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FAMÍLIA, FUNDAMENTO DA SALVAÇÃO
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03/09/2013
Sujeira na Igreja
 
Igreja - Sujeira na Igreja
3/9/2013 17:06:49

Igreja - Sujeira na Igreja


 QUANTA SUJEIRA HÁ NA IGREJA
Comecemos com as palavras santas do nosso verdadeiro pastor.
Card. Joseph Ratzinger - Sexta-feira Santa 2005, Durante a IX estação da Via Sacra:
“... Mas não deveríamos pensar também em tudo quanto Cristo tem sofrido na sua própria Igreja? Quantas vezes se abusa do Santíssimo Sacramento da sua presença, frequentemente como está vazio e ruim o coração onde Ele entra!  Tantas vezes celebramos apenas nós próprios, sem nos darmos conta sequer Dele! Quantas vezes se contorce e abusa da sua Palavra! Quão pouca fé existe em tantas teorias, quantas palavras vazias!
Quanta sujeira há na Igreja, e precisamente entre aqueles que, no sacerdócio, deveriam pertencer completamente a Ele! Quanta soberba, quanta auto-suficiência!”
 “Senhor, muitas vezes a vossa Igreja parece-nos uma barca que está para afundar, uma barca que mete água por todos os lados.  E mesmo no vosso campo de trigo, vemos mais cizânia que trigo. O vestido e o rosto tão sujos da vossa Igreja horrorizam-nos. Mas somos nós mesmos que os sujamos! Somos nós mesmos que Vos traímos sempre, depois de todas as nossas grandes palavras, os nossos grandes gestos. Tende piedade da vossa Igreja: também dentro dela, Adão continua a cair. Com a nossa queda, deitamos-Vos ao chão, e Satanás a rir-se porque espera que não mais conseguireis levantar-Vos daquela queda; espera que Vós, tendo sido arrastado na queda da vossa Igreja, ficareis por terra derrotado. Mas, Vós erguer-Vos-eis. Vós levantastes-Vos, ressuscitastes e podeis levantar-nos também a nós. Salvai e santificai a vossa Igreja. Salvai e santificai a todos nós.”
Fonte:   www.vatican.va
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VEJAM AGORA COMO SE DESTRÓI A IGREJA...

