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FAMÍLIA, FUNDAMENTO DA SALVAÇÃO
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07/04/2019
Sonhos sobre o Novo Reino
Frei Luiz me perguntou como será o Novo Reino, e então vou lhe relatar uns sonhos que tive sobre isso.
 

NOVO REINO – Relato alguns sonhos que me ficaram bem gravados na mente. Conforme agora vou escrevendo, o antigo filme vai passando em minha frente, algo que somente Deus Todo Poderoso pode explicar. Espero que gostem e não me tomem por visionário ou sonhador, porque as coisas de Deus, como acontecem, são sem explicação. Nada vem por mérito pessoal, apenas pelo Amor infinito, Daquele que nos criou, e quer apenas o nosso bem, nossa alegria, com Ele, por Ele, e para Ele.

Neste primeiro sonho, eu me vejo bem no local de onde vi a aparição de Nossa Senhora para nós, próximo da nossa capelinha da Sagrada Família aqui em Vidal Ramos. Era meu ponto de partida. Num repente, como um foguete eu fui levado pelo ar, subindo em disparada por aquele morro acima, e enquanto eu subia, ia vendo, como um filme, que as desgraças do mundo atual iam desaparecendo. Prostituição, drogas, guerras, tudo isso tinha desaparecido. Quando cheguei ao topo daquela subida, de imediato, tomado pelo mesma força e impulso, voltei pelo mesmo caminho, também em voo rasante, e chegando ao local do início, vi que realmente todo o mundo tinha mudado. Era como se eu tivesse subido com meu corpo envelhecido, e voltasse agora transfigurado. Subi na velha terra e voltei na Nova, num segundo!

Havia então uma “chave”, que dava início aos voos, e esta era: CONFIA NO SENHOR. Neste momento eu tinha perto um rapaz conhecido, e tomando a mão dele, pronunciei a chave, confia no Senhor. Ao se pronunciar esta frase, eu fui projetado nos ares novamente, guiado agora pela minha vontade, levando o rapaz pela mão, em altíssima velocidade, mas por um efeito espantoso eu podia ir vendo com nitidez o que se passava no solo, não só como se passasse pertinho e bem observando as coisas, mas viajando nesta velocidade eu podia ver como um rato e até uma formiga andando pelo chão, mesmo estando a grande altura. Ia então mostrando para ele as maravilhas da Nova Terra.

Depois viajei também com outro rapaz, do mesmo modo, tendo-o pego pela mão, e num momento nós embicamos diretamente contra uma rocha, naquela velocidade. O que aconteceu foi espantoso: não houve choque algum contra a rocha, embora tivéssemos parado de chofre, e uma voz de anjo me disse: esta é a lei da imponderabilidade. O “impacto” contra a rocha foi tão tênue, que comparei aos cabelos do meu braço tocando maciamente na rocha viva, como é a do calcário cinza. Digamos que, na nova realidade, se duas pessoas se chocassem no ar, na mesma rota de colisão, o máximo que acontecerá é eles se darem um afetuoso abraço, e trocar algumas palavras gentis. Sempre pedindo desculpas, é claro!

Desci então para a região do Salseiro, um pouco acima da Votorantim, nossa fábrica de cimento em minha cidade, e percebi que tudo ali tinha se modificado. Pareceu-me que o rio havia rachado ao meio, e entre uma margem e outra havia um altíssimo perau. Eu subi aos Céus com alta velocidade, e depois guinei 180ª graus descendo a pino rente a aquela rachadura, até quase tocar no solo, impressionado pelo fato de que não precisava me preocupar com as curvas porque não era como os aviões ou foguetes que precisam dar voltas enormes para fechar no céu um círculo, e sim que se pode ir de ziguezague ao bel prazer apenas pelo efeito da própria vontade.

Então desci para a terra, e havia ali perto um grande colégio, onde muitos jovens adolescentes estudavam, todos muito bem asseados e uniformizados, e vi então uma menina colegial chorando, porque tinha esquecido um caderno em casa, e não conseguia participar das aulas. Esta menina é hoje uma mulher adulta, casada, que conheci na minha adolescência, penso que nunca falei uma só palavra com ela e há mais de 40 anos não a vejo. Então eu disse: não chore, vamos buscar seu caderno.

Peguei na mão dela, e pronunciei a chave de voo, Confia no Senhor, e fomos pelos ares até a casa dela, que ficava longe, mas fomos numa fração de tempo. Misteriosamente, mesmo este voo sendo muito curto, transparece que dura o mesmo tempo em que se viaja devagar, de modo que o sentido do “tempo” como hoje nós o sentimos, muda completamente e é impossível de explicar. Os dons naturais, os “sentidos” do nosso corpo, olfato, tato, visão tudo isso as pessoas terão ao máximo possível, também a inteligência de 100%, capaz de penetrar até nos segredos de Deus. E além destes teremos muitos outros dons, na medida em que o Espírito Santo nos conceder.  

