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27/03/2014
Cobaias do gênero
 
Histórias - Cobaias do gênero
27/3/2014 15:19:51

Histórias - Cobaias do gênero


      COBAIAS DO GÊNERO
     No tempo em que as leis humanas, ou leis de humanos, guiados por satanás, tentam impor até nas crianças inocentes a teoria de um terceiro sexo, é bom ler exemplos do que acontece com estas depravações. Assim, ficaremos imbuídos do desejo de lutar, nem que seja somente pela oração, para que as pessoas tendentes não afundem mais nestes poços abissais de horror, de desespero e suicídio. Segue uma história real, depois outra história real e o comentário.

     27/03/2014 01:57 | Categoria: Sociedade -  Por Equipe Christo Nihil Praeponere
     Como a ideologia de gênero destruiu a família Reimer
     Conheça a história de David Reimer, a primeira cobaia dos ideólogos de gênero e a prova suficiente de que essa teoria é uma farsa.

     Está às portas de ser votado o Plano Nacional de Educação. O projeto de lei lança as diretrizes e metas da educação pública para os próximos 10 anos e, não obstante a clara oposição do povo brasileiro a um sistema educacional permissivo e imoral, permanece firme o desejo de alguns grupos políticos em firmar compromisso com a "agenda de gênero", tão querida pelas organizações internacionais e por "intelectuais" engajados em causas revolucionárias.
     Só que a tão falada "identidade de gênero", embora receba financiamento pesado de fora, não consegue sustentar-se cientificamente. Às vésperas de um evento tão importante para o futuro das crianças e adolescentes do Brasil, é oportuno recordar uma história recente que põe em xeque não só a autenticidade da "agenda de gênero" como a própria honestidade de seus propagadores.
     Esta história começa na famosa universidade Johns Hopkins, na cidade de Baltimore, Estados Unidos. É aí que o médico neozelandês John Money e sua equipe se destacam por sua pesquisa nas áreas de sexologia e por cunhar, em seus trabalhos, termos como "papel de gênero" e "identidade de gênero". A sua teoria é a de que o sexo das pessoas, ao invés de ser dado pelanature ["natureza"], é uma questão de nurture ["educação"]. Assim, uma criança em tenra idade, mesmo com o aparelho genital de um sexo, poderia ser criada e educada como sendo de outro sexo. A biologia seria subvertida pela psicologia, ou, dito em outros termos, o projeto do Criador poderia ser arbitrariamente transformado pelo homem.
     Até 1967, as ideias de John Money já eram mundialmente famosas, mas
permaneciam no papel. É quando a família Reimer decide recorrer ao renomado médico: um de seus filhos gêmeos, Bruce, teve seu órgão genital cauterizado durante uma circuncisão, e a sua mãe, Janet Reimer – interessada após assistir a um programa de televisão sobre a teoria do dr. Money – decide confiar ao médico o problema de seu filho.
     Nas mãos de Money, Bruce, com apenas 22 meses de vida, sofre uma intervenção cirúrgica e passa a chamar-se Brenda. Recebendo acompanhamento constante do doutor, a família Reimer era a cobaia de que Money precisava para provar de vez sua teoria. De fato, o médico neozelandês escreve vários estudos usando o caso Brenda como "prova dramática" de que sua "teoria da neutralidade" estava correta: se era possível educar um menino como menina, homens e mulheres não eram mais dados biológicos, mas meras "aprendizagens sociais".
     No entanto, à medida que Brenda cresce, sua mãe nota algo de muito errado. "Eu via que Brenda não era feliz como garota, não obstante o que eu tentasse fazer por ela ou como eu tentasse educá-la, ela era muito rebelde, era muito masculina e eu não conseguia convencê-la a fazer nada que fosse feminino", conta Janet Reimer, em um documentário produzido pela BBC. "Brenda não tinha quase nenhum, nenhum amigo enquanto crescia. Todo mundo realmente a matava, chamavam-na de ‘mulher da caverna’. Ela era uma garota muito só" [1].
