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21/12/2020
Fala Dom Vigano


segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

Um covil de ladrões, reflexão-denúncia de Mons. Carlo Maria Viganò

 

De Sua Excelência Reverendíssima Monsenhor Carlo Maria Viganò, Núncio Apostólico, recebemos e traduzimos uma reflexão que Sua Excelência redigiu no seguimento de inúmeros e lamentáveis acontecimentos que devem ser tornados públicos para que os Católicos se apercebam da gritante situação que envolve e atormenta a Santa Igreja. É, pois, com sentido de dever e de lealdade à Santa Madre Igreja, guardiã das Verdades da Fé, que tornamos público o seguinte texto.
 

18 de Dezembro de 2020
Sexta-feira das Têmporas do Advento

Exsurgat Deus, et dissipentur inimici ejus:
et fugiant qui oderunt eum a facie ejus.

Salmo 67
 

É destes dias a notícia de que Bergoglio se está a dedicar a uma série televisiva intitulada A sabedoria do tempo[1], produzida por aquela Netflix que, ainda ontem, publicava, no Twitter, um post[2] que sintetiza qual é a sua referência ideológica: Praise Satan, ou seja, Seja louvado Satanás. E nem é preciso recordar o quão está envolvida esta multinacional na difusão da imoralidade e do vício, incluindo a exploração sexual de menores.    

Da mesma forma, é dos últimos dias o acordo assinado entre a Santa Sé e a ONU para promover a sustentabilidade e a igualdade de género[3], dando contemporaneamente apoio a uma organização que difunde o aborto e a contracepção. No dia dedicado à Imaculada Conceição – o 8 de Dezembro de 2020 –, quase como um indigno ultraje a Nossa Senhora, foi oficializada a nova partnership entre o Vaticano e o Council for Inclusive Capitalism promovida por Lynn Forester de Rothschild[4], grande amiga de Hillary Clinton e de Jeffrey Epstein, depois de ter enviado uma mensagem de elogio a Klaus Schwab, Presidente do World Econmic Forum e teórico do Great Reset. E para não dar azo a equívocos, após os inúmeros apelos para obedecer às autoridades na emergência da psico-pandemia, parece que a vacina contra o COVID passará a ser obrigatória para todos os funcionários da Cidade do Vaticano, apesar de ser produzida com material fetal abortivo e não dar garantia de eficácia e inocuidade.

Creio que agora se compreende, sem qualquer dúvida razoável, que os líderes da actual Hierarquia católica se colocaram ao serviço da Oligarquia globalista e da Maçonaria: o culto idólatra da pachamama na Basílica Vaticana é, agora, acompanhado por um presépio sacrílego, cuja simbologia parece aludir aos antigos ritos egípcios e alienígenas. Só um ingénuo ou um cúmplice pode negar que, em toda esta concatenação de acontecimentos, não há uma claríssima coerência ideológica e uma lúcida mente diabólica.        

Mas, como já referi, seria enganoso limitar-se a uma avaliação dos acontecimentos dentro da Igreja sem enquadrá-los no mais amplo contexto político e social: há apenas uma direcção em que os protagonistas e os figurantes seguem o mesmo guião. O objectivo é já declarado: destruir as Nações, a partir do seu interior, por meio do deep state, e a Igreja de Cristo, por meio da deep church, a fim de instaurar o reino do Anticristo com a ajuda do Falso Profeta.   

O Acordo secreto sino-vaticano, fortemente desejado por Bergoglio e renovado há algumas semanas, encaixa-se perfeitamente neste quadro inquietante, confirmando o pactum sceleris que entrega os Católicos chineses à perseguição, os dissidentes à reeducação, as igrejas à demolição, a Sagrada Escritura à censura e à adulteração. Não é por acaso que este Acordo, sempre rejeitado com desdém pelos Pontífices, foi possível graças aos ofícios do ex-cardeal McCarrick e dos seus cúmplices, com o determinante auxílio dos Jesuítas: os actores, sabemo-lo, são sempre os mesmos. Corruptos e corruptores, chantageados e chantagistas, unidos pela rebelião contra a doutrina e a moralidade, e todos indiscriminadamente subservientes aos poderes anticatólicos, na verdade, anticristãos.    

