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10/07/2016
A religião mundial
Não existe impostura maior que uma religião com muitos deuses!
 

URI instaurando a “religião mundial” com bênção do Papa Francisco?

por Sensus Fidei  18/12/2014 | 3:10 1Postado em Religião MundialSensus fidei

No exato momento em que a reunião de oração ecumênica seguia seu curso no Vaticano, os militantes islâmicos deram início ao sangrento tumulto no Iraque, três semanas mais tarde com a proclamação de um “califado” e uma chamada às armas convocando todos os muçulmanos do mundo

Em Buenos Aires, na Catedral Metropolitana, maio de 2007: Líderes da URI na Argentina se unem com o Bispo Swing e Cardeal Bergoglio, à direita - hoje Papa Francisco - para comemorar o 10º aniversário da primeira reunião da URI na América Latina. O registro do evento pode ser conferido no site da própria URI

Em Buenos Aires, na Catedral Metropolitana, maio de 2007: Líderes da URI na Argentina se unem com o Bispo Swing e Cardeal Bergoglio, à direita – hoje Papa Francisco – para comemorar o 10º aniversário da primeira reunião da URI na América Latina. O registro do evento pode ser conferido no site da própria URI

Sensus fidei: De todas as imposturas, a maior delas é atribuir caráter religioso às utopias globalistas luciferinas que desferem o golpe de misericórdia no que restou da Civilização Cristã e da própria fidelidade a Nosso Senhor Jesus Cristo, seu Evangelho e sua Igreja.

Para desmontar a resistência da esmagadora maioria de pessoas que rechaça essa agenda que promove a demolição de nossa civilização, é imprescindível submetê-las ao engano atuando em um nível mais profundo: o espiritual.

A maçônica e neopagã sincretista “religião mundial”

A naturalista religião maçônica neopagã da Nova Ordem Mundial, fabricada há pelo menos 150 anos, finalmente se materializou em junho de 1997 com o pomposo nome de Organização das Religiões Unidas. Seus membros fundadores foram o bispo da Igreja Episcopal da Califórnia, William Swing, a organização comunista com fachada ambientalista/pacifista Gorbachev Foundation (que mais tarde gerou o Forum Mundial) e da Conferência Mundial sincrética sobre Religião e Paz, atualmente denominada Religiões pela Paz (RFP).

É importante ressaltar que a Fundação Gorbachev dos EUA foi criada como uma operação da inteligência russa em Presidio, uma antiga base militar localizada em São Francisco, meses antes do desmantelamento da URSS. Gorbachev é um grande coordenador da governança mundial e um dos principais defensores do extermínio da população e da destruição da religião. Este marxista-leninista, que agora promove por meio do gradualismo a agenda globalista, reuniu-se mais de uma vez com o Papa João Paulo II e dirigiu reuniões com o pontífice e líderes políticos no Vaticano, em 2000.

A United Religions (URI) é um projeto das Nações Unidas. O principal fundador da URI, o Bispo Swing, defende abertamente o controle populacional e se destaca como influente ativista pró-homossexualismo. Swing é discípulo do ex-padre católico dominicano que foi expulso por suas práticas ocultistas, Rev. Matthew Fox, e que agora atua como “teólogo” da “Nova Espiritualidade” dessa organização globalista.

Ou seja, a retomada da velha Gnose de sempre que ressurge revigorada pós Movimento Nova Era.

Religiões para a Paz é uma organização ocultista internacionalista não governamental das Nações Unidas e está localizada na própria sede das Nações Unidas, em Nova York. É um importante canal “não oficial” do Vaticano para as atividades inter-religiosas, segundo afirma o cardeal Francis Arinze, ex-chefe do Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-religioso.