     Aos catorze anos, já longe dos olhos de Money e cada vez mais isolada socialmente, Brenda descobre, de sua mãe, que nascera como homem e tinha sido criada como mulher à força. A partir de então, ela muda seu nome para David e tenta, apesar de tantos percalços, levar uma vida comum, como homem. No entanto, a morte de seu irmão por uma overdose de antidepressivos, em 2002, aliada a um casamento conturbado, culmina em uma tragédia: no dia 4 de maio de 2004, David deixa a casa de seus pais pela última vez, vai a uma mercearia e comete suicídio.
     Antes desse fim dramático, David Reimer expôs o seu caso à mídia, a fim de tornar públicas a perversidade das ideias de Money e a farsa de sua "teoria de gênero". "Era-me dito que eu era uma garota, mas eu não gostava de me vestir como uma garota, eu não gostava de me comportar como uma garota, eu não gostava de agir como uma garota", confessa David[2]. "Eu não sou um professor de nada, mas você não acorda uma manhã decidindo se é menino ou menina, você apenas sabe".
     "Não se acorda de manhã decidindo se se é menino ou menina": essa lição foi aprendida a um alto custo pela família Reimer. É esse o mesmo custo que as famílias brasileiras querem pagar, aceitando que a ideologia de gênero seja implantada em nossas escolas?
     Quando se combate a inserção do termo "gênero" no ordenamento jurídico brasileiro, não se está a afirmar uma posição "discriminatória" ou "preconceituosa", como insinuam alguns grupos. Ao contrário, o que se pretende é que o Brasil seja livre de uma teoria comprovadamente mentirosa e ideológica. Ou queremos, por acaso, copiar os experimentos ridículos de Money e repetir o drama da família Reimer no seio de nossas fam
ílias?
     "Você vai sempre encontrar pessoas que vão dizer: bem, o caso do Dave Reimer podia ter tido sucesso. Eu sou a prova viva, e se você não vai tomar minha palavra como testemunho, por eu ter passado por isso, quem mais você vai ouvir?" [3]. Que a alma de David Reimer descanse em paz. E que a sua conturbada vida lembre às pessoas o quanto é terrível subverter o plano do próprio Criador inscrito na natureza humana.
     Referências bibliográficas
     The Boy who was Turned into a Girl. BBC: London, 2000. Texto disponível em:http://www.bbc.co.uk/science/horizon/2000/boyturnedgirl.shtml. Acesso em: 25 mar. 2014.
     Dr Money and the Boy with No Penis. BBC: London, 2010. Texto disponível em:http://www.bbc.co.uk/sn/tvradio/programmes/horizon/dr_money_qa.shtml. Acesso em: 25 mar. 2014.Ibidem
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     OBS> Como podem perceber, ninguém consegue alterar a própria natureza, o sexo para o qual foi criado e assim nasceu. Tudo o que se procederá para alterar este destino biológico inalterável, será sempre aberração, mutilação, depravação e ofensa gravíssima ao perfeito Criador de todos os seres vivos. Deus não fez nada de errado, quem faz errado são os homens. Diante Dele é um crime gravíssimo e pecado de alta magnitude querer transformar toda uma perfeição, numa personalidade aberrante, grotesca, e até ofensiva a toda a sociedade. Nada existe de mais perfeito, mais belo e mais magnífico do que o corpo humano, homem ou mulher.
     No sentido da mesma reportagem acima, posso dar o depoimento que obtive de um psicólogo, que estava tratando de um caso absurdo, acontecido aqui numa pequena cidade de Santa Catarina, local onde todos se conhecem. Aconteceu que um casal, desde o namoro já projetava ter uma filha, e sobre ela teceu todos os seus projetos. Casados, logo ela engravidou, e durante toda a gravidez o casal decorou o quartinho da criança, tudo cor de rosa, vestidinhos, fitinhas, brinquedos, bonecas, tudo absolutamente tudo para receber a sua projetada menina.
     Eis que nasceu um menino, com aquele saquinho perfeitinho no meio das pernas, e não uma pequena vagina. Menino perfeito, sadio! Naquele tempo não tinha ainda estes aparelhos que descobrem o sexo antes de a criança nascer - o que é um erro gravíssimo dos casais - e então os dois resolveram criar o menino, como se fosse a sua sonhada menina. Esconderam tudo da família, da comunidade, ninguém jamais chegou a ver o sexo daquela criança, tão ciosamente o casal guardava seu segredo.
