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22/09/2019
Bento XVI derrotou "Francisco"!
Bento XVI não é somente um grande teólogo, mas um bom enxadrista! Belo golpe ele deu!
 

OBS> Segue um dos textos mais bem escritos que já li nestes últimos anos, sobre a farsa da “renúncia” de Bento XVI e que vale a pena ser lido por quem deseja se manter bem informado. Embora o autor se baseie em apenas um dos quesitos que levam à anulação completa de tudo o que tem sido feito desde então, importa saber que o argumento apresentado, somente ele, bastaria para anular a renúncia e o conclave que se seguiu. Na verdade os demolidores passaram por cima de todas as Leis Canônicas que regem a eleição de um Papa e isso tem sido denunciado por muitos grandes estudiosos, e verdadeiros mestres da nossa Santa Igreja. Nosso livro apontará tudo isso, com riqueza de detalhes, e posso dizer é espantoso. Quando o mundo católico entender isso, haverá muito choro. E as lágrimas mais sentidas virão do clero, que se deixou enganar tão estupidamente. (Créditos no final)

Bento XVI derrotou “Francisco”!

O Papa Bento XVI, que tem sido eleito por muitos como um grande teólogo é também, em minha opinião, um brilhante jogador de xadrez, porque derrotou a anti-igreja com a manobra mais incrivelmente sutil e efetiva, que jamais se poderia conceber, o que requereu uma grande quantidade de estudos para reconhecer se você, como eu, toma ao pé da letra o que foi publicado durante os últimos seis anos.

É certo que a honra e a glória disso pertence em primeiro lugar a Deus, que ilumina os homens, os inspira às vezes a fazer coisas que nós, os simples mortais, nunca poderíamos conceber. Mas também, graças a Deus, por enviar Nossa Senhora de Fátima, para revelar à Irmã Lúcia um segredo que até os dias de hoje em permanecido oculto, para dar este bom conselho ao Verdadeiro sucessor de São Pedro nos últimos tempos.

Como o Papa João Paulo II ele fortaleceu o baluarte da Igreja, contra a anti-igreja.

Acredito que com este conhecimento, o Papa João Paulo II fez três coisas: primeiro ele elegeu Ratzinger para vir a Roma e o preparou para sucedê-lo (quiçá porque notou que Ratzinger tinha o dom da profecia); segundo, em 1983 adicionou o termo munus ao cânon 332 §2, para obrigar a todos os sucessores a exigência de renunciar ao Munus Petrinus, para abdicar do Papado; e terceiro, promulgou em 1996, uma nova lei sobre as eleições papais, que anularia qualquer intento da anti-igreja de usurpar o papado e eleger sucessores antipapas (ao exigir que os conclaves válidos se reúnam dentro dos 20 dias posteriores à morte de Papas válidos).

Com isso o Papa João Paulo II advertiu à Igreja sobre a anti-igreja que estava se levantando. Também beatificou a Ana Catarina Emmerich - na vigília de São Francisco de Assis, em 2004 - para dar aprovação papal às visões dela a este respeito. Não deveria ser surpreendente então que, em segredo, ou se deveria dizer, à luz do dia, com estas decisões papais que ele preparou à Igreja contra este mal que viria. Mediante estes três atos, o Papa João Paulo II colocou tudo no tabuleiro de xadrez e permitiu que seu sucessor eleito, Ratzinger, estabelecesse um estratagema de engano para derrotar as forças da escuridão.

As forças da anti-igreja atacam rapidamente.

Tão logo tendo falecido o Papa João Paulo II, a máfia de Saint Gallen, que se havia reunido nesta cidade Suíça durante alguns anos, se mobilizou para colocar Bergoglio no Trono Apostólico no Conclave de 2005. Bergoglio, como agora se sabe, obteve a maioria dos votos depois de Ratzinguer. Em sua campanha para ser eleito, ele prometeu reformas financeiras radicais ao Vaticano, para poder passar por um salvador e reformador, embora a sua agenda na realidade fosse a do Cardeal Martini, que era converter a Igreja na noiva do anticristo.

Recentemente, um padre argentino revelou que o papa Bento, pouco depois de sua eleição em 2005, pediu a Bergoglio que fosse seu Secretário de Estado. Bento XVI tentou com esta oferta dissipar o conflito que surgiu no conclave e desmascarar as reais intenções de Bergoglio. A recusa de Bergoglio expressou seu engano, porque todos os motivos apresentados no Conclave para sua eleição – ele que, para ser honesto, poderia perfeitamente executar as funções de um Secretário de Estado - o teriam encorajado a aceitar a oferta de Bento. Mas sem a autoridade papal, sua agenda maligna e perversa não teria avançado. Com esse sinal, de oferecer a palma da oliveira da paz, Bento mostrou aos seus partidários que um antipapa viria depois dele.

Com o triplo conhecimento do futuro que ele teve com o Terceiro Segredo, do Papa João Paulo II e de sua própria experiência na Prefeitura da Doutrina da Fé, o Papa Bento agora sabia o que tinha que fazer. Ele sabia que Bergoglio queria poder e que ficaria cego por sua oferta. Então se preparou para defender a Igreja com Tradição e, à medida que a pressão da máfia de Saint Galen aumentava, ele elaborou sua derrota em segredo. Ao mesmo tempo, alertou abertamente os fiéis que a mensagem de Fátima estava prestes a ser cumprida (em 13 de maio de 2010 ele declarou: "Erra quem pensa que a missão profética de Fátima foi cumprida").

