Sejam Bem Vindos! Que Deus vos abençoe!

Página dedicada aos que amam as almas do Purgatório.
FAMÍLIA, FUNDAMENTO DA SALVAÇÃO
Documento sem título




 
 
09/12/2013
Morreu o acaso
 
9/12/2013 17:09:24
Artigos - Morreu o acaso


2131209 MORREU O ACASO   - Notícia importante, com comentários ao final
   O físico teórico Michio Kaku afirmou que há evidências científicas de que uma força “rege” o Universo. Postado em 6 de dezembro de 2013 por Carmadélio
   “Tudo que nós chamávamos de casualidade até hoje, não fará mais sentido. Para mim está claro que estamos em um plano regido por regras criadas, e não moldadas pelo acaso universal” (Michio Kaku à revista Scientific American).
   Um dos cientistas mais conceituados da atualidade encontrou prova da atuação de uma força ‘que rege tudo’.
   O físico teórico Michio Kaku afirma ter criado uma teoria que pode apontar a existência de Deus. A informação criou alvoroço no meio científico, pois Michio Kaku é considerado um dos cientistas mais importantes da atualidade, um dos criadores desenvolvedores da revolucionária Teoria das Cordas, e é extremamente respeitado em todo o mundo.
   Para chegar às suas conclusões, o físico fez uso de um “semi-raio primitivo de táquions” (que são partículas teóricas, capazes de “descolar” do Universo a matéria ou vácuo que entrar em contato com ela, assim, deixando qualquer coisa livre das influências do universo à sua volta), tecnologia criada recentemente, em 2005. Embora a tecnologia para chegar às verdadeiras partículas de táquions ainda esteja muito longe de ser alcançada, o semi-raio tem umas poucas propriedades dessas partículas teóricas, que são capazes de criar o efeito dos verdadeiros táquions, em escala subatómica.
   “Cheguei à conclusão que estamos num mundo feito por regras criadas por uma inteligência, não muito diferente do seu jogo preferido de computador, claro, impensavelmente mais complexa. Analisando o comportamento da matéria em escala subatómica, a parte afetada pelo semi-raio primitivo de táquions, um minúsculo ponto do espaço, pela primeira vez na história, totalmente livre de qualquer influência do universo, matéria, força ou lei, percebi de maneira inédita o caos absoluto. Acredite, tudo o que nós chamávamos de casualidade até hoje, não fará mais sentido. Para mim está claro que estamos num plano regido por regras criadas, e não moldadas pelo acaso universal”, comentou o cientista.
+++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++
   OBS> Finalmente, eis um grande cientista! Há três coisas a considerar sobre este assunto, o dos homens que fazem a ciência: a primeira é que somente pode se considerar um grande cientista aquele que encontra Deus, na perfeição infinita de Suas obras de Amor. A segunda é que um cientista pode ser até muito inteligente, mas se ele não encontrar Deus, jamais poderá se considerar ou ser considerado sábio. A terceira e não menos importante é que somente os humildes podem chegar a este conhecimento, unindo humildade, inteligência e sabedoria. 
   De fato, o orgulho é tantas vezes tão cego, que chega ao teimoso absurdo de negar o óbvio ululante, ao tempo em que se obstina em buscar razões para a própria irracionalidade.  O orgulho é esta semente maligna de Lúcifer o príncipe das trevas, que nega a existência de Deus, mesmo depois de tê-lo servido, quem sabe por milênios. Também assim agem os cientistas nanicos, anões, verdadeiras pulgas científicas, cuja inteligência orgulhosa do saber, empana literalmente todo e qualquer resquício de sabedoria. De fato, o caminho entre orgulho e Deus, é bem mais palmilhado que aquele entre a inteligência e a sabedoria.
   Ou seja: os maus cientistas, influenciados pela escola de satanás, fazem uso de toda a sua inteligência para buscar evidências “científicas” de que todo o Universo e a vida nele contida são obras exclusivas de um acaso fortuito, e que todo o conjunto magnífico da matemática precisão que faz funcionar os mundos é fruto de regras aleatórias, não projetadas. Milhares de livros e de estudos têm sido publicados, bilhões de horas de estudo têm sido dispensadas, bilhões de dólares em recu
rsos tem sido dispendidos tentando provar que Deus não existe. Ou se Ele existe, não tem este poder capaz de criar tudo a partir do nada.
