Sejam Bem Vindos! Que Deus vos abençoe!

Página dedicada aos que amam as almas do Purgatório.
FAMÍLIA, FUNDAMENTO DA SALVAÇÃO
Documento sem título



 
 
02/08/2019
Levei um golpe! Ou mil?
Volto a escrever um pouco para matar as saudades. Confiado na Mãe de Deus!
 

Os que nos acompanham nestes 20 anos de trabalho com os Livros do Movimento Salvai Almas, não fazem a mínima ideia da imensidão da batalha que foi para nós, mandar mais de um milhão de livros, mais de um milhão de terços, mais de 700 mil escapulários, e, calculo mais de 20 milhões de santinhos, mais de 100 mil lencinhos de Nossa Senhora e mais de um metro cúbico de pétalas de rosa para o Óleo de São Rafael, e tudo a preços ridículos se comparado ao que os autores cobram em livros normais, e muitos grátis aos sacerdotes. E a muitos outros!

Isso movimentou uma fortuna que em dinheiro de hoje deve passar dos 3 milhões de reais na minha conta, milagre primeiro é que o Coaf nunca tenha me pegado. Como eu nunca pedi para as pessoas pagarem e mandei tudo, sempre, em confiança, não tenho certeza de quantas pessoas me ficaram devendo, quem sabe nem sempre conscientes em enganar e sim por puro esquecimento, o fato é que eu só posso creditar ao acompanhamento zeloso de nossa Mãe do Céu, o não ter falido.

E claro, minha eterna gratidão a todos aqueles que, convocados por Ela, supriram sempre as faltas de pagamento, de modo que terminei a tarefa não devendo nada a ninguém. Digo, também, que zelei tanto por esta causa que jamais utilizei do dinheiro dos livros para projetos pessoais, tanto que não construí mais nada nestes anos, para minha família. Meus filhos me pediram mil vezes, me suplicaram, que eu aumentasse em apenas um real o preço de cada livro, mas eu segui sempre a ordem da Mãe, em confiança cega e sempre deu certo. Eu teria então ganho mais de um milhão de reais!... Mas foi bem ao contrário!

Conto agora alguns dos golpes que levei nestes anos, mas não no sentido de denúncia – até porque não citarei nomes, apenas situações – e tudo apenas com vistas a mostrar o quanto a Mãe de Deus me ajudou neste imenso trabalho, que tomou mais de 17 anos de minha vida. Humanamente analisando, qualquer tentativa de achar que houve mérito de minha parte se torna ridícula, porque, também humanamente falando é praticamente impossível que uma pessoa faça tudo isso sozinho, sem que uma força superior o ampare. Não somente tendo que arrumar, mensalmente, uma pequena fortuna para pagar tudo em dia, como poder pagar, não tendo praticamente nenhum lucro nestas vendas e levando golpes. Vamos a alguns, para mostrar como efetivamente a Mãe agia...

Certa vez eu enviei uma caixa enorme, com 300 livros, através de uma Transportadora, que sem eu saber estava em processo falimentar, e não deu outra. A caixa ficou por tempos no depósito da Transportadora e pelo que sei os funcionários, sem receber os salários, sequestraram os livros e venderam. De fato, a Mãe disse que “Deus fez uma boa obra com estes livros”, ou seja, chegaram às mãos de pessoas que leram e frutos foram produzidos.

Outro caso marcante, foi o de um senhor do Rio de Janeiro, que residia próximo do Maracanã, que me fez um pedido de material, em torno de 4,5 mil reais. Ele me contou uma bela história, me deu o endereço e eu confiei nele, quando pelo google vi que a casa do endereço dele, tinha até piscina na cobertura, como desconfiar? Como deu o dia do pagamento e ele não quitou a dívida, telefonei para o número dele, e uma senhora disse que, infelizmente, ele não estava, porque tinha ido à Itália, parece que no enterro da sua mãe. Mas deixou mais um pedido de 1,5 mil reais, que ele pagaria quando voltasse. Desconfiado desta história eu recorri ao Cláudio e a Mãe disse para não enviar, porque era golpe. Penso que ele era o caseiro, não o dono da mansão... Falando em Rio de Janeiro...

Aconteceu que no auge da nossa divulgação, cinco senhoras do Rio de Janeiro se dizendo ricas e cheias de mil promessas, me fizeram cada uma um imenso pedido de livros, terços e escapulários, lencinhos, pétalas para o Óleo de São Rafael, santinhos, num valor que aos preços de hoje não fica por menos de 300 mil reais. Eu fiquei pasmo com aquele montante – mas feliz em poder atendê-las – e por ser um valor muito alto eu recorri ao Cláudio pedindo a ele que perguntasse para Nossa Senhora se eu deveria mandar aquele volume todo, e a resposta da Mãe foi:

- Sim, porque elas desejam doar isso como presente de Natal para muitas pessoas.

