entender que o falso jesus dele, apóia este tipo de malignidade. De puro demonismo!
 
     Noutro destes e-mails, o sujeito usa da mitologia grega, rebusca os deuses antigos, mistura com personagens da Odisséia e “prova”, por “a + b”, que Jesus não é Deus coisa alguma, e que o crucificado é um mito, uma lenda católica para a Igreja ganhar dinheiro com o dízimo. O incrível é que também este usa palavras do próprio Jesus retiradas da Bíblia, mas atribui a ele uma pecha de simples homem, um filósofo, que inventou uma seita de cobradores de dízimo. O certo é que se torna impossível compreender cérebros que pensam assim, de modos que, deixemos esta tarefa gigantesca para Deus.
 
     Enfim, também um outro que se diz “escravo de Maria” – mas não coloca seu nome – escreve para nos mandar “vade retro salvai almas”, nos cospe furioso, morde com toda sanha, julga como um Anás e um Caifás, condena como um Pilatos, mas se diz “escravo” da humilde serva Maria Santíssima. Ou seja, pessoas que se dizem católicas, que nunca vierem aqui para conhecer nosso trabalho, nunca entenderam portanto do que se trata, mas se julgam no direito de atacar em nome da Igreja – como ele diz: para a maior Glória de Deus – num comportamento que se compara ao do fariseu que orava de braços abertos se não é bem pior, porque este deve conhecer a parábola de Jesus e sabe de seu efeito. Ou seja: se um “escravo de Maria” morde desta forma, que não fará um filho de satanás?
 
     Também do lado dos protestantes surgiram diversas cartas, especialmente depois daquele texto sobre os “irmãos” de Jesus. Quando lhes falta o argumento, quando sua máscara cai por terra, então se arrombam em explosões de ódio contra a gente, e vêm com aquela eterna exigência: me prove isso com a Bíblia! Como podemos provar com a Bíblia se eles retiraram das suas todos os mistérios? E se, ainda assim, o fazemos – provando com a Bíblia – então não se contentam com a resposta, e afinal vemos bem poucos protestantes que se convertem, por nosso trabalho, tarefa para o Espírito Santo. É coisa demais para gente como nós. Mas o problema maior, está mesmo é dentro da Igreja.
 
    
Na mensagem de dia 29 de dezembro, na Anistia do Amor, Nossa Senhora falou assim:
 
     “Deveis fazer todo o esforço e envolver vossa luta, vosso amor para conservar a unidade e a verdadeira Doutrina. Este será um ano difícil para toda a Igreja: testemunhareis grandes confusões e grandes cismas acontecerão. As disputas pelo poder... Pelo poder às coisas vãs, se acirrarão e cada vez mais, o ódio tomará conta dos corações e da razão! De fato, muitos agirão como verdadeiros irracionais, a fim de tentarem fazer prevalecer suas idéias ainda mais irracionais... Trarão confusão... E guerra! As profecias se cumprirão, e nada ficará sem que seja descoberto! Tudo virá à luz! Na verdade, será um ano de certo modo, aterrorizante, para a Santa Igreja e para o mundo! Sois Igreja, e então não escapareis das tramas do inimigo”. Por partes:
 
Deveis fazer todo o esforço e envolver vossa luta, vosso amor para conservar a unidade e a verdadeira Doutrina.
 
     Ora, observando os comportamentos de certas pessoas, como acima coloquei, de fato esta é uma tarefa difícil, porque os pensamentos, as idéias das pessoas, sobre o que é ser Igreja, sobre a Bíblia, sobre o que é, realmente, viver o Amor de Deus, pois são de tal forma, opostos às vezes, que não há como humanamente evitar uma ruptura. A unidade já está esfacelada, não somente pela desobediência generalizada, nem somente pelas seitas, mas pelas mil divisões internas da própria Igreja. E quando a tua verdade não bate com a verdade do outro, a faísca é inevitável. A verdadeira doutrina, é aquela que está contida em nosso Catecismo, mas se nem os sacerdotes o conhecem, o consultam, como se vai evitar o atrito? Vamos ver por partes a mensagem:
 
“Este será um ano difícil para toda a Igreja: testemunhareis grandes confusões e grandes cismas acontecerão”.
 
