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FAMÍLIA, FUNDAMENTO DA SALVAÇÃO
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13/02/2014
Convertido pela Missa
 
Conversões - Convertido pela Missa
13/2/2014 14:32:15

Conversões - Convertido pela Missa


     CONVERTIDO PELA MISSA     
    http://www.amormariano.com.br/apologetica/a-santa-missa-segundo-um-protestante-convertido/
    A SANTA MISSA , SEGUNDO UM PROTESTANTE CONVERTIDO
 
    NESTA OCASIÃO, TIVE NOTÍCIAS DOS PREJUÍZOS E ESTRAGOS QUE FAZIAM OS LUTERANOS NA FRANÇA, E O QUANTO IA CRESCENDO ESTA DESVENTURADA SEITA .DEU-ME GRANDE AFLIÇÃO, E, COMO SE PUDESSE OU VALESSE ALGUMA COISA, CHORAVA COM O SENHOR, SUPLICANDO-LHE PARA REMEDIAR TANTO MAL. PARECIA-ME QUE MIL VIDAS DARIA EU PARA A SALVAÇÃO DE UMA SÓ ALMA DAS MUITAS QUE ALI SE PERDIAM” – [FONTE : SANTA TERESA D'AVILA , LIVRO “ CAMINHO DE PERFEIÇÃO”]
    Um fato que sempre me chama atenção é a qualidade das conversões protestantes ao catolicismo. Os católicos que se “convertem” em protestantes normalmente saem de um imenso vazio teológico ( para muitos o termo “católico” não dizia muita coisa e por isso deixaram o pouco ou nada que tinham pelo muito pouco que receberam.) Quando os protestantes se convertem em católicos o fazem a partir da descoberta da Verdade e da Igreja, o fazem dentro de um processo racional e lógico, são conquistados pela beleza da verdade que ilumina a inteligência e encanta o coração! Talvez isso explique porque nos Estados Unidos, ( terra do Scott), o catolicismo tem crescido tanto pela conversão de protestantes. Cremos que é quase impossível alguém protestante que estude e pesquise a história da Igreja e sua doutrina, compreendendo exatamente o que a Igreja ensina, que não se torne católico. Os exemplos acontecem às centenas
 
    SEGUE ABAIXO , TEXTO COM O TESTEMUNHO :
 
