Sejam Bem Vindos! Que Deus vos abençoe!

Página dedicada aos que amam as almas do Purgatório.
FAMÍLIA, FUNDAMENTO DA SALVAÇÃO
Documento sem título
Você está em: MENU PRINCIPAL / Moral / Os animais




 
 
14/07/2005
Os animais
 
Moral - 03 Os animais
Moral - 03 Os animais

2040712 OS ANIMAIS
     “Deus fez os animais selvagens segundo a sua espécie: animais domésticos igualmente, e da mesma forma todos os animais que se arrastam sobre a terra. E Deus viu que isto era bom. Então Deus disse: façamos o homem, à nossa imagem e semelhança. Que ELE REINE sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos e sobre toda a terra... Deus os abençoou:... Dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra” (Ge 1,25-28).
     Está aqui neste pequeno texto, toda a ordem criadora de Deus, para todos os seres vivos que se movem sobre a terra. Deus os criou e viu que estava bom assim. Deus os criou segundo todas as espécies e criou também ao homem, um animal, da ordem dos primatas. Mas a este homem Deus criou especial entre todos, eis que o fez à Sua Imagem e à Sua semelhança. Isto quer dizer que, se Deus fosse Se manifestar ao homem, haveria de o ser com a forma e a aparência humana – assim o fez Jesus – jamais com a aparência de qualquer outra espécie animal viva. E não somente isto, Deus o fez REI de toda a criação e deu a ele o poder de dominar sobre todos os animais que se movem sobre a terra, no ar e no mar. E deu ao homem a graça de poder conhecer a Deus, este o maior de todos os mil atributos do ser humano.
     Ou seja: mesmo o mais simples dos homens, mesmo o mais pobre e desprezado deles, mesmo o menos inteligente ou o mais fraco, mesmo o mais velho ou criança, e mesmo o mais doente, embora todas as suas deficiências, o homem é sempre REI, tem direito e deve ser tido e tratado como REI da criação. Ele vem antes de todos os animais. Quero dizer: qualquer um deles, por ínfimo que seja, será sempre infinitamente SUPERIOR perante Deus, a qualquer dos outros animais, e merecerá mil vezes mais, de toda a criação a reverência. Além disso, a todo ser humano é devido o AMOR, o respeito maior e a igualdade entre si, pois todos somos IGUAIS, diante do Criador. Digo, todos os homens e mulheres, criados como reis, sacerdotes e profetas, e feitos á imagem de Deus, criados “pouco abaixo dos anjos do céu”, mas destinados a uma glória eterna até maior, são iguais diante Dele, eis que o Senhor lhes infundiu uma alma imortal, dom eterno.
     Assim, apenas aos homens, dentro de toda a criação, foi dado este atributo infinito da alma – essência do Amor de Deus – o que não acontece com nenhuma outra criatura de carne ou que se move. Quer dizer: qualquer animal, de qualquer espécie que se mova sobre este planeta, é infinitamente inferior ao homem em virtude desta alma – Dom de Deus – tal como o homem é infinitamente inferior a Deus, Criador e Pai. Não há, pois, em todo o universo conhecido, outra criatura de carne, superior ao homem, que mereça do mesmo homem um tratamento melhor que ele próprio, que à sua espécie – que todos eles – eis que o mandamento diz: Amar a Deus, sobre todas as coisas e amar ao próximo como a si mesmo. Ora, o meu próximo só pode ser o homem! Cada um de nós deve então amar ao Criador Supremo, antes e acima até mesmo de si próprio, e deve amar apenas ao seu semelhante, o homem, como ama a si.
     Ora, a lei não diz: amar aos animais como aos homens, mas sim: amar aos homens, como amamos a nós próprios. E quando falamos em homens e em semelhantes, nisso não se exclui a nenhum ser humano, esteja ele em que quadrante do planeta estiver. A palavra é clara e é perfeita: O homem deve dominar sobre todas as criaturas, mas o amor dos homens, deve ser exclusivo para os de sua espécie. Falo do amor, como dom de Deus. Falo em amor, como a ternura de Deus. Falo em Amor como Dom Supremo, ele a força que nos mantém vivos, ele o amálgama que nos une ao Criador, ele o único sentimento eterno e infinito, quando em Deus. O homem não pode, então, equiparar-se a criaturas infinitamente inferiores, dividindo com elas
um amor devido exclusivamente aos irmãos. Tal amor é um amor animal, é irracional, é diabólico e não vem de Deus!
