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09/10/2019
O papa disse: quero a confusão!
Esse comentário é surpreendente e desperta medo na alma e uma grande preocupação...
 

O papa disse que quer a confusão

Fonte > https://religionlavozlibre.blogspot.com/2019/10/el-papa-dijo-quiero-la-confusion.html

Todos os sínodos de Roma sob Francisco sempre introduzem um vocabulário completamente novo, novos termos e novos temas que geram muita confusão, o que significa que ninguém tem a menor ideia do que realmente significa. Dependendo de quem os lê ou ouvem, eles podem significar centenas de coisas diferentes.

Esses termos parecem ser deliberadamente ambíguos. Se você está tentando alterar a ordem estabelecida, a ambiguidade é uma dinâmica muito útil. Por exemplo, na conferência de imprensa de hoje, termos elásticos apareceram em toda parte: espaço para discípulos; expressões autênticas; uma igreja que não está fechada; uma igreja que aprende com as pessoas da floresta; escute sinodal; uma igreja que não é auto-referencial; e, claro, as "novas estradas"

Esses termos não têm significado real para si mesmos. Eles precisam receber seu significado, e é aí que reside o perigo desse sínodo. A confusão é desenfreada nesse tipo de vocabulário. Mas há uma explicação para isso e é realmente bastante simples: de fato, abre seus olhos. O Papa Francisco estava conversando com alguns íntimos tempos atrás, e um deles fez a observação de que parte do vocabulário é confusa e precisava de alguma clareza. A resposta do papa revelou muito. O papa disse: "Eu quero confusão". Esse comentário foi tão surpreendente que desperta medo na alma e uma grande preocupação.

Mas tem a vantagem de enquadrar todo esse papado e todas as suas ações. As autocontradições, a recusa em responder à dúbia e a outros. A pergunta que as pessoas fazem é: por quê? Por que o papa iria querer confusão?

A resposta a essa pergunta pode estar oculta na filosofia de alguns sul-americanos que influenciaram muito o futuro papa, homens como Juan Carlos Scannone, que desenvolveu o que chamou de "teologia do povo", além do poeta Rubén Darío e para não estar fora da lista de influenciadores, o defensor da teologia da libertação Gustavo Gutierrez.

Coletivamente, esses filósofos argumentam que, para mudar a ordem estabelecida, a confusão deve ser promovida. Então, a confusão promoverá um tipo de conflito e, a partir desse conflito, uma nova realidade será introduzida.

Isso gera outro conjunto de ideias. Se o Papa fomenta a confusão para o nascimento de uma nova realidade, essa nova realidade é algo em que ele já pensou e é um objetivo? Ou algo simplesmente se desenvolve, e cai onde os chips caem, então lidamos com essa nova realidade como apresentada?

Por exemplo, após a missa de abertura em San Pedro, um grupo de índios da Amazônia exibiu uma faixa comemorando a Mãe Terra. Os guardas do Vaticano os retiraram, mas não antes de fazerem a declaração. A teologia da Mãe Terra eleva a criação a um estado divino. É por isso que a Mãe Terra é adorada. Isso é paganismo. O que quer que esteja acontecendo e o que tudo isso significa, fica claro que pelo menos alguns concluem que a Mãe Terra está em alguma igualdade ou paralela à Igreja Católica, que ambos podem ser sintetizados de alguma maneira. Isso criaria uma religião completamente nova.

Isso ficou evidente na conferência de imprensa de hoje, quando foi feita uma pergunta sobre o significado ou simbolismo da estátua da mulher grávida nua que foi apresentada ao Papa na cerimônia de plantio de árvores de adoração pagã nos jardins do Vaticano. Sexta-feira.

Um jornalista perguntou ao painel qual era o significado da estátua, o que ela representava. Foi a Virgem Maria? Mãe terra? Que era?

A resposta não foi clara e não foi uma grande surpresa. A resposta foi, em poucas palavras, que tinha significados diferentes para pessoas diferentes. E esse é o problema

O catolicismo se distingue por sua clareza: 2.000 anos de pensamento claro. E, embora nenhum vocabulário humano possa capturar todo o mistério da fé e da revelação divina, ele pode descartar proposições opostas a ele. Você pode apontar contradições e defeitos lógicos que nunca devem ser permitidos. O trabalho de teologia é mais um trabalho de negação do que uma afirmação positiva. Vamos refletir sobre o mistério do que resta depois que tudo o que não é verdade vazou.

O culto da Mãe Terra não pode coexistir ao lado do catolicismo. Os dois se opõem. Se a Mãe Terra é "divina" e deve ser adorada, o que certamente é verdade nas culturas amazônicas, a Mãe Terra criada está em pé de igualdade com o Deus não criado. Isso é heresia, pois nega o significado da própria divindade. São esses perigos presentes neste Sínodo da Amazônia que preocupam profundamente os fiéis, graças a todas as palavras, expressões e vocabulários ambíguos.

(O Sínodo) em sua concepção, em sua maneira de se expressar, é anticatólico, não apenas não católico, mas anticatólico.

Não há nada, nenhum mandato divino que que a Igreja, seja uma Igreja que escute até o ponto de acolher o paganismo e a heresia.

Church Militant

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OBS > O auto se refere muito apropriadamente sobre a dubiedade – língua bífida de serpente – com que este Gog aborrota seus textos, documentos e declarações. Penso que só quem tem instrução de satanás, que projetou tudo isso desde os séculos é capaz de criar um tão grande repertório de ditos que sofrem contraditos e cada um interpreta como quer. De fato, todo aquele que é dúbio é sempre mentiroso, porque Jesus ensinou assim: vosso dizer seja SIM ou NÃO, porque tudo o mais vem do diabo.

Ora, quem fala pela linguagem de Jesus é sempre, ou procura sempre, ser claro e direto em suas colocações, procurando se expressar de tal forma que não possa ser cobrado por ter dito ou escrito algo que possa ter dois ou mais sentidos. Já quem fala pela linguagem do diabo, este coloca as coisas de tal modo que possa se esquivar: aos que dizem Pedro, ele fala que quis dizer Antônio, e vice e versa. Disso se concluiu que, sem medo de errar, todo aquele que é dúbio não só é falso e mentiroso, como quis dizer exatamente aquilo que agrada ao diabo.

Assim, a Sã Doutrina da Santa Igreja Católica, jamais pode conter palavras dúbias, e aquele que fala em nome dela nunca pode se expressar desta forma. Tanto que, pela regra canônica, clara e direta, qualquer erro de latim – língua oficial da Igreja – simplesmente invalida todo o documento, como se deu com o falso documento da “renúncia” de Sua Santidade o Papa Bento XVI. Ou seja, todos os atos que seguiram a este documento, que contém dois erros de latim, são invalidados canonicamente. Bento XVI, que é mestre em latim, colocou de propósito tal armadilha no texto.

Quanto à referência de que “o papa quer a confusão”, basta lembrar que tempos atrás ele disse para a juventude “hagam lio”, que significa “façam bagunça”, ou seja, pedia aos jovens que tumultuassem a vida da Igreja, o que significa rebeldia. Por sinal o nome dele termina exatamente em “lio”, que aponta para a bagunça que ele está fazendo na Igreja.

No mais, as primeiras revelações sobre o que está de fato acontecendo no sínodo são de estarrecer. Prepare-se católico, para o tremendo sopro do Espírito Santo, porque o inimigo entrou no templo santo e tomou posse. É seu último assalto em curso! O inferno se abrirá para todos aqueles que tentarem destruir a Esposa de Cristo. (Aarão)

 

 
 
 

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