   Eis mais uma vez a presença do orgulho sórdido, que compara a pífia inteligência do ser humano – mesmo a do mais inteligente dentre todos eles – com a Onisciência daquele que é também Onipotente, e para Quem nada é impossível. Mais do que isso, tratamos de um Ser que sempre existiu, não teve princípio e nunca terá fim. Ora o cientista apenas inteligente, fará de tudo para negar que um Ser tão poderoso e perfeito assim possa existir. Ele O irá comparar consigo mesmo, ao seu nanismo diminuto, e é exatamente este tipo de cientista nanico que tem ensinando nas Universidades e povoando a cabeça dos jovens com a negação de Deus. Eis porque todo o conjunto das obras publicadas neste sentido não passa de lixo, e ao fogo será destinado, como a sumidade da estupidez! Só Dom Quixote explica!
   Ora a vida, o Universo inteiro, é formada por um conjunto infinito de perfeições infinitas. Cada átomo, cada molécula que compõem esta portentosa obra de infinitas perfeições, não somente precisa de um Projetista, como de um Executor. Mais do que isso, precisa de um Mantendor em Ordem contínua, que opera com a mesma perfeição em cada molécula que compõe esta obra, como no conjunto dela. De fato, cada átomo é na verdade uma representação minúscula de todo o conjunto dos astros, dos mundos e bólidos que compõem os sistemas estelares, as constelações, as galáxias monumentais, com tudo o que nelas existe.
   Tudo o que o homem pode entender desta obra é composto por um princípio de dualidade, que entende o antes e o depois, o claro e o escuro, a luz e as trevas, o ontem e o amanhã, o branco e o preto, o visível e o invisível. Sistemática e matematicamente, para que uma inteligência possa avançar no entendimento e na compreensão desta obra monumental é preciso que ela aceite a existência algo, ou um Ser que É, Aquele que É, que está no ANTES e no DEPOIS. Tudo começa Nele e termina Nele. Ele é o Infinito e é o Eterno. Ou seja, um Deus Todo Poderoso, que seja capaz de extrair do nada aquilo que os sentidos percebem, e deixar oculto dos sentidos o mundo dos espíritos, onde Ele Mesmo habita. E Ele habita no todo, sem ser o todo! Ele está em tudo, sem, no entanto ser o tudo. Sim, Ele é tudo, no que cria e controla!
   Isso quer dizer que, sem a ciência aceitar a existência de um Ser que é Alfa e é Ômega, que é princípio e fim de tudo, um Ser que não tenha Oposto, nem oposição – porque Ele é AMOR, a essência do Bem – ela sempre haverá de chafurdar na lama da obsessão, tentando encontrar modos e meios de provar que o “acaso”, ou o "azar", seja capaz de formalizar este complexo sistema dos mundos em circunvolução, este estupendo conjunto de Obras extraordinárias, povoado de perfeições infinitas. Somente o chamado “efeito Joule”, que faz cada átomo vibrar como se fosse vivo, com seus prótons, nêutrons e os elétrons girando ao redor do núcleo, já seria o suficiente para quedar mudo e boquiaberto qualquer ser inteligente, nem precisaria ser sábio. Mas que se pode fazer senão lamentar por uma inteligência divorciada da sabedoria? Na realidade este mundo científico obscuro, por qualquer coisa transforma o "pode ser" em realidade, muda o "azar" em divindade, e sem a menor vergonha muda o "quem sabe" num dogma. É o mesmo que transforma a mentira em virtude!
