Sejam Bem Vindos! Que Deus vos abençoe!

Página dedicada aos que amam as almas do Purgatório.
FAMÍLIA, FUNDAMENTO DA SALVAÇÃO
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18/10/2006
É muito triste
 
A Igreja - 21 É muito triste
A Igreja - 21 É muito triste

2061017 É MUITO TRISTE
 
Quero hoje enumerar aos amigos, uma série de 50 coisas que me deixam triste! E que deixa triste a quem muito ama nossa Igreja, nosso país, quem ama as pessoas e as vê mergulhadas em abismos e, entretanto acham que tudo está normal. Esta angustia, gera em nós um sentimento de impotência, que nos faz quedar os braços e dá vontade de parar com tudo. Às vezes parece que não vale mais a pena lutar, pois tudo está perdido.
 
Sei que cada amigo leitor, que foi chamado a levar esta mensagem profética do fim dos tempos sente, passa e vive as mesmas situações. É muito triste chegar às pessoas, lhes oferecer um livro bom e que converte, e mesmo apenas tocar neste assunto e ouvir um não definitivo, às vezes até raivoso; e antes fosse raivoso pior é quando vem acompanhado de zombaria e de desprezo, sinal de que a pessoa está feliz sendo conduzida pelo maligno.
 
É muito triste ver triunfar a mentira em todos os quadrantes, na Igreja, na política, no Brasil, quando se chega ao cúmulo de pensar que merecidamente Deus nos abandonou de vez, pois a iniqüidade se derrama em rios, e dançam já os demônios sobre nosso fim.
 
É muito triste ver a nossa Igreja desabar, diante de nossos olhos, pois a vão despindo do sagrado, vão retirando dela tudo que lembre a antiga e boa fé de nossos pais, em nome da modernidade. Demoliram nossa boa liturgia, porque diziam que era necessário avivar as Missas para atrair jovens, então trouxeram as guitarras, e tambores de rufar guerra.
 
É muito triste constatar agora que estes tambores e batuques rufaram tanto para os jovens que não vieram que acabaram expulsando também os outros, que não suportam mais ouvir as guitarras e os pandeiros e gritos e músicas profanas, explodindo nos átrios, enquanto na santa Missa, da Cruz pende o Redentor que grita: Pai, perdoai lhes!
 
É muito triste ouvir, nas celebrações das santas Missas a entoação de cantos profanos e heréticos, que falam em libertação, em fraternidade e em solidariedade. Isso quando não voltados ao falso ecumenismo, aonde chegam ao absurdo de invocar ao “deus índio”, ao “divino tupã”, à “deusa mãe terra”... E onde falta apenas invocar satanás em exaltação, pois já “pais de santo” dão “passes” em bispos, e todos se abraçam “ecumenicamente”.
 
É muito triste ver como com tanta facilidade expulsaram da Igreja instrumentos como o órgão e o harmônio, que evocam o som universal e solene, em troca dos instrumentos estridentes e barulhentos, que transformam as santas Missas numa balburdia geral, exatamente para que os fiéis não mais se concentrem, não mais amem nem mais adorem.
 
É muito triste perceber, como devagar e ardilosamente, somem das igrejas e das capelas, os antigos bancos com genuflexório, sob o maligno entendimento de que os fiéis devem receber o seu Senhor de pé. Se assim fosse, então por qual motivo as poltronas? Isso na verdade é para que não mais se ajoelhe, nem se adore. É cinismo puro!
 
É muito triste saber que estas coisas foram implementadas para renovar a igreja, para incentivar o sacerdócio, também as vocações religiosas, entretanto o que aconteceu foi exatamente o contrário: fecharam-se os seminários, e a maioria das imensas e belas construções antigas – antes cheias de vida – agora se prestam ao aluguel, pois sumiram as vocações, se acabam os padres e as religiosas, e com isso a Igreja se aniquila!
 
