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26/08/2007
Filhos chupins
 
Moral - Filhos chupins
26/08/2007 16:47:37
Moral - Filhos chupins

Dias dos Pais: Filhos ou Chupins?

Ivar Hartmann*

Nas famílias antigas dedicadas à atividade agrícola, independente de quem contribuía mais ou menos para o resultado final, o ganho ou renda ia para um caixa único, gerido ou só pelo pai, ou pelo pai e pela mãe. Deste caixa comum é que saiam os recursos financeiros para atender às demandas de todos os familiares. Era assim a sociedade brasileira.

Chupim é o pássaro brasileiro que coloca os ovos nos ninhos do tico-tico e são por estes chocados e criados inadvertidamente. No dizer da campanha gaúcha, chupim é a pessoa que se aproveita da outra, usando-a, egoisticamente, em interesse próprio.

Há algum tempo, uma revista nacional examinou a vida dos jovens brasileiros que, não obstante terem profissão definida, prefere, ao contrário da geração anterior, não sair de casa e continuar morando com os pais.

Foi perguntado a estes jovens, com mais de 25 anos de idade, com emprego definido, porque permaneciam na casa paterna. A resposta dos entrevistados de várias regiões do Brasil, foi à mesma: é mais confortável, é mais barato, estou fazendo economia, tenho mordomias, não preciso me preocupar com roupa e alimento.

Todas, mas todas as respostas tinham um cunho material. Nenhum, mas nenhum mesmo dos jovens chupins entrevistados respondeu o que deveria ser a resposta mais sensata e humana: estou com meus pais porque amo minha mãe, gosto de meu pai, sinto-me feliz de conviver com minha família, apraz-me o convívio familiar. Algo do gênero. Ao menos isso como adendo.

São filhos ou chupins? Os pais servem apenas para atender aos interesses materiais e de conforto? Carinho, amor, respeito, colaboração no orçamento doméstico são coisas que não passam pelas cabeças dos nossos jovens moradores com os pais?

Em algum momento do passado, perdemos o rumo. A televisão, o cinema, os hábitos dos americanos do norte - tão amados em nossa sociedade de macacos - a vaidade do achar-se mais sábio que os genitores, a sociedade de consumo, a substituição dos valores cristãos por ostentação. A troca dos valores familiares pela influência de agentes externos, o menoscaso e o desinteresse pela vida, conforto e problemas dos pais, levam a pensar: são filhos ou chupins?

*Ivar Hartmann é cronista e promotor de justiça aposentado.

E-mail: hartmann.ivar@gmail.com
Site: www.feevale.tche.br
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OBS. Curtinho o artigo, mas de uma profundidade ímpar. Tocou na ferida! Mas gostaria de acrescentar uma coisa que lhe faltou: a maioria absoluta destes filhotes de chupim, além de não amar aos seus pais, que os sustentam e às suas mordomias, são ainda exigentes. E são respondões. E acaso se tem um estatística de quantos deles batem nos pais?

Eu tenho uma opunião formada, e esta opinião já levei para meus filhos, dela não abro mão. A partir dos 21 anos, não aceito nenhuma reclamação deles, nenhum xingamento contra a mãe, se a roupa não está passada direito, se tem ou não comida boa. E já aviseis isso a todos bem antes de chegarem aos 21 anos, onde fogem da responsabilidade do pátrio poder.

Se não está bom, o caminho da porta da casa é a serventia. Não os vou forçar a sair, mas todos precisam trabalhar. E não tem mais mesada! Posso ajudar em outras situações como um pai ajuda os filhos, mas sem sustentar mordomias.

Eu os amo muito, a todos indistintamente, mas meu amor de pai não pode chegar à servidão indigna, como a que sofrem milhares de velhinhos pelo mundo afora. Muitos trabalham e não contribuem em nada para a casa, enquanto gastam com festas, farras e amigos e zonas, tudo aquilo que ganham, irresponsavelmente.

Há também os que não trabalham, nem querem saber. Está mais fácil ficar em casa dormindo apesar de terem força, não se esforçam por arrumar emprego. Isso transtorna horrivelmente as realções familiares, e é um fato que tem causado a ruína de muitas
famílias.

Refiro-me em especial aos jovens, aos moços, aos rapazes. É imperdoável que ajam desta forma. É vergonhoso para todos os que procedem assim!

O apelido de CHUPIM é pouco!

NOTEM BEM: O RECADO É PARA OS MAUS FILHOS, não para os bons, e nem para a aqueles cujas circunstâncias levam a isso. Que jamais cobrem de seus pais, coisas que eles mesmo nunca estarão em condições de cumprir... se continuarem assim...


 
 
 

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