     O cisma, a divisão maior, é profética, é bíblica e portanto inevitável. Num clima de ódio como se está instalando, até mesmo entre os católicos das diferentes correntes, não há como evitar a polêmica e a ruptura virá com fúria. As pessoas já estão hoje, de todo irreconhecíveis, imagine se isso vier a piorar.  Cada estocada que o Papa Bento XVI dá em algum podre da árvore da Igreja, ouvem-se centenas de berros, de gritos, de uivos dos lobos que ali mamavam escondidamente. Mas a medida em que estas estocadas forem aos poucos atingindo levas consideráveis de pessoas e setores, é inevitável que se rompa o dique de represamento. É como a pressão acumulada dentro de uma panela: a um dado momento explode incontrolável! Assim, a divisão já é grande, e ficará sempre pior.
 
“As disputas pelo poder... Pelo poder às coisas vãs, se acirrarão e cada vez mais, o ódio tomará conta dos corações e da razão!”
 
     Na realidade, as discussões muitas vezes são por picuinhas, por coisas miúdas e até sem sentido. Em todos os lugares, em todos os pontos o demônio ataca, provocando a briga e a confusão. Uma palavra, uma simples vírgula, um ponto apenas, pode servir de centelha para uma grande confusão, uma briga de morte. Na interpretação da Bíblia, sobre Maria, os “irmãos” de Jesus, Madalena polêmica, medianeira, intercessora, tudo isso é causa de confrontos e debates furiosos. Enquanto isso ao amor, a concórdia, a paz que Jesus veio pregar, se esfuma ao vento, ou vira borrasca, que vira furacão.
 
“De fato, muitos agirão como verdadeiros irracionais, a fim de tentarem fazer prevalecer suas idéias ainda mais irracionais... Trarão confusão... E guerra!”
 
     Já são irracionais sim! Mas irracionais em trono de sua própria verdade. Cada um quer fazer prevalecer a própria visão das coisas, e não aceita sugestão nem contraponto, na aceita nem a Igreja ne
m a Bíblia. Temos aí um Catecismo, aberto para explicar tudo, mas até nele cospem e não seguem, porque não aceitam aquela doutrina. Então, como se manter distante deste ciclone, se os ventos da heresia já não nos deixam paz. Que fazer quando a verdade passou a ser a de cada um, e o mundo virou um caldeirão de surdos, entretanto gritadores. Cada um fala a sua verdade particular, já não segue a da Igreja, nem mais nela acredita. Entretanto, se diz católico. É desobediente, mas se faz divino. Age com uma irracionalidade sem limites, tal que disso somente poderá sair uma imensa guerra, que abalará todo mundo.
 
“As profecias se cumprirão, e nada ficará sem que seja descoberto! Tudo virá à luz!”
 
     A grande profecia que se espera ver em breve anunciada é quanto ao 3º Segredo de Fátima. Mas se este segredo for finalmente revelado, penso que fará explodir a batalha final, porque não resta dúvidas de que o motivo pelo qual nunca foi revelado, é que ele denuncia a existência desta crise na Igreja e a infiltração de satanás entre as suas altas cortes. São os barretes vermelhos, os alvos maiores da profecia de Fátima, e penso que se isso vier a ser revelado, os levará a tomar uma medida fulminante. E com isso se verão cumprir novas profecias, porque uma coisa puxa outra, o cão vem atrás. Porque tudo leva a crer que o Papa Bento XVI está mesmo disposto a colocar toda a trama a descoberto, e mostrar ao mundo os verdadeiros motivos que conduziram a Igreja a este estado.
 
“Na verdade, será um ano de certo modo, aterrorizante, para a Santa Igreja e para o mundo!”
 