   Volto ao acelerador de partículas, aquele Colisor de Hadrons construído na Europa, uma máquina circular, que fica debaixo da terra entre a Suíça e a Bélgica, para mostrar um imenso, o infinito da aberrante teimosia que pode resultar da inteligência divorciada da sabedoria, dom de Deus. Ora, com esta máquina, que acelera as partículas a altíssimas velocidades, e fazendo-as colidir umas com as outras, na realidade eles esperavam formar matéria, ou provar a origem dela. Dizem eles que conseguiram filmar algumas destas colisões, entretanto o que significam estas
poucas colisões – que na verdade não resultaram em nada mais que fugidias centelhas, que nada geram – diante de toda a matéria que compõe o Universo? Sim, porque se conseguissem isso, poderiam gritar que não precisam mais de um Deus, que Ele não existe! Deveriam ter vergonha e botar uma bomba naquele monstrengo inútil!
   Ou seja, ainda que tais colisões resultassem em matéria, qual a dimensão de máquina seria necessária para criar a matéria dos milhares de átomos que compõem uma miserável pulga? Quantos mil anos precisaria ela funcionar para criar apenas esta mísera quantidade de elementos? E quanto à diversidade deles? E mesmo tendo eles criado esta matéria, em primeiro lugar não a teriam extraído do nada, porque vem antes o gigantesco acelerador, e vêm antes as partículas, e vem a força que os impulsiona? Tudo isso já existe! E quem o fez? E entenda, mesmo tendo a matéria, vai ainda um infinito de perfeições até dar vida a esta mísera pulga, e fazê-la morder no traseiro destes infelizes! Para não lhes dizer um palavrão, pelo que enganam os jovens!
   Ora, nesta gente, o orgulho esmaga a sabedoria, e empana o brilho da inteligência, porque ela já não se fixa nos limites da razão, e descamba para as escuridões da loucura, onde morra a teimosia aberrante, que cega as almas. O homem pode durar bilhões de milênios, tentando, com toda a sua inteligência, com todo o poder do seu dinheiro para construir máquinas, aparelhos, colisores, microscópios necessários à pesquisa, e ainda assim ele jamais chegará a provar que o Universo é fruto do senhor acaso, ou de um belo azar. Acaso quando você diz que teve azar não foi porque lhe aconteceu uma desgraça, um mal? Isso quer dizer que o acaso, se ele existisse, tudo o que poderia gerar seriam anomalias aberrantes, pastas disformes, gosmas repulsivas, jamais perfeições, que na prodigiosa Obra do Eterno são infinitas! Assim como vai ainda um infinito entre a matéria morta e a vida pulsante. O homem jamais será capaz de criar uma vida, a partir da matéria que ele mesmo cria.
    Enfim, ou o homem entende que suas limitações são de tal forma intransponíveis, que ele chegue ao ponto de aceitá-las e dizer: bem, daqui por diante eu não entendo, e o que não entendo não pode ser obra de um acaso, porque vejo que existe, ou ele morrerá como um verme tentando desmentir a evidência a que este cientista acima chegou:  tudo o que nós até agora chamávamos de casualidade, não faz mais sentido. Parabéns a ele, agora podemos dizer que, sem um acelerador monstro daqueles da Europa – que na verdade procurava encontrar a “partícula de Deus” – este cientista acabou de encontrá-la. Os que pensam o contrário se tornam ridículos e só fazem provocar gargalhadas no inferno, porque se achando inteligentes na realidade se deixam enganar como néscios.
   Naturalmente que isso deve colocar em polvorosa o “mundo científico”, na realidade este mundo de ilusões criado pelo homem à margem do Criador. E haverá oposição de todos os lados, porque satanás não se conformará em fazer agora – nesta altura dos acontecimentos e depois de ele haver cegado praticamente todos os cientistas – que vá vê-los caminhando para a verdade de Deus. Ademais, aqueles que se acham cientistas e conhecedores de tudo, jamais irão concordar em colocar ao nu a sua estupidez, que vai desde o acreditar no “acaso” até no big-bang. A não ser que eles entendam que este “acaso” possa comportar um Deus, para quem o caos é nada mais que a perfeição espantosa de uma obra em criação continuada.