    “Ali estava eu, incógnito, um ministro protestante à paisana, esgueirando-me nos fundos de uma capela em Milwaukee para participar pela primeira vez da Santa Missa. A curiosidade me arrastara até lá e eu ainda não tinha certeza de que fosse uma curiosidade saudável. Ao estudar os escritos dos primeiros cristãos, encontrei inúmeras referências à “liturgia”, à “Eucaristia”, ao “sacrifício” . Para aqueles primeiros cristãos, separada do acontecimento que os católicos de hoje denominam “missa”, a Bíblia – o livro que eu mais amava – era incompreensível.
    Eu queria entender os cristãos primeiros, mas não tinha nenhuma experiência de liturgia. Por isso, persuadi a mim mesmo a ir ver, como uma espécie de exercício acadêmico, mas jurando o tempo todo que não ia me ajoelhar nem participar de idolatria.
    Sentei-me na obscuridade, em um banco bem no fundo daquela capela no subsolo. À minha frente havia um número considerável de fiéis, homens e mulheres de todas as idades. Impressionaram-me suas reflexões e sua evidente concentração na oração. Então um sino soou e todos se levantaram quando o padre surgiu de uma porta ao lado do altar. Hesitante, permaneci sentado. Durante anos, como calvinista evangélico , fui instruído para acreditar que a missa era o maior sacrilégio que alguém poderia cometer . Tinha aprendido que a missa era um ritual com o propósito de “sacrificar Jesus Cristo outra vez”. Por isso, eu seria um espectador, ficaria sentado, com a Bíblia aberta ao meu lado.
    Entretanto, è medida que a missa prosseguia , alguma coisa me tocou .A Bíblia não estava só ao meu lado. Estava diante de mim – nas palavras da missa! Um versículo era de Isaías, outro dos Salmos, outro de Paulo. A experiência era prodigiosa. Eu queria interromper tudo e gritar: “Ei! Posso explicar o que está acontecendo a partir das Escrituras? Isso é maravilhoso!” Não obstante, mantive minha posição de espectador à parte até que ouvi o sacerdote pronunciar as palavras da consagração :
    “ISTO É O MEU CORPO… ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE”
    Eu senti todas as minhas dúvidas se esvaírem . Quando vi o sacerdote elevar aquela hóstia branca, percebi que uma prece
subiu de meu coração em um sussurro: “Meu Senhor e meu Deus. Sois realmente vós!”.
    A partir daquele ponto, fiquei, por assim dizer, tolhido. Não imaginava uma emoção maior que a que aquelas palavras provocaram em mim . Porém a experiência intensificou-se um momento depois, quando ouvi a congregação repetir : “Cordeiro de Deus… Cordeiro de Deus… Cordeiro de Deus”, e o sacerdote responder: “Eis o Cordeiro de Deus…”, enquanto elevava a hóstia.
    Em menos de um minuto a frase “Cordeiro de Deus” ressoou quatro vezes. Graças a longos anos de estudos bíblicos, percebi imediatamente onde eu estava. Estava no livro do Apocalipse, no qual Jesus é chamado Cordeiro nada menos que vinte e oito vezes em vinte e dois capítulos. Estava na festa de núpcias que João descreve no final do último livro da Bíblia. Estava diante do trono do céu, onde Jesus é saudado para sempre como o Cordeiro. Entretanto, não estava preparado para isso – eu estava na missa!
    Voltei à missa no dia seguinte e no outro dia e no outro. Cada vez que voltava, eu “descobria” mais passagens das Escrituras consumadas diante dos meus olhos . Contudo, naquela capela escura, nenhum livro me era tão visível quanto o da revelação de Jesus Cristo, o Apocalipse, que descreve a adoração dos anjos e santos do céu.
    Como nesse livro, vi, naquela capela, sacerdotes paramentados, um altar, uma assembléia que entoava : “santo, santo, santo”. Vi a fumaça de incenso, ouvi a invocação de anjos e santos; eu mesmo entoava os aleluias, pois me sentia cada vez mais atraído a essa adoração. Continuei a me sentar no último banco com minha Bíblia e mal sabia para onde me voltar – para a ação no Apocalipse ou para a ação no altar, que pareciam cada vez mais ser exatamente a mesma.