Então aconteceu algo espantoso neste voo: numa alegria incontida, nós começamos em dueto a entoar uma canção que hoje não lembro, sei apenas que era tão fantástico o dueto, tão maravilhoso, sonoro e melodioso o canto, que vi a menina chorando quando a deixei em casa e fiquei esperando que ela fosse buscar seu caderno. Mas o interessante é que ela não chorava de emoção pelo fato do voo em si, que ela nunca tinha experimentado, mas chorava de soluçar, pela melodia da canção e a forma como cantamos juntos. Depois a levei ao colégio, voltando para perto do ponto onde eu tinha tocado naquela rocha, mas sem parar ali.

Neste instante eu ouvi ao longe, numa distância tão grande que é impossível ao ouvido humano atualmente ouvir, o som de um rádio de pilha e fui levado naquela direção. E aqui novamente houve algo espantoso, porque o som vinha de dentro de uma floresta densa, mas ao invés de eu buscar o som por cima, e adentrar pela copa das árvores, passei naquela velocidade, sem fazer qualquer curva, pelo meio daquela galharada, folhas e cipoal, sem que meu corpo sofresse qualquer dano ou sentisse qualquer impacto com as árvores. Algo realmente espantoso.

Então deparei com a seguinte cena: Havia ali um pequeno casebre, onde moravam algumas pessoas. Uma delas estava nos fundos de uma clareira e lidava com alguma coisa, me parecia lenha. Do barraco saía fumaça da chaminé, e na frente dele havia uma espécie de mesa, com bancos toscos, onde estava sentado um senhor, e em cima da mesa o tal radinho de pilha com a música que eu tinha escutado ao longe. Eu cheguei perto, tomei o radinho na mão, e com uma força descomunal o esmaguei como se fosse casca de ovo - penso que as pessoas terão então uma força descomunal - acabando com a música. Isso sem lhe pedir licença oo senhor, que por sinal era bem idoso.

Percebi então que ele tinha ficado irado, quis me agredir, mas lhe falei assim: Senhor, agora as coisas mudaram, o mundo mudou. E tomando-o pela mão, pronunciei a chave de voo, e lhe disse: vem que eu lhe mostrarei. E saímos então pelo meio das árvores, e voando pelos céus eu ia lhe mostrando as mudanças do novo mundo, a Nova Terra que o Pai Celeste nos tinha doado, o mundo que Deus sempre quis para seus filhos e que o pecado de Adão estragou. E assim acabou o sonho...

Penso que devo, entretanto explicar algumas coisas que serão realidade, as quais eu não pude encaixar na descrição, até porque eram sentimentos, e não realidades. A primeira delas é que, me pareceu, nem todos terão estes dons de locomoção, pelo menos no início das transformações, e somente alguns terão. Porém não posso garantir, nem que haverá esta mudança em todos, se todos terão estes dons, ou se somente alguns permanecerão glorificados desta forma. Isso só Deus sabe! Embora que, como vimos, o toque dos glorificados pode induzir os outros, como nestes voos

A segunda coisa que ficou clara é que tudo mudará aos poucos, e haverá pessoas que herdarão a Nova Terra, mesmo sem terem lutado por ela ou se esforçado para saber que viria, como este casal do radinho. Estes ganharão tudo de graça, e é por isso que não posso dizer que estes terão os dons de locomoção, que, afinal é como Adão o tinha, penso que Eva já não teve. E isso é possível, porque na Bíblia temos o fato do profeta Habacuc que foi levado seguro pelos cabelos, pelo anjo, no tempo de um sopro, desde onde ele residia na Babilônia, até a cova dos leões onde estava Daniel, para lhe levar comida, e depois o trouxe de volta, também num sopro. E hoje se sabe, a distância entre os dois locais é de 400 quilômetros.

Penso que assim dá para entender o que nos espera adiante e eu creio que Deus tem este poder. Tive ainda muitos sonhos com este novo mundo, que está pertinho, e também trabalhando lá no sítio fui vendo aos olhos do espírito, a forma como a natureza se irá modificar, as árvores frutíferas, verduras e hortaliças, tudo se tornará esplêndido, harmonioso, incrível, extraordinário, estonteante, porque tudo será feito em Deus, com Deus, para os filhos de Deus que se mantiverem fieis até o fim. E tudo isso está pertinho, a um toque de mão!

Segundo sonho.