     Ou seja, todo amor que for devotado por um ser humano, a um animal irracional, mortal e finito, que acaba, que morre, que desaparece, não é um amor em Deus, mas um amor bestial, um amor brutal e irracional. Quando uma mãe divide seus afetos entre os filhos e os seus gatos de estimação, fere a essência do amor de Deus. Quando um pai sai como um paspalho pelas ruas, com o cachorro da família a passear, para que ele faça as suas necessidades – e leva escovinha e aguinha para limpar estas coisas – quando ele perde este tempo e deixa em casa os seus filhos, perde o tempo precioso do diálogo, da oração em família, da reunião preciosa e afetiva que mantém o vínculo familiar. Como poderá querer uma vida em Deus? Como poderá pretender o amor de Deus, se o dedica às bestas irracionais, ele mais irracional?
     Sim, a família até pode ter um gato, um cão, ou outro animal, digamos que sim, mas isso deve ser feito fora de sua casa, longe de suas poltronas, jamais em suas mesas, pois na casa onde residem os filhos de Deus, não podem coabitar santamente espécies diferentes, eis que pela lei natural e instintiva, nenhum outro bicho aceita que espécies diferentes co-habitem em seus ninhos e tocas. Se um rato é repelente, o é também o gato que o come. Além disso, todas as casas que têm animais, mesmo as mais asseadas e bem cuidadas, sempre têm um cheiro insuportável e nauseabundo de urina e fezes, que sues pobres donos nem percebem, mas que os visitantes sim, sentem e que até náuseas lhes provocam. Ora, os animais silvestres foram criados para o seu habitat natural, e os animais domésticos para servirem ao homem, ou nas suas lides, ou como alimento, nunca para morarem junto com eles em suas casas.
     Procurei em toda Bíblia, para verificar se nela havia alguma passagem onde nos pedia para amarmos os animais, algo que se referisse a eles como criaturas especiais mas não achei. Se Deus não escreveu isso em Sua Lei, é porque não era importante. Há dezenas de animais citados: bois, cabras, bodes, pombos, cordeiros, mas todos eles ou destinados ao alimento humano ou ao sacrifício expiatório. Também são citadas muitas espécies de animais silvestres como o leão, a serpente, o chacal, as raposas entre outros, mas nada que nos mande ter por eles algum sentimento especial, jamais amor, apenas e nada mais que o tratamento normal, cada um no seu lugar. Aliás, Jesus diz assim: A raposas têm suas tocas, mas o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça. Numa casa onde habitam homens e cães, haverá lugar para Jesus na conta que Lhe é devida? Jamais!
     Então Jesus continua não tendo este lugar de repouso em muitas casas e em cada vez mais. Falo de todas as casas onde residem conjuntamente animais e homens, falo daqueles primeiro que estes, porque nestas casas onde ambos dividem afetos, não resta espaço para Deus. Eu mais uma vez lanço um desafio: duvido que me provem haver Deus, verdadeiramente, em qualquer casa onde se afaguem cães e gatos por filhos. Ali não há lugar para os que são filhos de Deus, e, portanto, não há lugar para Deus. Em todas estas casas, sem falta de nenhuma delas, não existe espaço para Deus, embora digam – nisso fingem e mentem – nelas falta AMOR de Deus, nelas mora o amor animal, irracional, anormal. Sim embora tudo pareça carinho, afago, carícia... Se não é para os filhos de Deus, não é para Deus, não há vínculo afetivo que nos possa unir aos animais. Ou seja, quando uma pessoa necessita deste amor anormal e animal, é porque os homens lhe negam seu amor, sejam os parentes, sejam os amigos. Sim, também ela o nega!
     Ora, como uma regra geral, todas as espécies, de certa forma se auto-protegem nos seus grupos, até porque a vida em grupo, em comum, traz mais segurança. As bestas irracionais, também protegem as suas crias e muitas delas – não todas – até arriscam suas vidas em defesa delas. Mas vejam, elas não fazem isto por amor, mas por instinto natural. Por uma per
feição invisível de Deus, elas defendem os seus e por eles lutam. Eu disse: defendem os de sua espécie, não as outras espécies, nem por elas dão a vida, nem por elas dedicam suas vidas, tal como fazem certos homens e mulheres, que arriscam suas vidas pelos animais irracionais. Qual deles é mais irracional?