     Naturalmente que, se for um ano aterrorizante para a Igreja o será também para o mundo, porque Deus não olha para o mundo senão através de Sua Igreja. Os homens maus é que dão valor ao mundo, até desconsiderando a Igreja, porque desconsideram até ao próprio Deus. Maldita a ciência racional que não se dobra diante dos mistérios e que faz da mentira o repasto de seus seguidores. Se o Universo se movesse pela razão, ele não existiria, porque a razão depende do “acaso” para basear suas teorias. Tudo seria muito mais fácil e menos danoso, se no lugar de um simples e aleatório “acaso”, se colocasse a fé inabalável num Deus que tudo pode. Por isso uma Igreja onde morre a fé, que mata ao próprio Deus, somente pode lavar o mundo à deflagração.
 
“Sois Igreja, e então não escapareis das tramas do inimigo”.
 
     Como já vimos acima, os ataques já começaram. A bestialidade virtual, a inenarrável cegueira de muitos, nos levará certamente a inumeráveis batalhas. O inimigo realmente não tem deixado nenhum espaço vago, não perde um só motivo, penetra até pela mínima fresta, tentando sabotar os planos de Deus. Mas ao final Deus vencerá, bem o sabemos, e por isso nos compete apenas ficar ligado Nele, não desgrudando um minuto sequer. Nele o inimigo não toca, eis porque precisamos o estado de graça para permanecermos juntos de Deus, senão nada feito. E devemos entender que não existe outra saída. Já não é mais possível sustar este processo que está correndo célere, porque tudo avançou demais e nenhuma força humana conseguirá reverter esta situação. Só Deus a pode mudar!
 
      Na verdade, quando em tantos lugares do mundo a Mãe pede com tanta insistência a oração contínua, o estado de graça, o fortalecimento na fé, não o faz sem sentido. Antes, em seu amor extremoso sabe perfeitamente a monstruosidade do que vem, porque a luta encarniçada pelas almas deixará atrás de si um rastro de sangue humano. Como disse em outro artigo, duas vidas humanas, em troca de cada aborto que praticamos, não me espantaria se este for o preço que deveremos pagar. O importante então fortalecer-se agora, enquanto é tempo, para que na hora em que o desvario tomar milhares de mentes e corações, pelo menos alguns precisam estar com a cabeça no lugar para auxiliar as pessoas em pânico. Por isso a mãe diz:
 
“Fortalecei-vos na fé. Vivei mais insistentemente o amor e incentiva
i os filhos para  a volta à verdadeira Igreja!”

 
     Na realidade, a gente sente que alguns filhos já voltam, mas poucos. Aqueles que se propõe a ouvir, que pararem um só instante para pensar, não deixarão de entender que somente a Igreja Católica tem cacife para ultrapassar a tempestade. Fico admirado com crentes de algumas igrejas de barro, que pregam a vinda do Senhor, mas não percebem que nelas não se cumpre nenhuma das gigantescas profecias que devem acontecer antes disso. Onde a conversão do povo judeu? Onde um Evangelho pregado por elas entre todas as nações? Onde a possibilidade de um só pastor entre elas, se não passam do limite de seu bairro, algumas sequer do lado de sua rua?
 
“Não sejais pedra de tropeço para os filhos, mas sejais grandes pedras de tropeço para os inimigos. Amém!”
 
     Ai de quem for causa de juízo e condenação para alguém, isso é verdade. Entretanto, há gente que é pedra de si próprio. Tropeça acima de tudo na sua insensatez, na sua teimosia, na sua inexplicável e maligna vontade de não querer ver, nem ouvir. Sabemos que o amor triunfará sobre isso tudo, entretanto as pessoas não querem saber de amor. Seu sórdido desejo é obstinar-se no mal! Dentro das famílias tudo está indo à explosão. Dentro das comunidades cada um faz como quer, tem sua própria lei e já não ouve mais, nem vive, o ensinamento de Jesus, pela sua Igreja. As pessoas se bestializam!
 