URI está para as religiões o que a ONU representa para as nações

Atuando juntamente com o neopanteão do paganismo Novus Ordo, o denominado Templo da Compreensão, também com sede da ONU (inacreditavelmente contando com dois papas como membros amigos fundadores, Papa João XXIII e Paulo VI), a URI está para as religiões o que a ONU representa para as nações: “um centro permanente de encontro onde as religiões do mundo se envolvem em oração diária, diálogo e ação para o bem de toda a vida sobre a terra”, e onde promovem a paz entre si “trabalhando em conjunto para a cura da Terra“. Usando a “luz” do paganismo e do ocultismo, pretendem resolver os habituais problemas sociais. Mas o mais importante, é, sobretudo, “uma tentativa de trazer a responsabilidade para o fórum religioso”. Como autoridade religiosa do mundo, seu objetivo é acabar com o “fundamentalismo”, responsável por guerras e conflitos. O teósofo e panteísta teilhardiano Robert Muller, ex-designer e Subsecretário-Geral das Nações Unidas e da Nova Ordem Mundial, declarou que “os sistemas de crença inflexível” do fundamentalismo “desempenham um papel incendiário em conflitos globais”. “A paz será impossível”, disse ele, “sem a domesticação do fundamentalismo através das Religiões Unidas que professam fidelidade apenas à espiritualidade global e a saúde do planeta.” [Inplainsite. Cf. The United Religions Initiative. Cf. New Oxford Review. The United Religions Initiative, A Bridge Back to Gnosticism.]

Com o desenvolvimento orgânico desse movimento a “igreja mundial” tornou-se totalmente funcional em 2000. A conferência “preliminar” de elaboração dos estatutos foi realizada em junho de 1997 na Universidade de Stanford, na Califórnia. Duzentos delegados davam à luz a esse movimento bem como a uma instituição espiritual: as Religiões Unidas. Assim como a Carta das Nações Unidas, a Carta URI foi finalmente assinada em 26 de junho de 2000, durante a Cúpula de seis dias em Pittsburg, Pensilvânia, tornando a igreja mundial uma realidade. Vela lembrar que a data de 26 de junho coincide com o aniversário da assinatura da Carta da ONU. [idem]

Inacreditavelmente a Carta URI sugere que “proselitismo” e a defesa da moral cristã podem ser consideradas ameaças à paz. Este blasfemo evento neopagão, composto quase exclusivamente por seitas pagãs orientais e tribais foi aberto por espiritualistas nativos invocando “o grande espírito“, e foi encerrado por um membro do Conselho Global da URI que realizou uma bênção wiccana (ritual de feitiçaria). Ele invocou Hecate e Hermes, enquanto o apóstata Bispo Swing levantava suas mãos na invocação. [Penn, Lee.False Dawn. págs. 49-50.]

Comungando desse inominável sacrilégio ao Deus Verdadeiro, pelo menos oito “respeitados” padres católicos participaram da Cúpula como apoiadores. O Rev. P. Gerard O’Rourke, Diretor de Assuntos Ecumênicos e Inter-religiosos da Arquidiocese de São Francisco, declarou que lá estava em função oficial. Teólogos progressistas católicos como Hans Küng, estreitamente ligado ao Templo da Compreensão, são apoiantes declarados da URI.

Igreja mundial é financiada por globalistas anticristãos e anticatólicos

Quando rastreamos os financistas por trás da Igreja Mundial deparamo-nos com os globalistas liberais ocidentais eugenistas de sempre: o megabilionário judeu George Soros (que entre outras barbaridades fez dinheiro denunciando seus compatriotas para os nazistas durante a Segunda Guerra), dinastias Rockefeller e Rothschild, Fundação Ford e Carnegie, Bill Gates, etc, etc.

Em uma palestra da Sociedade Teosófica realizada no ano de 1991, em Boston, Bill Lambert, o diretor da Teosofia da Nova Inglaterra, descreveu o plano para o estabelecimento da religião mundial. Segundo ele, conforme as determinações da “hierarquia dos mestres ascensos”, um futuro Papa seria o líder da religião mundial e estabeleceria a última impostura de Satanás que se dará na cidade de Jerusalém. (cf.SecretSocietyindex.Blogspot,Ca).