     Ora, como animais, nós também deveríamos ter este instinto natural de preservação e isso somado à nossa inteligência, nos deveria exacerbar em defesa de todos os de nossa espécie humana, não deixando nenhum de lado. Quero dizer: enquanto um só ser humano, que resida onde residir, enquanto um só deles estiver em perigo de vida, ou sofrendo qualquer tipo de dor, de tormento, de doença, de fome, de miséria, de exploração, de perseguição, de ultraje, de injustiça, tudo isso, todos nós, seres humanos – até pelo instinto natural – é nossa obrigação lutarmos por eles, protege-los e também defende-los, até mesmo com risco de nossa própria vida. Isso se chama amor verdadeiro! Isso se chama amar aos irmãos, como a nós mesmos! Mas para subverter a ordem divina que fazem alguns? Amam aos animais até acima dos seus e de si mesmos!
    Eis o que Jesus nos disse: Ninguém tem maior amor, do que aquele que dá a vida por seu irmão. Meu irmão não é uma cabra, nem um porco, pois até estes bichos fétidos por natureza alguns criam dentro de suas casas. Quem cria dentro de sua casa um porco, tem também um amor porco. E enquanto em muitos lugares os filhos de Deus vivem pior que os porcos, que estes aguardem um lugar semelhante a um chiqueiro para eles na eternidade. Quem não ama os seus irmãos aqui, não luta por eles, não os alimenta, não os veste, não os abriga, não os acaricia, também não conviverá com eles na outra vida. E assim, quem não ama aos seus irmãos, nem os defende na injustiça, também dá provas de que não ama sequer a si mesmo, porque todos devemos ser um só diante de Deus.
     Sei que o leitor já entendeu onde quero chegar com estes raciocínios. Quero apenas mostrar o quão fora da realidade estamos, e o quanto nos degradamos, chegando a descer até mesmo abaixo do nível das bestas fedorentas. Justo nós que recebemos o dom do Amor, que temos a Lei de Deus gravada em nossos corações, que temos a lei natural impressa em nosso interior, que temos a inteligência para dominar sobre todas as espécies, somos a única espécie – pelos exemplos acima se prova isto – onde uma parcela significativa despreza odiosamente os membros de sua raça, que não se preocupa com a preservação da sua própria espécie, e que devota um amor insano e maior aos seres sem alma, amor que nega aos de seu próprio sangue.
     Não, não existe nenhuma justificativa possível para a tortura dos animais – como não a existe para a tortura dos homens – mas todo aquele homem ou mulher que trata, zela ou alimenta a um animal com a mesma dedicação, ou maior, que a devida ou negada a um ser humano, na verdade é um torturador dos de sua raça, é alguém que perdeu por completo a noção de sua parte divina – a sua semelhança com Deus – é alguém que perdeu o Dom do Amor, essência de Deus, é alguém que aceitando o convite de satanás, insensatamente trabalha pelo fim da própria espécie. Nós, sim, devemos tratar e zelar dos animais, apenas como animais, dando a eles tudo o que eles precisam para subsistir, como animais que são, nada mais que seres inferiores, bestas, feras, bichos, tudo na justa conta, na exata medida da diferença infinita que existe entre um homem dotado de alma e REI, e um animal destituído de razão, de alma e de domínio, reles criatura.
     O meu apelo desesperado é para que as pessoas entendam, que ultrapassamos todos os limites. Fala-se que em todos os Estados Unidos existem hoje em torno de 400 milhões de animais de estimação. Isso é hediondo, e não uma coisa normal. Manter estes animais todos, é algo que toma anualmente bilhares de dólares, dinheiro que falta em todo o mundo para manter os homens, velhos e crianças. Jamais deveríamos ter deixado estes animais proliferarem nesta escala, e mesmo que seja menor como no Brasil.