É muito triste realmente ver os seminários vazios, ver os poucos seminaristas ainda restantes também vazios, porque ensinados por professores vazios de Deus, dirigidos po
r reitores não santos e, portanto mais que vazios. Eis o vazio seminário moderno! E quando faltam padres ninguém sabe o motivo! Nem se aceita qual seja o verdadeiro motivo: hoje se tornou modernamente incorreto ser santo. E Lúcifer deita, e rola, e o inferno ri a toa!
 
É muito triste ver que os poucos jovens santos, meninos de boa formação de casa, que se acostumaram antes à reza familiar do Terço, acabem caindo em casas de formação “modernas”, onde os ensinem como regra, a cuspir diariamente no crucifixo, e a vomitar heresias por todos os poros. Pois a pretexto de estudar e de criar um “deus moderno” os alimentam apenas da falsa teologia e do esterco maldito de todos os hereges do passado.
 
É muito triste ver, como um sorrateiro, solerte e diabólico movimento, se encarregou de não aceitar mais nos seminários, aos jovens com tendência à santidade, deixando em seu lugar muitos daqueles que futuramente possam comprometer a Igreja com seu mau comportamento, ou possam se tornar teólogos modernos, primeiro passo para a heresia. Isso acontece na maioria dos lugares, e já poucos seminários realmente se salvam!
 
É muito triste ter a Igreja sendo literalmente esvaziada de bons e santos padres, que davam a vida pelo confessionário, que viviam a santa Missa com a própria vida, e que eram exemplos de moral elevada e ilibada e santa conduta. Aqueles que tinham como meta suprema de sua vida a salvação das almas e a condução do rebanho que Deus lhes confiou, para ao Céu, nossa casa única e definitiva, e única razão de ser do sacerdócio!
 
É muito triste ver o sacerdócio dessacralizado, com padres a paisana, de sunga na praia, longe das batinas, longe dos hábitos sagrados, que eram suas fardas de batalha, seus distintivos e comendas diante do inferno em fúria tudo sob o manto da modernidade e do bem estar pessoal, quando exatamente isso os despe do sagrado e veste do profano.
 
É muito triste ver, os poucos sacerdotes que ainda são ordenados, sendo formados para o doutorado – doutor em Deus? – para a administração do caixa da paróquia, ou para os trabalhos sociais das periferias, enquanto morrem os confessionários e se apagam as luzes dos Sacrários. A administração deve ser coisa dos leigos, e se Deus precisasse de controladores do fluxo de caixa, fundaria universidades. Ou suscitaria outros, “Macedo”.
 
É muito triste que, quando a única razão de ser do sacerdócio é a salvação das almas, pela correta e santa aplicação dos Sacramentos, de repente nos vejamos conduzidos por burocratas, por doutores e teólogos que nos querem impingir uma religião nivelada por baixo, pois aceitam com os hereges qualquer tipo de conciliábulo ecumenista. E neste sentido se vergam e se curvam diante dos hereges, que não cedem num só ponto!
 
É muito triste ver manifestos de bispos, em apoio a partidos e políticos que apóiem e aprovem o aborto, quando a santa Igreja é pela vida, e quando o Santo Padre diz muito claramente que, todos os que se prestam a isso, estão em pecado grave, e não podem participar da comunhão. Menos ainda celebrar! Com isso cospem nas santas disposições do Papa e dão direito aos leigos, a também eles viverem a rebeldia contra a Igreja.
 
É muito triste ver nossas capelas, igrejas e catedrais sendo despidas do sagrado, com a derrubada das imagens de culto aos santos, com a expulsão dos sacrários para laterais ou cantos ocultos – e quanto mais escondidos, melhor – tudo em nome de uma união com os “irmãos protestantes”, quando tudo de “irmãos” que eles têm é nos querer derrubar. É nos querer ver de joelhos diante deles, que nunca se vergam nem diante de Deus!
 
É muito triste ver a desobediência generalizada do clero em geral – alto e baixo – às santas determinações do Papa, cada um seguindo sua cabeça, seu rito, seu modo, de modo que já se encontram diferenças brutais entre paróquias, mesmo vizinhas. Isso quebra unidade e faz explodir a rebeldia! Que clam
a aos céus e troa no abismo!
 