ArgentinaBergloglio

12 de dezembro de 2012: Imagem fornecida pelo NCI-Emanue El; Arcebispo de Buenos Aires, o cardeal Jorge Mario Bergoglio, à direita, acende o Janukia durante as celebrações do Hanukkah em Buenos Aires, Argentina, À esquerda está o rabino Sergio Bergman, e à direita é o Rabino Alejandro Avruj, do NCI-Emanu El congregação. (AP / NCI-Emanue El)

Passados todos esses anos, o mais assustador é ver a Igreja Católica, após o Concílio Vaticano II, por um lado, mantendo a ortodoxia de seu bimilenar magistério, por outro lado, passando a apoiar contraditórias iniciativas macro ecumênicas que favorecem a agenda da URI. E, agora, de maneira mais apreensiva, na pessoa de seu mais alto representante na terra: o Papa Francisco.

[Arcebispo Jorge Bergóglio, na Argentina, pouco antes de se tornar Papa celebrando um culto com judeus ligados a URI]

Sabemos que o Arcebispo Jorge Bergoglio, apoiou a URI na Argentina, promovendo e participando, inclusive, como concelebrante em seus cultos pan ecumênicos. [The Remnant. Pope Francis and the United Religions Initiative.]

É coisa incomum um Papa se encontrar com qualquer líder mundial três vezes em pouco mais de quatro meses. Mas no último encontro entre o Papa Francisco e Shimon Peres, segundo o jornal Fox News de 14 de setembro de 2014, este foi o mais notável de todos. A notícia diz: “ex-presidente de Israel, Shimon Peres propôs uma nova iniciativa global de paz ao Papa Francisco: a “ONU das Religiões “, desde que a maioria das guerras atuais têm origens religiosas, não nacionalistas”. [Fox News. Israel’s Shimon Peres proposes new peace initiative “UN of Religions” to pope at Vatican visit.] “O que precisamos é de uma organização de Religiões Unidas (…) como a melhor maneira de combater os terroristas que matam em nome da fé”, repetiria Peres em entrevista para a revista católica Famiglia Cristiana.

De fato, tal organização se encaixaria muito bem com o que o Papa vem tentando fazer durante todo o seu pontificado, desdobrando-se para “construir pontes” entre outras religiões.

Orações islâmicas e leituras do Alcorão no Vaticano no Vaticano

Assim, no início deste ano, o Papa autorizou “orações islâmicas e leituras do Alcorão” dentro do Vaticano. Pela primeira vez na história, orações islâmicas e leituras do Alcorão foram ouvidas no Vaticano, em pleno domingo, sob o mandato do próprio Papa Francisco, que acredita inaugurar com isso a paz entre israelenses e palestinos. Francisco havia feito o convite ao presidente de Israel, Shimon Peres e o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, durante sua visita na Jordânia, Israel e Palestina. Abbas, Peres e Francisco realizaram uma cerimônia ecumênica acompanhados por líderes religiosos judeus, cristãos e islâmicos [The Times of Israel. Peres, Abbas to attend Vatican prayer event Sunday.].

Com o líder muçulmano Mahmoud Abbas e o judeu Shimon Peres, rezando juntos em um jardim triangular do Vaticano

Com o líder muçulmano Mahmoud Abbas e o judeu Shimon Peres, rezando juntos em um jardim triangular do Vaticano

Tais iniciativas ecumênicas do Papa Francisco também se estendem no “esforço para derrubar os muros de divisão entre católicos e protes

tantes” em direção dessa mesma ideia de unidade religiosa que atualmente grassa por toda a Igreja de Cristo. Foi o caso do encontro entre católicos e os dois polêmicos líderes protestantes do Texas, Kenneth Copeland e James Robison, um evento que ganhou simpatia e adesão no Movimento Carismático Católico norte-americano.

Observando com atenção, a ideia da “religião mundial” defendida pela URI desde sua fundação e agora ventilada por Peres como “ONU das Religiões”, parece estar sendo meticulosamente orquestrada sob o beneplácito do atual Vigário de Cristo.

