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28/01/2018
Atacando o Catecismo
Somente aos inimigos de Deus interessa mudar o Catecismo para acatar a abominação!
 

Operação Ataque ao Catecismo para aceitar a sodomia

24 de Janeiro de 2018     
 
http://www.lanuovabq.it/it/articoli-prelati-anti-trump-sui-cambiamenti-climatici-hanno-dimenticato-cristo-20084.htm 
 
     Mudar o Catecismo
 
     Se a doutrina não coincide com os novos desejos com respeito à homossexualidade, é melhor adotar a solução de Alejandro Magno que com um golpe de espada decidiu dissolver o nó gordiano à sua maneira: cortá-lo em dois.
     Da mesma maneira, para aceitar e definitivamente despejar a prática homoerótica, é necessário colocar os fundamentos a mão e tudo será más fácil a partir daí. Agora que a prática está se estendendo cada vez mais uma atitude de frouxidão e aceitação da homossexualidade como uma variante natural da sexualidade humana, fica só um pequeno grande obstáculo para a plena afirmação dos direitos LGBT na salsa cristã: desfazer-se do Catecismo da Igreja Católica é considerado o último obstáculo a ser demolido.
     Portanto, a batalha agora se moverá a um nível meramente doutrinal, mas tudo deve preparar-se com uma linguagem de efeito tranquilizador como só um certo clericalismo pode fazer. E, sobretudo, enviar à frente pioneiros que sejam intérpretes e porta-vozes desta derivação. Um pequeno grupo de teólogos e presbíteros, alguns bispos e inclusive os chamados agentes de pastoral, que lideram uma batalha solitária fora de todo controle, mas que se podem ver bem nas dioceses, enquanto que a maioria silenciosa está adormecida.
     O último disparo em ordem de tempo se confia aos leigos, segundo o esquema preciso do caso emotivo-choroso. A República se encarrega, de falar de um casal de pais que aceitaram sua filha lésbica e agora são parte da equipe preparada pelo bispo de Civitavecchia Monsenhor Luigi Marrucci que segue justo aos assim chamados cristãos Lgbt. " Estávamos firmemente convencidos de que a homossexualidade era um pecado", dizem (os pais). E em seu lugar "temos orado e lido a parábola do filho pródigo, e assim entendemos que o Senhor sempre acolhe e não julga.
 