     Eu não sou pessimista, mas realista. Entretanto, vejo uma nuvem negra cobrindo já hoje o horizonte da Igreja Católica. Há pouco ouvi o sermão de nosso pároco, enaltecendo o carisma de sua congregação, e num instante um turbilhão de idéias me perturbou. E vi a questão das congregações, as dezenas de ordens de sacerdotes em todo mundo, temos os Jesuítas, Lassalistas, Sagrado Coração, Seculares, Padres de Sion, Oblatos, frades maiores e frades menores, Beneditinos, enfim, penso que há centenas destas diferentes ordens. E vejo que de quase todas as ordens, seus fundadores são santos.
 
     Mas me veio aquela pergunta teimosa: para que tantas ordens, se a missão é uma só, Salvar Almas? Se a obrigação deles é levar para o Céu, para que milhares de ordens? Sim, para todos os gostos, para cada carisma, para cada setor, sempre com uma intenção especial de seu fundador. Mas, porquê todos, não podem fazer tudo? Cuidar de doentes, ensinar, distribuir os sacramentos, isso é missão de todos. E me veio na mente uma noção de inconformismo. Cada um com seu gosto: quer fazer do seu jeito, nem sempre do gosto e do jeito de Jesus. Há um sentido de querer ser mais, e fazer melhor que as outras ordens. De fazer diferente, e isso é tremendamente prejudicial.
 
     Veja, se já dentro das ordens do clero em si – falto também religiosos e religiosas – já existe um combate mortal – uns contra os outros – vocês não imaginam o combate feroz que existe, até mesmo ódio declarado, umas ordens contra as outras. Tenho visto, como que um desprezo completo, e muitos se tratam como se o outro padre fosse algo repugnante. Sempre a minimizar o que os outros fazem, ou a combater para que não façam. Se um padre, de uma ordem, executa um belo trabalho, logo milhares de outros caem em cima dele, e o tentam aniquilar. Na realidade, em toda minha vida encontrei bem poucos padres que se amassem entre si, e menos ainda, que amassem os de outras ordens. Assim, o desprezo é a tônica, a inveja o ponto central, o orgulho o fim maior.
 
     Na Nova Terra, haverá apenas um único sacerdócio: o novo sacerdócio! Os padres não mais pertencerão a uma ordem especial, porque haverá uma só e obediente a Jesus. E se isso é verdade para o amanhã de paz, significa que está errado hoje. Jesus pode até ter permitido que em sua Igreja se disseminassem tantas ordens entre o clero, mas com toda certeza não gostou disso. Liga no Céu, porque aqui se ligou. O que Ele queria era antes de tudo a unidade no amor, jamais a diversidade no ódio, o extremo oposto. Há então aqui um grande mal,
e o demônio se aproveita disso para dividir ainda mais.
 
     Falo também dos movimentos dentro da Igreja: RCC, Neocatecumenato, Opus Dei, Schalom, e tantos outros. Observem bem o que acontece com estes movimentos. Eles se plantam solertes dentro da Igreja, embora não sejam “a Igreja”. Mas quando alguém da RCC diz assim: “Nós da RCC”, na realidade já caiu fora da Igreja que é universal. Ele cria um nicho, dentro do qual sempre se escondem lobos. Não existe outra interpretação. Da mesma forma quando o neocatecumenato tem apostilas secretas, tem lições reservadas apenas aos iniciados, e tem lições possíveis aos comuns, na realidade ele criou ouro nicho, e nada bom, porque segrega, divide, separa por classe e categorias.
 
