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FAMÍLIA, FUNDAMENTO DA SALVAÇÃO
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25/05/2017
Muito importante
A ação do tirano "misericordioso" é clara: quem não concorda com a doutrina dele, rua!
 
   ALGUÉM ESTÁ FICANDO NERVOSO. COM RATZINGER EM FUMONE E BURKE EM CAMPO DE’ FIORI
Fonte: http://comovaradealmendro.es/2017/05/alguien-se-esta-poniendo-nervios-ratzinger-fumone-burke-campo-fiori/
 
    O dever da autoridade é esclarecer o próprio pensamento: fazendo-o desta maneira se torna evidente se uma pergunta é inútil ou centrada. Na Igreja, em particular, uma autoridade que não responde, cumpre com seu dever?
 
    MARCO TOSATTI 20/05/2017 — Como Vara de Almendro | Tradução: Sensus Fidei — A leitura de três notícias aparecidas ontem me faz pensar que alguém está ficando nervoso. E que estamos entrando em uma perigosa fase de involução do tipo: a quem não esteja de acordo com o chefe, é cortada a cabeça. Uma degeneração populista inédita na vida da Igreja moderna. Espero equivocar-me sinceramente; não é uma maneira de dizer. De verdade o espero. Mas há sinais de qualquer outra coisa menos que tranquilizantes.
 
