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FAMÍLIA, FUNDAMENTO DA SALVAÇÃO
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18/03/2018
Combatendo os algozes da Eucaristia
A Santa Missa Verdadeira repete o MESMO ATO DA CRUZ, não é outro ato, não é um teatro, nem é uma ceia memorial.
 

Amigos leitores: segue abaixo um texto do herético “conic” comentado por mim, no intermédio da cada um dos parágrafos, para que possa ser confrontada a mentira que estes maus católicos junto com a seitas pregam, com a realidade. Como se tratam de comentários diretos e duros, coloquei em oração antes, pedindo para a Mãe se o deveria divulgar, e a resposta foi sim. Porque estamos chegando ao fragor da batalha e na defesa intransigente da Verdade, na defesa de Jesus Eucaristia, ninguém poderá alegar falta de caridade ou de respeito contra quem tenta fulminar Jesus Eucaristia e derrubar todos os sacrários da terra, com fazem os membros desta associação perigosa para a fé. Exatamente porque, quem prega a mentira não tem caridade cristã, nem respeito pelas coisas de Deus. Os meus comentários estarão sempre precedidos da palavra A VERDADE.

É muito importante que todos os verdadeiros católicos se informem bem, para então poderem bem informar, porque o ataque deles contra a Eucaristia se intensifica, e logo a Missa será mudada com o cínico motivo agradar aos protestantes. Fontes que partem de dentro do Vaticano – porque nada há de oculto que não venha a ser revelado – falam que a nova missa ecumênica se chamará “santa memória”, que será imposta em todo mundo católico, com ameaça de excomunhão dos padres que não aceitarem uma falsa missa sem consagração, e sendo concelebrada por padres e pastores e pastoras protestantes. Isso não é falso, porque já se alastra por toda a Europa rebelde e já caminhando para o paganismo. Então é preciso estar atento a todos os detalhes, porque é nas entrelinhas que o inimigo se esconde. Atentem para as diferenças do que eles planejam e a realidade da nossa sempre e unicamente Santa Igreja Católica.

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DOCUMENTO

HOSPITALIDADE EUCARÍSTICA

                    Introdução

     Nós, representantes das igrejas-membros do CONIC, reunidos em um Seminário sobre hospitalidade eucarística, queremos - a partir de textos previamente elaborados pelas representações oficiais das igrejas-membros e pelo assessor, e das contribuições derivadas do debate em plenário - compartilhar os resultados dessas reflexões.

                  Entendemos por hospitalidade eucarística a acolhida de membros de outras denominações na ceia celebrada sob responsabilidade de uma das igrejas.A hospitalidade eucarística é, hoje, um primeiro degrau na escalada da fraternidade ecumênica que hão de percorrer juntas nossas igrejas até que cheguem, num futuro que esperamos próximo, à intercomunhão e  concelebração.

A VERDADE: Não se precisaria ir mais longe para derrubar tudo o que vem a seguir. Jamais haverá um todo mundo católico uma “intercomunhão” ou uma “concelebração” de diferentes credos com a Santa Igreja. Alguns podem até celebrar isso, mas contra a vontade de Deus e em desafio a Ele. A UNIDADE pedida por Jesus deve ser feita exclusivamente em torno DELE e de SUA ÚNICA IGREJA, A CATÓLICA, o que exclui definitivamente qualquer intercomunhão e concelebração. Ou se se vai pela via de Cristo, ou do anticristo, sem possibilidade de qualquer acordo. Os católicos querem SANTA MISSA, os protestantes querem ceia. Por isso mudam o nome para “santa ceia” e assim cai por terra o sagrado, fica o profano e abominável diante de Deus. Ou o todo é um só em Jesus, ou é fracionado em torno do grande inimigo.

                 I - Questões doutrinárias        

                 Nas questões doutrinárias, verificamos as seguintes convergências:

                  - Presença real de Cristo na Ceia. Nenhuma igreja defende uma doutrina da presença meramente simbólica de Cristo na Eucaristia, mas sim real e sacramental. Há, é verdade, diversas formas de expressar a presença real de Cristo, mas todas realçam que quem participa da Mesa do Senhor recebe o próprio Cristo, para perdão dos pecados e nova vida.