O passo-a-passo da agenda globalista para uma religião sinárquica supraconfessional

Conforme denuncia o site Catholic News Family no artigo “Papa Francisco e a Religião Mundial”, podemos ver o passo-a-passo de uma assustadora agenda posta em ação e que pode muito bem ser comparada ao dissolvente gradualismo fabiano.

Vejamos:

  • Em abril de 2013: Peres visita o Papa Francisco. Convidando-o para visitar Jerusalém, “quanto mais cedo melhor”, disse ele, “você tem um papel importante no aumento da confiança e na crença da paz”. [Catholic News Service. Israeli president invites pope to visit Israel, ‘the sooner the better’.]
  • Janeiro de 2014: Papa Francisco anuncia que irá visitar a Terra Santa em maio. [Kerri Lenartowick., 05 de janeiro de 2014.]
  • Fevereiro de 2014: Um grupo inter-religioso argentino criado por Dom Bergoglio é recebido em Israel por Peres, que elogia o Papa, porque “ele tornou a religião em espírito, em vez de uma organização, uma fé mais do que uma igreja”. [Booth e Ruth Eglash, “Na última manhã naTerra Santa, o Papa estende a mão para os muçulmanos, os judeus”, de 26 de maio de 2014.]
  • Maio de 2014: O Papa Francisco visita à Terra Santa. Diante do Muro das Lamentações, ele participa de um abraço em grupo com seus dois companheiros de viagem argentinos, o rabino Abraham Skorka e o líder muçulmano Omar Abud. O porta-voz do Vaticano, Pe. Lombardi, entusiasmado declara: “Eles nos deram um sinal em um lugar importante e sagrado. Esta é uma mensagem importante, que podemos abraçar juntos “. O papa também sublinha a “importância universal e cultural” de Jerusalém, e sua importância para cristãos, muçulmanos e judeus. Antes de sair, Francisco convida Peres e o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, para uma reunião de oração para a paz no Oriente Médio a ser realizada no Vaticano.
  • Apenas duas semanas depois, 08 de junho de 2014, na significativa festa cristã, o Domingo de Pentecostes: os dois presidentes e o Patriarca Ecumênico Bartolomeu participam deste encontro inter-religioso de oração em um gramado triangular no Vaticano, junto com vários membros de alto escalão das Religiões para a Paz. O lugar “neutro” escolhido para a celebração é desprovido de todos os símbolos religiosos. Os participantes católicos testemunham uma clara celebração da religião mundial maçônica em vez de Jesus Cristo e Sua Igreja!
  • 09 de junho de 2014: o Papa Francisco critica “fundamentalismo” no cristianismo, judaísmo e islamismo como “violência”: “Um grupo fundamentalista, mesmo se não atingir qualquer pessoa, é violento. A mentalidade do fundamentalismo é a violência em nome de Deus.”. [“Texto completo da entrevista do Papa Francisco“, 13 de junho de 2014.]
  • 04 de setembro de 2014: Peres compartilha sua “epifania“ com o Papa e pede a ele para dirigir sua visionária Religiões Unidas. O porta-voz do Vaticano revela que esta proposta foi seguida da sincrética reunião de oração ocorrida em junho. Diz ainda que o Papa “sublinhou a mim” que a reunião foi “a abertura de uma porta” para incentivar novas iniciativas “para serem desenvolvidas e seguirem adiante”. [05 de setembro de 2014.

Região evocada no escandaloso culto ecumênico, ao invés de paz explodiu em guerra logo depois

IsraelGaza

Deus verdadeiro não se impressionou e claramente deu mostras de recusar a sacrílega reunião de oração do Vaticano para a paz no Oriente Médio sob as diretrizes da URI. Aquela região, evocada no escandaloso culto ecumênico, ao invés de paz explodiu em guerra logo depois

No entanto, o site católico tradicionalista CFN chama atenção para o fato de que o Deus verdadeiro não se impressionou e claramente deu mostras de recusar a sacrílega reunião de oração do Vaticano para a paz no Oriente Médio sob as diretrizes da URI. Aquela região, evocada no escandaloso culto ecumênico, ao invés de paz explodiu em guerra logo depois. Em 08 de julho, Israel iniciou uma campanha de 50 dias contra Gaza, que matou mais de 2 mil palestinos, a maioria civis. Mortes israelenses somaram seis civis e 67 soldados. [Yara Bayoumy, “‘Caliph’ Calls on all Muslims to Take up Arms”, The Globe and Mail, 2 July 2014, pág. A8.]