   O nó, me parece entender, uma vez mais consiste na resposta que não se deu – a um ano de distância – às cinco perguntas dirigidas ao Pontífice por parte de quatro cardeais sobre pontos polêmicos de sua exortação apostólica Amoris Laetitia. Perguntas dirigidas em espírito de obediência, seguindo um procedimento clássico na Igreja, e isto pedindo, ao Pontífice e à Congregação para a Doutrina da Fé, dar uma clareza. Dois meses depois de que foram dirigidas as perguntas, quando os cardeais souberam que o Pontífice não tinha intenção de responder, tornaram públicas as perguntas. Que concernem a todos e que em essência podem reduzir-se a uma: É lícito, em pecado mortal e sem mudar a própria conduta, receber a comunhão?
     Por que o Papa não quer responder? não o sabemos. Nos parece lembrar que um jesuíta próximo a ele disse que a razão estava no fato de que as perguntas eram ideológicas. Desculpem, mas soa um pouco débil. O dever da autoridade é esclarecer o próprio pensamento: fazendo-o desta maneira se torna evidente se uma pergunta é inútil ou centrada. Na Igreja, em particular, uma autoridade que não responde, cumpre com seu dever?
     Em vez de uma resposta se desencadearam ataques sem fim contra os quatro cardeais, e contra qualquer que comparta sua perplexidade. Não queremos pensar, como se nos tem referido, que o Pontífice tenha alentado ou deixado o caminho livre a seus fiéis neste sentido.
    Mas não há dúvida de que o único dos quatro que ainda ocupa um posto – Raymond Leo Burke, Patrono da Ordem de Malta – tenha entrado ou ainda esteja em um campo de tiro. No que diz respeito a Malta, podem ler aqui, uma reconstrução. E talvez seja justo a parresia[1] de Burke o que tem molestado tanto.
     E assim, chegamos ao primeiro dos três episódios de ontem: o desconcertante ataque pessoal do cardeal Óscar Rodríguez Maradiaga, um comportamento sem precedentes. No livro entrevista escrito junto a seu irmão salesiano Antonio Carriero, intitulado “Só o Evangelho é revolucionário”, Maradiaga escreve sobre Burke no post scriptum, em relação às Dubia: “Aquele Cardeal que sustenta isto é um homem desiludido, queria tanto o poder e o perdeu. Cria ser a máxima autoridade nos Estados Unidos”. E acrescenta: “Ele não é o magistério: o Santo Padre é o magistério, e é ele quem ensina a toda a Igreja. O outro só diz o que pensa, não merece maiores comentários. São as palavras de um pobre homem”.
    O ponto é justo este: se pede uma clareza sobre o Magistério, que não se dá. Mas para Madariaga, grande patrocinador do Pontífice, isto é um detalhe insignificante. Que o toma também contra, na melhor das hipóteses, a “direita católica”, que quereria “o poder e não a verdade. Se dizem encontrar alguma heresia, entre aspas, nas palavras de Francisco, se equivocam grandemente, porque pensam só como homens e não como quer o Senhor”.
Golpeia a violência das palavras. Mas o diálogo e a misericórdia, aonde foram parar?
     Vamos ao segundo episódio, também este significativo. Há um certo protagonista chamado Andrea Grillo, laico, professor de teologia em Sant’Anselmo. Grillo estaria – segundo o que se diz – na comissão, jamais anunciada de maneira oficial, mas oficialmente desconhecida para o Prefeito do Culto Divino (a autoridade que deveria ocupar-se disto), para estudar como criar uma missa na que possam participar juntos católicos e protestantes. Problema nada menor, posto que o significado da Eucaristia é totalmente diferente.
     O Prefeito do Culto é o cardeal africano Robert Sarah, nomeado pelo Pontífice, no momento em que devia movê-lo de onde estava devido a várias reformas, Cor Unum[2]. Bento XVI disse, no prefacio a seu livro [A Força do Silêncio], que com Sarah a liturgia está em boas mãos. Não parece uma afirmação escandalosa, senão para quem odeia Sarah.
Este Andrea Grillo, de quem não temos a obrigação de conhecer pessoalmente, se desencadeou: “É necessário considerar bem a singularidade da situação.
    Um papa renuncia ao exercício do próprio ministério petrino. Se abre o procedimento de sucessão e sai eleito o sucessor. Normalmente isto sucede por “mortis causa”. Quando a causa não é a morte do predecessor, mas a “renúncia”, este fato abre para a instituição um delicado caso de possível conflito de autoridade. Que deveria ser superado pelo “acordo de silêncio” do predecessor. O qual, no post scriptum com o que exalta os dotes do Prefeito Sarah, cita um texto de Inácio de Antioquia que diz: ‘É melhor permanecer em silêncio…’. E não só fala, como exalta a um Prefeito que tem causado contínuos incômodos à Igreja e a seu sucessor, se abre um conflito perigoso, que requereria comportamentos mais prudentes e palavras mais responsáveis. Se deverá prever no futuro, normas que regulamentem de maneira mais exata e certa a ‘morte institucional’ do predecessor e a plena autoridade do sucessor, no caso de renúncia”.
     Além de outras coisas desagradáveis e pouco respeitosas, Grillo também disse: “Não podem coexistir. Isto agora é de todo evidente. Como é evidente que o vestir de branco e a loquacidade, além da residência, devem estar reguladas detalhadamente. O Bispo emérito [assim lhe chama] deve afastar-se do Vaticano e calar-se para sempre. Só com estas condições é possível configurar uma verdadeira “sucessão”… As intenções de discrição e de humildade são evidentemente violadas, de maneira quase escandalosa. E vejo verdadeiramente desconcertante que o Bispo emérito de Roma elogie a Francisco por uma nomeação a que sabe bem que contribuiu fortemente para determiná-lo. Isto me parece o fato mais grave, um sinal de clericalismo, e diria também, de uma certa hipocrisia”.
     A solução que podemos sugerir é a de Fumone, o castelo em Ciociaria onde Celestino da Morrone terminou seus dias. Conhecemos bem ao menos um dos proprietários, e se se deseja podemos atuar como mediadores. Brincadeiras à parte, escandaloso está este clima malvado mostrado pelos partidários do novo curso. Uma tal quantidade de invejas das que talvez alguém em Santa Marta deveria preocupar-se.
    E por último chegamos ao terceiro episódio. As palavras do Pontífice em Santa Marta. Se falava do problema dos pagãos que queriam converter-se cristãos, e das discussões sobre este problema entre os apóstolos. O Pontífice descreve assim a situação: “O grupo dos apóstolos que querem discutir o problema e os outros que vão e criam problemas, dividem, dividem a Igreja, dizem que aquilo que pregam os apóstolos não é o que Jesus disse, que não é verdade”.
    Ao final se logra um acordo, os pagãos podem entrar sem circuncisão física. O Pontífice afirma que “é um dever da Igreja aclarar a doutrina” (Ai! Ai! E as Dubia? N.D.R.) a fim de que “se entenda bem o que Jesus disse no Evangelho, tal qual é o Espírito do Evangelho”:
    “Mas sempre, tem estado aquela gente que, sem nenhum encargo, vai turbar à comunidade cristã, com discursos que transtornam as almas: “E não, isto que disse, isso é herético; e isso não se pode dizer, e aquilo não… a doutrina da Igreja é esta”, e são, FANÁTICOS. De coisas que não estão claras, como estes fanáticos, que andavam por aí, semeando joio, para dividir a comunidade cristã.
    E este é o problema, quando a doutrina da Igreja, aquela que vem do Evangelho, aquela que inspira o Espírito Santo, porque Jesus disse, ‘os ensinará e os fará recordar o que tenho ensinado’, [quando] aquela doutrina se volta ideologia, e isto, é o grande erro desta gente”.
    Aqui um pequeno jogo: Em qual dos dois grupos mencionado pelo Pontífice colocariam Madariaga e Grillo? e se os fanáticos especulam sobre coisas que não estão claras, por que não aclará-las, quando se pede, que se corte pela raiz a ambiguidade?
 
