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FAMÍLIA, FUNDAMENTO DA SALVAÇÃO
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02/09/2007
Deus não existe!
 
Deus - Deus não existe!
02/09/2007 22:54:01
Deus - Deus não existe!


DEUS NÃO EXISTE!
Calma! Eu explico!...(Quem achar o miolo do texto abaixo muito confuso, por favor não se apoquente, deixe todas estas discussões e leia apenas o FINAL. Terá lido tudo o que realmente interessa).

Um leitor me trouxe um texto, que contém furioso libelo contra a existência de Deus. E, por um jogo melindroso de palavras, astucioso e empolado – e enrolado e no fundo tolo – verdadeiro delírio ele tenta fustigar a inteligência dos outros. Mas não sabe como esconder o rabinho da serpente que o instrui, ela tem esta terrível dificuldade. Vamos puxar no rabinho dela? Sim, eu que não sei nada sobre Deus, me obrigo a responder a quem diz que Ele não existe.

De qualquer forma, algumas coisas nós precisamos ter, para discutir sobre Deus:
1 – Ter consciência plena de que o homem é um nada e Deus é tudo.
2 – Ter inteira liberdade de espírito e não ser preso de qualquer obsessão diabólica;
3 – Ter espírito humilde e desarmado, sendo completamente livre de pré-convenções;
4 – Ter alma aberta, capaz de desmontar qualquer tipo de teimosia obstinada.
5 – Ter inteligência mínima, capaz de sobrepô-la ao ateísmo ignaro e hipócrita.
 
Porque o homem arrogante não tem parte com Deus. Quem tem obsessão diabólica é intratável! Quem tem pré-convenções é irredutível! Quem é obstinadamente teimoso, nunca será capaz de acolher a verdade. Quem é ateu, ignaro e hipócrita, mais discute por gosto de contendas do que por amor à verdade. É o caso típico da filosofia! Algo parecido com bazófia! Se alguém decidiu que não acredita em Deus, qual outro tolo irá discutir com uma pessoa igual pensando convencê-la? De fato, aqui não quero convencer a ninguém e sim mostrar que toda moeda tem no mínimo dois lados.E a moeda, do lado dele é falsa!

Exatamente tudo o que o autor destes sofismas abaixo é: arrogante, obcecado, é dono de uma teimosia obstinada, cheio de pré-convenções, no que descamba num ateísmo ignaro e hipócrita. Algo mais para escárnio que por amor ao conhecimento! Será tempo perdido discutir, mas vamos pelo menos mostrar ao nosso leitor, que sem filosofia, apenas com amor à Verdade, se pode explicar o que ele julga inexplicável. O que ele veementemente reitera que se refute!

Como disse: quanto a ele é tempo perdido, mas quanto ao leitor, Glórias a Deus. Eu sei que a raça dos filósofos é arrogante, é orgulhosa, se acha dona da verdade e nunca se dá por vencida, e mesmo que você desmonte uma a uma as suas teses, eles haverão de encontrar pontinhos e mais pontinhos, detalhes cada vez mais estúpidos, para eternizar a discussão. Eles são dotados de um maldito espírito de contraposição, que somente aceita uma coisa e nisso insistem até a morte: que aceitemos que eles venceram! Que concordemos com eles! Aliás, penso que Lúcifer é o maior filósofo que jamais existiu!

Vamos a texto com as proposições “filosóficas”. As letras A> indicam as suposições e os absurdos dele, e as nossas respostas estão em itálico para não confundir:

A > Por 'Deus' entende-se, na cultura judaico-cristã, um ser superior, infinito, onisciente, onipresente e onipotente que é criador e fundamento de todas as coisas. Análise da definição de Deus e demonstração da IMPOSSIBILIDADE de sua existência:

Primeira Análise: 
A > Se Deus é o criador do mundo, ele é distinto de sua criação. Se é distinto de sua criação, ele é determinado, pois toda forma
de diferença é uma forma de determinação. Assim, afirmar que Deus é alguma coisa determinada significa dizer que 'alguma coisa é Deus, mas Deus não é todas as coisas'.

