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23/06/2014
Face a face com Deus
 
Deus - Face a face com Deus
23/6/2014 14:34:27

Deus - Face a face com Deus


 FACE A FACE COM DEUS - Enquanto respondo tantos e-mail, um pouco sobre as maravilhas de Deus!



    A ciência se depara face a face com Deus, após séculos de cientificismo antirreligioso
    Posted: 09 Jun 2014 01:30 AM PDT
    Desde o Iluminismo – para fixarmos uma referência – um viés cientificista veio insistindo na ideia de que, à medida em que a ciência fosse se desenvolvendo, tornar-se-ia evidente que a existência de Deus é uma crendice para encobrir uma vergonhosa ignorância.
    E a ciência progrediu. A cada descoberta relevante e a cada nova teoria – algumas das quais se demonstraram falsas depois – esse espírito iluminista, revolucionário, anticatólico e ateu cantava vitória. Afinal, diziam, a religião ficou dessueta!
    Ainda hoje se publica farta literatura de botequim repetindo o mesmo ‘disco ralado’. A inexistência de Deus estaria demonstrada, foi descoberta a máquina do Universo que torna desnecessária a divindade, a inteligência é coisa que o computador faz. Não precisamos de um Criador para explicar o Universo!!!
    Mas, descartando essa literatura de rodoviária e nos voltando para os cientistas de verdadeira envergadura atuais, verificamos que um a profunda mudança está em curso.
    A revista americana “Time”, considerada a maior do mundo, aderiu durante muito tempo à visualização da literatura de cordel a respeito da relação da ciência com a religião. Porém, há tempos que vem modificando a sua posição.
    Não é questão de uma revista, por grande que seja, mas toda uma mudança planetária que está em andamento. E levada adiante pelos homens mais instruídos nas subtilezas, complexidades e profundidades dos diversos campos do conhecimento humano.
    “Time” tentou explicar numa matéria de capa o que está acontecendo. Para isso apelou ao matemático e professor da Universidade de Massachusetts Amir D. Aczel, autor do livro Por que a ciência não desaprova Deus (“Why Science Does Not Disprove God”, Harper Collins Publishers, New York, 2014).
    O autor publicou numerosos trabalhos científicos e matemáticos e foi apontado para diversos prêmios pela sua produção de livros voltados para a divulgação da ciência.
    O professor Aczel parte da constatação de que a ciência forneceu um imenso cabedal de conhecimentos. E não cessa de fornecer. A cada dois anos, ou até menos, esse conhecimento duplica.
    Na física e na cosmologia os cientistas estudam o que poderia ter acontecido na mais tênue fração de tempo no início do Universo.
    Desenho artístico: desde o Big-Bang, de complicação em complicação até chegar à vida na Terra. Na química se estudam as mais complicadas relações entre átomos e moléculas.
    Na biologia, o estudo das células vivas e o mapeamento do genoma humano atingem desenvolvimentos de espantosa complexidade e extensão.
    E eis a pergunta da qual ninguém escapa, feita pelo autor: todo esse conhecimento desmente a existência de um Ser anterior a tudo, de uma Força todo-poderosa que pôs em funcionamento essa fabulosa máquina do Universo?
    Quanto mais a ciência avança, mais a resposta ateia fica sem sentido.
    Houve Algo. Houve Alguém. Houve Aquele a Quem chamam Deus – o Deus da Bíblia que tirou tudo do nada.
    No século XIX, acreditar em Deus era objeto de derrisão. O homem não havia descoberto a penicilina, a máquina de vapor e testava a eletricidade?
    Darwin havia publicado em 1859 a teoria de que o homem descende por evolução do macaco ou de algum bicho semelhante; Marx explicava a história e a sociedade pela luta de classes; e Freud refutava a religião e a moral pelo sexo.
    Alguém achou ossos em Neandertal, e pronto! Para o ateísmo, estava tudo demonstrado.
    Mas – observa Aczel – no século XX ninguém conseguiu demonstrar como se deu aquele momento primeiro do Universo que os cientistas chamam d
e Big Bang.
    Tampouco ninguém conseguiu esboçar o menor indício ou prova de onde ou como apareceram os seres vivos a partir da matéria inanimada.
    Nem Freud nem seu exército de discípulos conseguiu explicar como apareceu a consciência, que a Bíblia e a Igreja nos ensinam que está radicada na alma humana criada por Deus à sua imagem e semelhança.
