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06/02/2013
Juventude católica
 
6/2/2013 11:27:50
Artigos - Juventude católica

 2130205 JUVENTUDE CATÓLICA

 


           Eu estava escrevendo o comentário sobre um novo artigo que trata sobre a explosão de fé da juventude católica norte-americana, mas ele esticou demais, então resolvi mudar a posição, passando a matéria para o final. Como já falei em diversos artigos, os jovens são a esperança do mundo e da nossa Igreja, e dizem as profecias que é deles que sairão os valentes dos tempos da grande batalha final. A única coisa necessária para que cheguem ao entendimento do que se passa é que eles percebam que têm sido enganados. Só isso! Compreender que as coisas que o mundo atual lhes apresenta e lhes faz entender como absolutamente necessárias para que sejam felizes, são na verdade enganos fatais. Mortais! Afinal, há mais jovens morrendo do que velhos!


Sim, as drogas, as bebidas em excesso, o cigarro, a música troante, a dança erótica ou frenética, as tatuagens e os pircings, as modas e os modismos passageiros, a exposição do corpo feminino até os absurdos da imoralidade volúvel, o uso excessivo dos celulares, ipads, chats, computadores e a TV, os bate-papos furados nos diversos sistemas e programas, as gírias, os esportes radicais, tudo isso é alienante, deturpa os sentidos, distorce a moral e esmaga a personalidade, matando a alma aos poucos. E a prova de que não trás alegria plena é o fato de que a cada dia eles inventam novas bobagens, e assim perdem o rumo, ou não o encontram, nunca estando satisfeitos.


Voltando ao que aconteceu na boate de Santa Maria, temos ali um exemplo de alienação mental, de deturpação do sentido da verdadeira e única alegria capaz de satisfazer o seu humano em plenitude. O que se vive numa discoteca, ou zona, ou forno crematório como aquele serve apenas para destruir a moral, acabar com a saúde e manter a pessoa escrava de uma busca incessante, que nunca contenta interiormente. Não trás verdadeira felicidade. Nada disso conduz a uma paz interior, ao sossego, a quietude da alma, a uma plenitude de felicidade! A aquilo que aquieta o coração, que povoa a alma de sentimentos bons e enche o ser de sentimentos inefáveis.


De fato, a única forma de preencher o corpo de satisfação, é buscar antes a satisfação da alma. E esta satisfação somente se encontra em Deus, em buscar Deus, em Amar Deus, com toda a força do coração, do entendimento e da alma. Eis a síntese da liberdade! Mais do que isso, e para chegar a este ponto, existe apenas um caminho, que é o da Igreja Católica Apostólica Romana, único lugar onde se encontra Jesus vivo e verdadeiro. Porque todos os outros caminhos são meros atalhos, que se perdem pelos desvios do mundo, e jamais trazem vida plena. Não existe evangélico feliz, tanto que pulam constantemente de seita em seita. De pastor em pastor!


Por qual motivo comento neste texto, sobre juventude, felicidade e Igreja? Porque é da união destas três palavras que poderá sair o movimento que enfrentará o dragão infernal, para que seja expulso daqui para sempre, ele que comanda todo este horror atual, ele que alimenta nossa juventude com o veneno sutil da mentira, com fantasias e ilusões, especialmente da rebeldia que os faz desobedientes, sem limites, sem freios. Qualquer pessoa que não se imponha ou não se deixe impor limites, torna-se um celerado, um ser repulsivo porque arrogante, que causa mal estar onde quer que se encontre. Tal pessoa jamais encontrará a verdadeira felicidade!


Há uma verdade que no texto abaixo também está embutida, não diretamente declarada, mas nem por isso pouco importante: o fato de que se temos hoje tantos jovens deste quilate – óbvio que nem todos – é porque eles tiveram pais de quilate pior. Pais que de forma pusilânime romperam com as regras eternas! Pais que não rezaram mais! São pelo menos duas gerações que se passaram desde os anos 60, do Concílio Vaticano II, e dos Beatles, o início da rebeldia, dos jovens da época que se achavam brutalizados por “pais opressores” e estes começaram a afrouxar as rédeas achando que a liberdade que não tiveram deveria acontecer com seus filhos. E estes filhos, da primeira leva dos rebeldes, são os avós e pais da atual geração, que tem sido vítima dos monstros do sistema.