  É muito triste ver a nossa santa Igreja envolvida em centenas de pastorais inócuas, que, pior que isso – não produzir bom efeito – na realidade se tornam causa de dissensão na comunidade, porque se desenvolvem em campos onde a Igreja não se deveria meter, e morrem em meio a intermináveis discussões e reuniões totalmente infrutíferas. Enquanto isso Catequese vira um lixo e as almas fenecem pela falta do conhecimento de Deus.
 
É muito triste constatar a existência de um número cada vez mais reduzido de grupos de oração, porque encontram dentro da própria igreja uma oposição sistemática, seja dos próprios leigos que não mais rezam, seja até dos sacerdotes e párocos que odeiam uma vida de santidade e de oração. Eles são empurrados para fora das igrejas, para fora das dependências da Paróquia, porque sempre são dedos acusadores que se levantam.
 
É muito triste constatar que as famílias não se reúnem mais para rezar – se ao menos os casais o fizessem – porque não encontram mais o incentivo da própria Igreja, quando isso faz esfriar e até matar a boa catequese. Pois a família é a raiz que extrai a seiva da Igreja: sem famílias santas, não existe Igreja que se sustente!
 
É muito triste ver a péssima catequese que é aplicada em algumas dioceses, seja por leigos – embora esforçados – mal preparados e não raro, as meninas de 15 anos são catequistas. Pior é que nestas poucas aulas ainda se fala mais em ecologia, fraternidade, solidariedade e na maldita ética, quando nada explicam sobre Deus e o Amor. Sobre Maria e os santos! Sobre a preciosidade dos Sacramentos e sobre a santa Igreja!
 
É muito triste ver a primeira Eucaristia sendo transferida cada vez para mais tarde, quando o certo seria a criança receber Jesus no máximo até os sete anos, para que viesse a tomar o gosto de Jesus, antes de se contaminar com as podridões do mundo. Aos onze anos, a criança já está cheia de pecados, e este muitas vezes mata nelas a sede de Deus. Porque já acendeu a centelha do mundo e começa a apagar as luzes do Céu.
 
É muito triste ver, os púlpitos ainda sendo usados para campanha política, e onde o envio das pessoas para “águas mais profundas” signifique envolver os católicos numa política tão ordinária e tão malfazeja como a que temos no Brasil. Não sabem eles que a salvação não depende de partido, porque envolver-se com as agremiações de hoje, é o mesmo que optar pelos fariseus antigos e é com isso cuspir em Jesus Cristo.
 
É muito triste ver os púlpitos sendo usados para objetivos ecológicos e campanhas “ecumênicas”, que contemplem a Amazônia, a água e as espécies animais em extinção. Com isso, quem morre é o próprio homem, como filho de Deus, porque passa a valer menos que os macacos do brejo, as tartarugas dos pântanos e ao maldito mico leão. Quem está, pois, antes em vias de extinção é o filho de Deus, dotado de alma imortal.
 
É muito triste ver ao nosso Deus, cada vez mais desconhecido e ignorado, dando lugar aos poucos ao homem, que se coloca – ele mesmo – no lugar da divindade. Com isso a ciência ocupa o lugar do Criador, o Universo passa a ser obra do “acaso” e as criaturas como resultado de uma patética “evolução”. Pior, usa-se a própria Igreja como linha de frente, e contra a Doutrina do Papa, e contra a evidência do próprio Criador.  
 
É muito triste como a Igreja deixou de alertar sobre a influência maligna dos demônios que passaram assim a agirem escondidos e livres, ocupando todos os espaços possíveis, até mesmo dentro das capelas, das igrejas e das catedrais, agora já sem sacrários. Isso as tornou realmente em “pistas para os demônios”, que li já dançam livres e atormentam a quem se quiser concentrar e adorar.
 
É muito triste ver como se deixou de falar no inferno e nos castigos que brotam da
Justiça divina, destinada aos renegados, aos teimosos, aos orgulhosos e a todos aqueles que, tendo na terra a missão de alertar contra isso, escondem estes fatos. Porque, eles mesmos já com a alma cheia de faltas, caem na tentação de imaginar que, não falando sobre isso, acabam por apagar as próprias culpas. São, por isso, éticos! E patéticos!
 