Neste sonho eu me achava na entrada de uma cidade, e percebia que havia muitos veículos, motos e camionetes, passando por aquele ponto onde eu estava, mas estranhei que não se ouvia ronco de motores, apenas o chiar dos pneus pelo asfalto, super liso e sem defeitos, sem ondulações ou buracos, também não havia lombadas nem radares, embora todos fluíssem muito rápido. Percebi que ao meu lado havia um poste de ferro, e nele estava como que um aparelho, que transmitia a todos os veículos o mapa da cidade, tudo automaticamente, de modo que ninguém precisava perguntar onde morava certa pessoa, ou loja, e ia direto para lá.

Levado pelo alto, eu ia percebendo os detalhes do arruamento da cidade. Na mesma rota de entrada, seguiam quatro pistas, mas todas na mesma direção: duas para acesso das casas à esquerda, e duas para acesso à direita. As duas pistas do meio eram destinadas aos que seguiam adiante, enquanto as duas laterais eram destinadas aos que iam entrar. Significa que ninguém precisava de buzina nem de sinaleira. Tudo funcionava como um relógio. No final da cidade, percebi que havia viadutos que alimentavam as vias, mas não percebi como era feitos, apenas que não eram necessárias sinaleiras.

As quadras onde estavam as casas e lojas, não eram realmente quadradas, mas ovais. Então para os que queriam entrar à direita, era preciso dar a volta na quadra e entrar pela outra avenida, que vinha em sentido contrário, guiando sempre à direita. Não havia muros nem cercas, nem nas casas nem nas lojas. Tudo era de uma beleza ímpar, tudo muito limpo, muito bem cuidado, de modo que não se via nenhuma casa que se pudesse dizer menos digna do que a outra. Parecia haver casas de ouro e de puro cristal. O mesmo acontecia com as lojas. No final das cidades, as ruas tinham apenas duas pistas, apenas as entradas principais tinham quatro.

Falando em lojas, eu entrei numa delas porque precisava de um par de sapatos. Havia ali atendendo diversas mocinhas muito lindas, encantadoras e dóceis. Uma delas me atendeu, foi buscar na prateleira aquilo que eu lhe tinha pedido, e de tal forma me atendeu que era como se ela estivesse me entregando não apenas o par de sapatos, mas junto, o seu lindo coração. Isso era amor, verdadeiro, puro e santo amor a serviço dos outros. E assim será com todos. Docilidade, amor, ternura, afeto! O novo mundo será marcado pelo SERVIR, e pela ausência completa do EU. Isso levará a todos à felicidade plena, porque cada um será feliz, vendo e fazendo a felicidade do outro.

Escusado dizer, não precisei pagar nada, eis o espantoso: na Nova Terra não haverá dinheiro, nem moeda de troca, apenas uma espantosa partilha de bens, de tal forma que todos terão de tudo, para sua felicidade plena, e não faltará nada para ninguém. Na Nova Terra, ninguém será dono de nada, apenas fará uso do bem comum, sempre no respeito daquele bem de uso do outro, até porque cada um será feliz com aquilo que usa. Aliás, as casas serão feitas ao desejo pleno de cada usuário. Penso ter visto até casas de puro cristal, como já disse, outras de diferentes tipos de rocha.

Claro que não haverá mais nem pobres, nem mendigos, nem doentes, nem aleijados, nem feios, nem gordos em excesso, nem pessoas defeituosas: todos terão corpo bonito e sarado, e não passarão dos 33 anos de idade, como Jesus. Também não haverá mais doenças, porque muitos terão o dom da cura total, de modo que todas as doenças hoje existentes desaparecerão para sempre da face da terra.

Outra coisa que vi: Ao redor da cidade havia chácaras, onde trabalhavam os agricultores. Eles produziam frutas e verduras as mais deliciosas e saborosas, e só tinham uma razão em mente: poderem levar para a cidade e doar os seus produtos, para quem precisasse, abastecendo os locais de entrega, para que todos pudessem buscar o necessário. Faziam isso em camionetes.  Mas vi que também entregavam nas casas, não se pode fazer ideia de como a vida em comum será fantástica, porque desaparecerá para sempre a figura do “eu” e do “mim e me”, para dar ao mundo a graça da partilha suprema, como Deus sempre quis.

Ou seja, as pessoas todas procurarão antes de tudo fazer o outro feliz e assim todos serão felizes. O leitor não faz ideia de como a natureza se alegrará, dará frutos abundantes, o ano inteiro, sem problemas com clima, região ou estação do ano. Não haverá mais pragas nas lavouras, e nunca mais se precisará venenos para controle de ervas daninhas, fungos e outros males que hoje atormentam os agricultores. Precisa ver o amor com que as pessoas fazem todas as coisas.

