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FAMÍLIA, FUNDAMENTO DA SALVAÇÃO
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07/08/2006
Israel meu eleito!
 
Biblia - 17 Israel meu eleito!
Biblias - 17 Israel meu eleito!

ISRAEL, MEU ELEITO!
(Artigo escrito em 22/06/2002 e readaptado em 06/08/2006)
 
   Nos últimos meses, as pessoas têm se acostumado a assistir nos noticiários das TVs e também nos jornais, enfoques sobre a guerra entre israelenses e palestinos. Cada um, é claro, toma suas posições, faz seus cálculos e raciocina em cima da própria lógica. Mal sabem as pessoas que, em se tratando de povo judeu, a lógica humana nunca prevalece. E pela lógica humana, a questão entre estes dois povos já deveria ter se definido há muito tempo. Afinal, os povos palestinos e árabes, vizinhos de Israel e seus desafetos, somam mais de 57 vezes em número o povo judeu. Também o poderio econômico dos povos árabes é superior ao deles. E até a necessidade de conviverem com o inimigo dentro da sua própria casa – falo dos palestinos que trabalham em Israel – é causa de muitos atentados, que têm tirado muitas vidas preciosas deste pequeno povo, o eleito de Deus.
 
    Assim, à primeira vista, poderemos pensar que a questão de Israel é uma causa perdida. Que, mais dia menos dia, este pequeno povo será esmagado pelas forças inimigas que o rodeiam, trazendo enfim a paz para o Oriente Médio. Nada mais enganoso! Nem mesmo a pretensa “proteção”, pois economicamente sem sentido, dos EUA àquele pequeno país, pode ser citada como motivo pelo qual Israel ainda não foi subjugado. Nada disso! O que, na verdade, mantêm Israel inatacado, é o poder de Deus.
 
    O que esquecem muitos analistas é buscar lá atrás, nas brumas do tempo, aquilo que o Senhor Javé determinou para a descendência de Abraão e a casa de Jacó. O que conta não é o número do povo judeu, mas sim a Palavra do mesmo Deus que os dispersou entre os povos da terra, “porque o Senhor terá compaixão de Jacó e ainda dará a Israel a sua predileção e os restabelecerá na sua terra, os estrangeiros se reunirão a eles e se agregarão à casa de Jacó. Os povos virão buscá-lo para conduzi-lo à sua morada. Possuí-los-á a casa de Israel na terra do Senhor, como servos e servas. Conservarão prisioneiros aqueles que os tinham detido e dominarão sobre seus opressores” (Is 14,1-2).
 
    Sim, esquecem tudo isso os desafiadores de Deus, em seus arrogantes prognósticos. Na verdade, está muito perto o tempo de o Senhor voltar a ter compaixão sobre a casa de Jacó, pois ele é sem dúvida o povo da Sua predileção. E Israel jamais será dominado, seja por quem for, nem que o tentem todos os exércitos do mundo. E, verdade, isso ainda nunca aconteceu a este povo. Desde os idos do profeta Isaías, nos tempos do exílio, até sua volta, a reconstrução da cidade “em tempos difíceis” (Dn 9,25), e depois logo a dominação romana por muitas décadas. Enfim, o longo exílio de mais de 1940 anos disperso entre os povos da terra, nada disso foi capaz de quebrar a unidade deste povo, exemplo único na história mundial. Esta somente já é uma prova de que Deus é com eles.
 
    Em nosso livreto, “O Milagre do Fim”, colocamos algumas chamadas de atenção sobre este povo, para que os leitores não se deixem levar pelas aparências. Não se iludam os nossos amigos, diante da aparente fragilidade deste pequeno estado. Não se iludam também diante do pretenso poderio dos exércitos árabes. Ainda que eles fossem mil vezes mais fortes, mesmo assim não os suplantariam. E mais, ainda que se unam todos os povos da terra contra eles, com todos os seus exércitos, com todas as suas ogivas nucleares. Ainda que eles plantem um tanque de guerra em cada quadra de Israel, e que destinem um míssil teleguiado para cada prédio de Jerusalém, ainda assim eles jamais destruirão Israel. Isso não é suposição minha: á Palavra fiel do Senhor dos Exércitos!
 
