Sejam Bem Vindos! Que Deus vos abençoe!

Página dedicada aos que amam as almas do Purgatório.
FAMÍLIA, FUNDAMENTO DA SALVAÇÃO
Documento sem título




 
 
28/06/2011
Homilia Dominical
 
Evangelho - Homilia Dominical
28/6/2011 15:13:23

Evangelho - Homilia Dominical


13º Domingo do Tempo Comum
“123º Domingo no Exílio”
Ano “A”



 



2 Rs 4, 8-11. 14-16 / Sl 88 / Rm  6, 3-4.8-11 / Mt 10, 37-42



 



Domingo, 26 de Junho de 2011.



 



Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo.



Para Sempre seja louvado e nossa Mãe Maria Santíssima.



Salve!



Meus amados! Hoje retomamos o Tempo Comum da Santa Igreja, e celebramos o 13º Domingo do Tempo Comum. Somos convidados por Jesus a meditar sobre o Ministério do discipulado, uma vez que é para eles, para os discípulos, que Senhor fala. Continuando, assim podemos dizer, o Sermão das bem- aventuranças, começado no capítulo 5 (cinco), deste Evangelho, quando Ele atraiu Seus discípulos, para escutá-Lo. E, hoje, Ele fala para cada uma de nós, de modo particular para nós, Sacerdotes e Bispos da Santa Igreja. Ele nos convida a renunciar tudo, e abraçarmos nossa Cruz quotidiana... Para isso, precisamos morrer para nós mesmos, para nossas vontades, para tudo que temos, ou pensamos ter, pois nada teríamos se o nosso Deus assim não dispusesse. A princípio, parece que Jesus é muito exigente, e duro, pois convida a renunciar até a própria vida, por amor a Ele. Mas aqui está o centro da mensagem que Ele hoje vem nos dar: “O que ama o pai ou a mãe mais do que a mim, não é digno de mim; e o que ama o filho ou a filha mais do que a mim, não é digno de mim. E o que não toma a sua cruz e (não) me segue, não é digno e mim. O que se prende à sua vida, perdê-la-á; e o que perder a sua vida por meu amor, achá-la-á” (Mt 10, 37-39). O convite é para que sejamos fiéis, como discípulos e Apóstolos de Sua Doutrina, que amemos a Ele, acima de todas as coisas (o primeiro Mandamento) e obedeçamos ao Seu Mandato: ‘ide por todo o mundo, anunciai a Boa Nova, e batizai em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo’. Não tenhamos medo de proclamar a verdade da salvação. Como nos comprova a história, a Igreja sempre foi perseguida, então, por que não seremos nós? “O que se prende à sua vida, perdê-la-á; e o que perder a sua vida por meu amor, achá-la-á” (Mt 10, 39). Peçamos ao Senhor que nos dê a graça de subirmos o Calvário com Ele, a exemplo de São João, quando todos os outros se dispersaram. Jesus deseja que O Amemos plenamente, a ponto de arriscarmos nossa vida, por causa d`Ele e da Sua Igreja. Será que estamos prontos?
 Meus amados! Uma vez que lutamos para fazer Sua vontade, Ele, por meio de nós, seus servos, realiza Seus desígnios, não obstante nossa fraqueza. Eis como Deus age por meio dos Seus profetas, como hoje escutamos na primeira leitura, do livro dos Reis. O profeta Eliseu é acolhido na casa de uma sunamita, que o chama de “um santo homem de Deus”. Pois, receber um profeta, significa receber o próprio Deus, pois um profeta não fala e em seu próprio nome, mas em nome d`Aquele que o enviou. Ele é o embaixador de Deus. Não é assim que acontece no mundo profano? O embaixador de um país representa aquele País, por exemplo, um embaixador italiano representa o seu País, a Itália; e não recebê-lo, significa rejeitar quem ele representa. Assim também acontece com aqueles que falam em nome de Deus, e dão testemunho da sua palavra: os profetas, os mártires, os Apóstolos, os santos Padres da Igreja, e todos aqueles que amam a Cristo e Sua Igreja, e dão sua vida por Eles (Cristo e Sua Igreja). “Tenho observado que este homem, que passa tantas vezes por nossa casa, é um santo homem de Deus. Façamos-lhe, pois, um pequeno quarto, e ponhamos-lhe nele uma cama, e uma mesa, e uma cadeira, e um candeeiro, para que, quando vier à nossa casa, se acomode ali” (1 Rs 4, 9-11). Amados, não tenhamos medo de sermos verdadeiros profetas, Apóstolos de Cristo, onde estivermos, sermos os mesmos, tanto fora como dentro da Igreja, que anuncia e testemunha a verdade da Sua Doutrina. Doutrina crida e professada em todos os tempos e lugares, e ensinado pelo Magistério da Igreja e pela Tradição. Se quisermos verdadeiramente seguir o crucificado, devemos abraçar a nossa cruz, pois o Senhor não concederia uma cruz mais pesada do que as nossas forças. Pois é Ele que nos dar a força! Abracemos nossos sofrimentos, nossas dores, inquietações, provações e contradições, - sem resmungar, sem reclamar - e unamos ao Sac
