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21/09/2016
A face já antiga do rebelde
“As palavras do Papa Bento XVI não me representam, eu nunca teria feito essa citação”.
 
21 SETEMBRO, 2016

Quando Bergoglio filo-islâmico atacava Ratzinger.

Por Fausto Carioti, Libero Quotidiano, 22 de agosto de 2014 | Tradução: FratresInUnum.comUma história de oito anos atrás, ocorrida em Buenos Aires, que ajuda a compreender a posição assumida pelo Papa Francisco sobre o Isis, o “Estado islâmico”, que iniciou uma caçada implacável aos cristãos. Evitando como sempre nomear o Islã e os fanáticos islâmicos, Jorge Mario Bergoglio pediu para “parar o agressor injusto”, mas não “com bombardeios” ou “fazendo a guerra”. Uma escolha que não parece deixar salvação para as vítimas e que é julgada como estéril por muitos: os crentes (incluindo, nestas colunas, Antonio Socci) e os não crentes (como no caso de Massimo Cacciari).

Na verdade, esta intervenção está perfeitamente em linha com as ideias que Bergoglio expressou por muitos anos: sempre pronto para o apaziguamento, para a acomodação aos que, já como papa, recentemente, chamou de “nossos irmãos muçulmanos”. O incidente mais clamoroso remonta precisamente a 2006, imediatamente após o discurso proferido por Joseph Ratzinger, no auditório da Universidade de Regensburg, em 12 de setembro. Naquela ocasião, o papa alemão havia citado uma frase do imperador bizantino Manuel II: “Mostre-me apenas o que Maomé trouxe de novo, e você encontrará somente coisas más e desumanas, como sua ordem de difundir pela espada a fé que ele pregava”. Palavras que, como então Ratzinger explicou, serviam para “evidenciar a relação essencial entre fé e razão”, e que não implicavam em uma idêntica condenação do Islã pelo papa. Mas essa sutileza acadêmica e teológica não foi bem acolhida pelo mundo islâmico, que se jogou em peso contra Ratzinger, o qual também foi ameaçado de morte.

Mas no ataque contra o pontífice estavam, sobretudo, as acusações que lhes lançaram alguns expoentes da Igreja. Entre estes, o então arcebispo de Buenos Aires. O futuro papa evitou falar em primeira pessoa. Quem interveio foi Padre Guillermo Marcó, porta-voz de Bergoglio. Em declarações à edição argentina da revista Newsweek, ele usou de tons duríssimos: ele disse que a declaração de Ratzinger tinha sido muito “infeliz”. E ainda: “As palavras do Papa não me representam, eu nunca teria feito essa citação”. Concluindo: “Se o Papa não reconhece os valores do Islã e tudo permanece assim, em vinte segundos teremos destruído tudo o que foi construído em vinte anos”.

Marcó era quem falava, mas todos sabiam que essas palavras representavam o pensamento do seu superior. Assim, enquanto o papa Bento XVI defendia seu caso perante o mundo islâmico, uma das vozes mais influentes da Igreja latino-americana, de fato, se posicionava do lado dos muçulmanos. Palavras “inéditas”, aquelas do porta-voz de Bergoglio, tanto que dentro dos muros leoninos “por um longo tempo não se falava de outra coisa”, disse um monsenhor ao Clarín, um dos principais jornais argentinos. Ao se ver diante do escândalo, o padre Marcó afirmou ter dito aquelas coisas não como secretário de imprensa de Bergoglio, mas como presidente do Instituto para o Diálogo Interreligoso, outra posição que ocupava.

Uma justificativa nada convincente, tanto que partiu de Roma a pressão sobre o arcebispo para que ele o desmentisse. “Como é possível que seu porta-voz faça declarações semelhantes e Bergoglio não se sinta obrigado a negá-lo e removê-lo imediatamente?”, perguntou ao Clarín uma fonte do Vaticano. O padre, no entanto, permaneceu em seus postos. Foi substituído alguns meses mais tarde, quando quem pediu sua cabeça e por outras razões, foi o ministro do Interior da Argentina, obviamente considerado mais importante do que Bento XVI.

Enquanto isso, o Vaticano havia tirado um dos homens de Bergoglio, o jesuíta Joaquín Piña, do cargo de arcebispo de Puerto Iguazú: Piña tinha divulgado na imprensa opiniões semelhantes às de Marco. O jornal britânico The Telegraph, reconstruindo a história, diz que de Roma alertaram a Bergoglio que ele também seria removido se continuasse a deslegitimar Ratzinger. E Bergoglio reagiu cancelando a viagem que o levaria ao sínodo convocado pelo Papa. O assunto não terminou aí. No dia 22 de fevereiro de 2011, o Núncio Apostólico na Argentina, Dom Adriano Bernardini, lá mesmo em Buenos Aires, fez um sermão de fogo contra os inimigos de Ratzinger. O Santo Padre, disse ele, é vítima de  uma “perseguição”, foi “abandonado por aqueles que se opõem à verdade, mas acima de tudo por alguns sacerdotes e religiosos, não só pelos bispos”. Muitos dos que ele se referia estavam lá, na igreja, bem na frente dele. Bernardini, agora é núncio na Itália e não está listado entre as simpatias do Papa Bergoglio. Compartilhe!

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OBS > Como se pode ver ele já era um rebelde antes de ser eleito, e extamente por ser um rebelde é que a besta o escolheu para a tenebrosa missão que ele assumiu, que ele confabulou para que acontecesse, e que ele assumiu livremente, até porque, como ele bem falou, tem algumas rusgas contra Jesus, pois ele "serve" a Jesus que "nem fala com ele". Assim, quem o acompanha desde o começo, já deve ter montado um dossiê bem fornido, e deve ter informações suficientes não somente para não duvidar que ele é o antipapa que encabeça o enunciado de Apocalipse 13, sobre a besta de dois chifres, como tem argumentos para mostrar aos que ainda duvidam, quem é de fato o Padre Jorge Mário.

De fato, a vingança e a perseguição contra os seus desafetos - e são desafetos todos os que não o aceitam - é marca registrada deste infeliz, que o diga Dom Rogélio Liviéres, de Ciudad de Leste, que o digam os Religiosos da Imaculada, que o diga o Cardeal Burke, e todos os que atrevem a interpor-se em seu caminho. E vem mais chumbo grosso dele por aí! Aguardem! (Aarão)

 

 
 
 

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