   Ora, a simples menção que faço de c
oisas de – aparentemente – tamanho contra-senso, deve levar muitos leitores ao desdém. Quem sabe um olhar de mofa! Quem sabe um sorriso condescendente, igual a aqueles que se destina a um sujeito que perdeu o uso da razão e para quem se deve ter um destes sentimentos de pena e compaixão. Pois bem, eu lhes digo, é questão de tempo para prova. Peço apenas mais algum tempo, e os fatos que se sucederem no mundo, indo ao roldão de mil dilúvios, haverão de provar quem tem razão: os cépticos ou aquele que se firma na Palavra de Deus, eterna e imutável!
 
    E esta Palavra diz: “Eis a praga com que o Senhor ferirá todos os povos que atacarem Jerusalém: apodrecerá sua carne, estando eles ainda em pé; seus olhos apodrecerão dentro de suas órbitas e apodrecer-lhes-á a língua dentro da boca. Naquele dia o Senhor semeará pânico no meio deles, de sorte que se atacarão mutuamente e levantarão as mãos uns contra os outros” (Zc 14,12-13). Acaso algum dia já aconteceu isso? Acaso, sendo isso Palavra de Deus, deixará de se cumprir algum dia? Então aguardem, a chegada do Dia do Senhor, aquele, que “virá como um ladrão”, e que cairá sobre a terra como um laço!
 
    Vejam! Analisando bem, Israel, sozinho, é uma nulidade. Seu exército, embora talvez seja o mais bem preparado e mais eficiente do mundo, sozinho, tem pouco poder de fogo, embora conte com 200 ogivas nucleares. Na verdade, sozinhos, em poucas horas seriam varridos da face da terra, caso fosse atacados por todos os lados, mormente se por ogivas nucleares. Ademais, este mesmo exército de Israel, hoje dá provas de ineficiência. Atira no prédio de Arafat e acerta no seu helicóptero, entre outras barbaridades mais. Prova de que, sozinho, ele nada pode! Mas eles terão Deus ao seu lado, mesmo que - não se negue - seus soldados sejam realmente arrogantes e maus. Embora muitos não acreditem nisso, a verdade é que Javé não esquece a Sua promessa.
 
     E é Ele quem diz pela boca do profeta Isaías: “se te castiguei na minha cólera, na minha bondade tenho piedade de ti” (6,10). E assim por centenas de versículos, Deus vai desfilando suas promessas, derramando seu amor sem conta por este povo, embora O tenha afrontado quase infinitas vezes. Para todos aqueles, pois, que odeiam Israel e o povo judeu, seja dito: atentai para as palavras do Senhor! Não provoqueis ainda mais a Sua cólera! Pois “Aquele que dispersou Israel o reunirá e o guardará qual pastor o seu rebanho” (Jr 31,10). E se o Senhor o guardará: pois “quem é como Deus?”
 
     Atentem assim, todos aqueles que acompanham as hostilidades em Jerusalém: mesmo que, por hora, aconteçam ainda situações escabrosas como a da Basílica da Natividade e até mesmo coisas piores, mesmo que continuem os atentados diários, não é este o rumo verdadeiro da guerra. Não serão em si os palestinos sozinhos a se lançarem sobre Israel, o pequeno protegido do Senhor. Um dia, não distante dia, este estado haverá de ser motivo da fúria mundial, que tentará eliminá-lo da face da terra.
 
     Quando vier o momento oportuno, sobre ele se lançarão em peso todos os povos, conduzidos pelo ódio monumental e arrogante do anticristo e seus sequazes. “Então sairá o Senhor e pelejará contra aquelas nações: Ele combaterá como o sabe fazer em tempo de guerra” (Zc 14,3). E acontecerá a mais humilhante de todas as derrotas, como jamais houve antes nem haverá depois. Eis que todo o poderio militar e todo aquele imenso número de soldados estão fadados – decreto divino – a perecer nas terras de Israel.
 
