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14/04/2017
É uma guerra de religião
Com seus contínuos ataques o Islã prova que nunca renunciou de impor sua religião pela espada.
 
É uma guerra de religião.
Por Roberto de Mattei, Il Tempo, Roma, 10-4-2017 | Tradução: Hélio Dias Viana – FratresInUnum.com: Os massacres de Tanta e Alexandria são um brusco chamado à realidade para o Papa Francisco, na véspera de sua viagem ao Egito. Os atentados no Oriente Médio e na Europa não são desastres naturais, evitáveis com encontros ecumênicos, como o que o papa Bergoglio terá em 28 de abril com o Grande Imã de Al-Azhar, mas são episódios que nos lembram a existência na Terra de divisões ideológicas e religiosas profundas que só podem ser remediadas pelo retorno à verdade.
 
E a primeira verdade a recordar, se não quiser mentir para si mesmo e para o mundo, é que os autores dos atentados do Cairo, como de Estocolmo e de Londres, não são desequilibrados ou psicopatas, mas portadores de uma visão religiosa que desde o século VII combate o Cristianismo. Não só a Europa, mas o Ocidente e o Oriente cristão, definiram ao longo dos séculos a sua própria identidade defendendo-se de ataques do Islã, que nunca renunciou à sua hegemonia universal.
 
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Diversa é a análise do papa Francisco, que na homilia do Domingo de Ramos reiterou sua proximidade com aqueles que “sofrem com um trabalho de escravos, sofrem com os dramas familiares, as doenças… Sofrem por causa das guerras e do terrorismo, por causa dos interesses que se movem por detrás das armas que não cessam de matar”. Erguendo os olhos por cima do papel, o Papa acrescentou que reza também pela conversão do coração “daqueles que fabricam e traficam as armas”. O Papa Bergoglio repetiu o que tem declarado muitas vezes: não é o Islã em si mesmo, e nem o seu desvio que ameaça a paz do mundo, mas os “interesses econômicos” dos traficantes de armas. Na entrevista com o jornalista Henrique Cymerman, publicada no diário catalão “La Vanguardia” em 12 de junho de 2014, Francisco disse: “Descartamos toda uma geração para manter um sistema econômico que não se sustenta mais, um sistema que para sobreviver deve fazer a guerra, como sempre fizeram os grandes impérios. Mas, já que não se pode fazer a terceira guerra mundial, então se fazem guerras locais. O que isso significa? Que se fabricam e vendem armas e, assim, fazendo os balanços das economias idólatras, as grandes economias mundiais que sacrificam o homem aos pés do ídolo de dinheiro, obviamente se curam.”
 
O Papa não parece acreditar que se possa escolher entre viver e morrer para realizar um sonho político ou religioso. O que moveria a História seriam os interesses econômicos, que antes eram os da burguesia contra o proletariado, e hoje são os das multinacionais e dos países capitalistas contra “os pobres da terra”.
 
A esta visão dos acontecimentos, que provém diretamente do economicismo marxista, contrapõe-se atualmente a geopolítica do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e do presidente da Federação Russa, Vladimir Putin. Trump e Putin redescobriram os interesses nacionais dos seus respectivos países, e no tabuleiro do Oriente Médio travam uma dura partida no jogo diplomático e midiático, não excluindo transpô-la para o plano militar. O Islã agita por sua vez o espectro da guerra religiosa no mundo.
 
Quais são as palavras que, na véspera da Santa Páscoa, os fiéis esperam do Chefe da Igreja Católica? Esperamos ouvi-lo dizer que as verdadeiras causas das guerras não são nem de ordem econômica, nem de ordem política, mas acima de tudo de ordem religiosa e moral. Que as guerras têm suas origens mais profundas nos corações dos homens e sua raiz última no pecado. Que foi para redimir o mundo do pecado que Jesus Cristo sofreu a sua Paixão, que é agora também a Paixão de uma Igreja perseguida em todo o mundo.
 
Na oração pela paz que compôs em 8 de setembro de 1914, assim que eclodiu o primeiro conflito mundial, Bento XV exortou a implorar privada e publicamente “a Deus, árbitro e dominador de todas as coisas, para que, lembrando-Se de sua misericórdia, afaste este flagelo da ira com o qual faz justiça pelos pecados dos povos. Imploremos que, nas nossas orações, nos assista e ajude a Virgem Mãe de Deus, cujo felicíssimo nascimento, que celebramos neste mesmo dia, refulja para o transviado gênero humano como aurora da paz, devendo Ela dar à luz Aquele no qual o eterno Pai queria reconciliar todas as coisas ‘ao preço do próprio sangue na cruz, restabeleceu a paz a tudo quanto existe na terra e nos céus’ (Col. 1, 20) “.
 
É um sonho imaginar que um Papa venha a dirigir à humanidade palavras deste quilate, em uma situação internacional tempestuosa como a que vivemos hoje?
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OBS > Obviamente que Francis sabe muito bem que a oração que move o povo de Maomé soa como bater de cimitarras e tinir de alfanges. Ismael nunca renunciou de estabelecer seu primado sobre Isaac e Jacó, mesmo sabendo, também, que sobre eles pesam tanto a maldição de Abraão como a de Sara. A religião deles prega que o "proselitismo" deve ser feito com a guerra, e tempos atrás quando Francis disse que eles são uma religião de paz, o próprio ISIS mandou dizer a ele que não querem saber de paz, e que não se importam se para imporem a sua religião sangrenta precisam matar um milhão ou quinhentos milhões de pessoas. Católicos de preferência!
 
Chega a ser ridículo afirmar que a culpa é dos fornecedores de armas. Óbvio que esta culpa existe e é grave, nas estes não estão preocupados em defender este ou aquele Deus, para eles tubo bem se matarem todos os deuses, desde que enriqueçam. Há guerras em nações cristãs, sem dúvida, mas a maioria delas se dá entre as religiões pagãs, ou as que se movem pela foice e o martelo do comunismo. Esta guerra não tem pátria, nem religião. Mas sempre onde Maomé finca a sua bandeira, debaixo dela escorre sangue!
 
Bem, ao que tudo indica, estes que agora defendem a causa de Maomé com tanta insanidade, serão eles os primeiros a experimentar como corta a lâmina dos sabres. Morte inglória, para quem defende uma causa injusta. Justa pena para quem se tornou apóstolo da mentira. (Aarão)
 
 
 

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