Uma das senhoras, meu único contato com elas, líder do grupo, muito simpática e da qual eu sentia ter um bondoso e lindo coração, fez o pedido por todas, de forma individualizada, falando de como elas evangelizavam, de como iam a eventos católicos e faziam pedidos imensos de livros e material e divulgavam na cidade, e também que ficara muito emocionada com nosso Movimento Salvai Almas e amara nosso material por ser muito barato, e assim poderia atingir milhares de pessoas. Pedia apenas que não a lográssemos porque se tratava de pessoas sérias, e me falou de um caso em que tinham mandado adiantado 15 mil reais para uma Rede de TV, e não receberam o material.

Depois da resposta positiva, eu me embrenhei da tarefa de arrumar tudo o mais rápido possível. Fiz pedidos enormes de terços e escapulários, editamos rapidamente os livros que faltavam de tal forma que, apenas na Gráfica Odorizzi, eu fiquei com uma dívida de 237 mil reais, não só destes pedidos, mas também dos outros livros que já seguiam o curso natural. Só de pétalas de rosas para o Óleo de São Rafael foi uma sacada. Não imagina o leitor a minha felicidade de poder enviar tudo isso. De fato deu quase um caminhão de material, e o frete até o Rio de Janeiro saiu caríssimo, mais de quatro mil reais.

Resultado, alguns dias antes de Natal eu consegui enviar tudo, entretanto, para minha infelicidade e de todo este lindo projeto, no dia antes em que a transportadora chegou lá a senhora responsável pelos pedidos de todas, teve um AVC, e no dia da chegada do pedido ela faleceu, dia antes do Natal. Tinha-me dito ela que já havia comprado um grande volume de sacolas para fazer os kits que pretendiam entregar, e assim a coisa pareceu entrar em colapso. Era sem dúvida uma pessoa séria e honesta!

Quem me comunicou o falecimento dela, foi sua sobrinha, que tinha sido feita herdeira da fortuna da senhora em quem eu confiava e representava as outras amigas. Tinha-me dito a senhora – vou deixar fora os nomes delas porque ainda tenho tudo registrado – que era solteira, não tinha filhos nem parentes diretos, e tinha doado para esta sobrinha, ainda em vida, uma Escola (não me lembro do que) e ela herdou então o apartamento e outras propriedades, além de joias, dinheiro e outros bens, tendo, portanto ficado muito rica.

Quando esta sobrinha me falou da morte da tia, e eu lhe falei do imenso pedido de livros que estava ali na Transportadora para ser retirado, e lhe expliquei tudo direitinho, o que ela me fez foi algo e me disse é algo além da maldade, inenarrável e chocante: Olha, senhor Aarão, eu não tenho nada a ver com os negócios da minha tia, e não vou me envolver com isso. Eu estou programando a viagem de uma volta ao mundo e daqui um ano, quando eu voltar, se o senhor tiver algo ainda a me cobrar me fale. Por favor, devolva o material. Assim, seca, dura, maligna!

Eu conseguira já antes o e-mail de contato então de uma as outras quatro senhoras e soube daquela que me pediu os livros, que elas eram realmente muito abastadas, que em conjunto tinham casas na Europa, me parece Suécia e França, além de outros investimentos conjuntos no Brasil. Esta outra me disse então que a tal sobrinha, ao saber que a tia tinha falecido, vendeu às pressas o apartamento – para a tal viagem ao redor do mundo – e que se elas não tivessem as chaves do apartamento da falecida, não teriam recuperado as joias, obras de arte e dinheiro que estavam no apartamento, antes de o novo dono tomar posse. A insensata vendeu sem saber o que tinha dentro! Elas com isso tudo e eu com uma dívida imensa... Que fazer?

Só por Deus que não entrei em parafuso. Como eu teria de sacar mais quatro mil reais para trazer de volta o material, além de ficar na terrível expectativa de não poder pagar, e não tinha o dinheiro do frete me vi numa situação muito angustiante. Nos dias que seguiram, eu tinha aqui no escritório uma quantidade enorme de caixas com milhares de cartas que já havia recebido e respondido através dos anos, além de material que me mandaram e papéis em quantidade que não me serviam mais, então pedi ao Cláudio se Nossa Senhora me autorizava a queimar o material e ela disse sim, e rezasse enquanto queimava, eu acredito que era mais de 200 quilos de material.