    Aguardem, pois a seqüência, que nos parece hoje a mais provável:
1)      Por hora, tudo que acontece lá são só escaramuças. Isso continuará até no fim, no momento da intervenção divina.
2)      Mais adiante, um avião espião dos Estados Unidos cai sobre Jerusalém;
3)      Israel certamente rompe relações diplomáticas com os Estados Unidos, que hoje os protegem, e isso abrirá caminho para os exércit
os do anticristo.
4)      As tropas mundiais, em número de 200 milhões de soldados (Ap 9,16) se atirarão contra o pequeno Israel para arrasá-lo para sempre. (Ez 38,15);
5)      Deus intervém diretamente na batalha (Zc 14,3) (Ez 38,18);
6)      Israel vence a guerra contra todo aquele monstruoso exército (Ez 38,22);
7)      Israel leva sete meses para enterrar os milhões de cadáveres dos adversários que juncam seu solo (Ez 39,12);
8)      O povo judeu reconhece que a vitória não é devida a eles em si, mas sim a Deus   Altíssimo, mesmo sendo ele não merecedor. Deus é que é fiel. (Zc 12,5);
9)       Acontece a Santa Missa no Calvário, celebrada por Pedro, que poderá ser o Papa João Paulo II, ou pelo próprio Pedro, que estará ali em corpo glorioso.
10)   O povo judeu, de vido a tão grandes sinais, se converte em sua maioria e aceita Jesus como o seu Messias (Zc 12,10-13). Com esta atitude escancara as portas para a chegada do seu Jesus, Aquele mesmo que eles mataram, e O acolhe, agora, e para sempre.
 
    Sim, Israel voltará um dia à casa paterna. Filho pródigo, exilado por vinte séculos entre as “nações pagãs”, agora já está reunido e de posse de sua antiga terra. E Deus o Pai, aguarda paciente sua reconciliação e não se duvide disso, “pois se o seu pecado ocasionou a riqueza do mundo, e a sua decadência a riqueza dos pagãos, que não fará a sua conversão em massa?” (Rom 11,12). Pois “Deus não repeliu o seu povo que Ele de antemão distinguiu” (11,2). E se Deus o distinguiu e se Deus a ele prometeu, Sua aliança é eterna e Seu decreto imutável. Pode, pois, cair todo o universo em cima de Israel, mas se for esta a vontade de Deus, nem um só fio de cabelo de seu povo será arrancado.
 
     Rezemos todos pela conversão da casa de Israel. Este fato é a única condição e sinal faltante, para que aconteça finalmente o retorno glorioso do Senhor que vem. E quando olharmos para o povo judeu, não nos fixemos nos fariseus que o governam nem tampouco nos extremistas que sobre ele exercem sua arrogância. Lembremos antes do povo ordeiro e trabalhador, cuja “população recolhida de entre os pagãos, que, residindo no umbigo da terra, se ocupa agora com a criação e o comércio” (Ez 38,12). Este o Israel de hoje! Lembremos que eles são as primícias, a raiz, que embora, por um tempo, separada do tronco da Árvore da Vida, logo voltará a ser enxertada (Rom 11,24) para produzir frutos eternos. Israel pertence a Deus! Ai dos que conceberem o desígnio de atacá-lo! Aarão!
 
     Até aqui eu havia escrito já em 2002, tempo em que ocorriam graves escaramuças naquela região, como sempre entre os palestinos e Israel. Muitos não acreditavam naqueles dias que a situação pudesse avançar ainda mais sem uma guerra, sem que tudo aquilo desembocasse numa 3ª Guerra Mundial, mas como afirmei: nada ali acontece sem que concorra para cumprir a vontade Deus e Seu plano para aquele povo escolhido.
 
     Na semana passada, pela primeira vez pudemos ouvir a voz exaltada do presidente do Irã, dizendo que se deve eliminar o Estado de Israel, e somente assim haverá paz. Este grito exaltado de um descendente da casa de Ismael era o que faltava se ouvir lá. De fato, os árabes comentam isso e até se sugere isso em rodas diplomáticas, mas gritar alto é diferente. E mais uma vez – como em 2002 – volto a apresentar a mão à palmatória, caso aconteça de – agora – algo de grave ocorrer ali, que leve a destruição de Israel.
 
     Como se viu, por um motivo que somente pode ser disposição divina, os Estados Unidos têm sempre apoiado Israel, em qualquer foro internacional, mesmo que eles cometam as maiores insanidades. Isso não tem sentido, nem faz lógica, até porque, hoje, o interesse econômico é em síntese o único que faz mover os exércitos de um país. Por uma questão de simples amizade – algo muito difuso em s
e tratando de nações – nenhum povo irá colocar seus filhos na mira dos canhões estrangeiros. E esta proteção americana de Israel é o único motivo que tem evitado uma guerra em larga escala ali.
 