Não existe um só motivo que justifique esta explosão. Os animais são para servir ao homem, não para o homem servir-se deles, especialmente não na divisão de afetos. Há milhões de crianças no mundo com fome, doentes, e com falta de carinho de um pai e de uma mãe. Quantos afetos negados na vida a estes desamparados, que hoje é dividido com os cães, gatos, calangos, cobras, lagartos, iguanas, porcos?... Acham mesmo que Deus deixará barato esta conta?
     Mais uma coisa gostaria de lembrar neste sentido. Milhares de famílias têm animais de estimação dentro de suas casas, e enquanto eles são sadios e novos, são mantidos com certo cuidado. Entretanto, quando envelhecem, quando adoecem, agora já não mais de estimação, jogam-nos nas ruas, onde passam a sofrer largados e famintos, obrigando as prefeituras especialmente de cidades grandes a manterem departamentos de coleta e abate destes animais – centenas por dia – com novos custos desnecessários para a sociedade, dinheiro que falta para os homens. E quantas doenças estes mesmos animais trazem? E quanto eles incomodam os vizinhos com latidos, miados e todo tipo de barulho infernal, além da invasão do espaço dos outros? Quantas brigas em todo o mundo por causa disto? Deveria surgir uma lei que cortasse todos os benefícios sociais e os planos de saúde a quem mantém animais dentro de sua casa. Quem tem dinheiro para gastar com eles, não precisa de ajuda governamental ou assistência social, nem aposentadoria.. 
     Ora, nas últimas décadas principalmente, à medida que a civilização humana e o dito progresso foram tomando conta dos espaços destinados aos animais – florestas, rios, campos selvagens, savanas e desertos – com certeza algumas espécies acabaram por desaparecer, não somente por isso, mas principalmente devido à caça indiscriminada, em nome da ganância e do lucro. Isso sim é que deve ser combatido:o lucro! Muitos destes espaços onde viviam os animais silvestres, foram ocupados pela criação extensiva do gado, dos animais de consumo e tração, tudo mais uma vez em nome do lucro e da ganância. Quantas espécies animais desapareceram já da face da terra, não se tem conta, mas assim como desapareceram estas últimas, já milhares delas se foram através dos bilênios e vieram outras, e ocuparam seus espaços, e a vida continuou, e o homem também continua. Ou seja: as espécies vão e vêm, Deus as cria ao bel prazer!
     Entretanto, estas primeiras se extinguiram, não por culpa do homem, mas da própria natureza que se recicla, eis que Deus a fez perfeita. Se os ursos panda fazem falta se desaparecerem, porque não fazem falta os dinossauros? Deus permitiu que tais animais fossem desaparecendo, porque cumpriram já sua missão, eles se foram e não fazem nenhuma falta. Somente o homem quebra os ciclos da vida, porque somente ele, hoje põe a própria vida em risco. Ou seja: a espécie animal, hoje, em maior perigo de extinção, é o próprio homem, e este perigo começa quando os homens devotam aos animais, o mesmo amor que devotam aos filhos, ou até maior. Quando eles defendem as crias das outras espécies, mas se esquecem – porque odeiam – as da própria espécie. De fato, quantos vovôs e vovós, por exemplo, estão hoje por aí nas poltronas alisando seus gatos, mas jamais fizeram isso com seus filhos? Onde está a consciência disto?
     E como eu disse, milhares de espécies já se foram e vieram outras. De onde vieram? Vieram do mesmo Criador de todas! Por qual motivo ainda hoje surgem novas espécies animais, assim, como se viessem do nada? Elas surgem, porque o Criador continua agindo em perfeição, criando a nova vida para povoar cada novo ambiente e reciclando e renovando tudo aquilo que o homem destrói. Não fora assim, a ganância humana já teria acabado toda a vida na terra. De fato, se todos os homens realmente cuidassem dos homens e se amassem todos entre si, eles nem perceberiam que algumas espécies animais já desapareceram, porque importa acima de tudo os filhos de Deus, os que têm alma, não as outras criaturas bestiais e irracionais.