   Eu tantas vezes já meditei no corpo humano criado por Deus como a sumidade da perfeição entre Suas obras e acredito que, mesmo fazendo uso apenas daquilo que a medicina e a ciência já conhecem ao seu respeito, se poderiam escrever enciclopédias de textos, dado o espantoso conjunto desta “máquina” espetacular, ainda em fase de descoberta. A harmonia que acontece dentro do nosso corpo, é algo sublime, divino. E dentro
deste homem, o cérebro complexo, que tudo comanda, é ainda algo, trilhões de vezes mais impossível de surgir e de evoluir ao acaso. E pior ainda, surgir a partir de seres inferiores, de amebas ou bactérias, ao correr dos bilênios. Se os houve!
   O homem sabe que isso tudo é pó misturado com água, que é barro amassado e moldado, então não compreendo como é que os cientistas vão tentar achar vida até além do sistema solar, quando não compreendem nem mesmo aquilo que está dentro de seu corpo. Tudo é equilíbrio, é perfeição, em peso e medida. De tal forma que, nada, absolutamente nada nos possa parecer mais bonito do que nosso próprio corpo. Ou alguém poderá mudar algum dos nossos membros exteriores, ou órgãos sensitivos, que nos torne mais perfeitos?
   Partindo desta partícula invisível que os cientistas não acharam com aquela máquina estúpida, para chegar ao corpo humano, com sua beleza e perfeição, certamente vai algo que ultrapassa a inteligência de qualquer cientista, e que somente pode extasiar a sabedoria daqueles que ali encontram a mão de um Deus, projetando e criando, segundo a Sua vontade, e tudo, absolutamente tudo extraindo do nada, ou transformando aquilo que é inanimado em uma vida, que pulsa e vibra, e sente, e se confirma na infinidade das perfeições.
   Um conjunto que, entretanto, diante Daquele que nos criou é simplesmente nada, é pó e se existe, e se pulsa, e se vibra, e se sente, e se movimenta e se age e se pensa é apenas pela força da Vontade Daquele que É, sendo o princípio e estando nele – nada lhe é anterior – e sendo Ele o fim, nada lhe é posterior. Ou seja: em Deus tudo começa e tudo termina! Em Deus tudo pulsa e tudo vibra! Em Deus tudo existe, nada sem Ele... Mas entender isso, somente para quem já meditou milhares de horas, e que humildemente, neste tempo jamais encontrou uma dúvida sequer de que assim É, e que assim será para todo o sempre. Isso entenderemos quando estivermos em Seu repouso. O pouco que se pode entender sobre esta imensa obra, só se consegue com joelhos no chão, e não com a cabeça sobre as nuvens.
   Ou seja, não existe começo antes Daquele que É desde sempre, nem haverá fim depois Daquele que É Eterno. Esta, digamos, barreira é na realidade intransponível. A inteligência humana, nada mais de uns 3% do que sua capacidade real - os restantes 97% são obscurecidos pelo pecado – jamais conseguirá adentrar nos mistérios de Deus, sem fazer uso da sabedoria humilde, cuja verdadeira definição significa perceber, conhecer, entender e aceitar a presença de um Deus e Autor de tudo – ou não presença, quando se trata do mal – em todas as coisas por Ele criadas. Dentro das nossas infinitas limitações!
   Isso quer dizer que, sem um Poder Infinito, todo que restará é NADA. Sem uma Sabedoria Suprema, nenhuma perfeição é possível. Sem uma Ordem criadora, toda e qualquer elucubração mental que tente negar estas evidências não passa de absurdo. Sem um poder Mantenedor diuturno, tudo se esfacelaria, jamais se uniria ou existiria. Dito isso, se porventura o “acaso” existisse, tudo o que ele poderia criar seria apenas o caos irreversível, a imperfeição caótica, nada mais que o absurdo consumado. A isso eu chamo de "big bang" e de "evolução", as duas expressões máximas da burrice científica.
