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FAMÍLIA, FUNDAMENTO DA SALVAÇÃO
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20/11/2007
História de amor
 
Conversões - História de amor
20/11/2007 07:32:42
Conversões - História de amor

HISTÓRIA DE AMOR

Apresentamos abaixo uma síntese da conversão de um protestante e de sua esposa, dos quais já colocamos textos na internet. São milhares os que pensam e estudam voltar a unidade e fidelidade com a Igreja Católica, aceitando-a na íntegra, com nosso Papa, nossos Dogmas, nossa Tradição e nosso Catecismo e Sacramentos. E isso sem qualquer exigência em troca. Sim, e com Maria, nossa Mãezinha querida!

De fato conversões como a deste estudioso, levaram muitos protestantes a entender que Lutero estava errado, e que a Igreja Católica sempre esteve certa. Acredito também que a libertação de Lutero, do Purgatório, que aconteceu há algum tempo atrás, deva estar contribuindo para isso. Como já falei, em 12 países consta que mais de 400 mil protestantes estudam o retorno tão esperado e querido por Deus.

Deus seja louvado por eles. Afinal, a tempestade vem, e há lugar para todos na única barca que chegará ao porto seguro. As outras afundarão ou serão feitas em pedaços! Em breve!

DE UMA HISTÓRIA DE DETETIVE A UMA HISTÓRIA DE AMOR

Scott e Kimberly Hahn

O escritor francês Charles Péguy dizia, que o dois seriam os verdadeiros aventureiros do século XX. O relato a seguir dá uma pequena idéia sobre uma aventura palpitante: um casal encontra a Igreja católica , contra todas as resistências interiores e exteriores, apesar de todas as angústias e temores – pois o Espírito é irresistível.


SCOTT HAHN em sua juventude perde todo o interesse em sua igreja. Sua vida segue morro abaixo, como ele mesmo diz. A mudança decisiva surgiu pelo empenho de um grupo “Young Life” de uma igreja livre: “pouco antes do final de meu segundo ano do High School tive uma experiência transformadora da graça de Deus na conversão. No ano seguinte vivenciei a efusão do Espírito Santo de maneira bem pessoal de um modo transformador. O acontecimento deixou em mim uma fome insaciável pelas Sagradas Escrituras.” Ele começa, com muito empenho a estudar a teologia de Lutero e Zwingli, quando desenvolveu uma forte aversão à Igreja Católica. Durante seus estudos no Grove City College conheceu Kimberly, com quem dirigiu, por dois anos, grupos do “Young Life.

KIMBERLY KIRK, cresceu em uma família presbiteriana profundamente religiosa, já muito cedo escolhe Jesus como seu salvador. Também ela tem fome pela Palavra de Deus, que ela quer ler estudar e decorar. Seu desejo profundo era, como seu pai, ser pastora. Durante seus estudos de teologia, no entanto, chegou à conclusão que a ordenação de mulheres não é bíblica. Ela procura por outros meios dedicar-se ao Senhor. Decidiu-se então pelo casamento com Scott, casando-se em 1979.

Duas semanas após o casamento entram ambos no seminário teológico de uma igreja livre. Kimberly inscreve-se no curso de Ética Cristã, no qual estuda a fundo a prevenção da concepção. Descobriu que até 1930 todas as igrejas cristãs eram unânimes na proibição da contracepção. Kimberly então aceita esse ensinamento: “católico ou não, isso é verdadeiro. ‘Jogamos assim todos os nossos anticoncepcionais no lixo e começamos a confiar ao Senhor nossos planos de família.’ Primeiro praticamos por alguns meses o planejamento natural, depois decidimos estar bem abertos, para quando Deus quisesse nos abençoar com nova vida.”

Para Scott o estudo tornou-se uma espécie de história de detetive: “eu procurava nas Escrituras indícios do cristianismo legítimo. Onde estaria a Bíblia sendo ensinada e vivida fielmente? Eu sabia que, onde isso estava acontecendo, era lá que Deus queria que eu estivesse – para ser professor para sempre.”

Essa sincera e honesta busca pela verdade o leva à revelação de um dos princípios básicos do protestantismo: “descobri que São Paulo em nenhum lugar ensinou que seríamos justificados apenas pela fé! Sola fide não era bíblico! ... para mim
foi uma descoberta traumática, ter que dizer agora que nesse ponto Lutero estava completamente errado.” A descoberta importante seguinte Scott fez como pastor de uma comunidade presbiteriana em Virgínia. Estudando a carta aos hebreus e o evangelho de São João, conscientizei-me que a liturgia e os sacramentos representavam uma parte essencial na vida da família de Deus.

