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11/03/2006
O último rei
 
Sinais - 11 O último rei
Sinais - 11 O último rei

 20040921 O ÚLTIMO REI!
 
     “A ele foram dados império, glória e realeza, e todos os povos, todas as nações, e os povos de todas as línguas serviram-no. Seu domínio será eterno; nunca cessará, e seu reino jamais será destruído” (Dn 7, 14). Também está escrito: “... Quando estiver cheia a medida dos infiéis, um rei surgirá, cheio de crueldade e de fingimento. Seu poder aumentará, nunca porém por si mesmo. Fará monstruosas devastações, terá êxito em suas empresas, exterminará os poderosos e o povo dos santos” (Dn 8, 24). O rei fará tudo o que desejar. Ensoberbecer-se-á, elevar-se-á no seu orgulho acima de qualquer divindade; proferirá até coisas inauditas contra o Deus dos deuses; prosperará até que a cólera divina tenha chegado ao seu termo, porque o que está decretado deverá ser executado (11, 36).
 
     Os dois versículos acima, ambos do Apocalipse do profeta Daniel, tratam de reis. Mas, elas na verdade tratam de dois reis antagônicos, mais que isto, inimigos ferrenhos e mortais. E o mundo está hoje assistindo ao gigantesco embate entre estes dois reis. O primeiro, Jesus Cristo, sempre Rei e Senhor, e Deus do Universo; o segundo, ainda não rei, nem senhor, mas pretendente da coroa e do trono deste mundo, também ele querendo ser Deus daqui. Nós falamos aqui do inimigo de Deus, o tão famoso anticristo, cuja entrada triunfal o mundo de hoje prepara, com toda a pompa e poder.
 
     Os ouvidos desatentos, da imensa maioria do povo de hoje, não percebe os passos ensurdecedores do monstro que vem, por hora com acenos de paz, de fraterna compreensão entre os povos – liberdade, igualdade e fraternidade – com uma conversa fiada de fim das guerras, de fim da miséria, de fim das doenças, do desemprego, enfim, de tudo aquilo que prejudica o ser humano, nestes tempos tão maus e conturbados. Cega também, a humanidade não percebe que é sobre uma imensa e escandalosa mentira – do bem comum – que se fundam os princípios do reinado deste monstro, cuja origem se assenta no poder do inferno, eis porque Daniel diz: Virá, nunca, porém, pelo seu poder.
     Ora, Deus Criador e Senhor único, de todo o Universo – não somente da terra – em Sua infinita sabedoria dispôs uma Lei Eterna, para reger todo este mesmo Universo, não somente quanto á natureza, mas acima de tudo quanto ao comportamento humano. E da obediência desta Lei, Universal e Eterna, Imutável e Perfeita, dependia o crescer humano, tanto em poder quanto em glória, tanto em graça quanto em felicidade, porque deveria ser em santidade. Mas o ardiloso e nefando senhor das trevas, príncipe manipulador deste mundo – criado por Deus perfeito, hoje tornado podre – tratou ele de oferecer aos homens uma doutrina substitutiva, baseada, não mais nos princípios imorredouros e espirituais que vem do Altíssimo, mas em princípios humanos, de resultados imediatos, em coisas que satisfizessem os sentidos – embora matem as almas – e isso atraiu as gentes. E isso as afastou de Deus!
     Natural que, para implementar esta antilei, o ardiloso príncipe negro, teve que mentir e mentir tanto, até que o povo acreditasse na mentira. Pois está dito: “Ele usará de todas as seduções do mal com aqueles que se perdem, por não terem cultivado o amor a verdade que os teria podido salvar. Por isso, Deus lhes enviará um poder enganador, que os induzirá a acreditar no erro” (II Tes 2,10). E assim, os reflexos desta antilei já se fazem ver no mundo atual, literalmente cegando os povos, que por não terem acatado a verdade, se estão engalfinhando no mais assombroso dos desvarios.
     O primeiro passo do ardiloso príncipe das trevas, foi trabalhar a destruição da verdade pela introdução de meias verdades. E não percebendo que toda meia verdade é sempre uma grande mentira, o homem passou devagar a criar novos conceitos de verdade, em especial sub
stituindo-a por conceitos humanos e falhos. Durante séculos o autor do mal se esmerou em criar grandes heresias, em formar poderosos exércitos assassinos com a missão de destruir a fé cristã, se possível matando a todos os seguidores de Jesus Cristo. Mas, com o tempo, ele percebeu que isso somente alimentava a força da Igreja, pois quanto mais pululavam os hereges, de sua morte, mais crescia o exército vencedor.
