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FAMÍLIA, FUNDAMENTO DA SALVAÇÃO
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22/03/2017
A falsa igreja conciliar
No próximo século haverá um concílio, e dele virá a destruição da Igreja! (São João Bosco)
 

QUE IGREJA É ESSA QUE CANONIZA O «QUISLING» ATENTADOR DA VERDADE?

 

Arai Daniele

Aqui vamos repetir brevemente o descalabro desencadeado na sociedade humana por um impostor religioso, que foi canonizado pela nova igreja moldada sobre os erros por ele avançados. Mas não poderá nunca dispersar a Acies ordinata que vigia em defesa da verdadeira Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo.

João 23 fingiu inspiração divina para convocar um concílio que tentaria mudar a Igreja imutável, atualizando-a e adaptando-a aos tempos, etc., idéia condenada por todos os papas anteriores, mas perseguida há tempo pela maçonaria. Para esse fim tratou com declarados inimigos de Deus, os ateus perseguidores de Sua Igreja, e negociou com o poder soviétivo para a presença de prelados ortodoxos russos em seu Concílio. Foi ele que desestabilizou a Missa e arrumou o Colégio dos Cardeais para promover a eleição de seu sucessor, Montini, que continuou o seu concílio e promulgou decretos heréticos, os  mesmos que de há muito tempo estavam no plano maçônico para mudar a Igreja.

Aqui vamos falar da mentalidade incutida nas consciências a partir da eleição para a Sé de Pedro do «bom» modernista João 23, adepto de uma «nova ordem mundial». Diante do novo curso iniciado com ele, que censurou o segredo de Fátima, pergunta-se: poderia este segredo – centrado sobre o Papa – ser alheio aos inauditos enganos introduzidos na Sé papal? Ou, ao contrário, ajudar a enfrentar a burla de «papas conciliares» ligados aos poderes do mundo, infectado pela liberdade do erro e da mentira?

Ora o «segredo profético» desarquivado mostrou a visão da eliminação do papa católico com o seu séquito fiel. E a cristandade semi-derruída foi «decapitada» de seu guia; visão profética confirmada na vida do mundo e da Igreja – cuja horrenda demolição é evidente. E depois disso, vige uma enorme desordem e perversão; vivemos entre escombros morais e religiosos.

Como ignorar que as ideias dos «papas conciliares», a partir de João 23, cara oculta da nossa era, inverteram com os seus pactos os princípios teológicos e a fé com que 260 Papas e 20 Concílios precedentes guiaram a Igreja católica? Alteraram a vida na Fé seguindo a própria consciência» segundo os novos tempos, para mudar nada menos que a «consciência da Igreja»! E se queriam mudar a Religião, porque não iriam também adaptar Fátima em nome do «Modernismo», que relativiza ao presente os princípios que Deus imprime nas almas?

Já serão 4 os «papas conciliares» que vieram a Fátima, sendo que 2 vieram como cardeais. Mas quem pode dizer que vieram para edificar o culto no lugar escolhido pela Mãe de Deus? Ficaram reforços de outros cultos, pessoal, comercial, conciliar.

Depois que o chamado «Papa bom» assumiu poder papal, passou a dominar a mentalidade conciliar, que denotava origem «iluminista». E esta é confirmada na linha dos seus sucessores no Vaticano, bastou ouvir Bento 16, cujo «apostolado ecumenista» vai sempre na realização do plano «pan-ecumenista» condenado pela encíclica Mortalium animos do Papa Pio XI. Assim, iniciou o tal «aggiornamento» da «consciência da Igreja», com a desculpa que ela vivia fechada nos seus muros e em milenárias «profecias de desgraças». Segundo os inovadores, a Igreja devia superar o contraste com o novo milênio de luzes e de galharda tecnologia, indo ao encontro de uma nova fé ecumenista no progresso humano sem limites!

Tal delírio de novidades ocorreu desde então à revelia dos frutos podres que deu na vida espiritual da Igreja e da desordem social que propiciou ao mundo, que passou a ter em mira, não mais o amor pela verdade, mas a sublimação da utopia de uma «nova ordem», para a qual a verdade não é uma nem conta!

Seus frutos, derivados de idéias já condenadas, são nefastos. Donde então a alcunha de «papa bom» atribuída ao inventor de «novas Pentecostes» ? Só se a burla dessa «bondade» fosse parte do plano secreto para inverter a Tradição e a vida da Igreja católica e apostólica depois de dois mil anos de história.