É muito triste ver, por isso, tanta gente falando apenas num Deus Misericordioso – e Deus é Misericordioso – num Deus que não castiga – e Deus realmente não castiga – mas se esconde dos fiéis que esta mesma Misericórdia Infinita é exatamente o outro prato da balança da Justiça Perfeita. Deus não é torto, nem meio. E o castigo que pode advir desta Justiça, não é enviado por Deus, e sim atraído por quem a desafia ou dela esquece.
 
É muito triste ver que há décadas nossos pregadores não falam mais nas indulgências tão preciosos tesouros da Igreja. Elas continuam válidas, mas milhões de fiéis pagam hoje duras penas de purgatório, devido ao não aproveitamento delas, uma conta que será paga em dobro por quem deixou de falar, com medo de ofender os “irmãos” protestantes. Este é um brado que clama aos Céus, pois imensos tesouros da Igreja são desperdiçados!
 
É muito triste que já nossos pregadores não mais falam sobre o precioso Sacramento da Reconciliação, da Confissão, tempo em que os padres negam as absolvições, fogem do confessionário, expulsam por fanáticos a todos que querem confessar mensalmente, até porque eles mesmos já não mais se confessam e desta forma vão celebrar sacrilegamente. O mundo clama por perdão e vem do inferno quem é contra o confessionário!
 
É muito triste assistir ao dantesco espetáculo, das mulheres e moçoilas mal vestidas, que adentram as igrejas com as barrigas de fora, com minissaias e decotes largos, com seios e costas à mostra, com calças jeans colante ou mostrando detalhes e até mesmo as transparências das peças íntimas, como se fossem a um show de orgia. E desta forma cínica vão buscar a Eucaristia. E ninguém mais chia, quem sabe nisso até se delicia?
 
É muito triste assistir a “missas” espetáculo e “show”, celebradas por padres que se dão ao delírio, onde uma massa ignara rebola e dança diante do Sacrário, mal sabendo que dança e rebola, e bate palmas e apupa diante de Jesus crucificado. E com isso não O louva nem adora, mas de novo O crucifica! E se ergue os braços mais uma vez aponta ao Redentor o caminho da Cruz. Faz isso diante de Jesus, que morre uma vez mais! Sem ais!
 
É muito triste ver todos os dias, os meios de comunicações denunciarem tantos e tão abomináveis escândalos de pedofilia, estupro, adultério e homossexualismo envolvendo os nossos sacerdotes, no que se constitui na chaga mais purulenta e mais putrefata de toda a nossa Santa Igreja. Isso parece não acabar nunca, pois todo dia surgem novos casos, que a besta faz questão de divulgar largamente aos quatro ventos. Para nossa vergonha!
 
É muito triste ver que nossos padres, em sua imensa maioria, não mais conseguem entender a mensagem do “fim dos tempos”, onde todo o Apocalipse explode diante de nossos olhos, onde as antigas profecias se cumprem com perfeita clareza, e onde a natureza inteira dá sinais de revolta diante de tanta cegueira. Eis que Jesus bem o falou: virá como um ladrão! Por isso eles se tornam ladrões de almas, se não alertam mais!
 
É muito triste ver que grande parte da nossa Igreja não aceita a profecia atual, e em grande parte a coloca na vala comum da falsidade, quando os profetas são as trombetas de Deus. São as verdadeiras trombetas do Apocalipse, não se espere outras, e quando a esta maioria surda resolver acordar, será tarde para muitos. Dizem que a Bíblia encerrou a revelação e não precisam de profetas. Que apenas alertam para os sinais! Quem os vê?
 
É muito triste ver, por outro lado também, a explosão assombrosa da falsa profec
ia, a daqueles incautos – na verdade loucos – que ousam colocar falsamente na boca de Jesus e Maria, palavras que eles não disseram, nem mandaram dizer. Estes não sabem o que fazem, se soubessem chorariam! E se sabem e continuam seu castigo será inaudito!
 
