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24/02/2017
Ofensa gravíssima
Quando o Brasil precisa de orações, São Paulo provoca a ira divina.
 
24 FEVEREIRO, 2017

Clero paulista peca gravemente em anuir com a exposição da imagem de Nossa Senhora Aparecida no sambódromo

Por Hermes Rodrigues Nery

Pela primeira vez, em toda a história da Igreja Católica Apostólica Romana, em nosso País, a Virgem Maria Santíssima, Nossa Senhora Padroeira do Brasil será tema de um samba-enredo do Carnaval, sob o pretexto de homenagem aos 300 anos da aparição da imagem nas águas do rio Paraíba. E mais: a imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida entrará no Sambódromo paulista, na noite do domingo, dia 26 de fevereiro, sob as bênçãos do clero.

O fato tem escandalizado os fiéis, chocados não apenas com a omissão, mas com o próprio endossamento de tal profanação. O Cardeal-Arcebispo Dom Odilo Pedro Scherer, em entrevista na Rádio Vaticano, buscou justificar a iniciativa, dizendo que “o samba-enredo respeitará Nossa Senhora Aparecida”. [ http://br.radiovaticana.va/news/2017/02/10/cardeal_scherer_samba-enredo_respeitar%C3%A1_ns_aparecida/1291647 ] Disse ainda que a controvérsia parte de grupos conservadores minoritários, e, de modo algum reconhece o sacrilégio e a profanação do ingresso da imagem de Nossa Senhora no sambódromo, palco da maior festa pagã do País.

O fato em si contraria a distinção feita por Nosso Senhor Jesus Cristo: “dai a César o que é de César, a Deus o que é de Deus”. A Virgem Maria Santíssima, por ser Imaculada, em toda a sua inteireza, não poderia jamais ser profanada, isto é, estar inserida num evento profano, diferente, por exemplo, quando os fiéis católicos levam a imagem de Nossa Senhora, sob um andor, em procissão religiosa pelas ruas, como expressão pública de devoção e fé. A anuência do clero de tal sacrilégio é gravíssima, percebida pelas pessoas mais simples, mesmo os que não são católicos. Os que aprovam tal iniciativa desconhecem o sentido do sagrado, “não sabem o que fazem”, como muitos daqueles que Jesus fez menção quando estava na cruz. Mas o clero deveria saber o que faz, sim. Pois são ordenados a zelar pelo sagrado, a dedicar as suas vidas, nesse sentido.

Num momento em que o Brasil mais precisa de orações, penitências e jejuns dos fiéis, para superar a grave crise em que vive (econômica, política, cultural e profundamente moral), o clero paulista deveria exortar o povo à oração, às práticas de piedade e devoção, especialmente em atos inclusive públicos que honrasse Nossa Senhora da Conceição Aparecida. Mas o que vemos, no entanto, é o clero paulista anuir com pecado, pois pecam gravemente ao expor a imagem de Nossa Senhora numa festa pagã, profanando-a. E levam os fiéis católicos (cada vez mais confusos coma extensão do relativismo) a pecar. Por isso, é preciso, enquanto leigos católicos, expressarmos publicamente tal equívoco, reforçando nossas orações pela conversão daqueles que assumiram o compromisso de defender a fé e salvaguardar a sã doutrina.

Hermes Rodrigues Nery é Coordenador do Movimento Legislação e Vida.

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OBS > Se existe neste mundo uma proposição herética, para não dizer diabólica, a respeito desta conspurcação do nome e da imagem de nossa Mãe Santíssima é esta: “Ela quer estar no meio do povo”. Lúcifer é o autor desta frase! Ela quer sim, estar no meio dos seus filhos, quer ser venerada pelos filhos de Deus, mas é repulsivo indicar que ela queira estar no meio da lama, do lodo, do lixo, da profanação, do pecado grave, da exposição do corpo, da imoralidade escandalosa, da nudez pervertida, e de toda esta explosão devassa que acontece num carnaval... Onde não estão os seus filhos, mas aqueles filhos de satanás, ele o pai de todas as orgias carnavalescas.

Hoje se fala muito em misericórdia, e de fato, Deus é Misericordioso, é lento na cólera, porque se Ele demonstrasse imediatamente o Seu Poder, Ele fulminaria a todos os que participarão deste escândalo grave, que brada aos céus. A começar pelos membros do clero que aprovaram tal desgraça, e que publicamente a defendem, ou sobre ele se calam, no que consentem. Tornam-se assim réus de grave delito, e se a Justiça Eterna não os alcança aqui, certamente o fará na eternidade. Devemos rezar e muito por eles. Isso se chama blasfêmia, se eles não sabem. E significa crime contra a fé, passível de justiça humana.

Porque Jesus até aceita que se profane a Eucaristia – Deus vivo em nosso meio – mas simplesmente NÃO PERDOA a quem profana o nome de Sua Mãe Santíssima e Imaculada. Houve uma passagem na Escritura Antiga, onde Deus desbaratou um exército inteiro, de mais de 100 mil homens, apenas com uma chuva de pedras. Se Ele fizesse justiça na hora, bem que isso poderia acontecer nos “sambódromos” todos. Não se deseja isso, mas é sugestivo!

De fato, Maria é a nova Arca da Aliança, e se poderia então citar outra passagem da Escritura Antiga, no livro de Samuel, onde um povo conquistou Israel, levando consigo a Arca Sagrada. Desta feita, Deus não os fulminou pelo sacrilégio com uma chuva de pedras, nem com fogo e enxofre, mas fez toda a população padecer de uma dolorosa crise de hemorroidas,  como está escrito: Reinava na cidade um pavor mortal, e a mão de Deus fazia-se sentir rudemente. Aqueles que escapavam à morte, eram feridos de hemorroidas, e da cidade subia até ao céu um clamor angustiado.

...E assim foi até que aquele povo, muito rapidamente, devolveu a Arca Sagrada aos verdadeiros donos. Bom seria que repensassem antes, e devolvessem a imagem dela ao seu nicho. Porque não somente São Paulo, mas o Brasil inteiro pagará caro por isso. Quando a coisa explodir saberão que este episódio pode ser o estopim. (Aarão)

 

 

 

 
 
 

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