O utopismo ecumenista, que é suma contrafação religiosa, mas também mental, devia ser enfrentada não só pelos católicos, mas por quem estima a verdade, Sim porque vem do Modernismo, aberto à liberdade religiosa, e à nova ordem gnóstica e maçônica para substituir a ordem cristã nas consciências; não só obter o Estado separado da Igreja, mas o corpo humano de sua alma espiritual, cuja existência é admitida pelo iluminismo só como produto de idéia no «processo evolutivo»!

Foi o curso intelectual que em pouco tempo causou a inaudita «autodemolição», de aspeto irreversível na Igreja e também no mundo, onde sinais «liberatórios» da imaginação no poder, a partir dos anos 60, produziram reivindicações de direitos e depravações e sem fim na vida social, em nome de confusões ideológicas ateias e ecumenistas, com imprimatur conciliar! Era o direito à dignidade das aberturas, que no fundo significa dialogar e contestar a mesma Verdade.

Isto estava nas entrelinhas da encíclica «Pacem in terris», na qual João 23 proclamou que «… pode e deve haver cooperação entre os católicos e os regimes comunistas no campo social e político». Assim, nas eleições italianas de Abril de 1963, os comunistas, num só golpe de sorte ganharam um milhão de votos em relação às eleições políticas de cinco anos antes; sorte de ter João 23 de seu lado. O clamoroso sucesso do PCI foi unanimemente atribuído à nova linha de João 23, logo denominada de «sinistrismo eclesiástico».

A «mentalidade de abertura», continuada por Paulo 6, foi a «abertura conciliar ao mundo», que no caso da política comunista levou a Itália a ser o país mais desgovernado da Europa, pois tal ideologia, se não toma o poder, reivindica tudo, na ordem social e também existencial através dos movimentos sindicais e greves contínuas. E tal política passou a dominar com a mentalidade modernista, aberta ao socialismo, como disse São Pio X na Notre Charge Apostolique»,  condenando o «Sillon» de Sangnier, uma quimera social com o olho posto no socialismo.

Assim, o povo comunista italiano, sob vários nomes e a complacência do partido democrata-cristão é o maior do mundo «democrático». Para o seu ideólogo, Gramsci, “o socialismo é justamente a religião que abaterá o cristianismo” (2). “A filosofia da práxis – é o nome que Gramsci dá ao materialismo dialéctico e histórico – pressupõe todo este passado cultural, o Renascimento e a Reforma, a filosofia alemã e a Revolução francesa, o Calvinismo e a economia clássica inglesa, o liberalismo laico e o historicismo na base de toda concepção modernista da vida. A filosofia da praxis é a coroação de todo este movimento de reforma moral e intelectual… corresponde ao nexo: reforma protestante + revolução francesa”.

(2) – Gramsci, António, Avanti!, e Sotto la Mole, 1916-20, Einaudi, Turim 1960, p. 148.

Para este «profeta comunista»: “O catolicismo democrático faz o que o socialismo não poderia fazer: amalgama, ordena, vivifica e suicida-se”. Incrível como isto aconteceu com a política clerical do companheiro e sucessor de Roncalli, João Batista Montini, futuro Paulo 6, sobre o qual veremos o que foi publicado do «Pacto Montini – Stalin». Famosa foi sua homilia de «protesto» a Deus na Missa de exéquias de Aldo Moro, por não ter evitado o assassínio pelas Brigadas Vermelhas comunistas desse seu poderoso amigo demo-cristão.

Voltando, porém, ao tempo de João 23, a questão que o marcou para sempre foi a incrível censura ao Terceiro Segredo de Fátima, cuja mensagem indicava os “erros esparsos pela Rússia”. Esta frase, detestável para quem via com otimismo o avanço socialista, para o qual abriu as portas do Vaticano, representa a realidade de um mundo cada vez mais ateu e materialista.

Apenas concluído o Vaticano 2, as mini-revoluções que reivindicam em todas as direções já eclodiam no Ocidente sem poupar nenhuma ordem social. Enquanto isto a contestação global, especialmente na América Latina e África, era cavalgada pelo comunismo animado por novos apóstolos da «abertura» conciliar. Estas haviam liberado as consciências para reivindicar os direitos que fazem esquecer os deveres para com a verdade de Deus.