A VERDADE: Nem todas as seitas protestantes aceitam a presença real de Cristo na Sagrada Eucaristia e é falso que existem formas diversas de expressar a presença Real de Cristo. Falso também que todo aquele que participa da mesa, recebe o próprio Cristo. Somente os padres católicos consagram, e somente a fórmula católica realiza o Milagre da Presença. E Jesus somente está na Igreja Católica, a única que é UNA, a única que é SANTA, a única que congrega em si TUDO o que é necessário para a salvação das almas, a única que tem 2000 anos e está presente em todo mundo. Uma mera bênção não se equipara à Consagração Católica e por isso ceia dos protestantes não perdoa pecados, nem é alimento para a vida eterna, e não salva ninguém. É mero alimento que se come, e se morre, como Jesus falou em João 6. Então todo aquele protestante que se aproxima da Eucaristia, come e bebe a própria condenação.

                 - 0 conceito de "sacrifício". 0 aspecto sacrificial constitui uma dimensão inerente e irrenunciável da Santa Ceia. No entanto, não se entende esta como a repetição do único sacrifício redentor de Cristo, feito uma vez por todas e todo suficiente, nem mesmo como uma justaposição do sacrifício de Cristo, da Igreja e de seus membros.

A VERDADE: A Santa Missa Verdadeira repete o MESMO ATO DA CRUZ, não é outro ato, nem é um teatro representativo. Isso leva ao “memorial” já definição protestante, que se infiltrou na Igreja. A Santa Missa Católica é antes de tudo, Sacrifício é Cruz, é Corpo sendo esmagado por todo tipo de tortura e é Sangue derramado até a última gota. Recebe-se então o Corpo e o Sangue de Cristo para a Vida Eterna. A ceia protestante é apenas ceia, ela esquece a Cruz porque o protestantismo é porta larga e odeia a Cruz. Na Missa católica o pão é Corpo e é Sangue de Cristo, na ceia protestante, apenas pão e vinho, cujos restos se jogam fora ao final.

                 - Concepção celebrativa. Há uma superação de concepções meramente celebrativas. Na Santa Ceia há o dom do próprio Cristo, que se entregou "por nós" e se oferece "a nos", transformando e alimentando as pessoas e a comunidade cristã que vêm à Ceia do Senhor em fé e em consciência de seu pecado. Em consequência, há um enriquecimento das celebrações, com o resgate de valiosos elementos litúrgicos; provenientes da Igreja Antiga, como, por exemplo, a "epiclese" (invocação do Espírito Santo).

A VERDADE: A Santa Missa difere totalmente da SANTA CEIA protestante. Cristo está na Santa Missa, Cristo É a Santa Missa, Cristo é a Eucaristia viva. Ele JAMAIS esteve nas santas ceias protestantes, ou seria anátema. Ali tem só pão e vinho, cujos restos vão ao lixo no final. Na Católica o Corpo do Senhor é guardado nos Sacrários com todo zelo e carinho. Não adianta aos ditos evangélicos e protestantes terem noção dos seus pecados, importa é que a ceia deles não os perdoa. Até porque se acham automaticamente remidos, sem a Confissão Sacramental, outro Mistério que as seitas abominam. E não adianta de nada eles invocarem ao Espírito Santo, porque ele não vem nem os atende, porque não é espírito de confusão, de divisão e de anátema.

                 - Transubstanciação. Ainda que não se possa afirmar estar de todo superado o dissenso na questão em tomo desse termo, é possível dizer que ele já se deslocou para a periferia das considerações doutrinarias acerca da Eucaristia. Teólogos católicos entendem o termo transubstanciação como uma fórmula filosófica adequada para determinado tempo e lugar e que visava a realçar precisamente a presença de Cristo na Santa Ceia. Dada a precariedade das formulações teológicas do mistério da presença real, é legítima a diversidade de expressões do mistério, como transparece até na variedade de designações do sacramento no NT. Pode-se afirmar, portanto, que o dissenso aqui não precisa constituir-se em razão impeditiva para a hospitalidade eucarística.