    A inteligência, que permite aos homens vasculhar os mistérios da biologia, da física, da matemática, da engenharia, da medicina, de criar as grandes obras de arte, a música, a arquitetura, a literatura, de onde saiu? Como apareceu?
    Diante de pirâmides de conhecimento que ela mesma acumula, a ciência mais avançada cai de joelhos e se rende impotente diante dos mais profundos mistérios da ordem do ser.
    Sondas espaciais, telescópios cada vez mais poderosos, computadores potentíssimos ficam silenciosos diante desses mistérios.
    Como apareceu a vida? Há vida em algum recanto do Universo que não seja o nosso?
    E a resposta é sempre a mesma: em parte alguma do Universo cognoscível se encontra um local onde uma tão requintada convergência de fatores permitiu a aparição da vida.
    A vida é a grande realidade – observa Aczel – que a ciência talvez jamais poderá explicar.
    A ciência aprofunda cada vez mais conhecimentos e experiências. E sempre encontra algo que a matéria ou o conhecimento humano não explica: uma vasta, imensa e como que inacessível “sabedoria” que subjaz em tudo, desde a menor das partículas quânticas até a maior e mais longínqua das galáxias.
    A ciência reconhece ignorar completamente a Causa que iniciou a criação do Universo. De onde saiu essa incomensurável quantidade de energia que começou tudo?
    A Fé, a Igreja e a Tradição nos dizem que é Deus, -- argumentamos nós – Criador todo-poderoso, infinito e anterior a tudo o que existe, mas Aczel confessa que a ciência não tem resposta.
    Peter Higgs, Premio Nobel de Física 2013, recentemente disse ter encontrado a primeira partícula que estaria no início da imensa catedral do Universo. Ele trabalha na Europa no acelerador de partículas Large Hadron Collider, do CERN, o maior equipamento jamais construído pelo homem.
    E para dar-lhe um nome os homens inventaram “God particle”, a “partícula de Deus”. Não era mais do que um jogo de palavras que revelava, no entanto o fundo do subconsciente da mentalidade hodierna: sem Deus, no fundo nada tem explicação convincente.
    Quanto mais se descobre, mais se torna necessário supor que antes de tudo houve um Ser que trouxe tudo à existência.
    Quem poderia ter tido um poder tão insondável para orquestrar a exatíssima dança das partículas elementares necessárias para aparecer a vida? – pergunta Aczel.
    O matemático britânico Roger Penrose calculou que a probabilidade de a vida aparecer equivalia a 1 dividido por 10, o resultado elevado à décima potência e depois à 123ª potência. Isto é um número tão próximo do zero que ninguém jamais conseguir sequer imaginar, observa o matemático da Universidade de Massachusetts.
    Os “ateus científicos” fracassaram diante desses mistérios, e as hipóteses que eles levantam para encobrir o seu vazio – como a existência de universos infinitos – só multiplicam ao infinito a inverossimilhança de seus posicionamentos, acrescenta Aczel.
    Diante de teorias e mais teorias, descobertas e mais descobertas, experiências e mais experiências, invenções e mais invenções, uma só coisa permanece de pé, imutável, inabalável, suprema, apoiada sobre si própria com uma segurança absoluta: Aquele a Quem os homens chamam DEUS, observamos nós.
    E Aczel diz que não há provas científicas de que Deus não existe.
    Em sentido contrário, nós só podemos achar que a massa d
os conhecimentos adquiridos apontam que somente um Ser supremo pré-existente, infinito e eterno torna compreensível o universo que a ciência quer tornar compreensível. E isso para não falar da nossa própria existência, da vida.
    No terceiro milênio, concluiu o matemático, a ciência e a religião acabam se dando a mão para explicar o impulso de compreensão do mundo, do nosso lugar nele, do nosso deslumbramento diante da maravilha da vida no cosmos infinito.
    Como no início da História – acrescentamos – o fizeram os Patriarcas, os Juízes, os Reis e os Profetas; milênios mais tarde, os Padres e Doutores da Igreja; depois os mestres medievais, imperadores, reis, bispos, monges e povos, entoando o gregoriano em catedrais de pedra e cristal luminoso, em louvor d’Aquele que é o Caminho, a Verdade e a Vida.
    E também d’Aquela que Lhe deu a vida: a sua Mãe Santíssima, que rodeada dos coros angélicos e das legiões de santos reina sobre o Céu e a Terra pelos séculos dos séculos.
