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24/02/2008
Dogmas sobre Maria
 
Dogmas - Maria
24/02/2008 10:23:04

Dogmas - Maria


DOGMAS SOBRE MARIA

 

Toda esta matéria que segue é compilada por Dercio Antonio Paganini

(Formatação, Maria)

 

1. A IMACULADA CONCEIÇÃO DE MARIA


 O Papa Pio IX, na Bula "Ineffabilis Deus", de 8 de Dezembro de l854 definiu solenemente o dogma da Imaculada Conceição de Maria:

·  "Declaramos, pronunciamos e definimos que a doutrina que sustenta que a Santíssima Virgem Maria, no primeiro instante de sua conceição, foi por singular graça e privilégio de Deus onipotente em previsão dos méritos de Cristo Jesus, Salvador do gênero humano, preservada imune de toda mancha de culpa original, foi revelada por Deus, portanto, deve ser firme e constantemente acreditada por todos os fiéis" (Dz. 1641).

 

a.      Maria desde o primeiro instante que é constituída como pessoa no seio de sua mãe, o é sem mancha alguma de pecado (=pecado original).

b.      Como foi concebida sem pecado:

1.     Ausência de toda mancha de pecado.

2.     Lema da graça Santificante.

3.     Ausência da inclinação o mal.

c.      Este privilégio e dom gratuito foi concedido apenas à Virgem e a ninguém mais, em atenção àquela que havia sido predestinada para ser a Mãe de Deus.

d.      Em previsão dos méritos de Cristo porque a Maria a Redenção foi aplicada antes da morte do Senhor.

Provas das Escrituras:

·        "Estabeleço hostilidade..." (Gn 3,15).

·        "Deus te salve, cheia de graça." (Lc 1,28).

·        "Bendita tu entre as mulheres..." (Lc 1,42).

 

  2. MARIA, É A MÃE DE DEUS



O Concilio de Éfeso (431), sob o Papa São Clementino I (422-432), definiu solenemente que:

·        "Se alguém afirmar que o Emanuel (Cristo) não é verdadeiramente Deus, e que portanto, a Santíssima Virgem não é Mãe de Deus, porque deu à luz segundo a carne ao Verbo de Deus feito carne, seja excomungado." (Dz. 113).

Muitos Concílios repetiram e confirmaram esta doutrina:

·        Concílio de Calcedônia (Dz. 148).

·        Concílio de Constantinopla II (Dz. 218, 256).

·        Concílio de Constantinopla III (Dz. 290).

Maria gerara a Cristo segundo a natureza humana, mas quem dela nasce, ou seja, o sujeito nascido, não tem uma natureza humana, mas sim o suposto divino que a sustenta, ou seja, o Verbo. Daí que o Filho de Maria é propriamente o Verbo que subsiste na natureza humana; então Maria é verdadeira Mãe de Deus, posto que o Verbo é Deus. Cristo: Verdadeiro Deus e Verdadeiro Homem.

Provas das Escrituras:

·        "Eis que uma Virgem conceberá..." (Is 7,14).

·        "Eis que conceberás..." (Lc 1,31).

·        "O que nascerá de Ti será..." (Lc 1,35).

·        "Enviou Deus a seu Filho nascido..." (Gl 4,4).

·        "Cristo, que é Deus..." (Rm 9, 5).

 

3. A ASSUNÇÃO DE MARIA



O Papa Pio XII, na Bula "Munificentissimus Deus", de 1º de Novembro de 1950, proclamou solenemente o dogma da assunção de Maria ao céu:

·        "Pronunciamos, declaramos e definimos ser dogma divinamente revelado que a Imaculada Mãe de Deus, sempre Virgem Maria, cumprindo o curso de sua vida terrena, foi assunta em corpo e alma à gloria celeste" (Dz. 2333).

A Virgem Maria foi assunta ao céu imediatamente depois que acabou sua vida terrena; seu Corpo não sofreu nenhuma corrupção como sucederá com todos os homens que ressuscitarão até o final dos tempos, passando pela decomposição.

O essencial do dogma é que a Virgem foi levada ao céu em corpo e alma, com todas as qualidades e dotes próprios da alma dos bem-aventurados e igualmente com todas as qualidades próprias dos corpos gloriosos.

 

Entende-se melhor tudo ao recordar:

1.      Maria foi isenta de pecado original e atual.

2.      Teve a plenitude da graça.

Fundamentos deste dogma:

Desde os primeiros séculos foi um sentir unânime da fé do povo do Deus, dos cristãos. Os Santos Padres e Doutores manifestaram sua fé nesta verdade:

·        São João Damasceno (séc. VII): "Convinha que aquela que no parto havia conservado a íntegra de sua virgindade, conservasse sem nenhuma corrupção seu Corpo, depois da morte."

·        São Germano de Constantinopla (séc. VII): "Assim como um filho busca estar com a própria Mãe, e a Mãe anseia viver com o filho, assim foi justo também que Tu, que amavas com um coração materno a Teu Filho, Deus, voltasses a Ele."

Portanto, o fundamento deste dogma se depreende e é conseqüência dos anteriores.

 

 

4 – MARIA É VIRGEM E MÃE, ANTES, DURANTE E DEPOIS DO PARTO

 

Em sentido próprio é a integridade física dos órgãos reprodutivos. Muitas vezes a virgindade de Maria foi atacada pelos hereges. É verdade da fé católica que Nossa Senhora ficou perfeitamente sempre virgem, antes do parto, no parto e depois do parto.
No Símbolo apostólico se diz: "Nascido de Maria Virgem"; nas antigas liturgias é freqüente o titulo de Maria sempre virgem. No Concílio Romano do ano 649 se definiu Maria Imaculada, sempre virgem, que concebeu sem concurso de homem e ficou também intacta depois do parto.
Na Sagrada Escritura temos a famoso trecho de Isaías 7, 14: "Eis que uma virgem conceberá e dará a luz a um filho e o chamará Deus conosco". O texto é certamente messiânico e, portanto a Virgem é Maria. No Evangelho cita-se esta profecia (Mt. 1, 18-23) e se conta com exatas palavras o nascimento virginal de Jesus, por obra do Espírito Santo. Os Padres da Igreja, no trecho de Ez. 44,2 veja a virgindade de Maria depois do parto: "este pórtico ficará fechado. Não se abrirá e ninguém entrara por ele, porque por ele entrara Iahweh, o Deus de Israel, pelo que permanecera fechado".
Toda a Tradição e concorde em defender a virgindade perpetua de Maria: Santo Agostinho afirma: "A Virgem concebeu, a Virgem ficou grávida, a Virgem deu a luz, a Virgem é virgem perpetua". A razão teológica deste dogma é clara e tão simples, ela esta na divindade do Verbo e na maternidade de Maria, ao qual repugnou toda a corrupção.

 

OBS: Esperamos ansiosamente a para BREVE a promulgação do 5º Dogma de Maria como: a – Medianeira de todas as graças e advogada nossa; b – Co-redentora do gênero humano. Quando isso acontecer todo o canal de graças que nos vem da Igreja por Maria, passará a fluir de forma perfeita até Jesus, e dele ao Pai. Estará bem próximo o dia então em que Maria esmagará a cabeça da serpente, pelo triunfo do seu Coração Imaculado, conforme ela previu em Fátima. Então ela será realmente aceita como Mãe, por todos os povos da terra. Mas este triunfo dela virá somente depois do Triunfo da Eucaristia!

 
 
 

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