A VERDADE: A Verdadeira Igreja Católica para sempre ensinará o mistério da Real Mudança das espécies consagradas  – pão e vinho - no Corpo e no Sangue do Senhor. E a transubstanciação não é assunto periférico, é CENTRAL em nossa vida  nunca deixará de ser. E a transubstanciação não é uma fórmula filosófica adotada para certos tempos – mas ultrapassada, diriam eles – e sim o maior milagre da terra, que se perpetua todos os dias, mais de 100 mil vezes em toda a terra, onde se celebram Missas. E é MENTIRA muito teológica que existe diversidade na expressão deste mistério. EUCARISTIA é JESUS VIVO, único, real e VERDADEIRO, embora misticamente oculto aos nossos olhos, que somente a Igreja Católica tem. É alimento de salvação eterna, não de morte!

                 - Ministério. As igrejas passam a observar com mais rigor que o celebrar, administrar ou presidir a Santa Ceia é uma das funções essenciais do ministério especial ordenado, e não por último como sinal de unidade. Para algumas de nossas igrejas a questão do não reconhecimento da validade do ministério de outras igrejas ainda é o ponto chave que impede o reconhecimento da validade da celebração da Ceia do Senhor presidida por ministros/as ordenados/as de outras tradições. Não obstante, há esforços para superação do problema, no sentido de buscar formas de reconhecimento mútuo do ministério ordenado. Para além disso, seria oportuno refletir sobre a possibilidade de fazer distinção entre a compreensão da Ceia do Senhor em si e a questão específica do ministério.

A VERDADE: Antes de qualquer tergiversação é o Sacramento da Ordem, católico, que dá ao sacerdote católico, o poder de celebram na Pessoa de Cristo, e é por ele que o Espírito Santo atua no milagre. Portanto nenhum pastor protestante recebe de Deus este poder. Seguindo, a Santa Missa SACRIFÍCIO é Católica, e santa ceia memorial é protestante, uma nada tem a ver com a outra. Na primeira o Pão é para a vida Eterna, na segunda é pão da vida terrena. MAIS: a ceia protestante, se for equiparada ao Sacrifício da Missa torna-se a abominação predita por Daniel, algo que está sendo hoje tramado no vaticano. A ceia protestante é abominável diante do Senhor, porque pretende ser igual à Missa Sacrifício, e não tem validade alguma para a salvação das almas nem remissão dos pecados.

                - Eucaristia e unidade. A eucaristia não é apenas a culminância da unidade, mas a fonte dela. Por isso, a celebração eucarística deve expressar e fortalecer essa unidade como sinal antecipatório da unidade plena. Podemos afirmar não ser verdadeiramente plena a celebração da unidade na eucaristia enquanto irmãs/ãos da mesma fé, em Cristo batizados, não possam partilhar da mesma Ceia.

A VERDADE: A unidade plena, somente será conseguida e aceita pelo Senhor, quando ela se der em torno da Santa Missa Católica, celebrada unicamente pelo Padre Católico sem nenhuma incorporação inventada pelos adeptos de Lutero, sem nenhuma referência a ceia memorial, porque Jesus é o ponto culminante e a Cruz vem antes da tal ceia. Lutero odiava a Cruz, porque odiava Cristo e ensinou a odiar a Missa Católica. Fora da unidade na católica, sem NENHUMA concessão, sem ceder nem um só milímetro, não se fala de ecumenismo e sim entreguismo vendilhão, em capitulação, em venda comercial da Igreja Santa e nunca pecadora, para os seguidores de Lutero, como a Mãe previu ao Padre Gobbi: Acolhendo a doutrina protestante se dirá que a Missa não é Sacrifício mas ceia.

                II Desafios pastorais

                As convergências doutrinárias acima mencionadas apontam para os desafios pastorais, tais como: Reconhecendo que a eucaristia normalmente é celebrada na própria igreja, há ocasiões em que é possível e recomendável a hospitalidade eucarística. Não podemos, contudo, deixar de levar em conta que, para o bom convívio entre as igrejas, devem ser respeitadas as normas de cada uma.