É muito triste ver que igualmente grande parte da nossa Igreja, mesmo observando a deterioração de todas as coisas, a queda dos seminários e o tipo de padre terrível que se forma em alguns deles; também o abandono do santo ministério sacerdotal por milhares deles em busca da mulher, ainda assim, acha que está bom, que está fazendo tudo o que pode. Mal sabem que este “tudo” pode ser exatamente para mais e mais destruí-la!
 
É muito triste assistir e ver, a desfaçatez absurda de tantas autoridades religiosas, envolvidas em projetos sociais, aprovando e pregando a invasão de propriedades alheias, na busca insana de satisfazer apenas a fome das barrigas: terra, comida, moradia e trabalho, quando deixam de atender as almas que morrem, pois antes as matam, antes as sufocam, antes as fazem contaminar com o alimento estragado desta falsa teologia.
 
É muito triste constatar o quanto Jesus não mais é seguido, pois trocado pela busca dos prazeres da vida, pela busca insana do bem estar social. Isso quando Ele nos deu o exemplo da verdadeira pobreza, viveu em grande dificuldade, nunca teve nada de seu, nunca teve “onde reclinar a cabeça”, e quando morreu “lançaram sortes sobre sua túnica”. E têm o cinismo de falar em partilha, quando vivem como nababos entre regalos.  
 
É muito triste ver o quanto o Santo Padre, o Papa Bento XVI é desobedecido, é até mesmo escarnecido, quando suas cartas são ignoradas, seus apelos não são atendidos, suas boas palavras sufocadas, e seus preciosos ensinamentos não chegam mais ao rebanho faminto. Porque no meio do caminho os lobos as dispersam, as desacreditam e as escondem. De fato, na Igreja de hoje a obediência virou motivo de chacota e sarcasmo!
 
É muito triste ver, por isso, que passados já três anos da Carta “Misericórdia Dei” do saudoso papa João Paulo II, raríssimas são as igrejas que já fizeram voltar os antigos e bons confessionários com grades isolantes, e que tenham estabelecido um dia semanal para as confissões. Mais que isso, que pregam e vivam a Confissão. Porque hoje, não existe outro sacramento mais difícil que este, de ser conseguido em algumas paróquias.
 
É muito triste ver, que cada vez mais os leigos se obrigam – ou se intrometem – na administração dos Sacramentos, mesmo quando os sacerdotes nada têm a fazer de especial. São os casamentos, os Batismos e até mesmo os enterros sendo dirigidos por leigos, quando a Ordem verdadeira foi dada pelo Altíssimo aos padres. E é desta Ordem que de fato brota a profusão das graças. Embora sim, aqueles “possam” também!
 
É muito triste ver, é realmente assombroso assistir e saber, que a maioria das filas da Comunhão de hoje, é constituída de renegados, maltrapilhos, andrajosos e claudicantes, que se arrastam a passos pesados num barulho ensurdecedor. E o tesouro mais precioso, mais caro, vai parar no âmago mais sujo, mais nojento e diabólico de milhares de pessoas. O leitor sabe já a origem destas palavras! Ai a confissão! Ai o perdão! Perdão Jesus!
 
É muito triste saber que desde 1992 a Igreja Católica tem um Catecismo, contendo 2.865 perguntas e respostas, entretanto ele não é seguido, sequer consultado, sequer a maioria dos padres toma conhecimento de que ele existe. Com isso a Igreja se desagrega, o povo se descaminha por falta de conhecimento e nos tornamos um rebanho cego, que é conduzido por pastores ainda mais cegos.
 
É muito triste ver, como todos os esforços de poucos voltados para a verdadeira Igre
ja e a verdadeira e boa evangelização são mal recebidos, de tal forma que um site católico que receba 300 entradas por dia já é anormal. Enquanto isso, um site pornográfico pode registrar milhões de entradas em um só mês. E quando isso deveria antenar os olhos e ouvidos dos pastores, é possível se achar entre eles quem antes combata os bons sites.
 