 Eu lembro bem do que aconteceu com nossa família de 12 irmãos. Nasceram primeiro três homens, depois quatro mulheres, estes se podem dizer ainda na geração antiga. Vieram depois uma mulher e mais quatro rapazes, da nova geração. Nós os primeiros, fomos criados na rigidez, embora numa grande alegria familiar. Os cinco últimos viveram também parte na alegria, mas começou certa pressão dos primeiros sete, que se achavam oprimidos, e os ventos da mudança, e a Televisão, provocaram uma ruptura que se tornou visível e irreversível!


Dando um exemplo, nós os sete primeiros não tínhamos descanso a não ser no Domingo e isso depois da Santa Missa sem falta. Mesmo no sábado à tarde éramos obrigados a trabalhar até a noite, roçando pasto, buscando trato para os animais e cuidando das lides do campo. Mas para isso nunca recebíamos nenhum pagamento. E aconteceu que fomos os sete primeiros estudar fora em outras cidades. Mal se passaram uns meses e minha mãe veio nos visitar e disse assim: coitados dos meninos! Acho que devo pagar a eles para roçarem o pasto!


Mas isso para mim foi demais, pois se tinham passado apenas uns meses de nossa saída. E eu disse para mamãe: mudou mesmo o mundo não é mãe! Alguns meses atrás nós tínhamos que trabalhar até a noite no sábado sem pagamento algum, agora os mais novos precisam receber para trabalhar sábado à tarde? E ela retrucou: Filho, mas vocês viviam pressionando porque se sentiam oprimidos, então não sei o que fazer! E eu lhe disse: a mãe deve continuar a não pagar para eles trabalharem aos sábados, ou logo exigirão pagamento diário!


Vejam, é um exemplo bem singelo, da roça, mas coisas assim acabaram mundialmente por descaracterizar a educação da juventude, que passou da liberdade tolhida para uma liberdade vigiada e descambou na liberdade desenfreada, mãe da atual libertinagem generalizada. Por trás a maldita psicologia de satanás do “é proibido proibir”, que fez tirar a autoridade dos pais sobre os filhos, porque o estado corrompido e corruptor a soldo de satanás deseja destruir a juventude, pois sabe que a cada geração destruída mais aumenta seu poder de bestializar os povos. São coisas assim que os jovens parecem estar começando a entender! Controle e limites por parte dos pais não significam privação da liberdade e sim são provas de amor e dedicação. Provas de querer somente o bem!


De fato, nos idos de 1968/69 também no sistema de ensino começou uma reviravolta que imediatamente me assustou, e eu disse tanto para meus pais como para os professores: não vai dar certo! Isso vai acabar mal! Então acabou a reprovação dos alunos em troca do tal de “avanço progressivo”, o que literalmente queimou a fibra da juventude, que não precisava mais se esforçar para passar de ano, pois passava automaticamente mesmo se formando um debiloide. Além disso, com a introdução da matemática “moderna”, este perverso sistema de cálculo inútil e emburrecedor, os alunos saíam da 8ª Série não entendendo nem de x e y, e menos ainda das medidas básicas tão necessárias: peso, comprimento, largura, e até de dinheiro, e dê-lhe mentecaptos! Formados!