A VERDADE: Toda esta balela de “hospitalidade eucarística” é uma farsa, um subterfúgio para esconder a real intenção deles de que é destruir o Sacrifício Real de Cristo, em troca de uma ceia de confraternização, muito ecumenicamente abominável. Já disse e repito: Cristo é a Missa! Não é em si o ato da Comunhão o cerne da Missa, mas a repetição de todo o Calvário e da Vida de Cristo, que culmina com a Crucificação e Morte, e a entrega do Seu Corpo como nosso alimento. Uma simples bênção protestante jamais mudará o pão no Corpo de Jesus, porque o Espírito Santo não entra em templos protestantes: ali são apenas homens e mulheres com suas doutrinas. Nos templos protestantes e evangélicos se MENTE em nome de Cristo, de Sua Doutrina e a respeito da Sua Única Igreja, e disso o Espírito Santo jamais participa. JAMAIS! E ai de quem participar destas abomináveis concelebrações ecumênicas. Veja: eles malignamente falam em “hospitalidade eucarística”, e não em “hospitalidade ceistica” (inventei este termo agora), não somente como equiparando uma a outra, mas rebaixando a Eucaristia ao nível de pão comum. O grande desafio pastoral hoje é defender Jesus Eucaristia, como nós O vivemos por 2000 anos, se preciso com a vida.

                  Há situações reais de vida que recomendariam a participação na mesma Mesa Eucarística. No entanto, as pessoas se veem, às vezes, impossibilitadas de fazê-Io, como, por exemplo, em áreas geográficas não atendidas pela própria igreja; em casamentos mistos; em relações familiares de pertença a diferentes igrejas; em atividades intereclesiais; e em tantas outras. Por outro lado, já existem orientações oficiais de várias igrejas que permitiriam uma abertura maior, quanto a esse acolhimento mútuo.

A VERDADE: Não existe a possibilidade de qualquer participante de seita, seja lá o cristo que ela diga seguir, comungar na Santa Missa, sem o cometimento de sacrilégio, porque isso em primeiro lugar exige a aceitação da realidade, em segundo a confissão sacramental. Se nem mesmo o batismo protestante é válido diante de Deus – Jesus os batiza por desejo na hora da morte, mas vivem como pagãos – eles não podem participar deste Santo Sacramento, que exige preparação. Porque quem não reconhece isso, come a bebe a própria condenação, disse são Paulo. Ademais, casamentos mistos e famílias divididas em diferentes igrejas, sempre resultam em DESASTRE, senão antes, com certeza no momento da educação religiosa dos filhos: em qual serão instruídos! Sempre que eu fui consultado sobre esta situação eu desaconselhei tais casamentos. Mais ainda, eles se prendem na falsa premissa de defesa de minorias, enquanto deixam de lado o gigantismo dos grupos nas cidades que não recebem a devida atenção.

                  As igrejas têm demonstrado mais facilidade em admitir uma eventual participação de membros de outras igrejas em suas celebrações eucarísticas do que em animar seus membros para a participação em outras igrejas.

A VERDADE: se um padre católico incentivar seus prosélitos a frequentarem outras seitas, estará sendo um pastor do inimigo e um servo do anticristo. E pastor algum vai fazer isso com os seus, porque pode que o dízimo gordo caia na concorrente e então o prejuízo é dobrado: pede um fiel e perde uma receita! Ecumenismo válido é apenas aquele que visa trazer de volta para a única Verdade, os que dela se afastaram, e isso sem ceder um milímetro da Bíblia e do Catecismo Católico. E ademais, em especial entre as ditas “igrejas” evangélicas, tudo gira em torno da arrecadação. Não nos metam junto neste charco de esterco. NO covil dos novos ladrões dos templos.

                  Algumas diferenças doutrinarias que dificultam a superação dos dissensos acerca da Ceia do Senhor tem origens históricas, culturais, sociais, políticas e econômicas, antes do que teológicas. Maior conhecimento e explicitação dessas condicionantes podem ajudar na superação das barreiras à hospitalidade eucarística recíproca, expressando-se, assim, a grandeza da unidade no respeito à diversidade. Recomendamos às igrejas que. promovam seminários, ou eventos similares, partilhados com as igrejas-irmãs, com vistas a esse objetivo.

