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25/05/2017
Desastre da mudança de sexo
É alto o índice de suicídios entre os transsexuais, em torno de 41%, quase metade
 

O alto índice de suicídio entre os Transexuais

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A ideologia de gênero é uma Revolução Sexual que  está sendo imposta no mundo inteiro. Isto acontece apesar de inúmeros estudos científicos já terem desmascarado essa farsa, e os resultados de sua prática têm sido desastrosos.

Tal fato se constata, por exemplo, pela proporção de tentativas de suicídios ao longo da vida em todas as idades dos indivíduos transexuais. Estima-se que seja de 41%. É o que revela um estudo publicado no The New Atlantis, um importante relatório intitulado “Sexualidade e Gênero: achados das Ciências Biológica, Psicológica e Social”  de autoria de dois dos principais estudiosos sobre saúde mental e sexualidade da atualidade, que são os Drs. Lawrence Mayer e Paul McHugh.[1]

Cirurgia e hormônios não fazem magicamente o homem se tornar mulher

Apesar das feministas, juntamente com os homossexuais, serem as propulsoras dessa ideologia, elas mesmas são obrigadas a reconhecer os desastres que tem sido a tal “mudança de sexo”. A feminista australiana, Germaine Greer (foto abaixo), numa entrevista à BBC Newsnigth,  chocou a sua comunidade quando, ao comentar o transgenerismo, disse que cirurgia e hormônios não fazem magicamente o homem se tornar mulher. Ela observa que  “um grande número de mulheres não acham que os homens, após a operação,  pareçam ou se assemelham com uma mulher, mas elas não ousam dizê-lo… A propósito,  nem todo o mundo se sente confortável no pós-operatório. Eu tenho achado interessante notar é que a pessoa que aceita o procedimento tem sentido que isto tem sido um desastre.[2]

A feminista tem razão, pois inúmeros são os casos desastrosos que levaram as suas vítimas ao suicídio. Um dos casos que chamou a atenção foi de Mike Penner (foto ao lado), um colunista de Los Angeles Times. Penner se tornou um transexual famoso, conhecido como Christine Daniels, comentarista de esportes.

Penner  tinha um blog chamado “A Mulher do Progresso” que foi uma grande plataforma do ativismo transgênero. Contudo, em 2008, sem explicações, parou com a sua publicação. De repente, o jornalista decidiu deixar de ser “Cristine” e voltou a ser Mike. Um ano depois apareceu morto em seu apartamento. Ele havia cometido suicídio. O seu funeral foi estritamente privado, sem a presença da imprensa e de jornalistas.

“A operação é falsa, não te muda o sexo”

Alan Finch, australiano, durante 17 anos viveu como se fosse uma mulher chamada Helena. A propósito de sua cirurgia,  declarou: “A operação é falsa, não te muda o sexo, isso é biologicamente impossível, te mutilam as genitálias e logo te fazem crer que és mulher, mas isto  é falso. Interiormente, segues sendo homem”.  Ele define a operação de mudança de sexo como “fazer a lipossucção a uma pessoa anoréxica” e disse que depois “o vazio é ainda pior”.

Outro caso que chamou a atenção foi Renée Richards (seu nome de mulher); o seu nome verdadeiro era Richard Raskind (foto ao lado). Ele foi campeão de tênis bastante famoso nos anos 70. A sua fama não deveu apenas por sua destreza na raquete, mas por ter sido uma das primeiras pessoas do mundo a submeter-se à cirurgia de mudança de sexo.[3]

Em uma entrevista à revista “Tennis Magazine”,  em  março de 1999, Richards, arrependido de ter feito tal cirurgia, declarou: “Eu sei profundamente que eu sou uma mulher de segunda classe. Recebo muitas perguntas dos possíveis transexuais, mas não quero que ninguém me mantenha como um exemplo a seguir. Hoje há melhores escolhas, incluindo a medicação para lidar com a compulsão de crossdress e a depressão que vem da confusão de gênero. (…) Recebo um monte de cartas de pessoas que estão considerando ter esta operação … e eu os desencorajo todos”. [4] (os destaques são nossos)

 Não queria ser um monstro, por isso se suicidou

Nathan Verhelst nasceu mulher, na cidade Sint-Niklaas, região flamenga da Bélgica. Em 2009, começou sua terapia para mudança de sexo e depois se submeteu a duas cirurgias em 2012: uma mastectomia e outra para “reconstrução” de órgão masculino.

Aos 44 anos, no dia 30 de setembro de 2013, Nathan optou pela eutanásia (ou seja, suicídio). Os médicos lhe aplicaram uma injeção letal.[5]

Verhelst, em entrevista a um jornal, antes de morrer, disse que ele estava pronto para celebrar seu “novo nascimento” após a operação, mas não gostou da imagem que viu no espelho. “Eu estava desgostoso comigo mesmo. Meu novo tórax não confere com as minhas expectativas e meu novo órgão sexual tem sintomas de rejeição. Eu não quero ser um monstro”, declarou.[6]

Como é de se esperar, os resultados de uma cirurgia de mudança de sexo não correspondem às expectativas de quem opta por essa reprovável prática.

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[1] https://ipco.org.br/ipco/medicos-americanos-desmascaram-a-ideologia-de-genero/#.WRpMPNIrLIV

[2] http://thefederalist.com/2015/10/26/feminist-germaine-greer-on-transgenderism-surgery-hormones-dont-magically-make-you-female/ Acessado em 18 de maio de 2017

[3] https://pt.wikipedia.org/wiki/Ren%C3%A9e_Richards Acessado em 18 de maio de 2017

[4] http://ai.eecs.umich.edu/people/conway/TS/Warning.html Acessado em 18 de maio de 2017

[5] http://www.bbc.com/mundo/noticias/2013/10/131003_eutanasia_belgica_transexual Acessado em 18 de maio de 2017

[6] http://www.dailyxtra.com/world/news-and-ideas/news/belgium-transgender-man-opts-death-euthanasia-failed-surgery-71011 Acessado em 18 de maio de 2017

 

 
 
 

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