Bento sabia que remover a máfia da Lavanda do Vaticano era a chave para defender a Igreja. Mas, como documentos judiciais revelaram no caso do WikiLeaks, que isso levaria à destruição da carreira de muitos sodomitas, eles se moveram contra Bento para fazê-lo renunciar. Seu pontificado teria eliminado centenas de pervertidos do clero.

Como já escrevi antes, em minha opinião houve o intento formal de um Golpe de Estado. E isso realmente se pôs em marcha na intenção de aprisionar ao Papa Bento XVI. A batalha no Conclave em 2005, entre as facções em guerra, as de Ratzinger (Igreja) e as de Bergoglio (anti-igreja), também colocou as coisas em marcha. Porém, com sua causa perdida neste conclave, a Máfia de Saint Gallen teria que esperar que Bento XVI renunciasse, porque sendo idoso, ele mesmo revelou que, de todos os modos, estava disposto a renunciar em poucos anos. No entanto, como ele continuou, sua ira e impaciência explodiram.

A restauração da Santa Missa Tradicional (07 de julho de 2007) e a concessão e permissão para celebrá-la, causaram um estalido geral entre os clérigos perversos. Eu mesmo sei que isso teve lugar na Conferência dos Bispos Italianos em 2011, porque um bispo que assistiu me revelou como se levantaram os cardeais e bispos, uns contra os outros, falando as piores coisas contra Bento XVI. Também sei, pessoalmente, que o testemunho de um empresário siciliano que estava em Shangai, que o cardeal de Palermo havia advertido, que a Bento XVI restava apenas um ano de vida, até por sua saúde precária. As mídias controladas por Saint Gallen ampliaram isso e informaram como se o cardeal houvesse dito que Bento XVI tinha apenas um ano de vida e não mais. Este informe foi publicado em 11 de fevereiro de 2010, atentem para a data.

Golpe de Mestre de Bento XVI

O Papa Bento XVI deu logo seu golpe de mestre. No verão de 201 ele deu a entender ao cardeal Bertone que iria renunciar. Ele havia discutido o assunto somente com seu secretário Gänswein e mais alguns. Acredito que ele escreveu o texto de sua abdicação no outono de 2010. Também apontei que ele intencionalmente escreveu o texto em latim invalido, e em uma tradução defeituosa para o alemão (o que fazia parecer que a do latim era uma fórmula inválida) aos membros da Máfia de Saint Gallen, para obter seu consentimento. Com este ato ele selou seu destino.

Porque somente alguém que fale o latim com fluidez, e que conheça o Direito Canônico, e que aceite a metafísica tradicional da Igreja, poderia ver que, com esta fórmula, a renúncia era inválida. Ratzinger, ademais, preparou o terreno ao enfatizar durante anos que seu teólogo favorito era São Boaventura. Isso fez com que os eruditos, como eu, nós nos puséssemos a estudar o método escolástico de São Boaventura, para a análise textual do significado das expressões, que não encontram paralelo entre todos os doutores da Igreja.

Em 11 de fevereiro de 2013, ele leu em voz alta no Consistório, o texto da fórmula inválida. Porém em 28 de fevereiro de 2013 ele explicou que renunciava apenas ao "ministério ativo". A Máfia de Saint Gallen alegou, porém que a renúncia era válida. O resto é história!

O certo é que Bento XVI logo começou a dar sinais da verdade, não somente para o bem dos fiéis, senão para irritar a Máfia de Saint Gallen: seguiu usando a sotaina papal e conservou os títulos de Sua Santidade, continua assinando como PP. Benedictus XVI, e continuou dando a benção papal. Fez estas coisas para alertar os fiéis católicos que examinassem o texto da renúncia e descobrissem que não tinha sido válida. Também fez isso, porque estava obedecendo às palavras de Nossa Senhora em Fátima, onde ela havia revelado que chegaria o momento em que o mundo católico pensaria que havia dois papas, porém somente um deles seria verdadeiro. O verdadeiro continuaria vestindo branco, o outro usurparia o cargo; e que a anti-igreja atacaria o Verdadeiro Papa, e que os fiéis se reuniriam em torno dele.

Com uma renúncia inválida, o papa Bento XVI anulou canonicamente, de antemão, tudo o que Bergoglio tem feito o que pode fazer e o que fará. Bergoglio é agora um antipapa, devido ao engenhoso golpe que Bento XVI lhe deu. E Bergoglio está enredado por este estratagema de Bento XVI, que nem sequer pode admitir sua existência, porque, se o fizer, teria que renunciar e deixar o papado.

Se Bento morresse, não haveria um sucessor válido em São Pedro, a menos que os cardeais pré-bergoglianos se reunissem em conclave, dentro de 20 dias seguintes. Do contrário, como o Papa João Paulo II estabeleceu na Constituição Universi Dominici Gregis, qualquer ação que tomassem os cardeais seria inválida. Se não fizessem isso, a Igreja se veria privada de um Papa, porque, como ensinou o Papa João Paulo II no prólogo da Constituição, a instituição do Colégio "não é necessária para uma eleição válida" do Romano Pontífice, porque segue sendo válida a antiga Lei Apostólica sobre o Direito da Igreja Romana, de eleger o Papa (o direito de eleição recairá nos católicos da diocese de Roma, que reconheçam que Bento XVI sempre foi e segue sendo o único Papa Verdadeiro e que Bergoglio sempre foi e nada mais é que um antipapa).

Título Original: ¡Benedicto ha derrotado a "Francisco"!

Fontes:

https://ultimostiempos.org/es/blog.html

https://fromrome.wordpress.com/2019/09/11/how-benedict-has-defeated-francis/

Escrito em 11 de septiembre de 2019 por Fr. Alexis Bugnolo

(traducción desde inglês por José Alberto Villasana)

 

 
 
 

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