A VERDADE: Em Cristo Jesus não pode haver litígio, nem se pode falar em “diferenças doutrinárias” porque Ele nos conclamou a uma unidade, criou uma só Igreja, pregou um só Batismo, conclamou todos a uma só fé, e ensinou apenas SIM ou NÃO, porque tudo o mais vem do diabo. MAIS: jamais haverá uma unidade Santa e aprovada por Deus, na diversidade de credos. A única unidade na diversidade que vejo entre as diferentes igrejas, é quando nas localidades mistas, eles se reúnem para uma festa de igreja, comer churrasco e beber cerveja alegremente juntos... sem falar em Jesus Cristo! Porque na hora do culto é cada um na sua. Outro ponto chave: a grande farsa deste tipo de “conic” é que este desejo de ecumenismo é mais coisa de teóricos em Deus que encabeçam suas seitas, porque se perguntar direto aos prosélitos verdadeiros, nem os protestantes querem ser católicos, nem os bons católicos, em multidões extremas, querem se filhos de Lutero.

                 Tendo experimentado, em nosso convívio nestes dias, a importância de ouvirmos uns aos outros, sugerimos às igrejas que promovam, em nível regional e local, eventos em que seja possível a continuidade desse diálogo. Merecem ser acolhidas práticas locais já existentes de hospitalidade eucarística recíproca, ou mesmo de celebrações conjuntas, na esperança de que, ao longo do processo, elas se universalizem e sejam assumidas atitudes e realizados gestos concretos, que antecipem a unidade mais plena e abrangente que as igrejas almejam.

A VERDADE: Este tipo de unidade, e este tipo de hospitalidade eucarística na mentira, jamais se irão universalizar, porque esta é a abominação da desolação predita por Daniel, e sobre ela Deus agirá muito brevemente. E o Brasil destes encontros de vendilhões do templo, está na mira de Deus, aguardem só o que nos acontecerá. Estas coisas atiçam a ira divina, e Deus irá agir duramente para que estas pessoas acordem. Quando acontecer, saibam que é por isso! Os culpados são estes vendilhões da nossa Santa Igreja, que se ajoelham miseravelmente diante de Lutero.

                 Propomos que se incentive a prática da hospitalidade eucarística para satisfazer as necessidades pastorais de membros de nossas e de outras igrejas, numa era ecumênica e numa sociedade pluralista e de mobilidade em escala mundial. Oportunidades de ação conjunta estão a indicar a possibilidade de ensaio de hospitalidade eucarística, respeitando sempre os sentimentos e a consciência dos participantes.

                Isoladamente, nenhuma igreja cristã é depositária da fé nem capaz de cumprir a missão de Cristo, menos ainda de realizar a universalidade do Evangelho. Todas e cada uma necessitam umas das outras. 0 nosso serviço é a paz. Na luta pela paz, expressamos nossa proximidade de Cristo e uns dos outros.

A VERDADE: Este é o “bolo da cereja” e merece ser moído a dentadas. Se nenhuma igreja é depositária de todos os tesouros que salvam, então Jesus Cristo foi um relapso enquanto o bêbado Lutero foi um benfeitor, um salvador, porque O veio corrigir. Este conceito é diabólico, e esta “teologia” vem do mentiroso. SOMENTE a Santa Igreja, Católica, Apostólica, Romana, sob Pedro em Sua Santidade o Papa Bento XVI, com toda a sua Sã Doutrina, seus Dogmas, seus Mandamentos, sua Tradição, seus concílios dogmáticos, sua Devoção a Maria e seu culto aos Santos, seu Rosário, e com seus sete Sacramentos possui SIM, a totalidade e a integridade perfeita de tudo aquilo que salva, sendo, portanto, a única fiel depositária da fé. Nós não precisamos, e dispensamos muito atenciosa e ecumenicamente os conselhos e a falsa doutrina de Lutero, venham eles de qualquer das mais de 50 mil seitas derivadas dele, porque são cópias rasuradas e meramente humanas das leis que salvam. E o Conic não me representa.

    Temos esperança que as direções administrativas das igrejas, ao receberam este e outros documentos similares, os divulguem nas comunidades sob sua responsabilidade.  Constatamos, por último, as limitações de um relatório da natureza deste, incapaz, certamente, de expressar a multiplicidade dos significados implícitos na teologia da Ceia do Senhor, bem como as convergências alcançadas, que nos motivam e comprometem a buscar, partindo da hospitalidade eucarística, a expressão visível e plena da unidade que já temos em Cristo.