Coisa que em parte continua, insistentemente e burramente, porque de fato ao estado ateu e atoa interessa apenas uma coisa: emburrecer a juventude para que ela se torne joguete em suas mãos, serva de paixões desenfreadas, escrava de vícios e taras, bestializada, morta! E engordando em frente a computadores e TVs – entre outros meios fáceis de comunicação – através dos quais a besta os alimenta com o veneno entorpecedor da moral, lhes desfigura os princípios básicos da vida. Isso enquanto deixa de aproveitar, aprender e viver as boas coisas que dão sentido à vida e que sevem para a vida. Praticamente 90% do que eles aprendem é conhecimento inútil! Como é que se vai formar uma geração pensante com este tipo de ensino? Obrigatório!


Realmente uma juventude que pensa, uma juventude que tem fibra, que sabe o que é a verdade e aquilo que realmente conta, que tem sentido lógico, que conduz a uma felicidade que se perpetua, esta juventude não interessa ao estado, porque ela poderá formar frente poderosa de denúncia contra este sistema emburrecedor atual. Recentemente um diretor da TV Globo, convidado para uma palestra, na maior candura declarou que, quando eles planejam um novo programa, o lema é este: vamos emburrecer o povo! Isso é alarmante, e deveria ser causa de investigação criminal! Mas é aceito e bebido pela sociedade atual!


Uma sociedade que para em frente da TV para assistir ao big-brother, é uma sociedade já morta, precisa apenas de um caixão, melhor é digna do lixo que assiste, e deveria ser jogada abaixo num despenhadeiro. Ela chama isso! E vai neste sentido! Pais e mães, que não percebem que a insidiosa série da TV Globo, chamada “malhação”, por mais uma década no ar, é na verdade uma destruidora das crianças, degeneradora da adolescência e deturpadora da juventude, na realidade estão presos aos padrões de morte, cegos pelo inimigo, e se tornam coautores da demolição moral e intelectual dos filhos. Ali está a verdadeira escola da rebeldia! Devagar, como serpente, esta série alimenta nossos jovens com veneno sutil, e assim deforma todo o modo de vida de um povo.


Jesus, que é Amor, jamais fará isso, mas é tal a dimensão desastre, que se voltasse para a terra, e fosse possuído da mesma, santa e justa ira com a qual ele tomou de um chicote de cordas e expulsou os vendilhões do templo, Ele certamente lançaria uma bomba sobre cada uma destas emissoras que destroem as Suas crianças e Seus queridos jovens, e não só isso, partiria ao meio com um machado, cada aparelho de TV que temos em nossos lares. E nunca mais seriados como “malhação” nem novelas espíritas como “salve Jorge”, nem coisas putrefatas como “pânico na TV” e outros do gênero destruiriam nossas famílias.


Infelizmente, aqui mesmo em minha casa, não consigo demover meus filhos para que não assistam este “pânico na TV”, que eles acham o máximo. Os tais cometem ali os maiores absurdos, um sem fim de aberrações, chegam até a comer bosta, machucam-se para ser “macho” e “não arregar”, além de aviltarem a mulher ao nível de prostitutas, com corpos expostos até a quase nudez total. Indizível o rebaixamento a que se expõem estes pobres seres humanos, sempre no sentido de catar ibope, e de escarnecer e lucrar com as mazelas e misérias humanas. Eu nunca deixo de alertá-los para esta insensatez, mas eles acham normal, e parece que nem os atinge. Eis a juventude!


Isso porque tudo se tornou banal, normal, corriqueiro e de aparência inofensiva. Quando é veneno puro, mas sutilmente administrado, para que os jovens antes de qualquer coisa se esqueçam de Deus. E porque tendo a cabeça e o coração cheios destes descalabros, com a alma entorpecida por este assédio criminoso e constante dos efeitos do mal, tudo o que conseguem é afundar-se nas madrugadas, em festas e bebedeiras, em todo tipo de clube, boate e centro de eventos – especialmente na baladas de Sábado à noite – para que no Domingo, mortos de cansaço e turbinados pelo álcool não tenham sequer condições de levantar-se da cama, quanto mais de irem à Santa Missa.