Eu coloquei tudo isso na camionete e me dirigi para as terras da família, distante da cidade, e coloquei fogo no material. Como se tratava a maioria de cartas, de escritos meus e de assuntos que eu não desejava que deixassem de queimar, arrumei uma longa vara de eucalipto para ficar distante da fogueira – o calor era muito alto – e ia rezando enquanto revolvia o material, porque o papel colado, sendo madeira, queima devagar igual a um tronco de pau, e isso poderia levar dias, porque a pilha tinha mais de um metro de meio de altura.

Que aconteceu? Eu estava com o coração muito magoado com a tal sobrinha, e tinha o coração opresso quanto a isso enquanto rezava. Mas olhando para a fogueira, vi que enquanto eu revolvia as folhas, algumas eram inflamadas e saíam voando rumo às alturas, porém todas caiam já apagadas no solo. Entretanto, uma das folhas, subiu bem alto nos céus, uns 30 metros de altura, e achei interessante que ela tinha queimado só uma beirada, e entre tantos milhares, esta foi a única que não queimou totalmente, ficando a flutuar.

Interessante é que eu precisava mudar constantemente de local, por causa dos canais de vento que mudavam de direção – acho que levou mais de duas horas até tudo estar em cinzas – e percebi que aquela folha, que não queimara, mesmo estando o vento contrário, começou a bailar no ar, e veio descendo, e veio descendo, sempre bailando, e chegou exatamente em minhas mãos, sem que eu precisasse mudar um passo,  era como se tivesse recebido um recado de alguém: na folha, queimada em apenas uma beiradinha, estava escrito em letra feminina:  - Se você fizer isso eu vou ficar muito feliz.

Imediatamente, em espírito, eu percebi que se tratava de um pedido da falecida, desde o Céu. Voltei para casa meditando nisso e resolvi arriscar. Temos no Rio de Janeiro um menino muito valente, chamado Bruno, muito pobre, mas um tremendo divulgador. Ele é, até hoje, o nosso maior divulgador de livros, embora tudo grátis. Quando estive no Rio eu o fui visitar percebi que tinha nos pés um velho tênis furado. Contou-me que ele e seus amigos enchiam suas sacolas de material, e iam pelas ruas, morros, favelas, pontos de ônibus, até em meretrícios divulgar os livros. Estas são joias raras, que infelizmente depois disso não consegui mais atender.

Que fez o Bruno? Conseguiu com um sacerdote amigo, um espaço no salão paroquial da comunidade, para armazenar aquela imensa quantidade de material, e com a aprovação dele, conseguiu junto com seus amigos divulgar tudo, isso com o tempo. Mais tarde, perguntando mais uma vez ao Cláudio, através dele a Mãe disse que “esta foi a única forma que Deus encontrou para colocar todo aquele material” naquela cidade. De fato, enquanto na cidade de São Paulo eu tinha no cadastro mais de MIL divulgadores, no Rio de Janeiro nunca chegaram a cem.

Mas quanto a mim, o que me restou foi uma monumental dívida, porque apenas na Gráfica eu devia mais de 237 mil reais, fora os outros materiais. O Américo, dono da Gráfica, tinha me sustentado nos atrasos deste muitos anos, mas neste momento sua família o chamou à razão, porque eles não poderiam bancar aquela conta. Recorri então, mais uma vez à Nossa Senhora que disse: Pede ao Américo mais prazo, que eu te ajudarei a pagar. Pois a Gráfica aceitou a proposta, calculou os juros, e eu jamais atrasei a uma parcela. Entre outras dividas, naquele tempo, minha conta mensal passava de 70 mil reais. Pagamos tudo.

Que aconteceu? A cada prestação um pequeno milagre acontecia. Uma senhora fazendeira, ia levando ao banco 25 mil reais para depositar, e na viagem de carro até na cidade, uma voz lhe disse: deposita este dinheiro para o Aarão... E ela obedeceu e depositou! E eu paguei a prestação! Outra senhora de São Paulo disse que tinha 30 mil reais, e sentiu que deveria me mandar, e mandou... E assim foi, por sete meses seguidos, sempre que faltava dinheiro alguém me depositava a quantia, SEM EU PEDIR.

De fato, foram muitas as ajudas que recebi, digo, miraculosas. Num Domingo à tarde eu subia a escada da minha casa para ir rezar com Dulce na capelinha, quando tocou o telefone. Eu atendi e era um médico de São Paulo que me contou o seguinte: Eu e minha esposa, um ano e meio atrás, adotamos um menino que foi abandonado no hospital, entretanto ele tem um problema, que nenhuma medicina resolve. Já tentamos de tudo, mas é só escurecer e ele começa a gritar, fica arregalado e não dorme. Então nos revezamos à noite, minha esposa, eu e nossa empregada, cada um carregando ele por três horas no colo porque fica de olhos arregalados e grita se não estiver no colo. (Certamente um caso de rejeição, pelo abandono dele na hora do nascimento, quem sabe uma gravidez toda de rejeição).