     Ora, na Igreja Católica, nada pode existir de secreto ou oculto, ou vedado a qualquer pessoa. Um curso de Noivos promovido numa paróquia, é dirigido especificamente aos que estão para casar, mas pode ser assistido pelos casados, pelos velhos, pelas crianças, por jovens que nem pretendem ainda casar. Não há o que esconder de alguns, antes a se revelar. Tudo é aberto. Também a catequese, deve ser aberta a todos, e acima de tudo, deve ser uma só: a verdadeira catequese da Igreja! Deve manter fidelidade ao Catecismo e à Bíblia. Quando, pois, algo que se pretenda ser Igreja é feito apenas para iniciados, de pronto deve ser rebatido, expulso da igreja, não somente feito corrigir alguns aspectos.
 
     Quanto ao neocatecumenato, por exemplo, nas semanas que passaram o Santo Padre fez sair documento, obrigando-os a mudar radicalmente a celebração da Eucaristia. Ora, a Eucaristia é o centro! Se o núcleo está podre, mais podre ainda o resto. Trata-se de coisa que não tem cura, é câncer e deve ser extirpado. Aliás, eles próprios já deveriam ter se corrigido, após das cartas Ecclésia de Eucharistia e Mane Nobiscum Domine, que já proibiam o pão comum nas consagrações. Também obrigavam o gesto de adoração ao Deus ali presente, entretanto além de ser distribuída a comunhão entre eles como pão comum, ainda estavam todos sentados em roda. E isso está errado. Onde a adoração? E Santo Agostinho disse: não se coma, sem antes adora-LO! Pecado comer sem adora-LO!
 
     Sem comentar os outros casos citados, todos eles sem exceção, embora excrescências, querem se fazer Igreja, querem ser mais que a Igreja, e fazendo isso se tornam adversários dela. E justo por isso, volto a repetir o que disse em relação às ordens do clero. Na Nova Terra não haverá movimentos dentro da Igreja: haverá uma só Igreja, num corpo único e indestrutível, sem segmentos nem setores, sem diferentes carismas ou ordens. E se isso não haverá amanhã, é porque já hoje é errado. Já hoje é prejudicial e isso se pode ver pelos resultados práticos destes movimentos. Todos são segregantes, são excluidores, são voltados apenas a grupos, na Igreja existe apenas um só corpo. Fora disso é caos!
 
     A Igreja é como uma árvore em meio ao jardim do mundo. O tronco é Jesus, que assim disse: Eu sou a videira, vós sois os ramos, meu Pai é o agricultor! Ora, nestes ramos – já que não é possível usarem o tronco – se implantaram milhares de plantas saprófitas – que se alimentam de seiva das árvores – como ervas-de-passarinho, musgos líquenes, bem como se pode ver hoje nas chácaras e jardins. Todas estas plantas, na realidade sugam a seiva da árvore, mas não fazem parte dela, não são, “a árvore”. São como grupos dentro dela! E portanto, certamente perniciosos. Os que pertencem a tais movimentos isolantes, que segregam, dividem, repartem são na realidade alienígenas neste corpo.
 
     Temos agora um novo jardineiro, no Papa Bento XVI. Este jardineiro, que muitos odeiam – mas tantos outros estão amando – parece ter entrado decidido a chocalhar com esta árvore, mas não somente com um vento de brisa, mas como ventania de furacão. Ele está indo de planta em planta daninha que se fixou nos ramos desta gigantesca árvore, e lhes dando um ultimato: ou voltam para a verdade e integridade de doutrina, ou caiam fo
ra por heresia! E a cada chocalhão que ele dás, mil gritos de blasfêmia parecem ecoar. A gente vê que as reações contra ele, por hora têm sido veladas, mas ficará assim? 
 
     Penso que não! Na realidade cada tentativa dele de expulsar estas correntes de heresia e de divisão na Igreja, ele tende a arrumar novos inimigos. O Papa está certo em agir desta forma, entretanto isso somente faz – aos poucos – formar uma imensa frente de oposição, que poderá chegar sem dúvida a extremos. Nós sabemos que existem dentro do Vaticano, forças capazes de mandar matar um Papa, e se isso existe, não duvidem de que todo aquele que se atravessa em seu caminho, é alvo em potencial.
 