Desabafo de um Padre sobre Missas: aos meus irmãos um apelo
02.09.2013 -
Sou padre há quase 5 anos. Fui seminarista por 7 anos. Já estive em vários lugares Brasil afora, já celebrei em tantos outros e guardo no meu coração uma tristeza profunda. Quando eu era criança na roça e ia com minha família à missa uma vez por mês eu sabia que naquela hóstia tinha Jesus. Eu sentia o cheiro da vela queimando e aprendi a me perseguinar toda vez que passava diante de uma Igreja. Eu achava tudo meio estranho porque não entendia a missa, mas, sentava no primeiro banco e respondia a todas as perguntas que o padre fazia na hora do sermão. Daí eu cresci, fomos pra cidade e eu continuava inocente. Fui pro seminário e as escamas de meus olhos caíram. A Missa pela qual eu sempre nutri o maior religioso respeito...
virou palco
virou show
virou passeata
virou passarela
virou camarim de estrela
virou sambódromo
virou terreiro
virou tudo e suportou tudo
menos ser de fato, missa.
Já vi tanto desleixo… alfaias puídas, vasos sagrados zinabrados, hóstias consagradas carunchadas dentro do sacrário, um sacrário no meio de uma reforma de Igreja com hóstias consagradas dentro, consagração de vinho em tamanha quantidade que as sobras Eucarísticas precisaram de um exército de MESC para consumi-las porque o padre não poderia fazê-lo sem ficar bêbado e outros tantos abusos. Quando veio a Redemptionis Sacramentum e a Ecclesia de Eucharistia veio uma lufada de ar fresco e os rebeldes da Teologia da Libertação, da Rede Celebra e das CEB`s reagiram vorazmente. O site do mosteiro da Paz que hospedava uma carta de Reginaldo Velloso eivada de críticas às necessárias mudanças na liturgia e catalizadora desta mentalidade saiu do ar, mas, encontrei-a no site da Montfort disponível aqui.
Capitaneada pelo dualismo marxista de tipo maniqueísta, a reinterpretação que a Missa sofreu nas décadas que sucederam o Concílio Vaticano II seguiu as pegadas da subjetividade humana. É odioso ouvir: “ah o jeito do outro padre é diferente”. Isto denota uma personalização que a Missa não comporta. A Missa nunca foi a Missa do padre, mas a Missa da Igreja!
Esta mentalidade impregnou tanto a liturgia que quando um Padre quer celebrar a missa da Igr
eja, aquela do Missal Romano, é chamado de retrógrado. O respeito às normas litúrgicas são sinônimo de opressão. A Missa pura e simples foi esvaziada para poder ser enchida pela ideologia da enxada, da faixa, do cartaz, da freira, do padre TL… a Missa se transformou…
virou manifestação e protesto contra o Governo e o Sistema
contra a Igreja
contra os padres
contra a fé católica de sempre
contra a liturgia de sempre.
Enfiaram bananeiras, berrantes, espeto de churrasco, cuia de chimarrão, pão de queijo, cachaça, coco, faca e facão, pipoca, balões e ervas de cheiro na missa, enfiaram panos coloridos para todos os lados, colocaram mães de santo manuseando o turíbulo e leigos lendo preces seminus. Para essa CORJA a Missa já deixou há muito tempo de ser o sacrifício redentor de Cristo PRO MULTIS e se tornou só mais uma mesa para comensais na qual vale o discurso e não a fé, na qual o que importa é o que o homem diz aos seus iguais e não o que Deus diz ao homem. Lembro-me de um professor contando todo garboso que certa feita utilizou-se de uma Adoração ao Santíssimo Sacramento para dar uma aula de teologia ao povo – aos seus moldes é claro – porque para ele aquela hóstia era pobre de significado.
Aquela hóstia pobre…
tão pobre quanto o cocho de Belém,
tão pobre quanto a cama em Nazaré,
tão pobre quanto a casa de Pedro em Cafarnaum,
tão pobre quanto a casa de Lázaro em Betânia,
tão pobre quanto o coração do Filho de Deus,
ela só pôde se tornar Corpo e Sangue, Alma e Divindade de Cristo porque Ele se fez pobre!
Sua pobreza não comporta reduções tampouco acréscimos desnecessários.
Ele é aquele que é e nada mais, mas, só para quem tem fé!
Aos meus irmãos padres um apelo: que nós diminuamos e que Ele apareça. Não somos o noivo, apenas amigos do noivo! Rezemos a missa da Igreja, a missa do Missal. Que Ele fale aos corações e às mentes, inclusive às nossas mentes e corações! Que Ele toque as vidas, inclusive as nossas. Que sua voz ecoe nas consciências, também nas nossas. Que toda a nossa Liturgia seja feita Por [causa de] Cristo, Com Cristo e em Cristo a[o] Pai na Unidade do Espírito Santo. Só isso. Se fizermos isso bem feito teremos feito tudo o que nos compete nesta vida.
Por Padre Luis Fernando
Fonte:  www.padreluisfernando.com
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     E O PIOR DISSO TUDO, caro Padre Luiz Fernando... É QUE FICARÁ AINDA PIOR...
     Realmente como tenho escrito nos últimos textos, o que se projeta no ar é uma verdadeira destruição da Santa Missa. Na verdade os modernistas querem acabar com ela, achando que se tornou ultrapassada, e que nos dias de hoje não produz mais os frutos ecumênicos necessários a união de todos, que são chamados a sentar ao redor de uma mesa. Dizem que é injusto a nossa Igreja se arrogar no direito de somente ela possuir os meios da salvação, "porque Deus é o mesmo" em todos os credos basta que o busquem ao seu modo.
      Neste sentido, dizem os reformadores do mal - na verdade os demolidores da Igreja - que não se concebe mais - muito modernamente - que os outros credos sejam privados daquilo que somente nossa Igreja tem, e como eles não aceitam nossa Sã Doutrina até a integridade irretocável, imutável e "imexível" de seus eternos conceitos, então devemos RETIRAR dela tudo o que nos desune, deve a Igreja Católica se despir de tudo aquilo que tem de mais Santo e Sagrado, para então sim, agradar a protestantes e judeus, a maometanos e xintoístas, a bramanistas e até a satanistas. Porque, afinal, todos são filhos do mesmo Deus.