 
     Que seja o dístico de Tertuliano: sangue de mártires, semente de novos cristãos! Sem dúvida a liga, o cimento, que agregou as forças da Igreja foi o sangue derramado em profusão, em todos os países da terra, onde quer que a Doutrina Católica houvesse entrado. Mas chegou o tempo em que satanás teve que gritar: chega de mártires! Vamos agir de outra forma! O caminho não é acabar com a verdade – o que é impossível porque a verdade é Deus – mas sim, dilui-la introduzindo falsos conceitos, meias verdades, erros que parecem não ser, ou seja, condescender com pequenas mentiras, e insistir nelas, até que a plebe as aceite como verdades de fé e princípios divinos. E como escrevi em “Tudo vai Rápido” realmente, este maligno e perverso conceito de ser, está emplacando célere.
     Tomemos a causa das minorias radicais, tão em voga hoje, e citemos para não sermos repetitivos – sendo – dois exemplos: as feministas radicais e os promotores da causa gay! Ora, em um mundo normal, onde o motivo do homem seja a verdade em Deus, onde a vontade seja seguir a Lei de Deus, jamais tais movimentos emplacariam, jamais teriam sucesso, jamais passariam de alguns poucos gritadores, ambos defensores da morte, embora usem como lema a liberdade e a vida. Que é feminismo radical e defensor do aborto, senão um assassino e antideus? Que é o homossexualismo, assumido e radical, senão um precursor da morte, pela via das relações inférteis, infecundas e destruidoras da vida, e assim, também ele, um movimento assassino e antideus?
     Ora, dizem os governos e falam as leis, que se deve defender a vida humana, até porque a pregação da morte seria a decretação da própria ruína, a autodestruição. Então, pela letra da lei, tudo aquilo que mate a vida nascente – o aborto – ou que não permita que ela surja pela relação estéril – o homossexualismo – deveriam, a bem da verdade ser combatidos e mesmo punidos na forma da lei. Mas que fazem os governos? Apóiam as minorias que defendem esta forma de morte, e atacam de frente as maiorias que pregam e lutam em defesa da vida, portanto de toda a raça humana. Ou seja: por este conceito vesgo, tem direito de existir legalmente quem defende a morte – e é crime discrimina-los – e deve ser combatido e morto – sem ser crime – quem defende a vida e luta por ela.
     No pano de frente, alegam que se deve defender as minorias – o que é um apelo vago – e sim isso deve ser obrigatoriamente feito pelo estado, desde que estas minorias não afrontem a lei, tanto a lei humana, quanto a lei natural da vida e divina. Ou seja, jamais pode ser defendido o direito de quem prega ou age buscando o fim da vida e a destruição da raça humana. Também não pode ser isso considerada uma “conquista social” – porque conquista social, só pode ser conquista da maioria, para o bem da maioria do povo, senão é retrocesso – até porque uma verdadeira conquista social é apenas aquela que busca o bem comum e de todos indistintamente – e aí se incluem os nascituros – e a continuidade da vida – como bem terreno maior – jamais a que prega sua ruína.
    Por fim, também não se pode alegar a “não discriminação”, porque uma coisa é discriminar a pessoa – pela cor da pele, por exemplo, o que é racismo e crime – outra muito diferente é combater o pecado, o erro grave, a imoral atitude de quem defende a morte e isso não existe lei humana que o possa promover e aprovar. E de fato, por frente, e para parecer que são pessoas de bem, eles gritam pela vida e pela liberdade – e isso comove os incautos – mas a finalidade é a morte, e a realidade é a escravidão ao pecado. É mentirosa também a vi
l afirmativa de que o estado deve ser laico – divorciado de qualquer princípio religioso ou a um Deus – porque a lei natural é intrínseca da própria natureza humana, e isso não se derruba com decretos, nem com quaisquer artifícios dos homens, mesmo que estes homens “poderosos” tenham milhões de bombas atômicas e possam matar. Sim, no fundo esta lei permite ter um Deus, desde que seja satã!
