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14/10/2019
O papa e a teologia da libertação
É triste ver um governo que quer salvar o país, tendo que considerar como inimiga a vermelha hierarquia católica.
 

O PAPA, O BRASIL E A TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO

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por James Baresel  • ChurchMilitant.com • 14 de setembro de 2019    22 Comentários

O Papa Francisco tem sido um forte defensor da esquerda política do Brasil

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Pode-se agora razoavelmente supor que todas as facetas perturbadoras do próximo Sínodo da Amazônia foram exaustivamente analisadas - suponha razoavelmente, não suponha corretamente.

Pouca menção foi feita à relação entre os clérigos que organizam o sínodo e a política contemporânea do país, que deve figurar com mais destaque em qualquer discussão sobre a região amazônica - o Brasil.

Depois de um quarto de século da presidência brasileira ocupada por uma sucessão ininterrupta de políticos de esquerda e "centrista", o poder finalmente passou para as mãos de um conservador leal quando Jair Bolsonaro assumiu o cargo em 1º de janeiro. 

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Presidente brasileiro Jair Bolsonaro (à esquerda)

Sua eleição foi em grande parte devido ao desejo de uma geração mais jovem de acabar com a opressão e a corrupção, com 60% de seus eleitores com menos de 35 anos de idade. Sua segunda base de apoio foram as denominações cristãs evangélicas, que estão crescendo exponencialmente, à medida que os católicos com pouca educação, fartos da teologia da libertação, abandonam a Igreja em vez de lutar pela ortodoxia.

Bolsonaro também foi auxiliado por escândalos que atormentaram recentemente o Partido dos Trabalhadores, em ascensão há muito tempo. A última presidente eleita dentre suas fileiras, Dilma Rousseff (que em sua juventude roubou bancos para financiar guerrilhas comunistas), foi impeachment e considerada culpada de corrupção em 2016. Mais tarde no mesmo ano, seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, foi preso e condenado por acusações semelhantes. 

Membro do Partido dos Trabalhadores desde sua fundação, em 1980, por uma gangue de sindicalistas, teólogos da libertação e "intelectuais" esquerdistas, da Silva ganhou ampla e breve atenção da mídia católica nos Estados Unidos em 2009, quando condenou a Abp. A declaração de José Cardoso Sobrinho de que os adultos responsáveis ​​por abortar os gêmeos de uma menina de 9 anos sofreram excomunhão automaticamente. 

Apesar de tanta hostilidade aos princípios católicos, ele gosta do favor do CDL brasileiro. Cláudio Hummes e do Papa Francisco. 

A eleição de Bolsonaro deveu-se em grande parte ao desejo de uma geração mais jovem de acabar com a opressão e a corrupção, com 60% de seus eleitores com menos de 35 anos de idade.Tweet

O relacionamento de Hummes com Silva começou há mais de 40 anos, quando o primeiro era bispo de Santo André e o segundo um líder sindical, e os dois têm sido aliados firmes em suas maquinações políticas.

Ambos ajudam na formação de "comunidades eclesiais de base" dominadas pela teologia da libertação, e Hummes permitiu que Silva usasse as propriedades da Igreja como locais para reuniões realizadas para organizar agitação política. O cardeal é patrono da colaboração clerical mais próxima de Silva, um padre dominicano e teólogo da libertação conhecido popularmente pelo apelido de Frei Betto. 

A vida de Betto poderia ser confundida com uma tentativa calculada de tornar impossível a tentativa de satirizar a teologia da libertação. Nos seus primeiros dias como dominicano, estava entre um punhado de frades que trabalhavam com uma organização comunista de guerrilha fundada pelo principal teórico do terrorismo urbano, um episódio que ele contou em um livro com o blasfêmia título  Batismo de Sangue.

Che Guevara é um de seus heróis, e ele afirma que "Fidel Castro viveu como cristão", desejando até que "todos nós, revolucionários, militantes de esquerda, um dia sejamos como Fidel". 

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Cdl. Cláudio Hummes

O padre laicizado Leonardo Boff, cujo trabalho foi censurado por João Paulo II e então pelo CDL. Joseph Ratzinger, corre nos mesmos círculos. Como Betto, ele é amigo e consultor de Silva e Castro (de quem da Silva era amigo dele) e é amigo de Hummes. Como Betto, Boff agora defende o uso do ambientalismo como uma cobertura para a promoção da teologia da libertação (à qual John Paul havia nomeado o capitão Sobrinho para se opor). 

Como seria de esperar, o Papa Francisco tem sido um forte defensor da esquerda política do Brasil. Uma de suas iniciativas é a criação do Encontro Mundial de Movimentos Populares, ao qual ele se dirigiu. Entre seus membros estão os líderes do Movimento Sem Terra no Brasil (uma organização comunista mais radical que o Partido dos Trabalhadores com o qual se alia).

Em 2018, ele se encontrou com o homem que havia atuado como chanceler brasileiro com Lula e Dilma, Celso Amorim, em uma época em que o Partido dos Trabalhadores tentava aceitar a prisão de Lula como candidato a presidente (os condenados não podem concorrer). para o cargo durante o tempo em que esteve atrás das grades, e o Brasil não tem limite no número de mandatos que um presidente pode cumprir, embora não mais que dois possam ser cumpridos consecutivamente).

Durante a reunião, Francisco expressou aprovação de Silva, uma mensagem que Amorim rapidamente comunicou ao público e que teve um impacto significativo em segmentos da população brasileira. O papa também escreveu cartas de encorajamento ao ex-presidente durante sua prisão. 

Mas o contexto político sugere que o papa deseja sua posição sobre questões ambientais e o sínodo para promover a agenda da esquerda brasileira e internacional.Tweet

As questões ambientais referentes à região amazônica não são apenas uma área de desacordo entre Bolsonaro e a esquerda internacional, mas passaram a ocupar um lugar central na batalha entre eles. Alemanha e Noruega começaram a usar pressão financeira para impedir o desmatamento de Bolsonaro em partes da floresta amazônica (que absorve grande parte das emissões de carbono do mundo).

A resposta de Bolsonaro foi apontar que, embora quase metade do suprimento de energia do Brasil seja "verde" e apenas 5% de sua energia seja fornecida por carvão, a Alemanha usa carvão para cerca de um terço de sua energia. A questão chegou a explodir em um conflito entre a autonomia nacional brasileira e a regulamentação da ONU, com alguns membros da ONU interessados ​​na possibilidade de remover territórios do controle brasileiro para criar um ou mais novos países. 

Há todas as razões para acreditar que o Papa Francisco é sincero em sua insistência em que o Sínodo da Amazônia se concentre no meio ambiente, e não em assuntos que receberam muito mais atenção, como a permissão para padres casados. Mas o contexto político sugere que o papa deseja sua posição sobre questões ambientais (sejam quais forem seus méritos quando isolados) e o sínodo para promover a agenda da esquerda brasileira e internacional. 

 

 
 
 

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