     Naturalmente que, com o correr dos dias, dos anos, as coisas começaram a se complicar. Primeiro pela musculatura do menino, segundo pela voz diferente, terceiro devido aos pelos que começaram a cobrir seu corpo, e por tudo o que denotava sua
masculinidade em oposição ao delicado comportamento feminino. Botaram ele em escolinha de balé em outra cidade, e simplesmente cegaram-se em sua atitude absurda, criminosa, de querem alterar a natureza de seu filho, em troca de um, já diria, diabólico capricho.
     O médico então me falou que o jovem estava com 19 anos, e estava se tratando com ele, para tentar reverter aquela situação. Era de cortar o coração ver o desespero do menino, tendo sido forçado durante 19 anos a ser o que ele não era, a cumprir uma agenda feminina em sua vida, contrariando a sua natureza masculina. Disse ele, ainda bem que o casal não mutilou o menino, através de alguma cirurgia forçada. Mesmo assim, disse o médico, tratava-se de uma situação dolorosa, constrangedora e também delicada.     
     Também me falou que, o certo mesmo, era botar na cadeia aquele casal desalmado, aberrantemente cego, tão bestializado pelo demônio, que foi capaz de destruir toda a infância e a adolescência de seu filho, afinal, de toda a sua vida, e somente sendo acordado quando os pelos das pernas do menino eram tantos e tão negros que na escola o rapaz servia de chacota para as meninas. Um pai e uma mãe que fazem isso, merecem cadeia, como deveria ter sido feito com este monstro chamado John Money, que foi o pai desta demoníaca teoria.
     Na verdade, como se pode ver, trata-se realmente de uma farsa que está sendo imposta no mundo inteiro, através da pressão financeira sobre os parlamentos, e como se trata de uma afronta contra a natureza, e uma afronta, portanto, contra o próprio Criador de todas as perfeições, pelo arrogante absurdo da proposta, ela só pode vir do diabo, o supremo regente destes demolidores da raça humana. Jamais alguém poderá provar, cientificamente, que é possível mudar o sexo de uma pessoa, mesmo que ela seja mutilada por operações. Ela nunca será plenamente feliz!
     E mais, mesmo que ela seja alterada por doses cavalares de hormônios, para criar seios, jamais um homem poderá ter uma vagina perfeita para um sexo prazeroso, da mesma forma que não se poderá jamais criar um pênis artificial para se implantar em uma mulher que queira mudar, adulterar e brutalizar sua própria natureza. O resultado disso, cedo ou tarde, será a tristeza, a dor, o lamento, o pranto, o sofrimento, a acusação na mente, a dolorosa bulimia, a infelicidade e a depressão que normalmente levam às drogas e ao suicídio. Nunca ao amor e à felicidade! Sempre um verme profundo continuará corroendo aquelas pobres e sofredoras almas.
     Ninguém jamais conseguiu, nem conseguirá romper com a própria natureza, nos mínimos detalhes até a perfeição, porque seriam necessárias quase infinitas combinações. Deus nos fez, HOMEM e MULHER, e disse: crescei e multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a! A mesma coisa Ele fez com todos os animais, sempre em pares, macho e fêmea, e tudo o que resulta aberrante neste processo é fruto do pecado humano. Que podem gerar um pai bêbado e uma mãe drogada? É um exemplo! Mas exemplo que grita: isso só acontece em famílias desestruturadas!
     A nós compete a oração contínua, para que as pessoas que insistem nestas teorias mentirosas, nes
tas farsas, que geram apenas sofrimento dor e morte, se arrependam de seus crimes, antes que cheguem diante do tribunal divino. Porque, tenham certeza, todos os que afrontam desta forma a natureza humana, se não se arrependerem, irão morar com os demônios por toda a eternidade! Lá saberão que só existem homens ou mulheres, terceiro sexo só nos demônios, ...que são assexuados.
     Ainda bem que chega o Novo Reino, onde jamais veremos estas coisas! Lá haverá apenas HOMENS e MULHERES, completamente felizes! Rezemos para que nosso congresso não aprove as metas de ensino, onde a diversidade sexual está incluída.


 
 
 

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