Já escrevi sobre o comunismo da teologia da libertação TL, que infestou o Brasil e a América do Sul. Admirava-me então como líderes anti-comunistas ativos como Olavo de Carvalho e o seu amigo P. Paulo Ricardo, não rastreiem a origem e apoio a isto tudo justamente no ambiente clerical; do card. Arns e arredores, subindo até o Vaticano conciliar. Essa origem nesse vértice se confirma agora com a ação de Bergoglio. Mas o P. Paulo Ricardo quer estar dos dois lados quando Roma está envolvida. A primeira vez que eu o ouvi foi defendo a «liberdade religiosa e de consciência» do V2; tentativa deveras lamentável pelas suas incongruências!

Não há pois que negar a velada relação de causa-efeito entre as aberturas de Roncalli e sucessores e a profunda revolução que demoliu a fé da Igreja nas consciências. João 23 apelava à misericórdia para desculpar erros, mas abriu às «ideologias» de guerrilheiros padres, como Camilo Torres, que celebrava a missa ao lado da metralhadora dizendo: “João 23 me autoriza a marchar com os comunistas”; morreu lutando para aniquilar a Ordem cristã! De onde procede a maior culpa, ainda ignorada?

Como negar que quando o Vaticano 2 justificou o direito universal à escolha da própria religião ou irreligião, tal juízo incluía todo outro, da moral à política? Não era este o «compromisso histórico terminal» entre a falsa religião e o ímpio laicismo? À exposição dessa herança macabra no campo das idéias se aplicam estes artigos que aquilatam, por exemplo, o efeito da «encíclica Pacem in terris» (Ptr), tão apreciada em Moscou como nos ambientes socialistas e mações, porque visava a «atualização» da noção deles sobre a livre consciência.

Não estava claro isto no documento? Se não, foi porque devia evitar a reação católica; mas nem tão velado para perder a ovação da área iluminista que há séculos exigia que a Igreja declarasse a liberdade de consciência e de religião, para julgar sobre o bem e o mal. Sim, a liberdade dos intelectuais revolucionários para dizer qual deve ser o «bem e a «verdade» obrigatórios. Para quem preserva a liberdade das consciências – que é a verdadeira liberdade: paredão!

É a idéia que passou a ditar a vida no mundo até a «alienação apocalíptica» final da Palavra de Deus. São as Sagradas Escrituras a descrever essas «alienações»: a Original e a Judaica, que são as raízes da terceira alienação: a da grande e final apostasia do mundo «cristão». Alienação esta que ocorre hoje na «perfídia» de incubadores do «vírus» modernista, de que foi portador Roncalli, que a inoculou no tecido da Igreja. Como um inseto pode ser portador de uma doença que inocula nos homens, a transmissão de certas idéias é pior que doença do corpo: afeta as consciências. A comparação parece rude? Não foi assim, por exemplo, com as idéias de Lenin e de Hitler se impuseram? E para a ideologia de Lenin a «liberdade religiosa» é princípio ironicamente consagrado na constituição soviética.

Pois bem, sobre a periculosidade das iniciativas de João 23 aludiu um dos mais célebres vaticanistas, o conde romano Fabrizio Sarazani, que sobre esse pontificado e suas consequências disse: “… o sinal deixado por Roncalli na história da humanidade supera de muito o impresso pelos Lenins e Stalins. Se estes liquidaram alguns milhões de vidas, João 23 liquidou dois mil anos da Igreja católica” (Nichitaroncalli, p. 49).

Se a citação parece interna aos adidos do Vaticano, eis outra do eis outra do mundo literato mundano, do inglês Anthony Burgess, autor do tema da «Laranja Mecânica» que, retratando Roncalli no seu romance «The earthly powers» (3), explicou que ele, por causa de seu pelagianismo anticristão, foi mais perigoso do que Hitler. Trata-se de localizar «causas» do mal que reside em idéias mesmo de aspecto religioso, que levam à agonia do Cristianismo no nosso tempo. Esta é evidente, mas não a sua causa, ligada a algo que assume forma de profetismo evocando sinais dos tempos, alheios à espiritualidade humana, mas afins à utopia da evolução ilimitada do homem; porque o homem é bom e a Igreja não tem inimigos.

(3) – Entrevista ao «O Estado de São Paulo», 10.1.1982 e outros jornais da época.

Assim, a débâcle da Ideia cristã no mundo ocidental, no qual serpeia o new age ligado à nova ordem de reconciliação global ecumenista, é efeito da utopia religiosa modernista de marca gnóstica, usada pela Maçonaria para impor «liberdades» em vista de se substituir à Ordem cristã. Eis o programa desse profetismo ecumenista que corrói a Cristandade para satisfazer a ideologia de um mundo globalizado segundo o progresso iluminista. Neste, prevalece o «centro noaquita» planeador da religião humanitarista que aliena o Evangelho de Jesus Cristo! Trata-se de processo atual, em curso com Bergoglio!