    Mergulhei com vigor renovado em meu estudo do cristianismo antigo e descobri que os primeiros bispos, os Padres da Igreja, tinham feito a mesma “descoberta” que eu fazia a cada manhã. Eles consideravam o livro do Apocalipse a chave da liturgia e a liturgia a chave do livro do Apocalipse. Alguma coisa intensa aconteceu com o estudioso e crente que eu era. O livro da Bíblia que eu achava mais desconcertante – o do Apocalipse – agora elucidava as idéias mais fundamentais de minha fé : a idéia da aliança como elo sagrado da família de Deus. ALÉM DISSO, A AÇÃO QUE EU CONSIDERAVA A MAIOR DAS BLASFÊMIAS – A MISSA – AGORA SE REVELAVA O ACONTECIMENTO QUE RATIFICOU A ALIANÇA DE DEUS : “ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA”.
    Eu estava aturdido com a novidade de tudo aquilo. Durante anos tentei compreender o livro do Apocalipse como uma espécie de mensagem codificada a respeito do fim do mundo, a respeito do culto no céu distante, a respeito de algo que, em sua maioria, os cristãos não poderiam experimentar aqui na terra. Agora, depois de duas semanas de comparecimento diário à Missa, eu me via querendo levantar durante a liturgia e dizer : “Ei, pessoal. Quero lhes mostrar onde vocês estão no livro do Apocalipse! Consultem o capítulo 4, versículo 8. Agora mesmo vocês estão no céu”.
    No céu agora mesmo! Os Padres da Igreja mostraram que essa descoberta não era minha. Pregaram a respeito há mais de mil anos. Entretanto, eu estava convencido de que merecia o crédito pela redescoberta da relação entre a missa e o livro do Apocalipse . Reflita nestas palavras sobre a Sagrada Liturgia :
    Na liturgia terrena, antegozando, participamos da liturgia celeste, que se celebra na cidade santa de Jerusalém, para a qual, peregrinos, nos encaminhamos. Lá, Cristo está sentado à direita de Deus, ministro do santuário e do tabernáculo verdadeiro; com toda a milícia do exército celestial entoamos um hino de glória ao Senhor e, venerando a memória dos Santos, esperamos fazer parte da sociedade deles; suspiramos pelo Salvador, Nosso Senhor Jesus Cristo, até que ele, nossa vida, se manifeste, e nós apareçamos com ele na glória.
&
nbsp;   ESPERE UM POUCO. ISSO É CÉU. NÃO, ISSO É A MISSA. NÃO, É O LIVRO DO APOCALIPSE. ESPERE UM POUCO: ISSO É TUDO O QUE ESTÁ ACIMA.
    Esforcei-me bastante para ir devagar, cautelosamente, com o cuidado de evitar os perigos aos quais os convertidos são suscetíveis , pois eu estava depressa me convertendo à fé católica . Contudo, essa descoberta não era produto de uma imaginação super excitada ; ERA O ENSINAMENTO SOLENE DE UM CONCÍLIO DA IGREJA CATÓLICA.
    O livro do Apocalipse tratava de Alguém que estava por vir. Tratava de Jesus Cristo e sua “segunda vinda”, a forma como, em geral, os cristãos traduziram a palavra grega parousia.
    Depois de passar horas e horas naquela capela de Milwaukee, em 1985, aprendi que aquele Alguém era O MESMO JESUS CRISTO QUE O SACERDOTE CATÓLICO ERGUIA NA HÓSTIA . SE OS CRISTÃOS PRIMITIVOS ESTAVAM CERTOS, EU SABIA QUE, NAQUELE EXATO MOMENTO, O CÉU TOCAVA A TERRA. “MEU SENHOR E MEU DEUS. SOIS REALMENTE VÓS!” - [Scott Hahn, O Banquete do Cordeiro, A missa segundo um convertido, Pgs 21-25. São Paulo: Edições Loyola, 2002].
    “Nem por um instante, tive a menor vacilação em minha fé na Igreja Católica desde que fui recebido em seu seio. Sustento, e sempre venho sustentando, que o Romano Pontífice é o centro da unidade e o Vigário de Cristo, e… tenho uma fé diáfana em seu Credo e em todos os seus artigos; uma adesão suprema a sua liturgia, sua disciplina e seus ensinamentos; e um ardente desejo e esperança contra toda a esperança de que muitos amigos queridos que deixei no Protestantismo possam participar de minha felicidade.
    Sendo este o estado de minhas crenças, seria supérfluo acrescentar que não tenho intenção (nem tive jamais) de deixar a Igreja Católica para voltar ao Protestantismo.
    Declaro professar ex animo, com um sentimento absoluto, interno e deliberado, que o Protestantismo é a religião mais desoladora que cabe pensar, que apenas a imagem de um serviço anglicano me provoca calafríos e somente o pensamento dos Trinta e Nove artigos me provoca ondas de suor frio. Voltar a Igreja de Inglaterra? Nunca. ‘Se rompeu as redes e somos livres’. Seria louco se em minha velhice abandonasse a terra que ‘mana leite e mel’ pela cidade da confusão e o reino da escravidão” –