Que mais me disse ele: Veja, eu soube que vocês têm aí no Movimento, o Óleo de São Rafael, um lencinho tocado por Nossa Senhora e um kit de pétalas para o Óleo Sagrado. Se você me mandar 100 kits, como estes três produtos, eu lhe vou mandar 10 mil reais. Ao que eu lhe disse: O que? Dez mil? Mas não me vai custar nem 100 reis inclusive com os correios. Não importa, disse ele, se você me prometer eu remeto a quantia.

Claro que prometi e mesmo na segunda feira eu fiz os vidrinhos com o óleo, os lencinhos e as pétalas, as coloquei numa caixa e mandei a ele. Que aconteceu nesta segunda bendita? Por volta das 9 horas, meu filho Gustavo que cuida do dinheiro da família e das duplicatas, chegou a mim e disse apavorado: Pai, nós temos hoje o vencimento e três duplicatas no valor de 9.500,00 reais, mas não temos nem um centavo na conta.

Eu simplesmente disse a ele, com a maior naturalidade para testá-lo: Ó, filho, vamos confiar em Deus que Ele proverá! Aí ele gritou comigo>: confiar em Deus, pai? Dinheiro não cai do Céu! Eu sei filho, mas esta conta é Dele.

Exatamente à 10:00 horas, quando abrem os bancos, eu consultei a conta e lá estavam os 10 mil que o médico me prometera. Esperei um pouco e pelas 11:00 horas disse ao Gustavo: Filho, vai lá dar uma conferida na conta, quem sabe alguém depositou? Que nada, pai, já disse que dinheiro não cai do Céu! Mas foi!

Minutos depois ele volta e me disse todo espantado: Pai, quem foi o louco que depositou 10 mil na conta? Ao que lhe respondi muito seriamente> Foi Deus, filho! Foi Deus!

Devo esclarecer que, uma semana depois, o mesmo médico me telefonou dizendo: quando chegou o material, nós demos as cinco gotinhas de óleo de São Rafael para ele, colocamos o lencinho sob sua cabeça no travesseiro e foi a PRIMEIRA NOITE em todo este tempo que ele dormiu a noite inteira sem nosso colo.

Conto mais uma: Nossa Mãe tinha mandando nós comprarmos uma camionete nova para as viagens com ela por este Brasil, e assim fizemos, com a promessa de que ela nos ajudaria a pagar as prestações, porque sem isso nós jamais conseguiríamos. Mas Deus preparou tudo, e conseguimos comprar, aquela que meus filhos diziam ser “a mais bonita do Brasil”, exatamente esta que ela tinha mandado comprar. Ocorre que ela estava pelo menos cinco vezes acima da nossa capacidade de pagar. Compramos!

E fomos pagando, mês a mês a prestação, e viajando – fiz mais de 300 mil Km com ela apenas para as coisas do Céu – entretanto, num dos meses, faltando apenas 10 minutos para fechar o banco percebi que faltava 300 reais para cobrir a prestação e que pela primeira vez atrasaríamos um pagamento.

Que fiz! Subi para a capelinha, e apenas disse isso para Jesus: Olha, faltam 300 reais e hoje vamos atrasar a prestação pela primeira vez! Pois não demorou um minuto, quando eu desci e entrava no Escritório pela porta dos fundos, pela da frente entrava um senhor e nós nos encontramos no meio da sala e ele me disse: Aqui estão 300 reais que lhe devo, faz seis meses, por favor, me desculpe o atraso! E assim foi sempre, e foi com o caso do Rio de Janeiro. Lá os livros foram divulgados e com certeza Deus fez uma boa obra com eles. Num mês mandamos 22.087 livros apenas o número 1.

Voltando um pouco ao caso do Rio de Janeiro, tempos atrás, de repente eu recebi um contato de uma das tais senhoras, onde me faziam uma proposta mirabolante. Elas me pediam, como VOTO DE CONFIANÇA: que eu mandasse para o Bruno, mais 30 mil de reais em material, que elas me pagariam este valor e me prometeram que uma nova amiga delas, esposa de um riquíssimo empresário a nível nacional, dono das Casas S... muito amiga delas tinha, me daria, em três pagamentos, um valor que era 15 vezes mais do que elas me deviam.