     O problema está no Catecismo
 
     "Martina está na verdade e a amamos como ela é ". De que verdade está falando? Certamente não daquela evangélica ou bíblica acerca de Sodoma e tão pouco daquela do Catecismo que na verdade, põe a cabeça em direção ao fim da história: " O problema é que o Catecismo diz que a homossexualidade é uma orientação intrinsecamente desordenada"
     Aqui está a pedra de escândalo. E é este o examinador especial para "finalmente" apagar a homo heresia no código católico. De fato, a entrevista não nasce por acaso, mas ele começa de longe. Sobretudo para afirmar a incompatibilidade entre o Catecismo, a Doutrina e o mundo como deveria ser afrontado, que seria uma concepção da praxis inmanente e, portanto, falsa sobre a lei divina. Mas aí está.
     Em ordem cronológica, colocar em dúvida a verdade sobre a homossexualidade segundo o Catecismo, se pensou em Avvenire (jornal da conferência episcopal italiana), com um artigo bem colocado por Luciano Moia: "Há quem, reconhecendo a tradição católica reiterada no Catecismo, argumenta a necessidade de uma vida afetiva realizada em castidade. Mas também há aqueles, incluindo bispos e teólogos, que pedem à Igreja uma reflexão mais profunda sobre o significado da sexualidade sem excluir uma revisão da teologia moral ".
     Aqui estamos assentando as bases para começar a considerar que o Catecismo já não é intocável, inculcando o vírus da revisão, como se a verdade sobre o homem e o plano divino sobre ele fosse meramente um feito social e questionável.
     Depois de Avvenire se pensou um conciliábulo de ultra secreto onde nele se assentariam as bases, por assim dizer, do futuro desmantelamento dos números 2357, 2358 e 2359 do texto magisterial, o inimigo público número um, onde diz que " A Sagrada Escritura apresenta as relações homossexuais como graves depravações "e" A Tradição sempre declarou que os atos da homossexualidade são intrinsecamente desordenados ".
     Uma reunião organizada pelo P. Pino Piva, um dos jesuítas mais proeminentes da operação de despachar a homossexualidade, que é desde muito tempo o mais escutado ao menos na Itália à respeito das relações com aqueles homossexuais que se declaram católicos, mas não aceitam o caminho da castidade proposto pelo Catecismo nem tão pouco a nota pastoral de 1986 escrita pelo então Cardeal Joseph Ratzinger.
     O clérigo, recentemente em Bolonha na casa dos jesuítas, reuniu em sua nova residência os grupos de cristãos LGBT e aos operadores que nos últimos anos hão estado trabalhando em algumas dioceses para seguir caminhos específicos, tendo cuidado, por suposto, em assegurar que não houveram experiências de oração - como as que há no apostolado Courage, o grupo Lot de Luca di Tolve, que têm visões opostas sobre a homossexualidade e são fiéis na linha do Magistério -.
     Com a pequena equipe também havia um bispo, que assistiu à reunião sem intervir. A reunião, aberta aos crentes do LGTB e aos sacerdotes que com eles tomaram caminhos específicos, não tinha nenhuma pretensão de reivindicar sem colocar na linha experiências e enfoques para abordar o tema homossexual na vida da Igreja. Com um único denominador comum: a crítica do Catecismo, agora considerado o principal obstáculo para um costume amigável da prática homoerótica.
     Expressões como pecado? Atrasadas. A acolhida (NT: da que fala o Catecismo sobre o modo de lidar com os homossexuais)? Só se aceitarmos a homossexualidade como uma variante natural da sexualidade. Amor? Uma confusão de sentimentos e não um projeto natural buscado por Deus.
     Da reunião pouco se sabe, mas algo saiu no blog de outro partidário da causa homo herética, Don Mauro Leonardi (foto) que leva muito tempo no jogo, inclusive vem entrevistar o travesti Vladimir Luxúria sem questionar nada de seu pensamento. Leonardi, que tem um blog com seguidores, deixou escapar algumas guloseimas. Por exemplo isto: "Se em troca, como ocorre com grande parte das pessoas homossexuais, a crença é que a condição homossexual é natural e querida por Deus, poderá ser que a única resposta da Igreja seja: basta que não sigas (o que ensina) o Catecismo (afinal o Catecismo não é o Evangelho) não podes receber os sacramentos? É possível confessar pecados que na consciência não se considerem? ".
     Em resumo, eliminada qualquer informação objetiva sobre a natureza humana e o plano de Deus, também a homossexualidade não seria mais que uma opinião de muitos. E, como tal, deve ser aceitada e promovida. Com efeito, também citando o bispo presente na reunião em Bolonha, Leonardi disse: "Não lhes digo que se adequem ao Catecismo. Eu digo: a Igreja ainda não tem uma resposta ".
     Seria objetivamente grave que um bispo afirme a tese da rebelião contra o Catecismo, que representa, não uma série de normas do código de circulação, mas sim a arquitetura normativa sobre a qual descansa a fé, assim como também seria surpreendente se (o bispo) realmente dissesse que a Igreja ainda não tem uma resposta. Porque a resposta está realmente ali e mostra a caridade e a verdade unidas de uma maneira apaixonada no respeito da castidade, a que são chamados inclusive os homossexuais, como o demonstra a experiência de Courage. Mas agora se lança a pedra e a cruzada contra o Catecismo deve continuar.
     Como? Na estratégia estão afiando suas armas: pretendendo a "revisão" do Catecismo proposta por Francisco sobre a pena de morte o os pronunciamentos do passado acerca da abolição da escravatura. Argumentos completamente diferentes, mas utilizados aqui para justificar um método de desmantelamento que agora pode ser útil para a causa homo herética.
 
     Andrea Zambrano
 
 
 

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