Para meu sobressalto e espanto percebi que a Igreja Católica Romana, que eu rejeitava totalmente, estava apresentando uma resposta correta a cada uma das perguntas que eu colocava. A próxima surpresa teve quando um de seus alunos perguntou: onde a Bíblia ensina que as Escrituras são a nossa única autoridade na fé? “Como não conseguia responder, perguntou a um de seus antigos professores de Teologia que lhe respondeu: “a Bíblia não diz explicitamente que ela é a única autoridade para o cristão. Para nós isso é uma premissa teológica, nosso ponto de partida, mas não é uma conclusão comprovada.

Em Virgínia nasce o primeiro filho, Miguel. Para Kimberly isso representa o ‘verão’ da realização de seus sonhos! Pouco depois vem o ‘outono’, no qual os ventos da mudança começam a soprar. A família volta para o Grove City College, onde Scott, como assistente do Diretor, teria mais tempo para aprofundar suas perguntas que o pressionam. Nesse momento chegou a suas mãos a biblioteca de um padre recentemente falecido, e ele então devora aproximadamente duzentos livros de Teologia Católica. Decide então freqüentar um curso na Universidade Católica de Pittsburgh: “todas as semanas eu ia para lá para acompanhar os seminários.

Algumas vezes eu era o único protestante e o único estudante que defendia o Papa João Paulo II. Parecia loucura! Eu era colocado em uma situação em que tinha que explicar a sacerdotes o quanto a fé estava baseada nas Escrituras, principalmente na Teologia da Unidade. Quando nesse período alguém, anonimamente, lhe passa um rosário de plástico, ele se recolhe em seu gabinete e reza: “Maria, se Tu és a metade do que a Igreja Católica diz a Teu respeito, apresenta por mim esses pedidos diante do Senhor, que me parecem impossíveis. Tendo sido atendido em seus pedidos, começou a rezar diariamente o rosário e com isso sua compreensão das Escrituras foram se aprofundando ainda mais. Ele descobre a ‘Lógica do Amor’ na contemplação dos mistérios da fé.

KIMBERLY espera conseguir, sem sucesso, que a troca de idéias com amigos protestantes poderiam afastar Scott de uma conversão iminente. Scott muda cada vez mais, enquanto Kimberly não quer mudar: “a base da confiança em nosso casamento estava profundamente abalada. Foi o início do “inverno” em minha alma . Eu sentia que perdia a alegria no Senhor. “Afora alguns momentos ela não voltava, e isso por cinco anos”. No livro um capítulo inteiro está impregnado dessa escuridão interior em seu relacionamento com Deus e seu esposo Scott.

O último impulso para a conversão de Scott foi uma experiência forte e pessoal nas primeiras Missas que ele arrisca assistir: “dentro de uma ou duas semanas eu havia sido conquistado. Não sei como dizê-lo, eu havia me apaixonado perdidamente em Nosso Senhor na Eucaristia” Na vigília da Páscoa de 1986, em Milwaukee ele foi aceito na Igreja Católica; é isso para ele foi como um retorno ao lar na grande família de Deus.

Resta agora comunicar como também Kimberly se abriu para a vontade do Pai. O impulso decisivo foi uma conversa ao telefone com seu pai:” ele me pergunta: Kimberly, você ainda reza a oração que eu rezo todos os dias? Você diz: “Senhor, eu quero ir para onde queres que eu vá; quero fazer o que Tu queres que eu faça; quero dizer o que Tu queres que eu diga; e eu quero me desligar daquilo que Tu queres que eu me desligue?” – ‘Não, papai, isso eu não tenho rezado nesses dias.’ – Tu não estás rezando isso?!’ disse ele assustado. – ‘Papai, temo que, se eu fizer essa oração, eu deverei tornar-me católica.’ ‘Kimberly, não creio que essa oração significa que tu devas te tornar católica. Isso significa mais
, que Jesus Cristo, ou é o Senhor de tua vida ou, definitivamente Ele não é teu Senhor...abra-Lhe teu coração - tu podes confiar n’Ele.” Quando ela finalmente está preparada, entrega todas as conseqüências para Deus, e experimenta uma alegria muito nova para encarar as perguntas discutíveis ocupando-se delas. Assim acontece uma nova “primavera”, uma “reconciliação romântica” com Scott na vigília da Páscoa de 1990.
O testemunho de ambos se espalha hoje por todo o mundo.


Extraído, com a devida autorização, do livro: Hahn, Scott und Kimberly: Unser Weg nach Rom (Nosso caminho a Roma). Stein am Rhein, Editora Christiana, 2000 (2. ed. ISBN 3-7171-1069-1

Tradução e gentileza de Sigrid Pereira. Obrigado a ela!





 
 
 

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