     Eis que então, nas últimas déc
adas, a besta satânica viu no desaparecimento das espécies animais, uma forma de animalizar e bestializar o próprio homem, desviando dele, o rei da criação, para os animais “em extinção”, todo o foco das atenções mundiais. E enquanto os homens se fanatizam de amores pelas feras dos campos e pelos bichos de todos os quadrantes, ela age furiosamente tentando matar o próprio homem, eis que o projeto dela é eliminar, em 40 anos, 4/5 partes da humanidade, que além disso deve estar de todo bestializada, marcada a ferros, drogada, alucinada, animalizada, seu destino é este. E os homens, cegos, não percebem que colaboram para isto, cada vez que cospem nos da própria espécie agarrando-se aos animais e lhes devotando amor.
     Ora, nós sabemos que o destino de todos é a morte e sabemos também que a própria terra um dia terá fim. Mas isso, ao invés de levar o homem a entender o fim natural de tudo, parece o estar levando a querer afrontar ao Criador, tentando manter vivas aquelas espécies que a morte natural e o tempo escolheram para o desaparecimento e para o fim normal, sem traumas e sem medos. Ao exacerbar-se, então, em proteger da forma como o faz em relação a estas espécies todas que estão morrendo, o homem naturalmente desafia a Deus dizendo: não irão desaparecer, vamos ver quem tem mais força!
     Não, com isso não quero dizer que devamos eliminar certas as espécies da terra, mas o que nos foi dado é apenas dominar sobre elas, jamais servi-las. Ser escravo delas eu quase as adorar! O que devemos urgente é limitar de forma drástica a população destes animais, e tirá-los de dentro das casas. Fortunas sem limite, a cada dia são gastas na preservação de espécies que a via natural vai extinguindo, dinheiro este que deveria em primeiro lugar preservar a vida humana, instruir a vida humana, dar saúde à vida humana, dar carinho, moradia e alimento à vida humana, até como prova suprema de amor. Mas tudo está tomando um caminho tal, que muito cedo – a continuar assim – logo estaremos muito abaixo das feras, degradados abaixo até dos mais vis e repugnantes seres que existem.
     Ora, em todo o mundo, o dinheiro gasto para preservar tartarugas e cágados, daria para dar saúde aos milhares de filhos de Deus, às crianças inocentes que morrem em Bangladesch, a nação mais pobre da terra. Da mesma forma, o que se gasta para preservar o urso panda e outros animais assim, daria para fazer um grande programa de saúde em países como Botswana, na África, onde mais de metade da população já está infectada com o vírus da AIDS. E não pensem que é brincadeira: Em reportagem recente, sobre a África do Sul, se verificou que já não existe espaço nos cemitérios, porque em grandes cidades onde se enterrava, há 4 anos, até cinco pessoas por dia, hoje se enterra até 50. Com que AMOR são tratadas aquelas criaturas, se morrem pelas ruas e ficam ali como esterco, eis que o medo de tocá-las leva a este extremo? Ora, tanto a tartaruga quanto o urso panda, se desaparecerem, será apenas mais um. E quanto ao homem? De que nos adiantaria preservar àqueles, se nós viéssemos a desaparecer da terra?    
      Pela tarde, eu assistia – na verdade não assistia, apenas ouvia – a chamada da TV sobre Nova York, com seus oito milhões de animais de estimação e com suas 30 milhões de consultas veterinárias em um ano. É com ufanismo hediondo que tais pessoas levam ao ar uma tão assombrosa afronta – trinta milhões de consultas num ano – quando em centenas de países da terra, não acontece nem a metade destas consultas médicas aos habitantes humanos. De fato, a maioria dos habitantes das nações africanas passa a vida inteira – quando chega a ter longa vida – sem ter uma única consulta médica. Entretanto, os vira-latas, os gatos e os calangos e as serpentes dos habitantes de Nova York, e todos os outros “bichos-de-estimação” de igual quilate, têm em média quase quatro consultas “médicas” anuais cada um. Lá têm mais valor as bestas, os quadrúpedes e batráquios! Prova de que lá se adora a serpente – aquela que tem chifres – apenas contam os animais!
     De fato, a
estrutura montada neste país para atender aos animais é uma cusparada nos olhos do Criador. De todos os lados partem equipes até com poder de polícia, que – ufanas e pomposas – trazem presos e algemados todos aqueles que “maltratam animais”. Porque não algemam os torturadores de presos? Porque aí o Bush também deveria ir a ferros? Uma aparatosa estrutura de busca, com carros e helicópteros traz de todos os lugares os mais diferentes bichos, tendo para eles clínicas & médicos, sempre a disposição, com plantões 24 horas e tudo, capazes de realizar qualquer tipo de cirurgia nestas bestas rocinantes.