A VERDADE: Toda a “teologia” sobre a Eucaristia se resume nisso: ISTO É O MEU CORPO... ISSO É O MEU SANGUE, pronunciado por um padre católico legalmente ordenado, recebido pelo fiel como Sacramento, em estado de graça, consciente do Que recebe, conforme manda a Santa Madre e Amada Igreja Católica. O resto que tende para as seitas não é “teológico” porque a verdadeira teologia é aquela que não transige da única Verdade, da qual UNICAMENTE a Igreja Católica e guardiã e fiel dispensadora. Não foi Jesus quem criou esta diversidade de credos e seitas, e sim o inimigo das almas, que odeia profundamente Jesus Eucaristia.

Finalmente, irmãos/ãs, "em toda humildade e mansidão, com paciência, suportai-vos uns aos outros no amor; aplicai-vos a guardar a unidade do espírito pelo vínculo da paz. Há um só corpo e um só Espírito, do mesmo modo que a vossa vocação vos chamou a urna só esperança; um só Senhor, uma só fé, um só batismo; um só Deus e Pai de todos, que reina sobre todos, age por meio de todos e permanece em todos." Ef 4.2-6

TERMINANDO: Quem trama por tais encontros, trama contra Cristo e é anticristo. Nossa Santa Igreja Católica passou 1530 anos, sustentada pelo Sangue Preciosíssimo de Nosso Senhor Jesus Cristo vertido nas Santas Missas, com participação inegável do sangue de milhões de mártires católicos, até que um serventuário do inimigo, assassino, beberrão, falastrão e desbocado por nome de Martinho Lutero, veio fundar a sua “igreja”, contestando o Sangue de Cristo, e desprezando o sangue dos Mártires e fazendo novos mártires! E vem ele depois dizer que pão comum também salva?

Hoje se fala tanto de Lutero, como um grande “reformador”, como se tudo o que veio antes dele devesse ser abandonado, seguindo-se apenas o que ele pregou, no que o transformam em outro cristo. Mas se eu disser que este “reformador” odiava à Santa Missa Católica, você continuará achando que foi reforma o que ele introduziu? Veja a declaração de Lutero: "Quando a Missa tiver sido subvertida, eu estou convencido de que com ela teremos subvertido o papismo... (...) Declaro que todos os prostíbulos, os homicídios, os roubos, os assassinatos e os adultérios são menos malvados que esta abominação que é a Missa dos Papas". Então percebeu agora que é isso que o “conic” deseja? Rebaixar a Eucaristia ao nível deste conceito abominável de Lutero.

Que definitivamente se entenda isso: TUDO aquilo que é bom, santo, de origem divina, agradável a Deus e necessário para a salvação das almas, SEMPRE esteve, ESTÁ agora e estará PARA TODO O SEMPRE, na sua totalidade e integridade, SOMENTE na ÚNICA IGREJA fundada por Jesus Cristo, a Sua UNA E SANTA, CATÓLICA E APOSTÓLICA IGREJA, sem a necessidade de qualquer ensinamento, doutrina ou proposição de qualquer protestantismo ou derivado. TUDO o que eles alegam ter de bom, já está, sempre esteve e estará sempre na nossa IGREJA. Basta seguir com fidelidade e não contestar com rebeldia. E TUDO o que eles alegam ter de bom que nós não temos, de fato não é próprio nem necessário para nossa salvação, porque Jesus não deixou nem uma só lacuna no Seu precioso ensinamento, ou teria falhado. Lúcifer também achou que Deus tinha falhado na criação do homem, e veja onde foi parar com sua rebeldia.

Meu apelo aos verdadeiros católicos é este: jamais divulguem como válidos os documentos que partem deste CONIC, porque como se pode ver ele é herético! Com absoluta certeza satanás foi inspirado por satanás. Que os rebeldes voltem para o sei da única MÃE verdadeira, humildes, contritos e arrependidos, sem qualquer exigência ou imposição por mínima que seja. Então falaremos sobre ecumenismo, e haverá em fim a verdadeira hospitalidade eucarística. Ele ela não é ceia! (Aarão)

 

 

 

 

 

             

 

 

 
 
 

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