No exato momento em que a reunião de oração ecumênica seguia seu curso no Vaticano, os militantes islâmicos deram início ao sangrento tumulto no Iraque, três semanas mais tarde com a proclamação de um “califado” e uma chamada às armas convocando todos os muçulmanos do mundo. Sob o descaso da mídia internacional, intensifica-se, então, o mais hediondo massacre religioso naquela região e a adaga de Maomé, sob a lei de shária, desfere sua milenar carnificina decapitando preferencialmente cristãos e todos aqueles que se recusam a professar sua fé em Alá.

Enquanto o porta-voz do Vaticano mostrava-se satisfeito com o encontro das Religiões para Paz, que simbolizou “a abertura de uma porta”, considerando os massacres que se seguiram à reunião de oração, essa avaliação insensível do Pe. Lombardi implica que a Santa Sé está mais empenhada na formação da religião mundial, do que na verdadeira paz.

De fato, se a paz fosse a sua preocupação, o plano de paz oferecido por Nossa Senhora de Fátima teria sido realizado há muito tempo atrás. E Peres, laureado com o prêmio Nobel da Paz e apontado como uma “cruzado para a paz”, cerca de uma semana depois de iniciada a ofensiva em Gaza, com 200 palestinos e um israelense mortos, descaradamente defendeu as ações da pesada mão de Israel: “Se eles estão atirando em nós, e não deixam que nossas mães e seus filhos … tenham uma noite de sono completa, o que podemos fazer?“ Peres, no entanto, não tem motivos para se ​​preocupar. A Igreja do “mundo unificado” agora tem a bênção oficial do Papa.

O deus da “religião da paz”

OneReligiaoE aqui, mais uma vez, chamo atenção a um dos principais objetivos do blog Sensu fidei que é combater as sutilezas das heresias infiltradas por meio da abertura ao mundo pós CVII: a Teosofia, doutrina criada para disseminar a Gnose, que é a pedra angular do Movimento Nova Era, ou Nova Espiritualidade, que prega a heresia da evolução do universo à divindade. A maçônica Sociedade Teosófica, que é, por sua vez, o alicerce da URI e dos mesmos propósitos da igreja mundial — ou ONU das Religiões — foi fundada pela ocultista russa e criadora do Movimento Nova Era, Helena Petrovna Blavatsky, em Nova Iorque, no ano de 1875.

Ao dirigir suas invocações ao “grande espírito” em suas conferências de cúpula, a URI nada mais faz do que professar sua submissão ao deus da Nova Espiritualidade a quem serve, o Lúcifer teosófico, levando oficialmente adiante em âmbito global o velho plano da Grande Rebelião, deflagrada no limiar do Jardim do Éden.

Desde que a URI foi organizada essencialmente para promover o pan ecumenismo maçônico-gnóstico da Sociedade Teosófica, e desde que a Teosofia prega Lúcifer como o verdadeiro “salvador” e “deus do bem”, uma vez que Jesus imolou-Se afirmando claramente que oferecia sua vida em sacrifício para nos redimir do pecado, perante o Pai, e para nos libertar dos grilhões do demônio, está claro que um culto ecumênico desse nível implica na mais infame negação à proposta de salvação oferecida pelo Deus verdadeiro.

Vemos assim como o naturalismo maçônico e seu ecumenismo neopagão disfarçaram muito bem sua estratégia em promover — ainda que temporariamente — a “abominação da desolação”, conforme o profeta Daniel referiu-se à profanação do Templo de Deus, em Jerusalém, e conforme o próprio Jesus profetizou sobre a mais abominável de todas as profanações, que ocorreria em um tempo futuro, próximo de sua segunda vinda.

 

 
 
 

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