     E assim, da forma como está indo, não está longe o dia em que quem não se ajoelhar diante das feras e lhes prestar culto e não matar um homem por dia por amor a elas, não mais será considerado digno de viver. Quem comanda este espetáculo maldito senão o príncipe nefando, o odioso inimigo e ladrão das almas, com o intuito de roubar dos homens a noção de Deus? Retirar deles o amor de Deus, dando em troca um amor animal e bestial? Como as pessoas não percebem que isto não está certo?  
     Enquanto isso, em todo o chamado 3º Mundo, também aqui no Brasil, terra de gente miserável – antes fosse para eles planeta dos macacos, quem sabe tratariam melhor o 3º Mundo – sucedem-se as greves no setor médico, fecham-se os hospitais por falta de verbas, brigam as concessionárias pelos serviços médicos – algumas delas cobram fortunas por serviços ordinários – montam-se quadrilhas de morcegos para sugar o sangue do povo, aumentam as filas dos miseráveis diante dos pronto-socorros e morrem vítimas humanas amontoadas nos corredores dos hospitais por falta de médicos.  Além disso faltam medicamentos essenciais, os pobres não têm mais direito à vida, milhares de crianças morrem sem assistência, e nada leva a crer que mudarão os corações daqueles que nos oprimem com seus juros... e privam os miseráveis de tudo aquilo que servem aos cães. Com o dinheiro que gastam com os animais em médicos, psicólogos e terapeutas.
     E assim, quando lembro do artigo anterior que escrevi, “Espada de Alá”, onde mostrei a visão de pessoas colocando bombas incendiárias ao redor de Manhatan, onde copiei os textos bíblicos que descrevem o fim de Babilônia - Nova York - de seu sepultamento no mar depois de ter sido totalmente devastada pelo fogo, creio que o leitor entenderá os motivos pelos quais isso vai acontecer. Babilônia não é somente um mostro econômico, não é só a adoradora do deus dinheiro, do deus bolsa de valores, do deus lucro, é também a adoradora de cães e gatos, a quem reputa maior valor que a vida humana e de quem cuida melhor que dos filhos e filhas de Deus. Babilônia é aquela que preserva a vida animal, enquanto cospe na vida humana. Babilônia é aquela que preserva os bichos mortais e finitos, enquanto despreza as almas imortais de valor infinito. E justo por isso, até a terra que eles pisam se tornou amaldiçoada e por este motivo desaparecerá.
     Por isso, olhem o Mapa da África! Ela sobrará quase inteira! Na verdade, embora ali residam imensidões de não filhos, pelo menos a terra não se fez maldita por aqueles que nela habitam. Lá os povos se matam, mas a feras do campo também. Lá, muitas tribos são quase animais, mas sem lei “não sabem o que fazem”. Mas na Babilônia não! Ali se sabe o que se faz! Babilônia decidiu dar mais valor aos animais, aos “animais em extinção” e aos objetos que aos filhos de Deus. A lei de Babilônia é: ame os animais como a si mesmo! Ame ao mico leão, ao bicho de pau, a formiga do toco, dedique a eles sua vida, viva para eles com todas as suas forças. A lei deles é: não cuide dos homens, especialmente das suas crianças: seres humanos há demais! Há de sobra! São puro lixo! Mate-os de fome! Sufoque-os nos ventres das mães, arranque-os a ferros, meta-lhes espetos no corpo, sugue-lhes os cérebros antes de os matar, é isso que nosso pai Lúcifer nos manda fazer, é assim que fazem.
     Por toda parte, em todos os países da terra, levas crescentes de cientistas e também de “preservacionistas”, despen
dem enormes fortunas e gastos em pesquisar animais, nos mínimos detalhes, estudando seus comportamentos e o habitat onde vivem. Luta-se até o extremo para que os animais falem e pensem e faz-se de tudo para provar que a terra não foi criada por Deus, nem Ele é o autor da vida. Tudo para provar que não precisamos de Deus para existir. Bilhões de dólares são gastos anualmente nestas pesquisas, dinheiro que falta para matar a fome das crianças, para dar guarida aos velhinhos, para dar boa escola aos analfabetos, para dar terra aos que nela querem produzir, casa aos que não a têm, roupa aos que passam frio, enfim para extirpar a miséria da terra. Principalmente para extirpar da terra a miséria espiritual, a degradação moral e tudo aquilo que afasta de Deus. É isto que satanás quer, e está conseguindo!
