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30/03/2018
Francisco nega a existência do inferno
Francisco a Scalfari: “não existe um inferno, existe o desaparecimento das almas pecadoras que não se arrependem”
 

Papa Francisco a Scalfari: “não existe um inferno, existe o desaparecimento das almas pecadoras que não se arrependem”

Fonte > https://fratresinunum.com/2018/03/29/papa-francisco-a-scalfari-nao-existe-um-inferno-existe-o-desaparecimento-das-almas-pecadoras-que-nao-se-arrependem/

Inferno 1

FratresInUnum.com — Não é a primeira vez que Eugenio Scalfari, ateu e comunista, fundador do jornal italiano La Repubblica,  causa confusão em reportagens sobre suas conversas privadas com o Papa Francisco.

Fica cada vez mais difícil sustentar a ideia de que os diálogos secretos de Scalfari com Bergoglio sejam distorcidos, ao serem publicados. Por que, afinal de contas, o Papa argentino mantém esses diálogos que parecem ser tão inconvenientes? Se Scalfari vive distorcendo as suas palavras, por que continuar recebendo-o?

Agora, chegamos à declaração de uma verdadeira heresia. Vamos às palavras de Francisco:

Inferno 2

Scalfari: Santidade, no nosso encontro anterior, o Sr. me disse que a nossa espécie, num certo momento, vai desaparecer, e Deus, sempre através da sua semente criativa, criará outras espécies. O Sr. nunca me falou sobre as almas que morreram em pecado e vão para o inferno para pagá-lo eternamente. O Sr. me falou, ao contrário, de almas boas e admitidas à contemplação de Deus. Mas e as almas más? Onde são punidas?

Papa Francisco: “Não são punidas, aquelas que se arrependem obtêm o perdão de Deus e vão entre as fileiras daquelas almas que o contemplam, mas aqueles que não se arrependem e não podem, então, ser perdoados, desaparecem. Não existe um inferno, existe o desaparecimento das almas pecadoras”.

Como esta opinião está em total contradição com o Evangelho e com a Sagrada Tradição, em suma, com a Revelação Divina e com a doutrina unânime da Igreja Católica, Papa Francisco teria se colocado numa posição bastante delicada. Por isso, logo em seguida, a Sala de Imprensa do Vaticano se apressou em emitir o seguinte comunicado:

“O Santo Padre Francisco recebeu recentemente o fundador do diário La Repubblica em um encontro privado, por ocasião da Páscoa, sem, porém, deixar-lhe nenhuma entrevista. Tudo que foi referido pelo autor no artigo de hoje é fruto da sua reconstrução, em que não são citadas as palavras textuais pronunciadas pelo Papa. Nada entre aspas do suscitado artigo deve ser considerado, portanto, como uma fiel transcrição das palavras do Santo Padre”.

Um desmentido que não desmente nada! Confirma o encontro, dizendo apenas que aquelas palavras não são textuais.

Totalmente insuficiente, diante da gravidade das palavras! Será que nós temos um Papa que não acredita na existência do inferno e, ao contrário, professa a fé na aniquilação das almas dos pecadores? Será que temos um “Papa Herege”?

Seria, realmente, o caso de Francisco se pronunciar claramente a respeito e reafirmar a fé da Igreja. A não ser que… tudo isso esteja preparado para ter exatamente este efeito: encaminhar a Igreja inteira para a direção da heresia, evitando cuidadosamente que isto lhe seja imputado.

Fato é que Francisco já brincou demais com a doutrina católica. Leviano e teologicamente despreparado, vive jogando com palavras e ensinando besteiras doutrinais. Uma hora dessas ele cai em heresia explícita, irrefutável, pública, notória, pertinaz. E, então, os católicos ficarão calados, anestesiados? Os bispos ortodoxos permanecerão em silêncio complacente?

A situação se torna cada dia menos contornável e não se vislumbra nenhuma atitude eficaz por parte daqueles que deveriam tomar a peito a tarefa de defender a fé, a saber, os bispos católicos. Cabe aos fieis, neste estado de confusão generalizada, conservar bravamente a fé e explicar a todas as pessoas que puderem o estado caótico em que se encontra a Igreja. Nada de revoluções nem de rebeliões. Precisamos apenas permanecer firmes e acordar aqueles que estão dormindo.

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Outra fonte >

Francisco nega a existência do inferno

Fonte > http://religionlavozlibre.blogspot.com.br/2018/03/scalfari-francisco-niega-el-infierno.html?m=1

A Oficina de Imprensa do Vaticano admitiu em 29 de março que o "santo padre Francisco" recebeu novamente ao mau periodista Eugênio Scalfari.

Depois do encontro, Scalfari escreveu em seu diário anticatólico "La República"  que Francisco negou a existência do Inferno.

