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03/05/2018
Sacerdotes apelam
Os ensinamentos atuais sobre a Eucaristia e o Matrimonio estão causando grave dano à Igreja.
 

Sacerdotes apelam contra a confusão bergogliana

02 de Maio de 2018

http://www.ncregister.com/blog/edward-pentin

Sacerdotes fazem um apelo aos Bispos do mundo para que abordem a "crise pastoral" na Igreja

Seus pedidos de reafirmar o Evangelho vêm em resposta aos erros nos ensinamentos que, segundo dizem, têm suas raízes nas "mentalidades seculares e na falsa teologia moral das décadas passadas".

Um grupo de Sacerdotes tem pedido a todos os Bispos do mundo que "reafirmem os ensinamentos de Cristo" frente à "crise pastoral" da atualidade na Igreja Católica.

Quinze Clérigos estadunidenses e europeus, incluindo o Padre Gerald Murray, convidado frequente no programa The World Over de EWTN, destacam o ressurgimento de "erros morais gravemente nocivos" com respeito à possibilidade de viver os ensinamentos de Jesus, à natureza da consciência e o papel da Igreja.

Com palavras medidas e respeitosas, "Um apelo Pastoral aos Bispos para uma Reafirmação Apostólica do Evangelho" expressa a esperança de que "grande parte do dano" causado por esta tendência "possa ser sanado ou atenuado" se os Bispos "reafirmarem os ensinamentos de Jesus para corrigir esses erros com a plena autoridade de seu ofício apostólico ".

Padre Gerald Murray

Em 1 de maio nos comentários ao NCR, o Padre Murray disse que a apelação é um esforço para recordar aos fiéis que "a doutrina da fé é um presente de Deus que nos permite compreender sua revelação e conformar nossas vidas à vontade de Deus".

Acrescentou que a natureza pública da apelação é um "exercício de direito dos católicos", exposto no Canon 212, 3, de dar a conhecer aos pastores da Igreja, e ao resto dos fiéis, seus pontos de vista sobre assuntos que levem ao bem da Igreja.'"

Também sublinhou que as afirmações apresentadas na apelação "provêm do Magistério da Igreja e não são meras opiniões dos signatários".

O Padre Murray, canonista e Sacerdote da Igreja da Sagrada Família em Nova York, crê que não se pode negar ou minimizar o feito de que a crise atual tem sido "ocasionada" pelo capítulo 8 da exortação do Papa Francisco, Amoris Laetitia.

"Se às pessoas que se envolvem em condutas adúlteras conhecidas publicamente se autoriza a receber a Sagrada Comunhão, então a integridade Doutrinal da Igreja está sob ameaça direta", disse.

"Se os católicos já não têm que conformar suas vidas aos ensinamentos de Cristo sobre a indissolubilidade do matrimônio para serem considerados dignos de receber a Sagrada Comunhão, muitos outros pecados estarão sujeitos a uma nova consideração similar. Isso seria desastroso ".

A resposta do Cardeal Burke

O Cardeal Raymond Burke respondeu à apelação dizendo ao Registro que "expressa o que ouve repetidamente de sacerdotes bons e fiéis que trabalham em diversas partes do mundo".

Disse que a atual "reintrodução de um ensino moral errôneo, que a Igreja têm corrigido e disciplinado em várias ocasiões no passado, está causando a mais grave confusão e divisão na Igreja, um grande dano às almas e um obstáculo na missão da Igreja que é ser uma 'luz para as nações' ".

O patrono da Ordem de Malta disse que "o único remédio" é a "reafirmação da Fé Apostólica pelos Sucessores dos Apóstolos".

O Cardeal disse que elogiou os "bons Sacerdotes que escreveram e firmaram" o apelo pastoral "por amor à Igreja e, em particular, pela porção do rebanho de Cristo em seu cuidado sacerdotal".

"Que sua ação sábia e valente inspire a seus Bispos a dissipar a confusão do tempo presente na Igreja e assim começar a sanar a divisão com respeito à Fé Católica e sua prática", disse o Cardeal Burke.