O fato é que a juventude de hoje é presa de um devastador ataque do mal, e em sua grande maioria ainda não se dá conta de que está sendo conduzida para a destruição. Acha bom e natural, mas não é! Não só a juventude, como a adolescência, nem somente estas, mas até a infância, todos estão sendo feitos escravos de um sistema demolidor das personalidades, numa tentativa de tornar a todos como autômatos bestializados, zumbis que seguem ao cabresto do inimigo, rumo à ruina da sociedade pela destruição de suas vidas. Porque destruindo desde a criança até a juventude, destrói-se toda a sociedade via ruína das famílias, porque estes futuros pais, jamais terão condições de controlar a geração futura. Ao estado de satanás não interessa jovens pensantes, e sim bestas manipuláveis!


Assim, a minha geração foi com certeza a última onde se aplicou aquele velho ditado: é de pequenino que se torce o pepino! O grande problema é que dali em diante se soltou a corda muito rapidamente, de modo que a juventude caiu em outro célebre ditado: quem nunca comeu mel, quando come se lambuza! Ou seja: passou-se muito rapidamente de um extremo a outro. De algo que, erradamente diziam ser opressão ou paterna tirania, para o oposto desta falsa euforia libertária. Não houve tempo de adaptação e estudo, de experiência natural como prova de sabedoria, mas num lapso tudo fugiu do controle. E assim a juventude continua se lambuzando!


Naturalmente que os ventos do Concílio Vaticano II, contribuíram e muito para que isso acontecesse. Quem sabe a centelha da rebeldia da juventude dos anos 60, tenha saído de fato dos “ventos liberalizantes” deste evento na Igreja Católica, que ao invés de descambarem num efeito de abertura para a vida, caíram na sarjeta do Festival de Woodstock, aquela baderna ensandecida do final daquela década. Ou seja: a juventude católica saiu do controle dos pais, para o descontrole do inferno, e isso em poucos anos. De lá para cá, tudo somente decaiu! A fumaça de satanás não entrou somente na Igreja, mas poluiu também toda a sociedade! Porque a Igreja afrouxou no combate ao mal, abrindo terreno para o inimigo! Que não perdeu tempo!


Assim, movimentos como este que parece começar nos Estados Unidos, e como o da França, recentemente, onde a juventude católica se empolga e começa a perceber que o aborto significa assassinato de um filho e morte espiritual de uma mãe, que o pecado da prática do homossexualismo é também caminho de destruição e ruína da sociedade por ser estéril, e percebe que neste mundo conturbado apenas nossa Santa – sempre Santa Igreja, e NUNCA pecadora – é a única instituição baluarte, que sempre tem combatido tais pecados, temos certamente uma centelha de esperança, um começo do renascer da Igreja, pelo renascer da juventude, a flor da sociedade.


Mais do que isso, neste gesto está implícito um desafio ao inferno infrene, de que não haverá de destruir a valente juventude Católica Apostólica Romana, ela o futuro desta Igreja que jamais será destruída. É preciso que também no Brasil se levantem estas mesmas vozes ativas, estes mesmos corações vibrantes de jovens católicos verdadeiros, que amem e defendam com toda sua garra à Igreja e a Sua Santidade o Papa Bento XVI, pastor terreno único e visível, de quem e somente de quem, emana a verdadeira, santa, salutar e única doutrina que salva.


Para isso devemos rezar e depositar muitas de nossas “fichas” no próximo encontro Mundial da Juventude, do Rio de Janeiro, onde se espera milhões de jovens para um encontro com o Papa, com a verdadeira Igreja de Pedro e com a fé num Único Deus. Que estes milhões de corações sejam ali inflamados de zelo pela causa do Reino, e levem para o mundo a tocha acesa de uma fé viva, que assim incendeiem todas as nações do planeta. Mas, como já disse, para que isso é preciso que os jovens entendam: fomos enganados! Precisamos voltar atrás, e buscar nas raízes as causas da destruição! Sem compreender os erros do passado, não se poderá evita-los em continuidade!