É muito triste ver como a boa leitura católica descamba aos poucos para a degradação e a falta de verdade, onde as editoras católicas começam a editar matérias da Nova Era, e nas livrarias paroquiais não raro podem ser encontrados títulos de bruxos e magos, como Paulo Coelho e Harry Ploter. Enquanto isso não se acha nelas o Catecismo da Igreja, ou mesmo o Manual das Indulgências. Sob o silêncio cúmplice de quem lucra! Ai! Ai! Ai!
 
É muito triste ver também, onde entre as diferentes edições de Bíblias ditas católicas surgem em várias versões e traduções diferentes, com passagens deturpadas e fora de sentido, trazendo com isso a perversão doutrinária, o erro proposital. É quando trocam o Amor de Deus pela simples caridade ou fraternidade, e trocam a caridade Cristã pela solidariedade humana, algo muito vago, muito difuso e sem compromisso de fé.
 
É muito triste ver com quanta facilidade os pregadores deixaram de ser duros em suas colocações, deixaram de criticar as falsas religiões, as seitas secretas, as modas imorais e o consumismo nefasto, também a pornografia explícita e degradação geral dos fiéis. Quem acha que isso tudo é normal, pois moderno, já tem um pé no inferno! Que é eterno!
 
É muito triste também, depois disso tudo, constatar que exatamente devido a tantas coisas erradas é que milhares de católicos debandaram para as seitas! Quando não saem para fundar suas próprias igrejolas, pois aqui aprenderam falsas doutrinas, que mal há em criar mais uma? Quando se houvesse verdadeiro amor aqui, nada disso aconteceria!
 
É muito triste enfim, constatar que tudo isso poderia ser evitado se todos de fato procurassem viver o primeiro e maior dos mandamentos: amar a Deus sobre todas as coisas! Porque então, até o amar ao próximo como a si mesmos, seria prova do primeiro Amor e maior. Para entender e viver isso, não se precisa discussões, doutrinas, teorias, teologias nem coisa alguma: apenas um coração humilde, contrito e amoroso!
 
Completando: O leitor teve aí enumerado 50 motivos para ficar triste, quando vê que tudo isso nos escapa por entre os dedos e foge de nossas mãos, pois a gente gostaria que Jesus reinasse efetivamente em todos os corações. Mas existe orgulho demais! Existe desobediência demais! Existe rebeldia demais! Existe contaminação demais com o mundo e com os prazeres terrenos! E tudo isso afasta de Deus.... E aproxima do inferno!
 
E a pergunta é: acaso tudo está perdido? Humanamente sim, porque nós católicos já não conseguiremos sozinhos reverter esta situação. Primeiro porque são poucos os que ainda rezam! Segundo porque são poucos os que vivem a Verdade maiúscula, a que vem de Deus e do Santo Padre. Terceiro porque as seduções do mundo atingiram tal grau de loucura, que as pessoas chegaram à pretensão absurda de que podem viver sem Deus.
 
Nossa alegria fica por conta de saber que temos um Deus que tudo pode! Porque todas estas coisas que acima apontei, infelizmente irão se exacerbar e ficarem piores a cada dia que passa. E quem se revoltar contra isso, ou tentar barrar o demônio em seu objetivo de destruir a Igreja Católica, serão a cada dia mais, postos contra a parede. E haverá novos e até, quem sabe, milhares de mártires, até que tudo se consume. É preciso enfim, que tudo chegue a este extremo, só então Deus nos resgatará deste abismo.
 
E porque as coisas chegarão até a este caos, sempre temos dito que ao final irão sobrar poucas pessoas de
, para serem salvas. E não se revolte contra Deus, se o número destes remidos couber num só punhado. Mas não se assustem, porque com toda certeza este número de eleitos será tirado dentre aqueles que já hoje vivem a oração e a santidade! Um povo humilde, que não quer saber de teologias, quer apenas amar. 
 
O inferno não prevalecerá contra a Igreja! Mas tudo o que é podre, cairá! Vale a pena lutar até o fim. Afinal, tristezas não pagam dívidas e a fé e a oração tudo podem! Arnaldo!


 
 
 

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