     De fato, pela lógica humana, uma vez que são inimigos irreconciliáveis, seria bem mais fácil destruir Israel, dá-lo a ocupar novamente pelos palestinos, e tudo se resolveria. Então os povos vizinhos têm sofrido incontáveis derrotas contra Israel, que até agora não tem necessitado de ajuda dos outros, a prova está na guerra dos seis dias, onde Israel sozinho literalmente calou a boca de todas as nações árabes unidas contra ele. Isso em si, já deveria fazer estes povos entender que existe uma força maior que os protege – Deus – e que contra Ele nada pode ser feito.
 
    Todos sabem que depois da Guerra, em 1945, foi criado o Estado de Israel, cuja terra foi comprada aos palestinos que lá viviam, por 55 milhões de dólares. A partir disso, começou uma emigração em massa de judeus, vindos de todos os continentes e países, e junto com eles trouxeram fortunas incalculáveis. Aliada a uma vontade de novamente ser um povo, ter uma terra, eles conseguiram formar uma pequena nação em território, mas muito forte em termos de vontade de se defender, podendo já hoje levantar um exército de 400 mil homens e mulheres em armas.
 
     Tendo sido isolados, lançados para as margens de Israel, os palestinos aos poucos foram se organizando e começaram as escaramuças entre eles, que já ceifaram a vida de milhares de pessoas, especialmente palestinos. Eu não vou entrar no mérito de nenhum dos lados da questão, se os palestinos têm direito também a um estado, ou se Israel tem direito de bombardear seus visinhos. Meu sentido e entender a coisa pelo lado das Escrituras. E elas não mentem: 1 - nunca haverá um estado palestino, e 2 – Israel nunca será arrasado. O resto ficará para sempre no desejo do anticristo e seus seguidores.
 
     Agora mesmo vejo as comunidades palestinas pressionando o governo do Brasil para que corte relações com Israel, e sinto por todos os que sofrem. E na realidade, devido a tudo que as televisões do mundo mostram em relação à destruição que Israel já causou no pobre Líbano, sente-se que – no mundo inteiro – forma-se uma opinião muito negativa sobre Israel, e haverá pressão para que alguma retaliação bélica aconteça sobre ele. Mas que os povos olhem para as Escrituras, e todos os que intentam contra Israel meçam as conseqüências de seus atos, antes de o invadirem.
 
     Nosso entendimento é o seguinte: 1 – As escaramuças acontecerão entre palestinos e israelenses ainda por algum tempo, mas estes continuarão tendo a proteção dos Estados Unidos o que evitará a guerra maior; 2 - Num dado momento um avião espião dos EUA cairá – será abatido? – sobre a cidade de Jerusalém, causando um incidente diplomático grave, que levará ao rompimento das relações entre os dois países. 3 – Estando Israel fora da proteção americana, os exércitos do anticristo – falo em Rússia, China e povos árabes, Oriente contra Ocidente – se sentirão tentados a invadir Israel, a fim de arrasá-lo e para todo o sempre; 4 – Deus intervém poderosamente em favor de Israel, e os exércitos do mal levam ali uma grande surra, mas com isso a guerra se expande pelo resto do mundo.
 
     Na verdade, todas estas escaramuças atuais, apenas fazem acirrar o ódio palestino e envenenar a opinião pública mundial contra Israel. E Javé dos Exércitos quer exatamente isso: que se desencadeie contra Israel, toda a fúria das nações. Porque quanto maior for a fúria dos povos, quanto maior for o volume dos exércitos que atacarem Israel, tanto maior será a contrapartida que receberão de Deus. Os exércitos do anticristo saberão então, que existe um poder maior, uma força indestrutível. E naquele dia, o sangue a rolar subirá até a altura do freio dos cavalos. Sim, os cadáveres dos pobres soldados, em alguns locais, se e
mpilharão até a altura de metros.
 
     Porque Deus visitará aqueles exércitos com fogo, saraiva e enxofre, com todo os poder de sua ira santa. Também doenças e pragas incuráveis, que dizimarão milhões de pobres infelizes, dos que se fizerem inimigos do Altíssimo. Como está em Apocalipse 14, 20 O lagar foi pisado fora da cidade, e do lagar saiu sangue que atingiu até o nível dos freios dos cavalos pelo espaço de mil e seiscentos estádios.
 
    Porque está dito em Apocalipse 16, 12 O sexto derramou a sua taça sobre o grande rio Eufrates, e secaram-se as suas águas para que se abrisse caminho aos reis do oriente. 13 Vi (sair) da boca do Dragão, da boca da Fera e da boca do falso profeta três espíritos imundos semelhantes a rãs; 14 são os espíritos de demônios que realizam prodígios, e vão ter com os reis de toda a terra, a fim de reuni-los para a batalha do Grande Dia do Deus Dominador. ... 16 Eles os reuniram num lugar chamado em hebraico Har-Magedon.
 
