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30/01/2017
Prefeito valente
 

Prefeito brasileiro protege estudantes eliminando dos livros referências à ideologia de gênero

Thiago Flores, prefeito de Ariquemes, recebeu o apoio de vários de seus vereadores em sua intenção de eliminar as referências a estes temas nos livros didáticos porque “estes assuntos devem ser abordados pelos pais, não nas aulas”
Thiago Flores, prefeito de Ariquemes

Nota Sensus Fidei: Ressaltamos, com relação à matéria em pauta, um detalhe não menos relevante apesar de diminuto. Nos referimos à estratégia da manipulação da linguagem. A nós católicos – porque às leis natural e divina – não existem “casais homossexuais”, uma vez que não há casamento além do de um homem e uma mulher cientes e concordes de sua condição natural. Como não existe ainda a suposta “diversidade familiar”, dado que a Família, instituição divina derivada do Matrimônio, comporta um único modelo, a ratificar, o de um pai, uma mãe e filhos, biológicos ou adotivos. O que passar disto é usurpação. Assim que advertimos a que estejamos atentos, ao nos pronunciarmos por quaisquer meios, evitando a incorreção de conceitos, ainda que seja por uma simples palavra.

Ana Fuentes – Actuall – 27/01/2017 | Tradução Frei Zaqueu – Um prefeito brasileiro está disposto a arrancar as páginas dos livros estudantis em que se mencionem temas sobre “diversidade familiar” e homossexualidade numa polêmica decisão que pode custar-lhe o impeachment.

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Thiago Flores, prefeito de Ariquemes, no estado de Rondônia (norte), está apoiado por vários de seus vereadores em sua intensão de eliminar as referências a estes temas nos livros didáticos porque “estes assuntos devem ser abordados pelos pais, não nas aulas”, de acordo com uma lei municipal ainda vigente.

Os funcionários pretendem que uma comissão revise os livros estudantis para identificar os conteúdos de “ideologia de gênero e diversidade familiar” e que, uma vez revisados, e com as páginas sobre estes temas eliminadas, se entreguem aos alunos.

Duas ‘mães’ juntos a duas filhas

Ministério Público de Rondônia advertiu Flores de que pode ser destituído porque este tipo de decisões “disseminam o ódio contra os homossexuais e ferem de morte o fundamento constitucional de promoção da igualdade e da sociedade livre de qualquer preconceito”.

“Tais atos prejudicam os alunos, seus pais e professores, que se veem em meio de um verdadeiro processo inquisitorial medieval, que vai na contramão de toda a literatura pedagógica que busca esclarecer e preparar os jovens para a sociedade atual, sem qualquer preconceito”, ressalta o Ministério Público em um comunicado.

Um dos livros de geografia inclui um texto que sublinha que as famílias podem ter “diversas composições” e inclui uma foto de duas mães junto a suas duas filhas. Em outro, se fala de Theodora e seus dois pais, Vasco e Dourival, “o primeiro par de união homo afetiva em adotar uma criança no Brasil, em 2006”.

Cf. G1 – ‘Não arrependo’, diz prefeito que quer tirar páginas didáticas com união gay

Fonte: http://www.actuall.com/familia/un-prefeito-brasileno-protege-a-los-estudantes-eliminando-de-los-livros-las-referências-a-la-ideologia-de-genero/

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OBS > Observem o ranço odioso das esquerdas, com suas palavras cunhadas na medida por satã, quais sejam: ódio aos homossexuais e “preconceito”. Ó, como são cínicos os devassos que defendem aquilo que verte da baba do inimigo. O prefeito e seus auxiliares não têm ódio algum dos homossexuais, pelo menos nada consta dos seus atos e seus comportamentos. A verdade é que uma minoria absolutamente insignificante, que não passa de dois em cem, berra aos quatro ventos o seu direito de escolarizar as crianças, na aceitação de um relacionamento que além de estéril é deletério. Querem não só que todos aceitem, mas que todos SEJAM iguais. Satã não se conforma com pouco, quer tudo.

Outro chavão deletério chama-se “preconceito”. Mil vezes já disse: Jamais alguém poderá alegar isso contra quem combate um ATO pecaminoso, um desvio antinatural de conduta, um procedimento que degrada e avilta a alma humana. Quem combate isso deve ser definido como uma pessoa de moral firmada na Lei Eterna, que julga em Levítico e condena em Apocalipse, a todo aquele que pratica tais atos, e igualmente a todo aquele que defende tais procedimentos, que sempre foram, são, e para sempre serão pecados graves assim definidos na Lei de Deus, e assim ensinados pela Santa Igreja. Quem combate ou critica tais procedimentos não é preconceituoso, porque a LEI DE DEUS veio antes de o diabo inventar o pecado.

O maldito do Ministério Público ainda tem a ousadia de ameaçar o prefeito de destituição, porque seus atos “ferem de morte o princípio da igualdade constitucional”. Raios que os parta em mil: antes, muito antes deste direito de igualdade vem a Lei de Deus, vem o direito de uma família nos moldes de Deus, entre um homem e uma mulher. Antes, mil vezes antes, da maldita e absolutamente estéril ideologia do gênero vem a Vida Humana.  Ademais, “discriminar” o que tal pecado, seria derrubar o sexto mandamento da divina lei. E entre o prefeito Flores e o MP, fico com o primeiro!

Viva o prefeito de Ariquemes e seus vereadores. Lamentos para os outros 5.560 prefeitos do Brasil, que não fizeram nada. (Aarão)

 

 

 
 
 

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