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    OBS> Já escrevi muito sobre este assunto – DEUS – e nunca me cansarei de escrever. Nos dias desta viagem, nas noites estreladas de céu límpido e forrado de estrelas da Amazônia, pude admirar a maravilha e a imensidão do cosmos, e, por conseguinte, a imensidão do Poder do Criador de todas estas grandezas.
    Hoje não tenho muito tempo para comentar, entretanto gostaria de passar alguns dados retirados de outro texto, que revelam números estonteantes, e dizem respeito a velocidade da terra. Na realidade nós viajamos a cinco velocidades distintas, e embora sejam astronômicas as forças que nos impulsionam, temos a sensação de estarmos parados. Nada mais errado pensar desta forma.
    De fato, segundo os dados matemáticos que pude coletar, temos de considerar pelo menos cinco velocidades distintas, sendo que a última é apenas uma suposição, mas que em si, se provada cientificamente, acabaria por derrubar de uma vez com toda esta estúpida teoria do big-bang, que ainda povoa as mentes de muitos impensantes. Estes dados, com a mais absoluta certeza, anulam aquela pobre confusão mental dos que desejam enganar o mundo negando a existência de um Deus, Criador, Mantenedor e Comandante de tudo isso.
    Assim, o planeta terra gira ao redor do seu eixo, a uma velocidade de 1.675 Km por hora. Ou seja, giramos pelo movimento de rotação, diariamente, ao redor de nós mesmos a esta velocidade, dando uma volta a cada 24 horas, sempre com matemática precisão.
    Mas, além disso, a terra gira ao redor do Sol, que parece estar parado, mas também isso é ilusão. No movimento de translação, voando ao redor do Sol, viajamos a uma velocidade de 107.000 Km por hora, para completarmos a volta em um ano, com matemática precisão.
    A terceira velocidade é a do Sol. Este astro está a uma distância de 27.000 anos luz do centro da Via Láctea, que flutua no espaço em forma de espiral, significando que também ela gira ao redor de si, e isso a uma velocidade de 810.000 Km por hora. Para completar uma volta o sol leva, entretanto, 2 milhões de anos.
    A quarta velocidade é a de toda a nossa Via Láctea, que parece se dirigir na direção de outro fabuloso agrupamento de estrelas, a gigantesca constelação, a de Andrômeda. Neste rumo, segundo estes cálculos, viajamos a uma velocidade de 2.000.000 de Km por hora, neste que se torna o mais espantoso dos espetáculos. Mas não tenha medo, a Andrômeda dista daqui a alguns milhões de anos luz.
    A quinta velocidade é ainda não medida, que completaria todo este assombroso esquema de velocidades, que, entretanto, mansamente, parecem se anular entre si, de modo que nós, pacificamente, permanecemos como que parados, seguindo a nossa vida. Esta última força, indica que todo o Universo caminha em alguma direção do infinito, e esta somente Deus pode calcular.
    Por último, e sendo definitivo
, enquanto a ciência não provar que o Universo termina na última estrela avistada, que dista de nós 12 bilhões de anos luz, e enquanto ela não provar, matematicamente que é possível à matéria viajar à velocidade da luz, terá de reconhecer que a teoria do big bang não passa de mero artifício de satanás para enganar tolos, povoar mentes de números falsos e encher livros de baboseiras “científicas”.
    De fato, para existir esta explosão, seria preciso primeiro haver esta matéria toda que compõe o infinito dos astros, e uma espantosa soma de energia acumulada capaz de concentrá-la e a fazer explodir. De onde veio a matéria? Quem retinha esta energia? Quem a concentrava em sua mão? Quem criou e projetou tudo isso, para que não se entrechoque e se destrua? Quem projetou e criou a vida na terra?
    Enfim, mais uma pergunta: quem depois formou os astros, imprimiu suas rotas e suas velocidades, contou seus giros e lhes determinou os tempos e as funções? Ou seja: ou a ciência aceita que existe um SER, Aquele que É, o principio e o fim ao mesmo tempo, para o qual não existe ontem nem hoje, e para Quem nada é impossível, ou morrerá como um verme, nu e seco, torrado em sua teimosia aberrante.
    No mais é fácil: crê em Deus e serás salvo! (Aarão)



 
 
 

Artigo Visto: 1959 - Impresso: 19 - Enviado: 8

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