A China comunista constitui o braço armado da Nova Ordem Mundial, tanto na disseminação de um vírus mutante criado em laboratório, quanto na interferência nas eleições presidenciais americanas e no alistamento de quintas colunas ao serviço do regime de Pequim. E na promoção da apostasia dos líderes da Igreja, impedindo-os de proclamar o Evangelho e de se colocarem como barreira contra o ataque das elites. Que isto traga benefícios económicos para o Vaticano torna ainda mais vergonhosa a sujeição da seita bergogliana a este plano infernal, criando um significativo contraponto ao negócio dos migrantes, que também faz parte do processo de dissolução da sociedade que, outrora, foi cristã. É desconcertante que esta escandalosa traição à missão da Igreja Católica não mereça uma condenação firme e corajosa do Episcopado, que – face às evidências de uma apostasia seguida com cada vez maior determinação – não ousa levantar a voz por medo ou por um falso conceito de prudência.      

As palavras do Dr. Arthur Tane, Director do Council on Middle East Relations, podem soar ousadas e fortes, mas têm o mérito de evidenciar, sem falsos temores, a subversão levada a cabo sob este nefasto “pontificado”. É de se esperar que, com a publicação da carta de Tane ao Cardeal Parolin, haja alguém que, finalmente, abra os olhos antes que a trama dos conspiradores se cumpra. Por este motivo, é louvável e partilhável a denúncia que o Cardeal Burke lançou, há poucos dias, a respeito do uso do COVID para os fins do Great Reset[5]: uma denúncia que se junta à que formulei desde Maio passado, e várias vezes reiterada, e àquela de outros Pastores fiéis à Palavra de Deus e solícitos para com o seu rebanho.      

A carta de Arthur Tane ao Secretário de Estado termina com uma citação evangélica apropriada como nunca: «Se a Igreja não compreender o significado da sua missão, tornar-se-á um templo de cambistas. Porque Jesus disse: A minha casa há-de chamar-se casa de oração, mas vós fazeis dela um covil de ladrões (Mt 21, 12-13)».     

Como Bispos, não podemos ficar calados: o nosso silêncio constituiria uma intolerável conivência e cumplicidade com aqueles mercenários que, abusando de um poder usurpado, renegam a Cristo e entregam as almas ao Inimigo do género humano.        

† Carlo Maria Viganò, Arcebispo          



 

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SOBRE A VACINA

Relatório Do CDC: Mais De 3.000 São 'Incapazes De Realizar Atividades Diárias Normais' Após Receber A Vacina

21 De Dezembro De 2020

ICTQ - Urgente: vacinação contra Covid-19 começa em 15 de dezembro no SUS

Em um relatório de 19 de dezembro de 2020 por Thomas Clark, MD, MPH, intitulado “Anafilaxia após m-RNA COVID-19 Vaccine Receipt”, encontramos um gráfico muito interessante.

De acordo com o CDC, em 18 de dezembro de 2020, 3.150 pessoas que foram vacinadas contra COVID-19 tornaram-se “incapazes de realizar suas atividades diárias normais”.

Veja o gráfico abaixo:

Relatório Cdc Mais de 3.000 são 'incapazes de realizar atividades diárias normais' após receberem a vacina Covid 19

Relatório Cdc Mais de 3.000 são 'incapazes de realizar atividades diárias normais' após receberem a vacina Covid 19
Especificamente, o gráfico mostra:

Vigilância Ativa V-safe para Vacinas COVID-19

Eventos de impacto na saúde (impossibilidade de realizar as atividades diárias normais, impossibilidade de trabalhar, atendimento necessário de médico ou profissional de saúde) 18 de dezembro (17:30 EST): 3.150.

3.150 de 112.807, ou seja, uma porcentagem de 2,79% de pessoas que não conseguiram realizar as atividades diárias normais após a vacinação contra COVID-19.

Fonte:  CDC.gov

Via: https://humansarefree.com/2020/12/cdc-report-over-3000-are-unable-to-perform-normal-daily-activities-after-receiving-the-covid-19-vaccine.html


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