E, visto que toda crise na terra reside na subtil diferença entre a íntima liberdade das consciências, criada por Deus, e a «outra» liberdade de consciência em foro externo, ideada pelo «centro» da revolução anticristã, mas sempre condenada pelos Papas católicos, havia que obter «papas» modernistas. É a razão porque falamos do vírus modernista que, em nome do amor, faz fenecer sua fonte, que promana da Verdade. João 23 agiu contra essa Verdade, favorecendo de sua «alta sede» a mentalidade, ou melhor, a delirante «ideologia» que continua com os seus sucessores, apoiados no nefasto Vaticano 2, fonte das piores liberalidades diante da moral, da qual a pedofilia é mero produto, e ainda não basta!

Enfim, enquanto não for desmascarada a aparência católica dessa tremenda operação do engano, iniciada na surdina e na ambigüidade por esse falso pastor, o nó da situação católica continuará a estreitar-se mortalmente: é produto de um conclave, anulado pela heresia do eleito, recusado por Deus, mas aceito por uma geração apóstata.

OBS > Bem que o autor não se refere aos Santos Papas, João Paulo I, João Paulo II e Bento XVI, embora cite "quatro papas conciliares", porque o simples fato de ele deixar claro que por João XXIII começou a destruição da Igreja devido ao fato de ela haver sido "capturada" pela besta vermelha - que mantinha Paulo VI prisioneiro, enquanto os erros eram difundidos por um sósia - e então é milagre e misericórdia que Deus tenha agido potencialmente na eleição dos três acima citados, que já não podiam fazer mais nada contra o mal feito, porque o dilúvio de desgraças provocado pelo concílio Vaticano II, já era imparável. Tanto que João Paulo II, ao ser questionado disse: agora é tarde!

E tão tarde é que, a grande besta havia projetado este concílio desde mais de um século antes, aliado a busca também de conseguir um papa que viesse a implementar de pleno as metas daquele concílio, que foi arquitetado para mudar a vida e a Doutrina da Igreja. Eles têm agora a ambos, porque nada do que o Vaticano atual promove deixe de seguir os enunciados básicos daquele concílio. Impressionante e impossível de entender é como a imensa maioria do clero atual continua a defender o indefensável. O desastre que ele trouxe para nossa Igreja é irreparável. Tempos atrás li uma declaração de um fiel seguidor do Papa Bento XVI, que, se ele pudesse, rasgaria todos os 16 documentos do concílio.

Óbvio que ali dentro tem 95% de coisas boas. Mas coisas também óbvias, que a Igreja já tinha, não precisava reafirmar, bastava consultar os documentos da Tradição já validamente afirmados e seguir. O problema está nos 5% de artifícios, artimanhas, na construção capciosa de frases, sobre as quais o degenerado Padre Edward Schillebeeckx, um dos rebeldes heréticos que atuou decisivamente no Concílio admitiu cinicamente que: “nós temos empregado frases ambíguas durante o Concílio, e saberemos depois como interpretá-las”. Acaso não é mesmo que acontece hoje com todos os documentos que saem do Vaticano atual? Como em "amoris laetitia"? Ambiguidades! Falsidades!

O autor acima, termina seu texto citando a "geração apóstata" do nosso tempo, e de fato, tanto a besta perseguiu seu intento até que conseguiu: primeiro preparar um clero incapaz de perceber as artimanhas conciliraes, aceitando o mal como um bem - o abismo rumo ao qual a Igreja aos poucos despencou - como fazer com que este mesmo clero preparasse esta geração atual, para ser digna do anticristo. Eu estendo a minha mão à palmatória se depois de passada esta crise não restar na terra, mais que "um punhado de gente". E quem aceita estes descalabros, sem desconfiar, ou quem os difunde sem discernimento, ou mesmo os difunde intencionalmente, pode ter a certeza plena de que não estará dentro deste punhado de gente que fica. Isso virá acontecerá quando Jesus passar por aqui.

Porque depois que o Juiz vier, aí sim serão rasgados e queimados todos aqueles textos. Quem viver, verá! Quem sabe então veremos João XXIII - que se salvou porque converteu-se ao final dos dias - dizer desde o Céu: me canonizaram como santo, mas eu não merecia! (Aarão)

 

 

 
 
 
 

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