   Meu velho pai, que aos 89 anos faz terços – quem puder reze uma Ave Maria por ele, está internado e bem mal – me disse que certa vez, ele e meu falecido tio Lindolfo, se perderam na mata, e nela anoiteceram. Era uma noite de lua cheia e eles sabiam que para sair da mata, teriam que ter a lua nascente às suas costas. Eles fizeram um bom facho de taquaras secas, e esperaram a lua nascer. Então, enquanto meu pai abria a picada, meu tudo alumiava com o facho. E assim foram seguindo, seguindo, mas pareciam cada vez mais longe da saída, porque dentro da mata, à noite, as distâncias parecem se multiplicar por 100, e eu já passei por isso e é horrível.
   Então meu tio disse: Deixa que eu vou abrindo na
frente, porque tu estás abrindo errado
. Meu pai disse: tudo bem! Vai em frente. Meu pai teve sempre o cuidado de ver a luz da lua às costas, mas meu tio, um touro de força, não observou isso, e foi roçando, e roçando, e logo o pai percebeu que ele estava virando na direção da lua, mais deixou de propósito o teimoso seguir. De repente, eis que chegam numa picada aberta e meu tio disse: viste, já achamos o caminho. Então meu pai lhe mostrou a lua a sua frente, e que a picada tinha acabado de ser aberta por eles mesmos, porque tinham andado em redor, e chegado ao mesmo lugar.
   Que quero dizer com isso? Que os obstinados, e aberrantemente teimosos cientistas que tentam alijar Deus de toda a Sua obra criada, com esta engenharia soberba, com suas inimitáveis maravilhas, com seu número infinito de perfeições infinitas – não será o homem jamais a poder conta-las – na realidade andam como galos cegos indo e retornando ao mesmo ponto, teimando a mesma coisa, sempre procurando muletas quais sejam os “elos perdidos” e as “partículas de Deus”, sem, no entanto chegarem à verdade porque longe do Criador e fora do que Ele Criou e Mantém em perfeição, é o caos, é nada.
   E vejam que a proposição “do nada, nada se cria”, continua viva na frente deles. E cegos são aqueles que seguem os cegos adiante do que seja isso, do que significa isso: ou seja, antes de eu provar o surgimento daquilo que os sentidos percebem e a razão sentencia como existente, não posso dar um passo sequer avante, porque neste campo pontuam as fantasias, as elucubrações mentais, e todas as teorias absurdas como o big-bang e a evolução. De fato, antes disso – se houve mesmo esta explosão – já havia algo, e Alguém deve ter feito este algo, e Alguém deveria já ter antes da explosão, um Poder e uma Força tão inaudita que fosse capaz de produzir esta hecatombe universal.
   Veja: alguém já disse que esta é na verdade a “explosão do Amor Criador de Deus”, pois o Amor do Pai é o “amálgama”, é a liga que mantém unidas as partículas infinitesimais – a tal partícula de Deus que a ciência procura – que formam o todo, e é a “centelha” que acende uma vida, tal como se acende uma luz. E somente Ele possui esta luz que alumia a obscuridade das almas, e é capaz de penetrar nos espíritos humildes. Quanto aos espíritos do orgulho, arrogantes e prepotentes, estes são abastecidos pelas trevas de satanás, eis por que andam metidos em devaneios e escuridões, em descaminhos, que desembocam todos em becos sem saída. E nem vergonha na cara eles representam ter, com suas poses científicas e soberbas!
   Na verdade, estes cientistas nanicos deveriam SIM ter é vergonha de seus procedimentos, em especial quando precisam voltar atrás e se retratar, mas vivem a procurar explicações para o inexplicável, quando as provas científicas como a deste cientista derrubam suas teses mentirosas. E isso depois, tantas vezes, de haverem sustentado por muito tempo teorias absurdas como estas que já apontei, mentindo para os jovens e pervertendo gerações. Só faz isso quem ama a mentira e ´4e escravo do Mentiroso!
   Tudo isso além de outras teorias absurdas como a evolução pelas mutações das espécies de Darwin, que prega toda a vida como nascendo de um ancestral comum, uma ameba, um fungo, um esporo. Isso quando toda a vida é absolutamente aprisionada dentro de seu código genético, perfeito, assombrosamente fiel e eficaz, que armazena em sua microscópica essência toda uma vida, que se perpetua exatamente igual, sem mudar de família, espécie ou gênero. Isso quando qualquer alteração nesta sequência implica não em uma perfeição, e sim em uma aberração. Estão aí os híbridos e os transgênicos, a causar doenças e a degenerar nossa raça. Tudo o que o homem altera na cadeia da vida, animal ou vegetal e humana, é para destruir a perfeição divina e matar os filhos de Deus.
