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26/09/2018
Gog é frio como gelo
Falsa igreja bergólica da China jura lealdade ao Partido Comunista após acordo com vaticano.
 

Palavras de um Cardeal: O Papa é frio como gelo, um astuto maquiavélico, e o que é pior, ele mente.

Por LifeSiteNews, 22 de setembro de 2018 | Tradução: FratresInUnum.com – Hoje, a revista alemã Der Spiegel, uma das revistas políticas mais influentes da Europa, publicou uma matéria sobre os fracassos do papado de Francisco. LifeSiteNews já resumiu partes desta matéria sobre o envolvimento do Papa Francisco no encobrimento de casos de abuso na Argentina. Mas os autores da Spiegel também fazem um relato de suas conversas com prelados do Vaticano, sem citar seus nomes, mas que falaram de modo bem crítico sobre o Papa Francisco.

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“Não mentirás” – capa de Der Spiegel de 22 de setembro de 2018.

De acordo com a revista, um cardeal não apenas chamou claramente o papa de mentiroso, mas também disse: “Desde o início, não acreditei em uma só palavra dele”. Os comentários da própria Spiegel sobre esse papado, como veremos, também não deixam por menos.

Um dos interlocutores de alto escalão disse à equipe jornalística que, no Vaticano, reina “um clima de medo e incerteza”. “Francisco é muito bom em pôr as coisas em movimento”, disse um prelado alemão, “mas, quando no final sobram apenas resultados vacilantes, isso com certeza não ajuda”. Exemplos de tais vacilações podem ser encontradas, como diz Spiegel, no modo como o Papa Francisco tratou o debate sobre a Comunhão para cônjuges protestantes de católicos. Um cardeal alemão conta à revista sobre mentiras, intrigas, “e um Santo Padre que, ao contrário de qualquer um de seus predecessores, põe em dúvida a verdade da fé”.

Marie Collins, ela própria uma importante vítima de abuso e defensora das vítimas, fala sobre o modo como o papa e o Vaticano lidam com os casos de abuso: “belas palavras em público e [então] ações opostas por detrás de portas fechadas”.

A revista Spiegel comenta que o papa poderia muito bem ter optado por ignorar os “indícios de crimes dentro de seu próprio círculo íntimo”, porque “ele está interessado, devido a uma política de poder, em manter um ou outro cardeal ou bispo em seu ofício” [ndr: ver exemplo aqui]. Aos olhos da revista alemã, “Francisco, coloca-se em uma posição vulnerável”. Ele luta por anos “contra o capitalismo global, mas assim como seus predecessores — tomou somas que chegam a milhões do agora rejeitado cardeal McCarrick, que esse mesmo recebeu de doadores”. “O Papa elogia o valor da família tradicional, mas depois se cerca de conselheiros e colaboradores que vivem o oposto — em uma situação mais ou menos de concubinato com representantes de ambos os sexos”.

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“O papa ainda é o dono da situação?”, pergunta-se a Spiegel. A revista aponta que “a crítica [deste papado], entretanto, vem de um círculo muito maior do que o dos arqui-conservadores conectados globalmente”. Um dos problemas deste Papa, de acordo com a revista, é que “ele é silencioso em assuntos delicados”, tais como o dubia dos quatro cardeais a respeito de sua exortação pós-apostólica Amoris Laetitia, mas também a respeito da petição de 30.000 mulheres que recentemente solicitaram que ele respondesse às questões decorrentes do relatório Viganò. Ele não responde a essas mulheres, permanece mudo, e “deixa sem resposta a acusação de que, desde junho de 2013, ele tinha conhecimento sobre os feitos do molestador de menores, Cardeal McCarrick”.

Ao falar sobre um dos colaboradores mais próximos do papa, o cardeal Reinhard Marx e sua própria arquidiocese de Munique, a revista Der Spiegel aponta para a crise da fé na Baviera. “Uma parte do problema na Arquidiocese, no entanto, é doméstico”, explica. A credibilidade da Igreja ali, acrescenta, está sendo prejudicada pelos fatos de que “um clérigo de alto escalão de Munique coloca descaradamente sua concubina sentada no banco de frente da igreja, e que também nesta cidade, há indignação sobre pastores abertamente homossexuais e sobre um Papa imprevisível”.

“Desde o começo, não acreditei em uma só palavra sua.” São as palavras incisivas de um cardeal dentro dos muros do Vaticano: “Ele prega misericórdia, mas é na verdade uma pessoa fria como gelo, um astuto maquiavélico e, o que é pior — ele mente.”

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OBS > Mente e muito descaradamente, se escuda covardemente atrás de um mito de "santo padre", quando não brica ao dizer "eu sou o diabo", porque ele não é de fato porque não é um anjo caído, mas fala pela boca dele. Cumpre as ordens dele. Gog não é apenas maquiavélico é um tirano, algoz da Igreja de Cristo, que não admite contestação. Gog não é o diabo em pessoa, mas se faz um Deus, que é acima do diabo. Eis o que diz dele o profeta Ezequiel: "Eu sou um deus, sentado num trono divino, no coração do mar". Leia Ezequiel 28, 1-10, que a ele se refere, confirmamos isso.

No mais leia Apocalipse 20, 10 que ali se encontra o destino inexorável dele. (Aarão)

 

 
 
 

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