De fato, não adianta de nada tentar mudar a aparência externa da árvore, se ela continuar sendo alimentada pela mesma seiva doentia. De nada adianta tentar reerguer a árvore da Igreja, se não se mudar o solo contaminado pelas más teologias, pelas heresias, pela má catequese, pela má formação dos sacerdotes e por tudo aquilo que contribui para a quebra da unidade. Se não buscarmos a unidade sob Pedro, de forma humilde, mas tenaz e decidida, jamais teremos uma árvore frondosa e frutífera, em unidade perfeita. Se não tirarmos da Igreja todas as “ervas-de-passarinho” e as plantas “epífitas” que dela sugam a seiva, tudo continuará de mal a pior.


Assim quando os jovens seminaristas começam a perceber que a batina é seu distintivo e que padre sem ela é soldado sem farda – embora não perca o galardão – começa-se a reverter um caminho de ruína. Da mesma forma os religiosos e as religiosas, quando vão buscar nas raízes de seus fundadores, aquilo que era precioso e salutar em sua congregação, e manifestam rebeldia contra as pinturas e saias curtas das freiras e roupagens comuns nos padres, nós percebemos que há em formação um exército vestindo não somente a farda, mas também portando armas poderosas. Eles sim, se tornarão visíveis e alvos mais fáceis para os inimigos, mas se tornarão também mil vezes mais fortes, agora como capitães na batalha final.


Sem dúvida, embora se diga que “não é o traje que faz o monge”, o traje eclesiástico empresta a aquele que o usa, uma investidura de poder, de ordem, de comando, capaz de fazer tremer os infernos. O simples fato de um padre, ou mesmo um seminarista ter coragem de sair pelas ruas trajando uma batina preta, ao contrário do que dizem os maus que isso é vergonhoso, transmite ao valente uma autoridade um poder sem limites. Noutro dia coloquei o exemplo de dois sacerdotes, um vestido de batina e outro de clergiman protestante, andando por um santuário da Europa: eles foram abordados por mais de 300 pessoas que pediam benção sobre objetos, mas todos buscaram apenas a aquele vestido de batina! Ou outro foi simplesmente ignorado, embora andassem juntos!


E é disso que precisamos: de pessoas que tenham coragem de vestir não somente a farda de guerra, mas também a couraça da fé. E somente quem tem verdadeira fé consegue ter coragem de vestir também a farda exterior. Neste caso a farda se torna também couraça, porque não somente afugenta as tentações da carne, como expulsa o tentador, que foge de medo. O que nossos clérigos precisam ainda, concomitante a estas atitudes, é se reciclarem na forja preciosa da obediência ao Papa, não aos que lhe são rebeldes e omissos. Jesus foi obediente aos pais por 30 anos, e foi por isso que em apenas três anos Ele revolucionou o mundo. Devem obedecer apenas a aqueles que obedecem ao Papa Bento XVI, e são fiéis à sua Sã Doutrina!


É preciso entender que, se é impossível agora desfazer tudo o que saiu de errado do Concílio e que resultou neste estado atual de coisas, uma revolução silenciosa pode simplesmente reverter a situação. Quem percebe e sente o coração do Santo Padre, o Papa Bento XVI, sabe que ele no fundo desejaria voltar à Missa em latim, e já deu sobejas provas neste sentido. Mas se os novos sacerdotes começarem a voltar à ortodoxia, também para a Santa Missa antiga, em latim ou mesmo vernáculo – está no site nos ebooks nas duas versões para quem desejar – então aos poucos aquilo que saiu errado será varrido da Igreja, e esquecido para sempre. Quanto ao povo, basta que ele seja evangelizado corretamente sobre o sentido da Missa, e ele jamais abandonará sua Santa Igreja! Não precisa zerar o Concílio, basta esquecê-lo, porque não foi dogmático e sim apenas pastoral! Sugeriu, não impôs nada!