     Será como volto a colocar o que está em Ezequiel 38, 18 Naquele dia futuro, o dia em que Gog penetrar no solo de Israel - oráculo do Senhor Javé -, o furor me subirá ao nariz. 19 Na explosão de meu ciúme e na exasperação de minha raiva, eu o afirmo, naquele dia, eu o juro, haverá terrível abalo na terra de Israel. 20 É minha vista, tremerão de pavor os peixes do mar e os pássaros do céu, os animais dos campos e os répteis que se movem pela terra, assim como todos os homens que vivem na crosta terrestre. As montanhas desmoronar-se-ão, os rochedos cairão e todas as muralhas serão derrubadas por terra. 21 Chamarei contra Gog toda espécie de terríveis flagelos - oráculo do Senhor Javé. Cada qual voltará a espada contra seu companheiro. 22 Farei sua condenação com a peste mortífera, farei chover sobre ele, suas tropas e sobre as hordas que o acompanham um aguaceiro, saraiva, fogo e enxofre. 23 É assim que manifestarei a minha glória e a minha santidade, revelando-me aos olhos de inúmeras nações, a fim de que saibam que eu sou o Senhor.
 
     Deus já interveio inúmeras vezes em defesa de Seu povo, e deixo aqui como apelo aos que mais uma vez provocarem Sua ira, este belo texto de 2º Macabeus 3, que se deu quando Heliodoro tentava invadir o templo e roubar seus tesouros. 22 Enquanto suplicavam assim a proteção do todo-poderoso para que conservasse invioláveis os depósitos que lhes haviam sido confiados, 23 Heliodoro executava o seu intento. 24 Já se achava ali, com seus homens armados, quando o Senhor dos espíritos e soberano detentor de todo o poder suscitou uma tal aparição que todos os que haviam ousado vir ali desfaleceram de espanto, atingidos de pavor ante a majestade de Deus. 25 Viram eles, montado num cavalo ricamente ajaezado e guiado furiosamente, um cavaleiro de terrível aspecto, que lançava em Heliodoro as patas dianteiras do cavalo.
 
     26 Ao mesmo tempo, apareceram-lhe outros dois jovens, cheios de força extraordinária, fulgurantes de luz, ricamente vestidos; colocando-se dos dois lados, puseram-se eles a açoitá-lo sem interrupção e descarregaram sobre e
le uma saraivada de golpes. 27 Atirado logo por terra, Heliodoro foi envolvido por espessas trevas; seus companheiros ergueram-no e depositaram-no numa liteira. 28 E ele, que vinha para penetrar no mencionado tesouro com uma escolta numerosa e guardas pessoais, incapaz de se ajudar a si mesmo, foi levado por pessoas que reconheciam o manifesto poder de Deus. 29 Enquanto ele se achava estendido e ferido pela força de Deus, sem fala e sem esperança alguma de salvação, 30 os habitantes de Jerusalém bendiziam o Senhor que havia glorificado seu templo. O santuário, que pouco antes estava cheio de confusão e de tumulto, logo que o Senhor manifestou sua onipotência encheu-se de regozijo e de alegria.

 
     Aqui neste texto, mostra-se apenas a ilustração de um cavaleiro esplendoroso, um anjo de Deus, coisa que parece singela, mas na realidade um único anjo de Deus, em uma fração de tempo, pode fulminar todo um exército humano, antes que tenham tempo de gritar um ai. Digo que todos os exércitos do mundo, com todo o seu poderio de fogo, não resistem aos mais singelos ataques de Deus. Já uma vez Deus desbaratou exércitos com chuvas de pedras, já afugentou com marimbondos e já fez povos se renderem depois de uma epidemia torturante de hemorróidas. Imagine-se marimbondos cuja picada mate ou chuvas de pedras de até 35 quilos (Ap 16, 21). Quem resiste a isso?
 
     Na verdade, tanto o profeta Ezequiel quanto Zacarias avisam que, naquele dia, Deus irá semear uma imensa confusão entre os exércitos que atacarem Israel, de modo que um soldado invasor passará a atacar seu companheiro, e eles acabarão por se destruíram mutuamente. Esta confusão pode ser semeada tanto nas comunicações, como no desvio da pontaria das armas. Deus é poder infinito – naquele dia os exércitos do anticristo irão entender isto, embora tarde – e seus anjos já estão preparados a fim desde combate.
 