     Temos alertado para isso, porque assim as mensagens atuais do Céu nos previnem. O que estamos assistindo hoje, é o limiar de uma explosão, a antecâmara do caos. O que se viu, é que nos últimos anos do prontificado de João Paulo II – e  não por culpa dele, mas pelo efeito das forças diabólicas que ao se redor se haviam encalacrado – muitos destes movimentos criaram raízes muito profundas, e hoje são difíceis de arrancar. Eles julgam ter como “direitos adquiridos”, e se pensam “imexíveis”. Sabemos entretanto que, se fosse para cumprir a vontade real do Santo padre, até cargos bem próximos dele seriam sem dúvida defenestrados, porque ele sabe perfeitamente que a seu lado silva a serpente.
 
     Por tudo isso, jantam-se contra ele forças poderosas. Haverá um cisma, na disputa pelo poder de mandar. Para fazer prevalecer suas idéias insanas, porque todo aquele que combate Bento XVI é radicalmente insano. Como acima já mostrei nos exemplo de pessoas que nos escrevem o comportamento deles é insano, irracional, inexplicável. Há um espírito de cegueira, de toupeira, que animaliza as pessoas, de modos que se tornam como feras brutas, totalmente destituídas de razão. Mas querem ter razão! Querem fazer cumprir sua vontade, estabelecer seu desejo: tornar a Igreja na mesma vertente irracional que os caracteriza! E não é por vontade de Deus que isso se dá, o leitor sabe de quem!
 
     Em breve, com a graça de Deus, estaremos publicando na totalidade um livro que vem da Espanha, tratando de uma entrevista entre satanás a um padre Exorcista. Trata-se de um caso bem recente, coisa de dois ou três anos. Acreditem, cheguei a chorar lendo um resumo, e por dois motivos. O primeiro é por provar que estamos no caminho certo, que nosso alvo é o certo, e que temos falado a verdade, mostrado a realidade. O segundo foi por mais uma vez ver esta Mãe carinhosa, que usando de seu império de Rainha, não se cansa de tentar acordar seus filhos, nem que seja obrigando o próprio Lúcifer a falar a verdade, a mostrar como ele age, o que já conseguiu que quais seus planos.
 
     Temos visto que as trevas se acabrunham com o poder da oração. Nossa arma deve então se r esta, agarrando-se obstinadamente em Deus Todo Poderoso, e com esta arma devemos ir a luta sem tréguas. Logo poderá acontecer – até ainda neste terrível ano para a Igreja – a saída do Papa. Nós devemos estar atentos à suas ações, e a medida em que sair a canonização do Papa João Paulo II, a promulgação dos Dogmas Marianos e a revelação do 3º Segredo de Fátima, saberemos então estar próximos do cumprimento da grande profecia e última: a Grande Tribulação.
 
     E à medida que isso for acontecendo, veremos certamente os ânimos se exacerbarem. Uns se levantarão contra a canonização – já está acontecendo – outros serão inimigos dos Dogmas – sempre os houve – e dezenas de estrelas não querem jamais ver divulgado o teor completo do 3º Segredo, que certamente denuncia seus atos diabólicos. Quando estas forças do mal estiverem conscientes de que podem vencer – satanás as guia – e na medida em que sentirem fortes o bastante em sua irracionalidade, certamente haverá aquela explosão final: e estará consumada a apostasia final, o cisma se implantará!
 
     No mais, o leitor já sabe os podres que a árvore tem, e sabe sua. O grande problema dos maus, é que agora quem sacudirá a árvore não mais
será o Papa, e sim o “Agricultor”, o Pai Eterno. E quando Ele acabar de sacudir esta árvore, ela estará livre não somente de todas as heresias e hereges, mas de toda a possibilidade de um dia voltarem a se aninhar nela. Todo o podre será lançado fora e queimado! E a terra voltará a ser paraíso! (Aarão)
 
    


 
 
 

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