     Na verdade, nenhum capricho, nenhuma tendência, nenhuma tara, nenhum desvio moral de qualquer minoria, por mais radical e uivadora que ela seja, pode vir a ser evocado como direito, tanto mais um direito que se põe acima das massas e da maioria, sem falar acima de Deus: o que eles querem é aprovar e aplicar o direito pecaminoso da minoria radical, como obrigatório para todos e quem não estiver de acordo pode ser preso por “discriminação”. O “casamento” entre os homossexuais, com certeza é um dos maiores desafios já feito ao Altíssimo Criador e Pai, quiçá maior até que o próprio aborto, porque se este mata a vida já em crescimento, aquele – ódio brutal – mata, sufoca e estrangula a vida já antes que ela surja. Sim, ao Criador que nos fez “homem” e “mulher”.
     Destes dois exemplos, podemos tirar certamente a certeza plena, sem dúvida alguma, de que o rei do inferno já está preparando seu código de leis, pelo qual pretende reger toda a humanidade. As bases estão sendo lançadas já agora, sinal de que por trás ele já comanda. Na essência de tudo que se tem feito, em termos de leis nos últimos tempos, está o espírito de repugnância ao Deus. A própria constituição européia, que em ânsias de fúria repugna qualquer inserção do nome de Deus entre seus princípios, já é uma prova do quanto o mundo está se preparando para seu último rei – falo de rei terreno, deste mundo – e isso nos dá uma idéia do que nos espera adiante.
     Mas não pensem que é somente na “moderna” e “evoluída” Europa que estas coisas têm caminhado, porque aqui no Brasil tem sido até pior. Na verdade é com dinheiro público que o Ministério da “Cultura”, promove as paradas gays, sob as vistas de um ministro cuja “cultura” vem dos terreiros de macumba e dos orixás do abismo, e de um presidente que se diz “católico”, e – blasfêmia – sem pecado. Ou seja, aqui em nosso meio, não somente estamos nas mãos de um partido que se esmera em defender a causa homossexual, como ainda considera “cultura” o nefando trejeito gay das passeatas e seus requebros. Aqui é pois, o cidadão quem paga a conta deste desvario satânico, abrindo caminho ao projeto do anticristo, o rei da última geração da perversidade, que está preste a implantar aqui seu reinado de terror.
     Se o leitor entendeu bem meu raciocínio, o que o mundo está preparando é o reinado de satanás, criando as leis dele, e a pretexto de não envolver Deus entre seus princípios, na realidade cria uma outra religião de estado, a lei das minorias radicais – as que livre e conscientemente desafiam a Deus – e serão estas que adiante nos regerão a todos. Ora, este é um caminho perigoso, que prenuncia um fim cruel para toda a raça humana. Basta ver na história dos povos: cada vez que a moral desceu aos abismos – mesmo entre povos não cristãos – de imediato a ruína desabou sobre eles, de modo que não subsistiram. E agora não será diferente, aliás, pelo volume dos desafios, das blasfêmias e das afrontas que estes grupos têm feito a Deus, se pode esperar medida em dobro de castigos.
     Agora mesmo corre solto, sob os auspícios da Rede Globo e de Ongs financiadas pela besta, o projeto de lei contra o desarmamento da população. Fundadas em estatísticas absolutamente mentirosas, repugnantemente tendenciosas, prega-se o desarmamento geral dos cidadãos, como se esta fosse a panacéia, capaz de resolver o problema desta assombrosa violência que se alastra pelo mundo. Insidiosamente, malignamente, eles não mostram o desastre que foi nos países que já há tempos adoram esta política, pelo aumento desvairado no numero de assaltos e crimes, porque a cota maior de crimes é dos bandidos, dos ladrões, e também da
polícia e não dos cidadãos. De fato, sabendo que os cidadãos são pacíficos e estão desarmados, os bandidos podem agir livres e soltos.
     Na verdade, a motriz da violência e a causa da insegurança que se abate sobre o país – e o mundo – não é a presença de armas de fogo nas casas dos cidadãos, na da simples edicação, mas sim a falta de uma educação fundada nos princípios divinos, nas leis e Mandamentos de Deus. O fato é que, estando os cidadãos sem armas de fogo em casa, para cometerem os crimes que acontecem – premeditados ou não – eles não precisam de armas de fogo: eles matam a facão, paulada e pedrada, o que torna o crime ainda mais brutal e sangrento. Os crimes por armas dos cidadãos comuns são poucos. Quem mata, em sua assombrosa maioria é o bandido e sem Deus, e o policial e sem Deus.