     Ora, quando o amor pelas feras ultrapassa o amor aos irmãos, é porque certamente o homem virou uma fera. Já coloquei outras vezes e não arredo desta posição: quando uma criança, desde a mais tenra idade, dedica seus afetos – ou é deixada ou incentivada a isto por seus pais e responsáveis – mais aos bichos que às pessoas, é porque estes pais e estas mães não amam de verdade a estes filhos com o Amor maiúsculo que vem de Deus, quem sabe nem com o amor minúsculo que as próprias feras têm para com suas crias. As mamães feras, não trazem outros animais para que suas crias se divirtam com eles, algumas sim, apenas para que aprendam a matar. Até porque elas poderiam seguir instintivamente a estes outros e destruírem a própria espécie. Acaso aqui é diferente?
    Quando uma criança se apega exageradamente a um gato, a um cão, a um outro animal qualquer, é somente porque falta a ela o verdadeiro amor de mãe e de pai, eis que antes de isso ser incentivado, deve ser enquadrado pelos pais dentro de uma justa medida, antes que se exacerbe e vire o alvo principal de seus afetos. Isso é possível, é necessário e deve ser feito. Só os psicólogos de satanás é que querem provar que uma criança precisa da presença e do convívio com um animal para se desenvolver. Se ela tiver pai e mãe verdadeiros e presentes, jamais se ligará nos animais nem quererá seus afetos, e nunca terá distúrbios psicológicos mais tarde, mesmo que nunca tenha contato com eles. Já desde pequena a criança deve ser incentivada a amar acima de tudo aos seres da mesma espécie, a conviver com eles, jamais permitir que seus instintos se deteriorem e sua própria razão seja empanada e deturpada por esta obsessão animal. Pelo amor aos animais não se chega a Deus, pelo amor aos homens e com Deus, sim, se vai ao Céu!
     Há gente para tudo, menos para se dedicar aos filhos de Deus! Gastam-se milhões para curar as doenças das feras, menos para curar as doenças que afligem ao homem. Por que somente existem as epidemias que matam homens e não as que matam animais? Porque Babilônia quer é que morram os seres humanos e que vivam e sejam preservadas, a natureza e os animais. Eis ai o motivo pelo qual ela afundará, e nunca mais será encontrada. No fundo dos mares ela servirá de repasto aos vermes do abismo. Porque pesquisa furiosamente a doença da “vaca louca”, por causa somente do lucro das vacas, jamais porque isso possa afetar ao homem, ele que morra!
     Tudo começa, então, dentro das casas. Esta inversão de valores, revela um desprezo inominável pela vida humana. Revela repugnância dos homens pelos homens. Revela um certo ódio pelos semelhantes – subversão satânica do plano divino – e é com certeza a centelha que decreta o extermínio da própria raça. Podem me trazer o psicólogo mais famoso da terra, podem me apresentar a teoria mais revolucionária a este respeito, ninguém conseguirá me provar que este amor exagerado de muitos pelos animais, não seja algo tremendamente prejudicial ao homem, algo que vai contra a Lei de Deus, algo abominável e odioso. Algo que provoca a fúria do Pai.
     Um exemplo: Conheço uma família enorme, todos ainda vivos, avós, filhos, pais, mães netos, e até muitas famílias já formadas. A maioria delas – as que têm um pouco de Deus – n
ão possuí animal de estimação algum dentro de casa. E não há nenhum membro dela desequilibrado, por conta disso, muito pelo contrário. Mas há duas exceções: as únicas casas que têm inúmeros cães – as que fedem mais, as que têm mais confusão – são justo aquelas que menos têm Deus! Que rezam menos! Na verdade é assim: faltou o amor da mãe, chegou o amor do cão. Faltou o amor de pai, começaram nos filhos os ais!