Os organizadores dizem que os Sacerdotes estão convidados a acrescentar seu nome à apelação escrevendo seus dados no site web da apelação: http://www.curapastoralis.org/

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Se os Bispos fizerem isto "beneficiariam aos que lhe são confiados", continuam os Sacerdotes signatários e "contribuiriam enormemente para a unidade e bem estar da Igreja universal". Os Sacerdotes advertem que "sem essa assistência, esta situação prejudicial vai piorar significativamente".

A apelação dos Sacerdotes, firmada em 22 de abril, domingo do Bom Pastor, vem depois de frequentes declarações e ações de alguns hierarcas, teólogos e inclusive do próprio Papa Francisco, que muitos dos fiéis questionam e inclusive dizem que contradizem abertamente o ensinamento e a prática pastoral estabelecida pela Igreja.

Sem referir-se ao Santo Padre nem a nenhum documento em particular, Sacerdote, Bispo ou teólogo, os Sacerdotes destacam um "enfoque equivocado" geral que afirma que aqueles que "cometem atos objetivamente malvados e se julguem subjetivamente livres de culpabilidade, podem receber a Santa Comunhão."

Argumentam que isto pode levar à crença errônea de que, embora certos comportamentos são sempre maus, sem proibições, segundo Amoris Laetitia "em algumas circunstâncias esses comportamentos são o bem mais realista que se pode ganhar ou, de feito, simplesmente são bons". Tomado ainda mais à frente, argumentam que isto poderia levar a crer que tais "condutas pecaminosas podem ser aprovadas ou propostas por Deus".

"A vida e os ensinamentos morais de Cristo se apresentam assim como ideais abstratos que devem adequar-se para ajustar-se à nossas circunstâncias, mais que como realidades já sintonizadas para liberar-nos do pecado e do mal em toda situação", explicam os Sacerdotes.

 

Espírito Filial e Fraternal

Tal pensamento não é um "desenvolvimento novo e legítimo" (como disse Fco), acrescentam, e a Igreja sempre se opôs vigorosamente a estas teorias como "contrárias ao Evangelho", especialmente nos 50 anos transcorridos desde a encíclica Humanae Vitae de 1968 de Paulo VI.

O ressurgimento destas teorias mostra a necessidade de uma "resposta pastoral mais efetiva" por parte dos Sacerdotes, pelo que os Sacerdotes dizem que desejam chamar os Bispos a exercer sua "autoridade apostólica completa" e emitir uma "reafirmação formal do Evangelho e correção destes erros ".

Em um "espírito filial e fraterno", enumeram 10 "questões cruciais" que eles gostariam que os Bispos abordassem formalmente.

Estas incluem a afirmação de que "Deus é amor", o que significa que "a fidelidade a Cristo e seus ensinamentos é realista e alcançável, não um ideal abstrato que necessita ajustar-se às circunstâncias da vida".

Pedem aos Bispos que reafirmem que a consciência é a "norma imediata de conduta, mas não a voz infalível de Deus". Pode julgar mal ... [e, por tanto,] necessita ser conformado ao Evangelho ".

Aos Sacerdotes também agradaria que os Bispos repetissem que "a recepção da Sagrada Comunhão não pode reduzir-se a um ato privado baseado em um juízo subjetivo de inocência porque é um testemunho público do abraço da fé comunitária e a vida da Igreja".

E sublinhar que a recepção da Sagrada Comunhão por aqueles que se divorciaram e voltaram a casar "depende da realidade objetiva do vínculo de seu primeiro matrimônio e de evitar o pecado e o escândalo público".

Os Sacerdotes observam que o Clero e os leigos muitas vezes podem confundir o testemunho apostólico da Igreja, afetados pelas "mentalidades seculares e a falsa teologia moral das décadas passadas", considerando-os como "antiquados e inclusive cruéis" e perceber erroneamente esse testemunho como legalista o abstrato.

Mas também recordam a aqueles Clérigos e leigos que, apesar de "um profundo sentimento de dor e traição" causado por estes erros, encontram esperança e alento em seu "testemunho inequívoco e amoroso".

 

Tradução, Leandro.

 

 
 
 

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