     Eu, pessoalmente, sou contra se manter armas de fogo em casa, até por causa de acidentes domésticos. Na verdade o cristão, a pessoa ligada em Deus, não precisa de armas para se defender, pois tem Ele por guardião e tem a Cruz por “arma”. Mas, nas circunstâncias atuais, melhor faria o governo encetando uma campanha pelo bom uso das armas, ensinando as pessoas a manuseá-las com cuidado, que investir em recolher garruchas velhas, revolveres enferrujados e espingardas “pica-pau”. Por qual motivo a lei do desarmamento – por causa disso eu vou votar não – e a insistência do governo neste novo plebiscito obrigatório: porque isso faz parte da lei diabólica, do rei do inferno, que quer povos pacíficos e desarmados, quando ele e seu bando assassino aparecerem. Isso está bem claro, estipulado nos “protocolos”, a carta de intenção do demônio.
     Na verdade, o bandido vai continuar tendo armas, pois a conseguirá seja por onde for. E o policial também vai sempre ter armas de fogo, embora nem todos saibam fazer uso devido delas, eis que muitos passam a formar grupos de extermínio e tornam-se assassinos de aluguel. E ambos continuarão a manter alta a estatística dos crimes com armas de fogo, e isso aumentará sempre mais – ponho-me a prova neste sentido – até que o caos e o terror estejam implantados em todo país, e assim nos outros países. Como disse, o rei do inferno quer dóceis cordeiros para guiar para lá, eis porque – depois de ser aprovado o plebiscito sobre o desarmamento, e será aprovado – serão criadas as leis que dão direito a qualquer cidadão da besta, em matar quem outro portar arma de fogo, instituindo a pena de morte sumária a quem descumprir tal lei. É por aí que vai!
     Por frente eles mostram uma face de bem, uma coisa boa, algo que trará benefícios aos cidadãos e paz, mas na realidade o objetivo real é nefasto e prejudicial. Se o bandido soubesse – ou imaginasse – que numa casa existem armas, e existem pessoas que sabem usa-las contra um assaltante, certamente pensariam duas vezes em atacar. Como sabem que os cidadãos estão desarmados e indefesos, a audácia deles crescerá em progressão e os roubos irão acontecer cada vez mais. E chegar-se-á ao tempo – como já disse – em que hordas de povo e verdadeiras quadrilhas desalmadas irão descer as ruas, matando a quem encontrarem pela frente, porque os cidadãos de bem estarão como cordeiros diante do carrasco. Então as hordas da “fera” terão seus dias de glória. Hoje se prepara isto!
     Na verdade, não mais existe um só setor, uma só atividade, um só departamento nem uma só casa legislativa deste mundo onde não se procure intensamente promover as leis do demônio, todas com uma falaciosa carinha de coisa boa. Nota-se uma espécie de espírito de nojo contra Deus e tudo o que vem Dele, dando lugar ao um espírito maligno e de podridão que tudo permeia. O próprio processo de retirada de todos os objetos santos e sagrados, desde as imagens das Igrejas Católicas, até os crucifixos dos departamentos públicos e a Bíblias das escolas, tudo isso é preparação destes ambientes para o império do diabo, para que ele e seus sequazes possam se sentir à vontade neles.
     Não somente isto, em alguns países já se proíbe o uso público de qualquer destes objetos, s
ob a alegação diabólica de que ofendem a moral dos outros, quando o simples fato de se andar na rua com uma Bíblia nas mãos pode se tornar motivo de cadeia. Vejam até onde está chegando esta loucura. São Paulo diz que o rebelde – falo do rei – se iria levantar contra tudo o que é divino e sagrado, contra todos os objetos de culto, justo porque os sinais da presença de Deus dentro destes espaços, prejudicam a atividade dos demônios que agem nas pessoas que promovem toda esta loucura.