Observei também que haverá como hoje, as diferentes profissões, e todos as exercerão conforme o máximo da perfeição inerente aos seus dons. Assim, ninguém se sentirá diminuído em relação a outro como hoje ocorre, porque tanto o quebrador de pedras – este eu vi no sonho – quanto o líder de algum processo produtivo, serão ambos felizes fazendo aquilo que fazem por amor. Como disse, não haverá dinheiro, e, portanto não haverá salário. Todos trabalharão de graça para o bem comum. Os chefes dos grupos não serão tiranos opressores, mas sim gentis e conscientes do bem comum acima de tudo.

Percebi um detalhe interessante na questão da construção das novas estradas. Vi o zelo ímpar dos trabalhadores, e me marcou uma cena em especial, onde um trabalhador, de um grupo que construía o asfalto em uma pequena ladeira, vir observando os detalhes da obra, e vi que encontrou um diminuto defeito, um furinho do tamanho da ponta de um polegar. Pois ele foi buscar uma pedrinha, do tamanho exato do furinho, e a colou ali. Imaginem o zelo e a busca da durabilidade.

Volto agora ao início, onde eu via os carros entrando na cidade. Naturalmente que, devido ao fato de que os veículos não emitiam ruído de motor, se deverá a que virão novas tecnologias, totalmente limpas, motores novos, o que pode levar até ao fim da exploração do petróleo, o cavalo negro do apocalipse, que tantos males já causou à humanidade. Hoje existem já estas tecnologias, até com água do mar, mas penso que existem mil coisas que a ciência ainda não descobriu e que os anjos nos virão instruir, para a alegria plena dos filhos e filhas de Deus.

Termino com um depoimento pessoal, dizendo que, se o Pai assim o desejasse, eu quero ser pescador, e servir peixes deliciosos para toda a comunidade ou onde eu estiver. E deste princípio, sempre tenho na ideia que, quando eu tiver pescado em todos os rios do mundo, então o Pai me poderá levar daqui, depois de cumprida a minha missão. De fato eu penso, luto e trabalho desde criança para que venha este Reino, o mundo que eu desejo legar para meus filhos e minha geração.

E na eternidade? Gostaria de ser um grão de pó debaixo das sandálias do Pai Eterno, e viajar com Ele pelo Universo, criando novos mundos, fantásticos, exuberantes, cheios de amor e vida e assim para todo o sempre. Amém!

++++

Agora uma pequena visão, que me acontece às vezes na Santa Missa, ou em oração e até mesmo sem que eu esteja concentrado. Esta eu tive na capelinha de Sion dia 22/12 pasado e o Cláudio pediu para eu escrever e divulgar, porque pode acontecer com qualquer pessoa, que descubra tais situações e tenha medo de denunciar.

Eu rezava lá na Capelinha de Sion, quando vi diante de mim, como num filme, andando pela calçada, o seguinte: Vinha este homem, enorme, bastante parrudo – não gordo – que parecia ter quase dois metros. Tinha a cabeça raspada, mas barba por fazer, não longa, aparentando ser um homem rico e ele trazia pela mão um menino, que deveria ter de seis para sete anos, pequeno, magrinho. Estava bem vestido, cabelo penteado, e se parecia com o filho a Gabi, minha prima, quando era pequeno. Parecia sofrer!

Pelo instinto ou pela intuição, mais pela graça do Espírito Santo, percebi que aquele homem era um maldito pedófilo, e que a criança era o objeto de seus desvarios. O homem parecia  luxurioso, e dava a entender que exibia a criança com orgulho desvairado e maligno, como se fosse um objeto da sua posse. Aquilo deu-me uma angustia muito grande e pude então sentir mais coisas. Por exemplo, que ele julgava interiormente que tinha este direito de torturar o menino.

O fato é que a aparência do menino nada tinha a ver com aquele monstro e a seguir vi que a polícia percebu isso, e desconfiada interpelou o par. O menino foi levado para fazer exame de corpo de delito, e até isso pude ver, o ânus do pequeno estava completamente ferido e arrebentado.  E claro, que o maldito foi preso. Isso tudo pude ir sentindo em espírito. Não sei se o que vi foi um fato acontecido, ou se foi algo que Deus quiz me mostrar, pois acontece! E mais, eu não me espantaria se aquele maldito não fosse algum clérigo, e diria, americano, lá onde há tantos escândalos iguais, para tormento da Santa Igreja e de Jesus.

Depois eu perguntei ao Cláudio, se esta visão era real e ele disse sim, que eu deveria anotar tudo e divulgar. Pediu que nestes casos eu devo cair de joelhos no chão e suplicar a intervenção divina. Mas penso que ninguém deve deixar de denunciar, porque o mundo entrou em transes de loucura e isso não pode ficar impune! (Aarão)

 

 
 
 

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