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FAMÍLIA, FUNDAMENTO DA SALVAÇÃO
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02/05/2016
Alerta aos homens
Um chamado da Igreja, para que voltem a ser pais, filhos, irmãos e católicos de verdade!
 

Homens, confessem-se agora mesmo!

Diocese nos Estados Unidos reage a “crise da masculinidade” e lança campanha para chamar os homens de volta aos lares e à vida da Igreja.

Fonte > https://padrepauloricardo.org/blog/homens-confessem-se-agora-mesmo?utm_content=buffer18b6a&utm_medium=social&utm_source=facebook.com&utm_campaign=buffer

"Homens, confessem-se agora mesmo!" É o apelo de um bispo dos Estados Unidos, que iniciou em setembro de 2015 um movimento para trazer os homens de volta à vida da Igreja e encorajá-los a responderem ao seu chamado de pais, esposos, filhos e irmãos.

A iniciativa de Thomas Olmsted, bispo da cidade de Phoenix, no Arizona, deu origem a uma exortação apostólica intitulada Into the Breach ("Na Brecha", lit.), que convoca os homens à batalha espiritual que acontece todos os dias à sua volta, desde as suas casas e paróquias até os seus ambientes de trabalho e de estudo.

"Para mim, trata-se simplesmente de um chamado para a ação", comenta Steven Pettit, de uma organização de homens leigos de Phoenix. "Os homens raramente escutam essa mensagem nas homilias e, muitas vezes, eles não acreditam que a Missa seja para eles. Esse é, portanto, um chamado para eles acordarem. O bispo de Phoenix está falando com cada homem: 'Você tem que se envolver, e aqui estão as razões, aqui estão as coisas que você é chamado a fazer como homem'."

O alcance do documento ultrapassa as fronteiras do Arizona. Várias dioceses nos Estados Unidos já estão criando grupos de oração masculinos para se ajudarem na vivência da fé cristã, a partir das linhas da exortação. Além disso, a mensagem já foi traduzida para várias línguas, como o alemão, o francês, o espanhol e também o português.

Também foi realizado um pequeno vídeo de promoção do documento, intitulado A Call to Battle("Um Chamado para o Combate", lit.), que pode ser assistido abaixo, com legendas em português

Uma das "brechas" que essa verdadeira campanha de evangelização tenta conter é a perda da fé católica entre as famílias e a falta de participação dos homens nos sacramentos. "O mundo está sob o ataque de Satanás", adverte Thomas Olmsted. "Muitos homens católicos não estão dispostos a 'permanecer firmes na brecha'. Um terço deixou a fé e muitos dos que ainda são 'católicos' praticam a fé com timidez e sem o mínimo compromisso de transmitir a fé aos seus filhos".

Para reverter esse quadro, a diocese de Phoenix aposta na doutrina católica de sempre, em contraposição às seduções do mundo moderno, bem como no valor da paternidade, considerado essencial para todo homem. "Para viver plenamente, todo homem deve ser um pai!", diz a exortação.

O documento propõe ainda alguns hábitos para o homem católico, como o de rezar todos os dias, fazer um exame de consciência diário, ler as Sagradas Escrituras, participar mais frequentemente da Santa Missa e confessar-se regularmente. Constatando que "grandes quantidades de homens católicos estão em grave perigo mortal como consequência dos níveis epidêmicos de consumo de pornografia e do pecado da masturbação", o bispo Olmsted faz um apelo: " Meus irmãos, confessem-se agora mesmo! Nosso Senhor Jesus Cristo é um Rei misericordioso que perdoará aqueles que humildemente confessam os seus pecados, mas não perdoará aqueles que se recusam. Abram suas almas ao dom de sua misericórdia!"

