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25/05/2017
Inicia-se de fato a guerra?
Falo da batalha onde o verdadeiro papa se revela
 

ADMITEM COMPLÔ CONTRA CARD. SARAH

A intervenção de Bento XVI se configura como «uma renúncia da renúncia» […] está em jogo também uma marcha-ré do motu próprio Summorum Pontificum, e está em processo o estudo de uma “missa ecumênica”

Riccardo Cascioli, 20/05/2017. La Nuova Bussola Quotidiana — Como Vara de Almendro | Tradução: Sensus Fidei —  Se alguém podia ter dúvidas a respeito do significado da post scriptum de Bento XVI ao livro sobre o silêncio, do cardeal Robert Sarah (ver aqui), um dos “golpistas” tem pensado em dissipá-las. O liturgista Andrea Grillo, docente no Pontifício Ateneu Santo Anselmo, considerado com muito apreço em Santa Marta, se tem lançado de fato com inaudita violência contra o cardeal Sarah («incompetente» e «inadequado») e contra Bento XVI, sempre nomeando como Ratzinger ou bispo emérito, e causa do “fracasso” (ver aqui).

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Grillo é um dos personagens chave que trabalham pelas costas do prefeito da Congregação para o Culto Divino, o cardeal Sarah, com o beneplácito do Papa, para realizar mudanças que contradizem a “reforma da reforma” litúrgica, tão querida para Bento XVI e perseguida pelo próprio cardeal Sarah.

Grillo também está entre quem desempenham o trabalho da comissão – que exclui o cardeal Sarah – encarregada de levar a cabo a discutida e discutível revisão da tradução dos textos litúrgicos, em aberta contraposição às disposições da instrução Liturgia Authenticam. Se trata de um assunto crucial que – como temos explicado (ver aqui e aqui) – corre o risco de mudar os conteúdos mesmos da fé. Mas este não é o único expediente em aberto: está em jogo também uma marcha-ré do motu proprio Summorum Pontificum com o que Bento XVI liberou dez anos atrás o Rito Antigo, e o estudo de uma “missa ecumênica” (ver aqui) para tornar possível a celebração eucarística em comum com os luteranos.

Se trata de uma verdadeira e autêntica revolução em ação que encontra no cardeal Sarah o último obstáculo, e nesta perspectiva se compreende melhor a intervenção de Bento XVI que, ainda em seu estilo delicado e discreto, tem querido aclarar o autêntico significado da liturgia, e apoiar o cardeal Sarah.

É uma espécie de testamento espiritual que evidentemente tem feito saltar os nervos a quantos têm pressa em consolidar os princípios fundacionais da “nova Igreja” e está claro que Grillo não fala só a título pessoal. Desta maneira sai a descoberto impunemente e fala da nomeação do cardeal Sarah ao Culto Divino como «um fracasso», uma escolha feita pelo papa Francisco em 2014 que ao cabo, se equivocou em escutar «a opinião de seus predecessores». Mas para Grillo «Sarah tem mostrado, por anos, uma incongruência e incompetência no âmbito litúrgico. Suas teorias disparatadas e sua rigidez impedem a oficina da Congregação desenvolver seu trabalho ordinário».

Quanto a Bento XVI, seu movimento – segundo Grillo – se configura como «uma renúncia da renúncia», «uma interferência grave e uma alteração dos equilíbrios eclesiais». Também nisto se admite tudo o que temos estado escrevendo desde muito tempo e que até agora sempre se havia negado oficialmente: o movimento de Bento XVI de fato «é inclusive mais grave se, porém, se prepara uma inevitável e saudável substituição ao encargo de Prefeito. Uma espécie de “defesa in extremis” de um Prefeito desafortunadamente deposto».

A saída de Grillo surpreende até certo ponto a quem segue com atenção quanto está sucedendo no Vaticano, mas os objetivos do ataque e da violência de linguagem utilizada – que certamente não lhe farão perder prestigio nos meios que importam – que mostram o nível lamentavelmente alcançado por este eleito desdobramento de vanguardistas e aspirantes revolucionários. E certamente não se trata de um caso isolado.

Justo nestes dias sai um livro entrevista ao cardeal hondurenho Óscar Rodríguez Maradiaga, no qual, o coordenador do Conselho dos 9 cardeais que ajudam o papa Francisco na reforma da Cúria, ataca sem meio termo ao Cardeal Raymond Leo Burke (um dos quatro assinantes das Dubia sobre Amoris Laetitia), «um homem desiludido», que «queria o poder e o perdeu» (ver aqui). Uma acusação que claramente se estende a seus companheiros que expressaram reservas sobre algumas passagens da AmorisLaetitia. Mas referindo-se a Burke, Maradiaga afirma que «sua maneira de pensar não merece maiores comentários. São palavras de um pobre homem».

Ainda assim lamentavelmente nos estamos acostumando a declarações do cardeal Maradiaga e não só, a intenções de desacreditar aos cardeais que expressam preocupação por uma certa deriva “protestantizante”, certos tons sarcásticos e depreciativos são inauditos. Mas, pelo que podemos ver, isto é só o começo.

Tradução ao espanhol de Como Vara de Almendro

http://www.lanuovabq.it/mobile/articoli-il-grillo-sparlanteammette-il-complôto-anti-sarah-19908.htm#.WSDUHnrVurU_____________

Fonte: http://comovaradealmendro.es/2017/05/admitem-complô-card-sarah/

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Óbvio está que para introduzirem na verdadeira Igreja de Cristo uma "missa ecumênica", terão que passar por cima do cadáver do grande cardeal Sarah.  Mas é profético e virá a famigerada "santa memória", na verdade a abominação desoladora, anunciada pelo profeta Daniel e confirmada por Jesus. Também por Maria ao padre Gobbi. Para agradar aos "irmãos protestantes" virá uma falsa missa sem consagração. Vencerá Lutero, por uns poucos dias... E o mundo verá o quanto pesa o braço do Deus Altíssimo!

Também os ataques demoníacos do cardeal Maradiaga contra Burke, são prova do cumprimento das profecias. Afinal está escrito que haveria uma segunda besta apocalíptica e uma prostituta escarlate, sentada sobre sete colinas. Somente a cidade de Roma, no Vaticano, tem esta configuração geográfica. Eu apenas alertaria a eles para antes de seguir avante, consultassem a Escritura em Apocalipse 20, 8-10. Ali está descrito o que acontecerá com GOG e sua trupe, e com aquele que os comanda. Não lhes parece sugestivo este GOG? Para mim é mais que profético! (Aarão)

 

 

 

 

 
 
 

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