Tradução do original Italiano por Como Vara de Almendro
ORIGINAL ITALIANO: http://www.marcotosatti.com/2017/05/20/ratzinger-a-fumone-burke-a-campo-de-fiori-a-qualcuno-stanno-saltando-i-nervi/
VISTO TAMBÉM EM: http://rorate-caeli.blogspot.com/2017/05/ratzinger-to-fumone-burke-to-campo-de.html#more
 
Notas
 
     [1] Na retórica clássica, a parresia era uma maneira de «falar com franqueza ou de escusar-se por falar assim». O termo está tomado do grego παρρησία (παν = todo + ρησις / ρημα = locução / discurso) que significa literalmente «dizê-lo tudo» e, por extensão, «falar livremente», «falar atrevidamente» ou «atrevimento». Implica não só a liberdade de expressão como a obrigação de falar com a verdade para o bem comum, inclusive frente ao perigo individual.
     [2] O Pontifício Conselho Cor Unum para a promoção humana e cristã foi uma parte da Cúria Romana da Igreja católica. Foi estabelecida pelo Papa Paulo VI em 15 de julho de 1971 e se estabelece no Palácio de São Calixto, na Praça São Calisto, de Roma. Se suprimiu em 1 de janeiro de 2017 e suas competências foram assumidas pelo Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral.
     O nome do pontifício conselho significa “um só coração”, um nome que explicou Paulo VI em um discurso pronunciado em 1972: “Assim que fomos capazes de dar-lhe a sua ação eclesial de ajuda, o nome de um coração, um coração que late em ritmo com o coração de Cristo, cuja compaixão pelas multidões famintas lhes chega inclusive em sua fome espiritual”.
 
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    OBS > É mais óbvio que ululante o motivo pelo qual GOG não responde as perguntas dos cardeais: se respondesse, ainda que SIM, ainda que seja NÃO, ele teria que se denunciar publicamente como um herege, e portanto, por força da lei se poria automaticamente, não só no olho da rua, como no sepulcro da história da Igreja como antipapa. Ele não tem outra saída, a não ser atacar e escarnecer dos cardeais, para deleite dos católicos tansos que fazem dele um santo.
    O cinismo escandaloso de GOG é dizer que Jesus manda esclarecer as dúvidas, mas ele próprio não as esclarece. Cinismo escandaloso é falar em misericórdia, quando ele não tem nenhuma, tampouco alguns de seus acessores, como este herético cardeal Maradiaga, bem do quilate do seu patrão. As palavras ofensivas que ele dirigiu ao cardeal Burke, bem que servem na carapuça dele próprio, e elevadas ao cúbico. Como servem ao cúbico na cabeça de GOG, tudo aquilo que ele nos atira, porque é exatamente isso o que ele próprio faz.
   Já em outros comentários apostei que, para eles fazerem uma falsa missa ecumênica, sem consagração, para agradar aos protestantes terão que passar por cima do cadáver do Cardeal Robert Sarah, em quem Bento XVI afirma estar a Sã Doutrina verdadeiramente católica e conforme Jesus, em boas mãos. Se o desejam retirar, se o atacam, se escamoteiam suas ações é exatamente porque desejam fazer o contrário do que o Cardeal quer, e o contrário do que Jesus mandou. 
    É sinal de que estão se preparando para criar o maior monstro que já se tentou introduzir na Igreja, aquele predito por Daniel e confirmado por Jesus no capítulo 24 de Mateus, a ABOMINAÇÃO. Será retrirado o Sacrifício, e posta a Ceia protestante, e, portanto, ceia abominável. Trata-se de uma ALTÍSSIMA TRAIÇÃO, porque ROMPE a aliança Eterna, que o Sacrifício de Cristo selou com os homens, aliança que foi assinada com tinta de Sangue, e Sangue de um Deus.
    Hoje a tardinha, eu descia a serra desde o sítio onde tenho estado por alguns dias, e lembrei de um sonho - na verdade mais de um que tive certa noite - onde vi as colinas que descem em relação ao vale onde fica nossa pequena cidade deslizarem em direção ao centro dela, e fechar a passagem do rio, formando ali um grande lago.
    E pensei: nossa cidade ainda tem um povo bom, que segundo Nossa Senhora foi escolhido para estar aqui neste final dos tempos, e se isso aconteceu aqui quando o Dedo do Altíssimo apontar para a terra que gritar: BASTA! Chega de tantos desafios, imagine o que acontecerá em Roma, e no Vaticano.
    Amigos, isso acontecerá quando eles mudarem a Santa Missa. Divulguem isso! Gritem isso sobre os telhados! Avisem seus parentes e amigos! Não participem da ceia bergogliana! Não aceitem a abominação! Não se permitam participar deste desafio contra o Altíssimo, porque quem assim o fizer será esmagado, não participará da Nova Terra e correrá risco de perder-se eternamente. O Pai não perdoará os rebeldes, os que quebrarem a aliança assinada com o Sangue Preciosíssimo do Seu Filho!
      Eles não fazem ideia do que os espera. Judas o Iscariotes, não sabia o que era Missa, e foi a partir da primeira que ele desandou a vender Jesus, mas por causa disso, num exorcismo, ele mesmo disse que o lugar mais profundo e mais imundo do inferno é aquele onde ele está.
     Pois todos aqueles que SABEM, o que que é Santa Missa - Sacrifício Real e não ceia memorial protestante - e que a tentarem destruir terão pela eternidade o lago de fogo, conforme Apocalipse 20, 8-10.
    E GOG está junto. Este lugar é muito pior do que aquele de Judas. Na eternidade saberemos que será assim! (Aarão)
 
 
 
 

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