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OBS > Bem a calhar esta iniciativa, embora, a meu ver, deixa de tratar de um assunto essencial. Sim é fato que os homens – ditos católicos – estão em sua maioria fora da Igreja, porque se percebe que 70% são as mulheres, as que se fazem presentes nas Santas Missas. Isso quando a proporção entre ambos, mundialmente conhecida é de 52% de mulheres e 48% de homens. Ou seja: há um desleixo acentuado da parte masculina, no que diz respeito às coisas de Deus.

Quero, porém, neste comentário entrar em um ponto que não foi tocado: refiro-me à capitulação do homem, ante o universo feminino. Para isso, em separado, vou comentar também um texto sobre as mulheres, porque uma pergunta tem me deixado sem resposta: no sentido não somente da Igreja, mas da sociedade em geral, qual é a verdade, é o homem que tem capitulado diante da mulher, ou a mulher que tem empurrado o homem para fora? É o homem que se acovarda e cede espaço que lhe é próprio, ou a mulher que avança indevidamente sobre o espaço masculino, onde não é chamada? É o homem que quer ser ternura ou a mulher que deseja se impor pela força?

Deus em sua infinita Sabedoria os criou aos dois, para serem um só. O homem a força, a mulher a ternura! O homem a razão, a mulher o coração! Estariam a força e a razão dos homens perdendo espaço para a ternura e o coração feminino? Porque não é somente na Igreja que está acontecendo este desequilíbrio, e ele é ruim. Temos, então, que chamar os homens à razão ou é preciso que as mulheres deixem de querer ocupar o espaço destinado à força? Teriam os homens se acovardado diante da ternura, ou as mulheres invadido o espaço da razão?

O que está acontecendo com a masculinidade? Por que esta explosão de homossexualismo? De onde vem esta avalanche de homens se atraindo uns pelos outros, e de mulheres deitando-se com mulheres? Percebe o leitor o desatino disso tudo! Isso acontece, exatamente por causa do feminismo, que guiado por satanás, luta até as fúrias para penalizar o homem, que é acusado de manter, por milênios, a mulher como “escrava”, deixando para ela “a tarefa mais dura, mais degradante, mais ordinária, que é o trato do lar e dos filhos”. E agora ela deve se vingar!

Eis a principal causa deste desarranjo: na medida em que a mulher “moderna” e “masculina”, “liberada” e “autônoma” ocupou os espaços de trabalho destinados aos que têm força, em casa os filhos meninos, aos poucos ocuparam o vazio que elas deixaram em casa, e foram para o fogão, o tanque e a troca de fraldas. Não que o homem não possa também fazer isso, como auxílio, o que não pode fazer é como tônica. Deus lhe deu a força nos braços para sustentar a família com o suor do seu rosto, e deu para a mulher a ternura, o coração, o afeto, como os quais ele deve reger o lar, zelar pelos bens adquiridos, tratar dos filhos e do esposo... E levar todos para Deus. Quem disse que esta tarefa é degradante, quando é a mais importante?

Ou seja: o espaço de cada um foi ciosamente medido pelo Criador, e o desequilíbrio surge quando um passa a invadir o espaço do outro, afrontando a própria natureza. Deus não fez a mulher para pilotar avião, dirigir tanque de guerra, nem para trocar socos em ringues, nem para o futebol, nem para dirigir empresas, e muito menos para dirigir as nações. Percebam o que está acontecendo no mundo? Dezenas de nações estão sendo dirigidas por mulheres e pergunto: acaso o mundo está melhorando? Negativo! Alguma coisa nestes países vai bem? Nada! O Brasil vai bem?

Ora, o homem, por sua natureza voltada para o comando, jamais obedecerá a uma mulher por vontade livre, coração aberto, submisso e contente. Porque Deus disse para a mulher depois que ela caiu e levou Adão à queda “teus desejos te impelirão para o teu marido e tu estarás sob seu domínio” (Gênesis 3, 16). Não um domínio de servidão, mas domínio natural que é intrínseco e foi posto profundamente na natureza de cada um. Deus assim constituiu uma sociedade patriarcal, que somente pode funcionar bem se cada permanece atuando dentro dos parâmetros que Deus estabeleceu para cada um, e sempre no amor que Ele infundiu em ambos. E como estamos vendo, no fundo a revolta da mulher não é contra o homem e sim contra o próprio Deus.