     Impossível de dizer qual o montante da destruição que esta guerra irá provocar nas terras de Israel, mas certamente não tanto capaz de inviabilizá-lo como estado. Mas eles saberão que não foi pela força de seus exércitos que venceram os invasores e sim porque se cumpriu a Escritura. Isso abrirá os corações e os olhos daquele povo, e eles começarão a entender a verdade do Messias Jesus. Não todos se converterão, mas a maioria e este é o sinal último que precisa acontecer para a 2ª Vinda de Jesus. Isso está em nosso novo Catecismo. E isso tudo acontecerá embora muitos duvidem.
 
     Claro, nós esperamos ansiosos os acontecimentos com o Cálice em Jerusalém. Tudo aquilo ainda está de pé, e certamente contribuirá decisivamente para a conversão do povo judeu, do qual muitos de nós fazemos parte sem o saber, embora parte já convertida. E se prepara, assim, todo o placo dos grandes acontecimentos finais. Quem estiver naquele dia no Calvário, participará de um dos momentos supremos da história do homem na terra.
 
     Muitas previsões dos protestantes, até em relação à reconstrução do templo, como a demolição da mesquita de Al Aqsa, que foi erigida pelos muçulmanos no mesmo local do antigo templo de Salomão, não se realizarão por mão humana. Ali descerá depois a Jerusalém celeste, a morada definitiva de Deus entre os homens. Há muita especulação hoje da parte dos que explicam a Bíblia e a confusão é total. Mas as Escrituras se irão cumprir com todas as letras! E elas avisam: Israel nunca será destruído! Quem sumirá da terra, serão todos aqueles que não aceitarem Jesus Cristo, como seu único Salvador.
 
     O correr dos dias nos mostrará isso! Já se passaram quatro anos desde que escrevi a primeira parte deste artigo, e Israel continua de pé, e cada vez mais nas mãos de Deus. Eu, na realidade, não defendo suas hostilidades e não gosto de sua arrogância,
mas sei que este espírito atual deles, faz parte de uma época, desta nossa época. Em princípio eles atacam apenas por que são atacados, e não conheço nenhum registro de ação bélica que tenha começado por iniciativa deles, somente em resposta a ataques sofridos. Meus olhos apenas se voltam para a Palavra de Deus que diz: Israel, meu eleito!   
 
     Como termino, com Isaías 43, 15 Eu sou o Senhor, vosso Santo, o criador de Israel, vosso rei. 16 Eis o que diz o Senhor que abriu uma passagem através do mar..., 17 que pôs em campo carros e cavalos, a tropa de soldados e chefes: eles caíram então para nunca mais se levantar; Extinguiram-se como um pavio de vela. 18 Não vos lembreis mais dos acontecimentos de outrora, não recordeis mais as coisas antigas, 19 porque eis que vou fazer obra nova, a qual já surge: não a vedes? Vou abrir uma via pelo deserto, e fazer correr arroios pela estepe. 20 Dar-me-ão glória os animais selvagens, os chacais e as avestruzes, pois terei feito jorrar água no deserto, e correr arroios na estepe, para saciar a sede de meu povo, meu eleito; 21 o povo, que formei para mim, contará meus feitos.
 
     Marquem isso: todos os que atacarem Israel serão destruídos! É Deus quem o afirma! E se algum povo da região sofrer o efeito de um ataque nuclear, certamente não será Israel, mas alguma nação árabe, até porque, uma bomba atômica sobre Israel – tão pequeno – acabaria por matar também milhares de palestinos e árabes. E se um dia se cumprir a 5ª profecia de Lurdes – acredito nisso – alguma cidade do Irã receberá a visita de um artefato nuclear. Olhem, afinal, como este país está teimando desesperadamente em construir suas bombas. Tudo isso tem fundamento, e certamente está próximo.
 
     Enfim, a 3ª Guerra começará lá no Oriente Médio, e dali ganhará o mundo. Mas isso, só depois do incidente militar envolvendo Israel e os Estados Unidos. Quando? Deus sabe! Afinal, a Bíblia não trás datas, e as profecias atuais as escondem. Por hora! Mas virá!
 
Arnaldo


 
 
 

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