     De fato o mal campeia e permeia tudo como fumaça maligna. Coisas que parecem ser simples, sem sentido, inofensivas, nada, simplesmente nada é desprezado pelo inferno, para assegurar que seu projeto de destruição da raça humana tenha sucesso. Noutro dia lia notícia de que em São Paulo os beneditinos mantêm espaço alugado para as “católicas pelo direito de decidir”, ou seja, para as maiores promotoras mundiais do aborto. Ou seja, amarraram o cachorro com lingüiça. Se a Igreja combate tenazmente o aborto, então tudo que é possível se fazer em defesa da vida, deve ser feito. E isso começa dentro de  casa.
     Dirão que “nada a ver”, mas eu digo: tem sim! Primeiro porque isso daria um recado claro de que a Igreja não apóia tais atividades e, segundo, e pior, não deixaria parecer de que Igreja apóia aqueles que promovem o aborto. Elas que busquem outros espaços, porque é como aninhar a serpente dentro da própria cama: não é ela jamais quem vai sair prejudicada e sim quem a acolhe! Quem dorme com ela! Da mesma forma, todo aquele católico – pior mesmo se for um sacerdote – que falar bem de uma religião estranha, que nada tem a ver com nosso Deus, que aceitar seus princípios errados, estará dando cordas ao diabo, que finalmente terá todos os fios nas mãos e poderá destruir todo o tecido da Igreja. Ela a fará uma colcha de retalhos, quem sabe um monte de fios enrolados.
     Não se pode contemporizar com o erro nem com a mentira. Não se pode abrir espaço para o que é falso, sob pena de, aceitando hoje um pouco, amanhã um pouco mais, adiante se estará dormindo na mesma cama e comendo no mesmo prato. Em termos de verdade, de doutrina e de Fé, não se pode abrir espaço ao adversário, porque em qualquer furinho ele entra, se aninha e dali se torna difícil de tirar. Este é o procedimento do falso ecumenismo, que aceita misturar num prato só “tudo aquilo que as religiões têm de bom”, porque “a verdade é relativa” e “todas as religiões têm parte da verdade”. Viram, isso na frente parece bonito e correto, mas realmente é maldito e satânico. Vejamos:
     Dois pedreiros, ou dois engenheiros, podem ter formas distintas de levantar uma casa ou uma catedral – tendo ambos o mesmo material – e conversando, podem juntar forças, ou melhorar as suas técnicas, conseguindo assim otimizar a construção. Isso porque se trata de uma obra física, que, bem ou mal feita, acaba por parecer uma casa, e funcionar como casa, ou uma igreja. Mas com o edifício espiritual, com a catedral da fé, isso é de fato impossível, porque não existem dois caminhos, nem duas técnicas, jamais dois tipos de materiais: o caminho para Deus é um só, e é reto, e só existe uma entidade que detém todo o material perfeito, o que é preciso para a construir e a manter em pé: a Igreja Católica! As outras somente construirão arremedos, espantalhos e assombrações, próprios apenas para amparar espíritos maus. Como se unir a eles?
     Sim, o respeito, desde que recíproco! Mas aproximar-se e dialogar, não significa ceder. Distância disso é bom, e se agradece! O grande problema de setores da nossa Igreja foi aceitar devagarzinho as seduções do mal, porque o demônio bateu tanto na tecla da mentira que acabamos por acha-la verdade. É sim, como uma fumaça pestilenta, que age devagar, que sufoca e mata, porque se provocasse morte repentina todos se precaveriam contra ela. E foi assim que o mal, a lei do mal, a perfídia, o engano, o logro foram aos poucos permeando tudo, de modo a hoje confundir os filhos da luz, até porque as trevas parecem também ter luz: as mudanças
são sutis, e assim enganam, iludem!
     Então a humanidade está celeremente preparando o reinado de satã. Quando seu filho – o anticristo – aparecer não precisará de grandes mudanças, grandes alterações nas leis, porque todas as bases já estarão lançadas. A partir dali, decretar a lei marcial, o toque de guerra contra os seguidores de Jesus Cristo – atenção especial contra eles porque os outros são simples buchas de canhão – será simples coroamento: Quando a humanidade perceber o ardil, já será tarde! Tudo estará nas garras do inferno!