      Alto lá! Aqui acontecem óbices! Aqui existem verdadeiros muros de separação! Somente pode ser considerado filho de Deus, a quem vive o que determina o Pai. Os que vivem outros credos, diferentes daquilo que somente a Igreja Católica, Apostólica Romana prega e defende, estes não podem nem ser considerados filh
os, porque é somente pelos Sacramentos Católicos que se consegue isso. Ou seja: se eliminarem, ou mudarem a qualquer um dos Sacramentos Sagrados da nossa Santa Igreja, para agradar a quem quer que seja, simplesmente estará rompendo a aliança com Deus. E jamais Ele estará presente em qualquer celebração destas, nem colocará seu selo nos novos sacramentos. O que significa dizer: eis uma nova igreja pagã! Uma como as outras milhares! E todos, irmãmente, ao redor de uma mesa. Que lindo! Sim, humanamente falando, mas divinamente horrendo! Eis a abominação desoladora de que falou Daniel!
      Acima falei mesa, e não em um altar como deveria ser. Porque no ALTAR se celebra o SACRIFÍCIO, na mesa comum celebra-se apenas a ceia. Portanto, se é ceia não é mais Sacrifício, e se  não é mais Sacrifício, não é mais Missa. Isso quando existe a proibição expressa nos documentos da Igreja, quanto a utilização de mesas comuns, que possam denotar ceia. E tudo isso banaliza, destrói e tira dela todo o sentido de mistério, porque está dito: MISTÉRIO DA FÉ! Ora, no pão comum não se encerra mistério algum! Deus não estará presente jamais, como Eucaristia, num pedaço de pão apenas "abençoado",  ainda que por um sacerdote católico. E jamais estará então em uma celebração ecumênica, que não seja: SACRIFÍCIO!
     Em vista disso, o grande pré-requisito para a Santa Missa, é o acreditar, do mais fundo da alma, que Jesus É Ele mesmo a Missa, que Ele Mesmo é Eucaristia. Coisa que pagão algum faz! Isso significa algo muito mais importante do que apenas "estar presente", porque, de fato, Jesus É Eucaristia, É DEUS VIVO. O segundo requisito essencial para que haja frutos de conversão e salvação neste Sacrifício da Nova e Eterna Aliança de Deus com os homens, Sacrifício selado e assinado com o Sangue de Deus, é preciso que haja ali apenas pessoas dignamente preparadas pelo Sacramento da Confissão - coisa que pagão algum faz - para só então se alimentarem desta Carne e Sangue divinos, condição "sine qua non" - sem a qual não há salvação eterna. Porque está escrito: quem não come a Carne nem bebe o Sangue de Jesus, não tem a vida (João 6, 53) e aqui falamos em vida eterna.
     Isso significa que não basta acreditar, tem que estar preparado dignamente para receber Jesus, somente então o poder de remissão será infinito. Ao contrário, o não acreditar, e o receber indignamente, correm no sentido inverso, o da perda eterna. Correm para o espantoso e mortal pecado do SACRILÉGIO, este pecado silencioso e cumulativo, verdadeiro veneno mortal, tem levado ao inferno um grande número de almas, que sabem estar em estado de pecado grave, claramente conscientes disso, e O recebem assim mesmo. Portanto, como diz São Paulo: comem e bebem a própria condenação eterna!
     Mais do que isso ainda, impossível entrar no Céu, e participar da divindade com Cristo, sem ANTES se apropriar ou mesmo se "fundir" a Ele, através deste prodigioso Sacramento do Amor. Na Eucaristia, de fato, Deus colocou todo o Seu Amor, de tal modo a Se incorporar Nele mesmo. Sem isso, ninguém se salva. Ou mentiria a Escritura. Ou seja: é impossível ver a face de Deus, é impossível conviver com Ele, sem se fundir a Ele, o que somente é possível através da Eucaristia. E agora pergunto: que acontece então com estes pagãos? Nós já explicamos isso no nosso livro, fora de edição, A Saga das Almas... Que os mestres expliquem!
     Como podem, então, banalizar tanto este prodigioso mistério? Como podem tratar Jesus na Santa Missa, como bem explicita o Padre Luis Fernando, quando comenta e aponta todos os escândalos que se comete em tantas celebrações ? Como sacerdotes que tanto estudam sobre as coisas de Deus se deixarem enganar tanto pelo inimigo, até o ponto em que 2/3 partes deles sequer acredita no Mistério que celebra? Como pode um sacerdote se vestir de palhaço para "celebrar" quando ele mesmo é incorporado pelo próprio Deus na hora da
Consagração? O que significa vestir Jesus de palhaço! Fazer de Deus um palhaço! Ou seria proposital?
      E agora voltando à linha principal do tema, quando se percebe que tramam uma falsa celebração humana, artificial e mesmo de cunho satânico para substituir a Santa Missa, eu pergunto: Acham mesmo que Jesus estará numa celebração ecumênica, onde se reúnem sob um mesmo teto os crentes e os descrentes, os pagãos e os ateus de todos os quilates e os adoradores de falsos deuses de todos os quadrantes do planeta? Negativo: este será nada mais do que um retro conluio com o poder das trevas e uma confraternização com os demônios. E não por causa das pessoas em si, e sim pela pretensão satânica de que esta celebração substitui a verdadeira Missa. Ou que é melhor, e mais eficiente do que a verdadeira!
      Ou seja: está escrito que os homens derrubarão o SACRIFÍCIO que Deus Mesmo pelo Espírito Santo instituiu por eterno, rejeitarão a Aliança que o PAI fez com a humanidade, e quebrarão o pacto que Deus firmou com eles, pacto que foi grafado e selado nas Escrituras Sagradas como Eterno, portanto imutável, e que foi assinado com o Sangue Redentor de Jesus, derramado até a última gota no Calvário.  Esta será sem dúvida, a mais inominável, a mais espantosa, a mais ousada e inconsequente afronta que o homem poderá fazer contra a Santíssima Trindade. Porque será, também, a última!
      Novamente advirto: destruam a Santa Missa, derrubem os Sacrários... E destruirão o mundo! Sobrará pouca gente quando tudo terminar: aqueles que estiverem firmes, adorando de joelhos, aos pés de Jesus Eucaristia, e Dele se alimentando. Só estes, e nenhum outro! (Aarão)



 
 
 

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