Voltando ao tema central, nós vemos que a psicologia infernal de hoje, as novas leis que cerceiam os pais de controlarem seus filhos estão cada vez mais rígidas e já tratam os pais como tiranos, dignos de perderem a guarda de suas crias, por um necessário puxão de orelhas. E enquanto isso avançar, enquanto os pais coletivamente não tiverem direito de controlar os ímpetos dos filhos, tudo ficará pior. É salutar saber que os jovens despertam seu senso crítico, mutilado já por duas gerações, para empreenderem uma grande revolução mundial.  


Para ser bem claro é preciso que sejam os jovens a dar o verdadeiro grito de liberdade, mas não contra os pais e sim contra a besta que os meteu nestes abismos. Devem revoltar-se é contra o veneno que lhes tem sido administrado. Tão bem como os novos sacerdotes bem formados podem mudar a Igreja é também a juventude que deve se revoltar contra aqueles mil vezes malditos, que lhes querem destruir não somente o corpo, mas também a alma. Devem voltar obedientes para a família, para os braços dos pais que lhes deram a vida, que os mantém com seu suor e trabalho, e que os amam de fato. Devem voltar para Igreja de Jesus, a Santa Madre Igreja Católica, que com seus ensinamentos preciosos e bimilenares possui a chave única da sua verdadeira felicidade.


Porque, se os pais se revoltarem contra o sistema atual, eles sozinhos, farão apenas dar mais corda ao inimigo. Mas se a juventude agir, se ela livrar-se dos grilhões da escravidão a que o inimigo a submete, e voltar humilde para o regaço de seus lares, voltar também para o Deus que os ama, terá dado um passo importantíssimo na direção da salvação da humanidade. A juventude tem sim, este poder nas mãos. Se proceder assim, ela estará tornando inócuos e ridículos a todos estes ditames do inferno, que estão embutidas nas atuais leis tortas dos nossos governos, que estão a serviço do inferno, o inimigo da raça humana. 


Como o artigo abaixo diz a juventude que se levanta nos EUA, e deve se levantar em todo mundo, ela quer menos oba-oba e mais Eucaristia. Quer menos diversão e mais confissão! Quer voltar para aquilo que salva e torna realmente feliz, e fugir daquilo que na aparência surge como apetitoso, mas é veneno letal. O que todas as pessoas que estavam na discoteca de Santa Maria bebiam não eram cerveja e energético, mas veneno para suas almas! O que tinham ali não era divertimento, mas pervertimento. Era corrupção! Aquele não era um local decente, mas imoral! Infelizmente não havia ali somente jovens insensatos, mas gente madura que deveria ter este discernimento. E assim é em todo mundo: é disso que a juventude precisa se libertar, para voltar a ser verdadeiramente livre e feliz!


E como são coisas contíguas, e já falei também dentro da Igreja Católica é preciso que os jovens seminaristas rompam com a velha geração mal formada e deformada pela péssima teologia e a heresia comunista e falsamente libertadora, mas não falo em um rompimento belicoso, e sim de uma revolução santa, que volta a buscar nas raízes da Igreja aquilo que realmente é salutar e salva, deixando de lado as obras do mundo, que são estradas da porta larga: floridas em suas beiradas, mas cujas flores têm o perfume narcotizante da ineficácia, o néctar venenoso das heresias, e o polem que produz a cegueira espiritual e que leva à morte lenta das almas. E da própria Igreja!


Realmente eu tenho a firme esperança de que isso acontecerá. Se hoje vivemos o silêncio do Céu conforme está no livro do Apocalipse (ler capítulos 8 e 9) também percebemos que Deus está agindo. E este agir se verifica exatamente nestes casos, como ação do Espírito Santo que se derrama sobre a terra, como está predito em Joel. É o Espírito Santo Quem suscita esta revolução que parece ter começado! Falo deste espírito de inconformidade com os rumos de abismo que o mundo está tomando. Tais pessoas não querem o crime do aborto, nem o pecado da prática do homossexualismo, não querem a eutanásia de seus velhos pais e avós, não querem mais as drogas nem a música satânica do rock, porque agora percebem que tudo isso tem sido a causa de sua ruína.