   Noutro dia li a reportagem, que tratava de uma experiência dos russos a mando de Lenin
, que desejava criar um ser humano completamente bruto, cego e obediente, e encontrou um cientista maluco que jurava ser capaz de criar um homem deste tipo, fertilizando as fêmeas de chimpanzés da África com esperma humano. Durante muitos anos ele lutou para conseguir isso na África e deu no que deu, em frustração. E terminou no ostracismo do tal “cientista”, outro nanico. Isso depois de ele haver queimado 10 milhões de dólares em tentativas frustradas. É a mesma coisa que esperar geração de vida de uma relação homossexual, nada mais que uma mistura de esperma com fezes. Isso é sepultar um morto no esterco!
   De qualquer forma, dada hoje a teimosia aberrante dos que insistem em olhar para os horrendos símios, me parece que alguns “cientistas” realmente descendem deles. Talvez com saudade dos próprios rabos – os tais elos perdidos – dos dentes pretos, dos pelos longos e negros cobrindo todo o corpo, e quem sabe do habilíssimo pendor dos monos, de guinchar atrepados em árvores. Como hoje sabemos que existe mais de uma raça humana, quem sabe os autores destas fábulas e teorias anti-deus tenham surgido a partir dos micos, porque, como já disse, o acaso, se ele existisse, somente poderia gerar aberrações, jamais perfeições. De fato, há quem não tenha uma sabedoria maior que a dos monos guinchadores.
   De minha parte, na infinita miséria do meu nada, na insignificância do grão de pó que sou, eu prefiro acreditar num Deus Criador e Mantenedor de tudo o que existe. Simples e fácil de entender! Um Deus a Quem adoro com todas as forças do meu coração e da minha alma, com toda a clareza da razão que é capaz de comportar minha diminuta inteligência, quem sabe por causa de uma gota de sabedoria que deste mesmo Deus recebi. Desde criança este impulso me mantém coerente no mesmo sentimento, e se nalgum dia meditei sobre o que falavam os cientistas sobre evolução das espécies, e sobre o acaso, isso não passou de meditação, jamais empanada pela razão.
   Tenho pena dos cientistas nanicos, que se deixam seduzir assim pelos demônios, ao ponto de negarem a si mesmos o direito a uma filiação divina, preferindo uma origem simiesca. Isso significa um aniquilamento da própria essência, diminuindo aquilo de maior e mais sublime que o homem tem de Deus – por ser uma partícula Dele – e impedindo o retorno a Ele, caso persista na teimosia em negar o primado do Criador sobre toda a matéria e sobre os seres vivos, no topo destes o homem, criado à imagem e semelhança de Deus. Este comportamento absurdo quer no fundo dizer e ridicularizar o Próprio Deus, que teria a aparência de um símio.
   Enfim, como termina dizendo o cientista: “Para mim está claro que estamos num plano regido por regras criadas, e não moldadas pelo acaso universal”, também eu percebo as coisas da mesma forma, quanto a tudo o que existe no Universo, de matéria morta e dos seres vivos. Estas regras universais são criadas pelo nosso Deus, Criador e Pai amoroso, também mantenedor de tudo o que existe, desde a mais diminuta das partículas, até o mais espantoso dos mundos; desde a mais microscópica das criaturas vivas, até as mais gigantescas baleias.
   E tal é o Seu Poder e tal é a sua Força, e tal é a Sua Consciência eterna do ser, que se, por acaso – aqui sim entra o acaso – Ele por um instante Se “esquecesse” de que tudo isso existe, na mesma fração de segundo tudo deixaria de existir, sem deixar vestígios, como se jamais tivesse existido. Tudo isso está, sempre esteve, e sempre estará plenamente debaixo do Seu Poder Infinito, tudo obedece ao Seu comando, e tudo só existe porque Ele já existia antes. Ou o homem aceita isso, ou acabará indo morar na casa de satanás que o seduziu. Afinal, cada um se deixa seduzir pelo superior que bem quiser, inclusive o diabo. E Deus não engana ninguém o diabo sim, a todos os que o seguem e acreditam em suas mentiras.