Um não maior nem melhor do que o outro, um precisa visceralmente do outro e a existência humana precisa da concorrência de ambos, embora, se possa às vezes reconhecer, a tarefa mais pesada e difícil é a da mulher. Mas não é uma tarefa impossível, porque bilhões de mulheres já cumpriram esta missão de ordem divina, e nem por isso se consideraram escravas ou submissas. Porque o relacionamento perfeito e equilibrado entre ambos não se dá no sentido de opressão masculina, mas na complementariedade, numa sub missão, numa missão de auxiliar do homem jamais de comando ou domínio dela sobre ele. Deus disse: vou dar-lhe um auxiliar, não uma chefona!

Voltando à questão da Igreja e do apelo que fez o Bispo de Phoenix eu pergunto: a Igreja vai bem, sendo a mulher os 70% de participação nela? As mulheres são catequistas, são Ministras da Comunhão, participam das leituras, são coroinhas e há Igrejas em que não acontece um só homem auxiliando ao padre no altar. Covardia dos homens ou espaço ocupado indevidamente pelas mulheres? Não seria melhor o tempo antigo, onde as matronas de fé apenas zelavam pelos paramentos, pela limpeza, pelas toalhas e por todos os objetos usados nas cerimônias e preparavam um altar resplandecente para a celebração do Santo Sacrifício?  Ficando o resto para os homens e para o sacerdote! Como a verdadeira Igreja assim o estabelece e como Deus estabeleceu e deseja!

Tudo bem, as mulheres são 70% e são catequistas! Mas como se explica esta defasagem dos 20% dos meninos que não aparece mais na Igreja, e depois jovens, homens adultos e mesmo casados? E quanto às meninas que depois também não aparecem mais, quem sabe apenas vestidas de noivas e querendo um Sacramento, quando nem se podem mais considerar católicas? Ou seja: existe aqui algo de muito errado. Acaso os homens não se obrigarão a reagir e voltar a ocupar a sua tarefa obrigatória dentro da Igreja, se as mulheres voltarem apenas para o seu devido espaço, aquele destinado à ternura e ao coração? O exato espaço da humilde Maria Santíssima?

De fato, as revelações particulares dos nossos tempos, afirmam que Maria estava presente na Ceia, mas não junto da mesa e sim ativa, zelosa ao extremo, na preparação de toda aquela espantosa cerimônia. Consta que o próprio pão que Jesus consagrou e repartiu entre os discípulos, foi feito por ela. E nisso ela deu exemplo para todas as mulheres da Igreja, e para todos os tempos. Ela cumpriu sua missão de auxiliar, humildemente, sem reclamar e sem exigir posição ou reconhecimento. Ela se fez serva de Deus, por vontade livre e em grande parte, se pode bem afirmar, a Igreja está de pé, por causa da humildade de Maria. Mas agora está pela autoridade de Pedro.

É tempo de ambos reagirem, católicos mornos ou frios. Há uma catástrofe se armando no horizonte, e a cada dia estamos chegando mais perto. Do Vaticano estão partindo certas doutrinas, até mesmo sobre a mulher, que não estão agradando a Deus. Estão chegando doutrinas que abrem ainda mais espaço na Igreja para a mulher, e até se fala em diaconisas, sacerdotisas, cardeais e papisas. Vou comentar isso no próximo texto!

Tenham certeza, se isso chegar, desce o braço do Altíssimo sobre o mundo, porque estes são sinais claros da revolta dos homens contra o Deus, que tudo criou em perfeição, e cada ser humano com seus dons e atributos. Mas esta parte feminina eu deixo para o outro comentário. (Aarão)

 
 
 

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