Aí eu pensei com meus botões: Voto de confiança eu? Já não tinham me tomado que chega? Desconfiei! De fato, voto de confiança merecia é eu que confiei nelas... E inclusive disse isso claramente a elas.  Recorri como sempre ao Cláudio e desta vez a Mãe disse para NÃO mandar. E foi o que fiz! Não mandei! Mas fiquei a ver navios até hoje, porque nunca mais tive contato com ninguém. Acaso Deus também esqueceu? E pergunto ao leitor: se estivesse em meu lugar perdoaria a dívida?

Isso até dias atrás, quando eu estava na Santa Missa, de repente desfiaram diante dos meus olhos, o rosto de quatro senhoras idosas, e de imediato eu percebi que se tratava daquelas que nos devem esta conta, as senhoras do Rio de Janeiro, que ainda estão vivas hoje. Como sempre, recorrendo ao Cláudio, Nossa Mãe disse que, SIM, eu vira o rosto das quatro senhoras, e disse: Elas estão muito envergonhadas, mas agora não podem pagar! Deus proveu, mas elas continuam me devendo! Não devem para mim, mas para Deus, porque esta obra é Dele.

Naturalmente que levei outros golpes, como o de um jovem, que se dizia amigos de muitos padres e até de um bispo, que foi me pedindo muito material – calculei na época mais de 30 mil reais – padres de diferentes municípios e comunidades, e eu fui mandando sem questionar. Como aqui o fluxo de caixa decaiu eu desconfiei dele, e por um padre dos que verdadeiramente pediam livros e material, soube que o jovem doava alguns livros, vendia outros e fazia festas com os amigos. Quando o questionei ele confessou, e prometeu me pagar 200 reais por mês porque estava desempregado e a Mãe disse para aceitar... acho que pagou apenas um mês.

Resumindo, aqui com meus botões, acredito que em dinheiro de hoje e aos preços atuais dos livros, a conta dos golpes que levei por gente que não pagou não ficam por menos de 500 mil reais. Mas eu tive tanto cuidado com eles, tanto zelei pelo trabalho, que três anos atrás quando entreguei o trabalho de divulgação para o Américo, dono da Gráfica Odorizzi, todos os livros já pagos, que ele me devolveu eu apliquei na Morada do Pai Eterno, a casa que construí num sítio da família de meu pai falecido, na parte que me cabe da herança. Nada para minha família!

Ou seja: nunca faltou dinheiro para pagar e para a questão específica dos livros, jamais precisei pedir dinheiro emprestado para livros, porque sempre a Providência Divina supriu os golpes que levei. Claro, ainda hoje, passados mais de três anos, vez por outra surge um pequeno depósito na conta, e alguém me diz: perdão faz muitos anos que pedi livros e na hora não consegui pagar. Tanto que eu sempre disse para meu filho Gustavo que reclamava das duplicatas: filho, no final, nós seremos devedores de Deus! Ele jamais deixará ser superado em generosidade!

O presente artigo na verdade tem um alvo nas senhoras ricas do Rio de Janeiro: quem sabe o Espírito Santo as faça voltar na história, lembrando que isso não se faz com alguém que nelas confiou? Em contrapartida – e como não cito nomes – deixo a elas o exemplo de uma simples faxineira de escola, que ganhando apenas um salário mínimo, nos divulgou em mais de três mil livros, sem nunca ter atrasado pagamento ou deixado de pagar. E o negativo, de uma senhora riquíssima, de família dona de uma rede de grandes supermercados, que pediu apenas 10 livros e reclamou duramente do preço dos correios.

E assim eu teria mil histórias, mas deixo algumas para que todos saibam o quanto a Mãe de Deus cuidou de nosso trabalho, e para que todos saibam que, se ela agiu assim é porque nossos livros são bons, precisam ainda ser divulgados, para que o povo católico possa acordar para as realidades deste tempo, que é final. Tenho mais dois livros esperando a ordem Dela para pisarmos fundo, porque é chegada a hora da última batalha.

Com o tempo devo falar e mais alguns milagres que nos aconteceram nos livros! Muito obrigado, mil vezes obrigado, a todos os que, convidados pela Mãe, gratuida e desinteressadamente colaboraram para que os mil golpes sofridos, se transformassem em bênçãos, e na realização de uma bela obra. O Pai vos recompensará!(Aarão)

 

 
 
 

Artigo Visto: 608 - Impresso: 2 - Enviado: 0

ATENÇÃO! Todos os artigos disponíveis neste sítio são de livre cópia e difusão desde que sempre sejam citados a fonte www.recadosdoaarao.com.br

 

 
Visitas Únicas Hoje: 633 - Total Visitas Únicas: 3.513.511 Usuários online: 49