     Na nossa casa, com nossos cinco filhos – nos tempos antes da minha conversão – foi assim: Quiseram um cachorrinho! Disseram que era preciso e “psicológico”! Dei! Uma semana de agarramento, colo, alisamentos, carícias... depois não tratavam mais. Cortei fora! Depois vieram os porquinhos da índia... uma semana e o desprezo veio! Cortei! Depois os coelhos... uma semana de amores e começaram a passar fome! Cortei! Depois vieram os galinhos garnisés... uns dias e a fome! Cortei! Depois quiseram cachorro mais uma vez! Foi quando gritei: agora chega, basta, acabou, ponto final, nunca mais bicho algum vai rondar a nossa casa. Choraram dois ou três dias... e nunca mais me pediram nada. Hoje com a graça do bom Deus são todos saudáveis, perfeitos, equilibrados... e nenhum deles que saber de bicho algum! Sim, eles nunca mais entraram em minha casa!
     Agora, você, que tem estes animais, me escute: ao invés de dar carinho aos cães, procure um pouquinho e verá que milhares de pessoas estão por aí precisando de um carinho e não têm. Seu vizinho doente ou aflito! Seu amigo que sofre! Visite um orfanato e perceberá quantas crianças ali estão sem pais nem mães! Visite as creches e verá quantas crianças choram longe de suas mães, que se obrigam a trabalhar fora. Visite os asilos e observe quantos velhinhos estão lá jogados, feito esterco pelos seus; ouça as histórias deles! Faça-os felizes por um dia! Visite os hospitais onde alguns seres humanos – de sua espécie, sabia? – estão internados e precisam de uma palavra consoladora, um calor humano, um carinho, um abraço, um afeto. Enfim, você que mora numa cidade grande: olhe debaixo dos viadutos, das pontes, dos moquifos, dos casebres, das tocas, das palafitas... dos morros! Viu quantos estão ali largados? Ligue-se a eles! Ajude-os! Ame-os!
     Ou seja: existem milhões de seres humanos esperando por ajuda, pois lá vivem em pior situação que seus cães e gatos. E assim, enquanto um só ser humano chorar por um afeto, em toda a terra, ninguém terá direito de afagar um cão e alisar um gato. Enquanto um só ser humano estiver doente e sem assistência, nenhum homem terá direito a dar hospitais e operações caríssimas para gatos. Enquanto uma só criança chorar de fome na terra, ninguém terá direito de gastar com comidas especiais para cães de estimação. Enquanto um só menino de rua estiver sem teto, sem lar, sem carinho, sem calor humano, nenhum homem terá direito de dividir seu teto com um cão. Ou irá pagar caríssimo no tribunal de Deus! Não tenho medo de errar no que estou dizendo!
       Querem uma família saudável? Não tenham bichos dentro de casa: eles trazem morte e doenças, enquanto expulsam dali o verdadeiro Amor de Deus! Querem uma família feliz? Dediquem-se a si mesmos seus afetos não aos bichos? Querem uma família santa? Amem a Deus ACIMA DE TUDO e amem-se, rezem juntos e deixem os animais que Deus cuida deles! Querem uma família unida? Rezem o Rosário, juntos e não percam tempo com cães e gatos! Querem uma família de Deus? Mantenham nela apenas os filhos de Deus. Tenham apenas o “bicho homem” por “animal de estimação”! Dediquem aos filhos, aos pais e aos esposos entre si, todos os seus afetos, caricias, afagos e amores.
     Querem uma família sem saúde, infeliz, não santa, desunida e sem Deus? Dêem aos cães aquilo que vocês negam aos filhos de Deus! Quem dá ao cão o que nega a um filho de Deus, dá ao cão do inferno o que nega a Deus. Aos animais domésticos – apenas aos absolutamente necessários – se dedique os cuidados normais, guardadas deles a devida distância, de acordo com o valor que eles têm diante de Deus. Aos homens o Amor, dom de Deus, como prov
a de amor MAIOR a Deus!
 Arnaldo(Aarão)


 
 
 

Artigo Visto: 2689 - Impresso: 67 - Enviado: 15

ATENÇÃO! Todos os artigos disponíveis neste sítio são de livre cópia e difusão desde que sempre sejam citados a fonte www.recadosdoaarao.com.br

 

 
Visitas Únicas Hoje: 474 - Total Visitas Únicas: 3.273.315 Usuários online: 58