A Oficina de Imprensa não discute que Scalfari informou a declaração de Francisco de uma forma materialmente correta, porém distraem o público ao dizer que, "possivelmente Scalfari não utilizou a expressão exata".

No passado, Scalfari já produziu estes artigos depois de haver falado com Francisco, em setembro de 2013, julho de 2014, março de 2015, novembro de 2015 e julho de 2017. Em todas as cinco entrevistas o Vaticano se obrigou a fazer desmentidos.

Porém estas negações não podem ser tomadas a sério, quando Francisco continua recebendo Scalfari, para alimenta-lo com material para seus novos artigos.

Isso é porque, para além de qualquer dúvida razoável,. Francisco utiliza as suas declarações incendiárias dadas a Scalfari, exatamente para criar confusão entre os fiéis mais sensíveis a fim de produzir conflitos e divisões na Igreja.

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"Não existe o inferno", disse o papa Francisco ao seu amigo ateu, o periodista anticatólico Eugênio Scalfari, segundo La República, em 28 de março.

Francisco disse que as almas que são más "não são castigadas" e sim que, "as que se arrependem obtêm o perdão de Deus e vão fazer parte das (almas) que O contemplam, porém as que não se arrependem e não pedem perdão, estas não podem ser perdoadas e desaparecem. Não existe o inferno: existe o desaparecimento das almas pecadoras".

A teoria de Francisco coincide com os ensinamentos das Testemunhas de Jehová.

Porém, a Igreja confessa com Jesus Cristo que as almas malvadas se condenarão a "um fogo eterno" e "inextinguível", "onde haverá choro e ranger de dentes".

Segundo catecismo da Igreja Católica, o "o ensinamento da Igreja afirma a existência do inferno e sua eternidade".

en.news

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OBS > Esta não é a primeira vez em que ele nega a existência do inferno, porque já fez isso mais vezes, afirmando que “não existe um inferno literal”, “porque ele é incompatível com o amor de Deus, que não castiga a ninguém para sempre”.

Então quando ele pretende pregar uma heresia grave, usa deste artifício maligno: acolhe este ateu confesso e convicto, lhe passa as suas heréticas proposições, exatamente para que causem polêmica. E se tornam então ridículos os comentários contrários feitos pela Sala de Imprensa do Vaticano, porque a “emenda fica pior que o soneto”. Então por que a imprensa vaticana não publica exatamente o que ele disse, desmentindo e acusando Scalfari?

De fato, se Gog acolhesse um jornalista que mentisse a seu respeito, ou distorcesse as suas colocações, ele não o receberia novamente, e tornaria público sua condenação. Então se ele a cada poucos meses o convoca novamente é sinal de que aprova tudo o que Scalfari publicou. Triste é que os papólatras acabam aceitando as desculpas esfarrapadas da imprensa vaticana. Tempos da mentira, tempos de engano, tempos de lobos vestidos de cordeiro.

O INFERNO EXISTE SIM, conforme as Sagradas Escrituras e ele é terrível.  Jesus mesmo nos avisa disso, e a parábola de Epulão e Lázaro confirma com luminar clareza. E se não existisse Inferno, não existiriam também demônios, entretanto, segundo estudiosos, Jesus se refere a eles em pelo menos 19 passagens da Escritura. Negar isso publicamente é tonar-se um herege, um cismático – como Francis realmente é – é tornar-se excomungado da Igreja, e então não pode ser papa, deve ser posto na rua. Os cardeais TODOS, têm por OBRIGAÇÃO, verificar isso e tomar uma atitude condenatória, diretamente contra ele, se de público confirmar este desatino.

De fato, esta negação dele não somente ataca frontalmente a Jesus e a Verdade, como cospe no Catecismo da Igreja e em sua Sã Doutrina bimilenar, para escândalo dos católicos que ainda prezam o seu nome, e desgraça daqueles maus católicos que o paparicam e seguem. Mas o começo da ruína dele está chegando porque em sua pressa em cumprir as ordens do inimigo a quem serve, acaba tendo que abrir o jogo diante da multidão, que finalmente, pelo menos em parte, perceberá o lobo que ele é. Os profetas atuais avisam isso, e todos aguardam e prenunciam para breve um grave “escorregão” dele, que acabará por denunciá-lo. E se eu tivesse que chutar, diria que se dará em torno da Eucaristia.

Então é preciso que todos os católicos de bom senso, procurem bem informar-se sobre o que está acontecendo, não somente no Vaticano, mas também na Igreja do Brasil, para não se acharem no meio do bando dos rebeldes, dos demolidores, que servem ao comunismo e não mais a Jesus Cristo. Para que todos se preparem para o grande baque, o encontro de Francis contra a Rocha de Pedro, porque o apóstolo bem avisa em sua carta: quem se bater contra ela será despedaçado! (Aarão)

 

 
 
 

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