Mas atenção: todo este movimento implica num confronto com a grande fera. Implica também em que ela se mostre claramente e aja de imediato, porque isso significa perda de terreno arduamente conseguido durante os últimos 60 anos de mentiras e enganações. Vem, pois, batalha sangrenta! Sim, nós sabemos do resultado desta deflagração e não nos devemos iludir de que ela virá sem traumas e sem prantos, até sem sangue. É, porém, preciso que isso aconteça, para que no fim reste este povo renovado e purificado pelo fogo abrasador do Espírito Santo.


Que Deus esteja com nossa juventude, para que ela avance nesta direção, com firmeza, com amor e fé. Sem dúvida ela precisará de nossas orações, e precisará empunhar a Cruz como estandarte, e o Rosário de Maria como a sua arma de guerra e a Eucaristia como seu valioso escudo. E tudo pacificamente! Então nada resistirá a este avanço! Nada poderá se interpor a este intento! Se a juventude mundial se unir, se ela voltar para suas famílias e para a Igreja católica, mesmo os pais mais relapsos haverão de se por em campo na mesma luta, porque não pode jamais interessar a um pai ou mãe que ama seus filhos, a continuidade deste mundo de perdição.


Enfim, que este movimento se alastre pelo mundo. É maravilhoso perceber que existe uma esperança e este sopro benéfico parece cumprir a passagem que está em Apocalipse 13, o sopro de vida que coloca em pânico os inimigos de Deus. Esta “ressurreição” da juventude parece sinalizar para um início da derrocada do império do mal, e que levará ao terror aos que o promovem. De fato, não somente a mídia em si, mas certos grandes promotores da cultura de morte como os abortistas, estão reconhecendo que perderam terreno e que seus esforços tem resultado em fracasso, pondo em risco tudo aquilo que já conquistaram. Isso quando achavam ter já vencido!


Uma revolução de certa forma silenciosa, e não se pode considerar desobediente quanto à Igreja. Já que não é bom mudar as velhas estruturas por via do confronto direto, busque-se mudar a Igreja fazendo apenas uso do que é bom e eficaz e já aprovado. Nunca foi proibido ao padre usar batina! Então se é eficaz que se use! Também não é mais proibida, antes desejada pelo Papa a celebração da Santa Missa em latim! Então se é eficaz e desejável, que se aprenda o latim, e se celebre neste rito. E os ventos desta mudança se tornam mais fortes na medida em que estão cheios os seminários tradicionalistas, enquanto ficam a cada dia mais às moscas os seminários modernistas.


Quanto à juventude não há desobediência civil em voltar ela mesma atrás, então nada a temer. Não existe lei no mundo que possa obrigar os filhos a obedecer e amar aos pais, e por enquanto temos ainda leis que protegem a liberdade religiosa. Portanto, se voltarem para a Santa Igreja, seu baluarte indestrutível, nada a condenar. Enfim, voltar para quem ama e protege e fugir de quem deseja envenenar e matar é nada mais que prova de sabedoria.


Deus é conosco! Deus é com a juventude mundial! Nas famílias e na Igreja! Com as armas da Cruz, do Rosário e dos Sacramentos, então nada deterá o Amor! Ele vencerá!  (Aarão)     





Eis o texto: Fé da juventude católica americana surpreende a mídia.


A imprensa americana teve de ceder. Diante da estrondosa demonstração de fé e civilidade dos milhares de jovens que participaram da recente “Marcha pela Vida” (foto) considerada a maior de toda a história dos EUA – os jornais do país não tiverem alternativa, senão reconhecer a ascensão da Igreja Católica no meio da juventude. Um duro golpe para o establishment esquerdista e anti-cristão que trabalhou durante anos para perverter o senso crítico das gerações mais jovens e que agora é obrigado a assistir a desastrosa derrocada de suas pretensões.