   Quanto à “teoria das cordas” que o mesmo físico aparece como um dos seus propositores ela nada mais é que outra teoria
tola, cheia de bósons, quarks, hadrons, mesons, e outras invenções da mente humana, que tenta encontrar no íntimo da matéria aquela última partícula, tão próxima do zero que seja ela mesma indivisível, e que seja então a formadora de toda a matéria visível que compõe o Universo. Sinto dizer a ele: ainda que o homem viesse a descobrir esta partícula, somente perceptível por um microscópio trilhões de vezes potente, ele jamais saberia se ela é realmente indivisível. A dúvida, portanto, continuaria!
   É isso que se dá com todas as teorias. Elas vão e vem! Povoam a mente dos incautos, são levadas aos registros científicos, são debatidas em Academias Científicas, passam a ser ensinadas nas Universidades sem ter prova fundamentada e irretocável, até que venha uma prova realmente científica, de que tudo aquilo não passou de balela. Como a sopa quente de Darwin! Enquanto isso, passaram gerações, formadas na utopia, ensinadas no engano, dando a sensação de que perderam seu tempo, sua própria vida, acreditando em quimeras. E pior é que isso não volta! 
   Nós temos sido incitados a rezar pelos maus cientistas, falo daqueles que lutam para expulsar Deus de todo o processo criador, negando a sua existência. Mas lendo também as profecias sobre um futuro muito próximo, chegará um momento de decisão para todos eles. Haverá a desintegração dos quatro elementos – terra, ar, água e fogo – de modo a cada um deles fugir de suas propriedades naturais, negando absolutamente tudo aquilo que a ciência tem como provado e comprovado.
   Será então o momento de eles entenderem que existe um Ser – Nosso Deus – que a tudo rege em perfeição continuada, e para Quem o caos é um ordenamento perfeito. Quando a água subir, o fogo não queimar, o ar não conduzir mais os sons e um silêncio aterrador invadir o Universo, então a própria terra se esfarelará debaixo dos nossos pés anunciando a presença do nosso Deus que vem para julgar os vivos e os mortos, conforme as obras de cada um. Ai dos cientistas que enganaram os povos.
   Bem assim também está escrito para aquele dia: até o mais valente tremerá as pernas e fugirá nu. E quando o Autor de Tudo segurar aquela última grande pedra no ar, sobre a cabeça destes incautos, duvido que algum arrogante cientista terá ainda audácia de afirmar que Deus não existe, e que Ele não tem este poder todo. Isso quando é tão mais fácil, menos estressante, e mais sábio, mais inteligente e mais produtivo acreditar e aceitar, e propagar que existe mesmo esta Inteligência Suprema - Deus Onisciente e Onipotente - que tudo criou, que tudo ordena e coordena, que estabeleceu todas as leis universais sobre a matéria e a vida, do que esgotar o cérebro tentando provar que não precisamos de Dele. Isso evitaria rios de discussões, e dilúvios de baboseiras, teorias e outras mentiras. Coisas de quem tem cérebros pouco diferenciados daquele dos monos. Se ao menos a "evolução" lhes tivesse deixado o rabo...
   Glória ao Pai Criador, ao Filho Redentor e ao Espírito Santo Santificador, como era no princípio, agora e para sempre, ao Deus Uno e Trino que É que era e que vem, pelos séculos dos séculos. Amém! (Aarão)





 



 
 
 

Artigo Visto: 2152 - Impresso: 50 - Enviado: 10

ATENÇÃO! Todos os artigos disponíveis neste sítio são de livre cópia e difusão desde que sempre sejam citados a fonte www.recadosdoaarao.com.br

 

 
Visitas Únicas Hoje: 746 - Total Visitas Únicas: 3.408.590 Usuários online: 85