     Quando, então, se vê um que se diz padre, ou frei, elogiando o budismo, e até dizendo que é possível ser um bom católico e budista, se percebe que chegamos onde satã queria. Na verdade nós católicos – quem sabe entre eles não se inclui estes que se dizem padres – devemos divulgar a nossa fé, a nossa Igreja e a verdade que vem unicamente dela. Dentre todas as outras religiões e seitas que existem, nenhuma delas tem nada, absolutamente nada de bom para nos ensinar, porque TUDO aquilo que é de bom e de bem, TUDO aquilo que é necessário para salvar e conduzir a Deus, já está, sempre esteve e sempre e somente estará com a Igreja Católica, sua Doutrina, seu Magistério, sua Tradição.
     E é exatamente isso e somente este produto – o único não falsificado – que devemos vender. Ora, um bom vendedor de feira, que quer ver seu negócio crescer, jamais irá vender produto falsificado – porque o cliente descobre e nunca mais volta – e jamais irá elogiar o produto do adversário – porque estará vendendo é o produto do outro. O grande problema é que, quando se trata de religião, de igreja e de fé, a maioria só vai perceber que comprou mercadoria estragada ou vendeu produto ruim quando chegar a hora de prestar contas de seus atos. Isso exatamente porque sem discernimento aceitou engolir o bombom venenoso da meia verdade – que vinha envolto num lindo papel vistoso de coisa boa – mal sabendo que a meia mentira é mais mortal que a heresia bruta.
     Perceba, então, leitor o caminho ardiloso da serpente. Observe seus rastros de fedor se espalhando em todas as direções. Nada é por eles desprezado, desde que afronte a Deus, sem espantar os incautos. Sistemas de ensino – podres – sistemas de leis – contaminados – relações humanas – mentirosas e em tudo o brilho aparente a falsidade por trás. Falsa alegria, falsa felicidade, falsa religião, deuses falsos. Este é o mundo que se prepara a fim de receber de braços abertos o falso rei, o último comandante da terra, para o tempo da tempestade final.
     Não será fácil transpor o limiar deste tempo. Tal rei nefasto terá curto mandato porque o supremo comandante e Rei dos reis, o Senhor dos senhores não permitirá que se alongue a tempo das trevas, porque senão a humanidade afundará inteira, no abismo. E sim, então, o mesmo abismo se abrirá para acolher o rei da mentira – e das meias “verdades” – ele e seu séqüito asqueroso, ele e seus lobos vestidos em pele de cordeiro, ele e suas leis nefastas, ele e seus ardis, astúcias, enganos, logros e mentiras, ele com todas as suas artes e ciências, ele com todas as suas estatísticas e números, ele com todos estes governantes corruptos e dilapidadores dos cofres públicos, ele com a sua religião tanto ecumênica quanto infernal, há de embrenhar-se nos abismos eternos.
     Para os não arrependidos, sem contemplação! Porque “o demônio, sedutor deles, foi lançado num lago de fogo e enxofre, onde já estavam a fera e o falso profeta, e onde serão atormentados, dia e noite, pelos séculos dos séculos” (Ap 20, 10). O destino deles já está selado, rei verdadeiro só um, no Universo inteiro só há lugar para um Rei e Senhor. Este é o nome daquele “que está acima de todo nome”. O lago de enxofre é o destino dos falsos reis, dos adoradores de falsos deuses, dos promotores de falsas religiões, dos que trocam a verdade por meias mentiras – que lhes são convenientes – e dos que afrontam Aquele a quem pertence o Universo inteiro.
     Porque o império, a glória e a realeza eterna pertencem a Deus, e Seu
Reino de Glória nunca terá fim. Ele que disse: Eu sou o caminho, a Verdade e a Vida....e ainda: Quem me segue não anda nas trevas... Disse também: O vencedor herdará tudo isto: e Eu serei seu Deus e ele será Meu filho (Ap 21, 7). Quem quer mais que isto? Já os tíbios, os infiéis, os depravados, os homicidas, os impuros, os maléficos, os idólatras e todos os mentirosos terão como quinhão o tanque ardente de fogo e enxofre, a segunda morte. Primeiro morrerão para o mundo, depois morrerão para Deus.
 
Este mundo afundará com seu rei! Rei de Babilônia! Rei da morte! O anticristo!
Restará apenas a Jerusalém Celeste!...
Para o Rei da vida e seus súditos!
Arnaldo


 
 
 

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