A confirmação vem por meio de um artigo do professor de Ciência Política da Universidade Michigan, Michael J. New, publicado na versão eletrônica da revista National Review. Comentando a cobertura da mídia dada à Marcha pela Vida, o professor descreve a preocupação do movimento abortista em relação à falta de jovens interessados pelo assunto. “Com poucas exceções, a grande mídia parece estar muito pessimista em relação ao movimento pró-escolha”, afirmou New.


Apesar da alegria dos abortistas pela eleição de Obama, Michael New declara que isso não foi o suficiente para acabar com o negativismo quanto à causa do aborto. Citando matérias publicadas pelos jornais The New York Times e The Washington Post, o cientista político ressalta que mesmo a famosa feminista Nancy Keenan desabafou, recentemente, seu temor quanto ao futuro dos grupos pró-aborto.


Ashley McGuire, fez interessantes declarações sobre o crescimento da juventude católica, num artigo publicado no reconhecido jornal esquerdista, The Washington Post. Surpreendida com a quantidade de jovens presentes em algumas Missas que frequentara e em palestras de notáveis conservadores, McGuire explicou que a adesão desses novos jovens à fé católica não é simplesmente uma moda, mas sim um ‘Grande Despertar Católico’, “é o renascer da ortodoxia católica no meio dos jovens católicos”.


McGuire, 26 anos, é uma jovem escritora que se converteu ao catolicismo há apenas cinco anos. Desde então, a moça tem trabalhado intensamente através de seu blog, altcatholicah.com- um site de cunho conservador dedicado especialmente às mulheres – para tornar mais conhecida e atrativa a doutrina da Igreja quanto à “paternidade responsável”. McGuire conta que sua paixão pela Igreja Católica tornou-se maior quando ela finalmente percebeu que os ensinamentos católicos eram os únicos realmente sólidos e com bases milenares. “Alguns católicos, como eu, nos convertemos do protestantismo, ao perceber que a única instituição no mundo que se manteve firme através dos milênios nos assuntos mais importantes da época foi a Igreja Católica”, declarou McGuire.


McGuire atribui esse despertar católico no meio da juventude ao sufocamento das gerações anteriores pelas teses liberais e promíscuas. “Nós nascemos num mundo em que milhões de bebês eram abortados a cada ano, onde incontáveis outras crianças que não nasceram estão congeladas em laboratórios para experiências, onde se fala que o gênero é uma opção e que o casamento é amorfo e solúvel.. achamos que era demais.”, frisou a jovem, que também faz parte da Catholic Association nos Estados Unidos.


McGuire ressalta em seu artigo que a nova geração de jovens católicos também é extremamente solícita e aberta às orientações do Papa Bento XVI. Além disso, os novos seminaristas e religiosas estão cada vez mais interessados nas práticas tradicionais da fé católica ao passo que as vocações dos institutos conservadores nunca cresceram tanto como agora, enquanto notáveis conventos progressistas estão definhando. “Nós queremos menos oba-oba e mais Panis Angelicus”, resume a jovem. Sobre a juventude que participou da Marcha pela Vida, Macguire observa que a grande mensagem deles foi: ”Tome nota. Nós somos o futuro. E nós estamos pegando fogo por Jesus Cristo e por sua Igreja”.


Testemunhos como esse de Ashley McGuire, a Marcha pela Vida realizada nos Estados Unidos e tantos outros movimentos jovens da Igreja, sobretudo a Jornada Mundial da Juventude, nos dão um alento de esperança e coragem quanto às próximas gerações. E mostram que, mesmo com movimentos contrários, a Igreja Católica vive e tem futuro. Além disso, está disposta a corresponder ao chamado de Jesus Cristo, Aquele que veio para “lançar fogo no mundo” (Lc 12, 49). Dizia o escritor G.K. Chesterton que “somente a ortodoxia católica faz o homem feliz: é como os muros postos ao redor de um precipício onde pode brincar uma porção de crianças”. Os jovens, finalmente, começaram a descobrir esses muros.


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