rifício de Cristo, que Se imola no Altar. Pois é no Altar que Ele derrama – de forma incruenta – Seu Preciosíssimo Sangue, para nos redimir e nos salvar. É por meio deste santo Mistério – o Santo Sacrifício da Missa – que nós recebemos a graça e a fortaleza, para sermos discípulos Seus, e anunciadores da santa verdade, que é eterna. “Não tenham medo, pequeno rebanho, diz o Senhor!”  É preciso que nos abandonemos a Ele, que renunciemos a nós mesmos, a nossa vontade, a nossa família, e tudo que temos, para servir e seguir a Cristo, não obstante nossa fraqueza. Pois Ele nos diz que, aquele que não renuncia até a própria vida, por amor a Ele, não é digno d`Ele, cf. Mt 10, 37-39. Sim! Ele nos confiou uma Missão, de modo particular a nós, Sacerdotes da Santa Igreja, Bispos, Ministros do Seu Altar. Mas, também, a todo Batizado, que tem o sacerdócio comum dos fiéis. Nós temos o Sacerdócio Ministerial, além daquele conferido pelo Santo Batismo, e isso nos confere uma maior responsabilidade. Pois como nos comprova a história e ainda mais o Santo Evangelho: “Eis que eu vos mando como ovelhas no meio de lobos...” (Mt 10, 16a). Durante todos os tempos, os discípulos de Jesus, a Sua Igreja Católica, a Verdade, a Doutrina foi combatida pelos inimigos da religião. Não é novidade, pois desde sempre aconteceu, desde os Apóstolos, passando pelos mártires, até os dias de hoje. De modo particular nos dias de hoje, tempos modernos, a Igreja de Jesus, na pessoa dos Católicos, é zombada, perseguida, insultada, quando não calada e morta. Não é o que, vergonhosamente, presenciamos hoje? Temos visto este governo socialista, materialista e ateu, aprovar leis que afrontam a Deus e a dignidade humana, numa total relativismo moral, dos valores da fé, institucionalizando o pecado e a morte. Uma degradação dos valores!... Pecado, sempre mais cometido, e banalizado, de modo particular o pecado de impureza. Não sigamos o mundo e sua porta larga, que leva ao inferno, mas vençamos o maligno com a verdade, com caridade, e com a santidade de vida a qual fomos chamados. Corramos para o Sacramento do perdão, da Misericórdia, e lá seremos purificados, para podermos nos aproximar do Senhor, do Mistério do Seu Corpo e do Seu Sangue Preciosos. Não tenhamos medo de irmos ao Sacramento da Confissão, amados! Quantos de nós passamos anos e anos, sem buscar no Sacramento, o perdão para os nossos pecados, pois, se assim procedemos, é porque não queremos nos converter, e vamos caminhando de qualquer jeito, às apalpadelas. No entanto, se vimos à fila da Comunhão, conscientes de estarmos em pecado grave, mortal, receber Jesus Sacramentado - cometemos um sacrilégio! É o que nos diz a Santa Igreja, sua Santa Doutrina. Portanto, cremos no que a Igreja crer, no que os Apóstolos creram, e no que a Tradição e o Magistério crêem e ensinam; não aquilo que nós queremos, ou que nós achamos... A verdade, uma vez que ela é verdade, será sempre verdade, por isso devemos ter a coragem de anunciá-la e testemunhá-la, confiantes na graça do Altíssimo.
 Que o Senhor nos conceda a graça que muito precisamos, para sermos Seus discípulos. Que os nossos corações sejam animados pela oração, fortalecidos pelo Seu Sacratíssimo Corpo e Sangue, imolados no Altar, para nos curar e nos animar na fé. Que seguindo Seus Mandamentos, sejamos guiados pelas Sagradas Escrituras, e pela Sua Doutrina Santa. Não tenhamos medo de sermos Católicos, de vivermos fielmente Seus Mandamentos, e abraçarmos a caridade em nossos corações. Pois São Paulo nos ensina que devemos morrer em Cristo, pelo Batismo, portanto para nós mesmos, para os nossos pecados, para que vivamos com Ele. “E, se morremos com Cristo, cremos que viveremos também juntamente com Cristo. Assim também vós vos considerai como estando mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Nosso Senhor Jesus Cristo” (Rm 6, 8. 11). É a vida nova que recebemos, através das graças que nos conferem os Sacramentos, os quais nós recebemos, por meio da Santa Igreja. Sigamos firmes os passos de Jesus, e peçamos a graça e a fortaleza, ao Coração da nossa San
tíssima Mãe, a Rainha dos Apóstolos, a Rainha dos Mártires, que estava com eles para animá-los e instruí-los, em seu apostolado. Hoje Ela está conosco, neste cenáculo, para nos ajudar a seguir Seu Filho, com alegria, até a Cruz, para experimentarmos com Ele a ressurreição, a vida nova, o Céu! Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo. Para sempre seja louvado e Nossa Mãe Maria Santíssima. Salve!




  “Serão verdadeiros apóstolos dos últimos tempos, e Senhor das virtudes lhes dará a palavra e a força para fazer maravilhas e alcançar vitórias gloriosas sobre seus inimigos... Eis os grandes homens que hão de vir, suscitados por (nossa Santíssima Mãe, a Virgem) Maria, em obediência às ordens do Altíssimo”  (Tratado da Verdadeira Devoção a Santíssima Virgem, pg. 60-61) 



Pela intercessão da Bem-Aventurada e Sempre Virgem Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe, do Seu Castíssimo Esposo, São José, e São Miguel Arc’Anjo nosso protetor...



 Abençoe-vos, a Santíssima Trindade,
 Pai, Filho † e Espírito Santo. Amém!



† Padre Tarciso Alves Maia Júnior



 
 
 

Artigo Visto: 1305 - Impresso: 13 - Enviado: 9

ATENÇÃO! Todos os artigos disponíveis neste sítio são de livre cópia e difusão desde que sempre sejam citados a fonte www.recadosdoaarao.com.br

 

 
Visitas Únicas Hoje: 544 - Total Visitas Únicas: 3.254.729 Usuários online: 61