    [6 de julho de 1862 , JOHN HENRY NEWMAN, SUYO CON AFECTO: AUTOBIOGRAFIA EPISTOLAR, ediciones ENCUENTRO]
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    Obs> Estes testemunhos de conversão, que aliás estão acontecendo ao milhares, são deveras edificantes e precisam ser lidos e divulgados, porque se trata não de católicos que finalmente entenderam uma parcela da grande Verdade de Deus, mas de pessoas que se achavam distantes da Verdade - e portanto, de Deus - o que o fazem com espantosa e arrepiante CONVICÇÃO.
    De fato, existem entre os protestantes e Evangélicos, milhares de estudiosos das Sagradas Escrituras, e digo que, em média, eles são proporcionalmente mais ativos em sua leitura do que os católicos. Há ditos católicos - infelizmente a sua imensa maioria - que estão na Igreja apenas de nome ou por modismo, porque nada entendem sobre ela, sobre a Sã Doutrina e os Sacramentos.
    O que me espanta ao ler tais textos é que estes convertidos conseguem ver os Mistérios da nossa Fé com uma profundidade tão espantosa, que a maioria de nós católicos não consegue viver e perceber. Esta ligação que o autor faz, entre a Santa Missa e o Apocalipse, eu fui aprender aqui, não de outros livros católicos. E ele tem razão!
    O que percebo nestas grandes conversões dos protestantes é que ela se dá a partir do momento em que o Espírito Santo os desvia do mesmismo da heresia arrogante e cega que eles aprenderam desde o berço, de uma falsa fé que sembra crescer mais combatendo os católicos do que seguindo a Jesus Cristo - portanto fundada no ódio e não no AMOR - partindo para o estudo
dos primórdios da nossa Igreja.
    De fato, ali eles percebem, que a Igreja Católica é a de sempre, não mais uma fundada mais tarde. Percebem que os escritos dos nossos primeiros doutores já falavam em tudo aquilo que aplicamos em nossa liturgia e em nossos ritos, e que os Sacramentos são realidades espantosas e não meros sinais. Percebem enfim que nós tratamos na Santa Missa com Deus Vivo, com Ele Mesmo, não apenas com um pedaço de pão e um pouco de vinho como eles, que são apenas artifícios simbólicos. Como nós poderemos praticar ecumenismo com eles, deixando de lado a verdade que este Ex Pastor descobriu, trocando a nossa Santa Missa pelo escalofriante culto dos protestantes em geral? Jesus jamais aceitará isso!
    Em textos como este eu consigo perceber imediatamente a força do Espírito Santo e a presença dele, até porque desde quando comecei a minha verdadeira conversão, o que me levou a ela não foram as Escrituras em si, nem a Igreja em si, que mesmo frio eu vivi sempre, mas o fato de encontrar em alguns textos a "pena" de Deus, escrevendo pelas mãos de determinados autores. A Bíblia eu a lia desde sempre, mas descobrir estes escritos santos, foi o que me mostrou um Deus atual, próximo, vivo e atuante, que continua conversando com os homens. Pude ver que Jesus e Maria não estavam lá dois mil anos trás, mas hoje, agora, aqui.
    É por isso que, quando começo a ler uma mensagem de profecia atual, sinto logo por alguma força inexplicável se aquela mensagem é celeste, ou se está contaminada pela cabeça do homem. Mas muito mais bonito e edificante é quando percebemos a força de Deus vencendo estas pessoas, que na realidade amavam sua falsa igreja e a respiravam, assim como a Bíblia, quando caem diante da verdade. É espetacular ver estes "tombos", e que eles sejam ainda milhares.
    Valorizemos, até o limite de nossas forças, até a extensão máxima do nosso entendimento, até a mais profunda explosão do nosso amor, a SANTA MISSA, porque quem fizer isso, ganhará como prêmio o NOVO REINO do amor. Vale a pena esforçar-se, mas sempre tendo a consciência de que, por maior que seja o nosso esforço, nunca conseguiremos vasculhar e viver todo este mistério espantoso na sua profundidade: um DEUS VIVO, que é alimento ETERNO!


 
 
 

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