Premissa errada: Deus não é distinto da criação, pois tudo é criado Nele e por Ele. Não há como separar o autor da obra - Picasso de Guernica... Michelangelo da Pietá. E por ser puríssimo Espírito Onipresente não sofre efeito de determinação... Nem de indeterminação! Estes indicativos servem para as coisas, para a matéria, nunca para os espíritos. Deus É aquele que É! E por ser Aquele que É, pode estar sem ficar, e pode ser sem estar. Em síntese: Aquele que É, não comporta impossibilidades, portanto, toda a discussão a seguir se torna estéril. O bom senso manda parar, mas vamos adiante...

A > Se Deus é determinado, então ele é alguma coisa espaço-temporal. A indeterminação representa a não-temporalidade e a não-espacialidade; ou seja, Deus só seria atemporal e não-espacial se fosse indeterminado.

Errado: Deus não é determinado, não é coisa material, e, portanto não ocupa espaço, nem tempo. Deus é Alfa e é Omega, princípio e fim de TUDO. Deus também não é indeterminado, porque sendo Aquele que É, também está na essência de todas as coisas criadas... Embora não seja nenhuma delas! Entretanto nenhuma delas existe sem Ele! Portanto Ele existe!

A > Porém, se Deus existe no tempo e no espaço, ele próprio não poderia ser nem o criador e nem o fundamento do tempo e do espaço. Se ele fosse seu criador, ele seria o criador de si mesmo e, na condição de 'criatura', não poderia ser Deus. Se ele fosse o fundamento do tempo e do espaço, teria que ser algo diferente tanto do espaço quanto do tempo; caso contrário, ele não poderia acabar com o tempo e com o espaço sem acabar consigo mesmo.

Errado: Deus não existe no espaço e no tempo, porque em síntese: Deus É... no espaço e no tempo. Assim, Ele tanto está para sempre em todo o espaço infinito, como não sofre alteração de tempo e até ao Eterno. É, portanto, um Espírito, Eterno e Incriado, que não teve princípio e nunca terá fim.

A> LOGO, é IMPOSSÍVEL que exista um ser que tenha criado o mundo, já que a pressuposição da existência de tal ser, implica na diferença entre este ser e a coisa criada, e tal distinção necessariamente estabelece este ser como um ente espaço-temporal que, nestas condições, não poderia ser nem o criador e nem o fundamento do tempo e do espaço.  

Errado: Sim é POSSÍVEL e é real. Quem existe por SI, e está na essência do SER, é, portanto Princípio e é Fim. Isso anula os efeitos do tempo, e elimina as distâncias do espaço. Deus é, pois, a consciência eterna e infinita do Ser. Ou seja, é a inversa a verdadeira: É impossível que exista algo, sem que tenha sido criado por alguém. Aliás, este é um ponto irrefutável e o nó górdio da própria ciência: do nada, nada se cria! Assim, se eu aponto o erro da premissa, logo do o resto cai em cascata. Eis a verdade: para Deus, NADA É IMPOSSÍVEL! 

 Daniel  27 jan Segunda Análise:
A> Tudo o que é determinado é FINITO. "Infinito" significa 'aquilo que não possui limites', e aquilo que não possui limite não pode ser distinto ou diferente de nada, pois toda forma de diferença é uma forma de limitação. Assim, o infinito não pode ser oposto ou diferente da finitude, pois dessa forma o próprio infinito estaria determinado e limitado pela finitude, e seria finito ele mesmo. Se o infinito não pode ser oposto à finitude, deve ser igual à ela. Como?? "Infinito" é o conjunto sem limites de todas as coisas finitas, ou seja, 'infinito' é sin
ônimo de 'indeterminado', e alguma coisa só se torna infinita ou indeterminada caso se determine de todas as formas possíveis, ad infinitum.

Errado: E parte da primeira premissa já exposta acima, que é invalidante desta, pois já mostramos que Deus não sofre efeito de determinação, nem de indeterminação. De fato, quem é Princípio e é Fim, não encontra oposto em si, e, portanto não pode haver antagonismo Nele mesmo. Seria um absurdo como se um filósofo se olhasse no espelho e dissesse para a imagem dele refletida: tu és meu antagonista! E acreditasse cegamente nisso! Ou seja: Princípio e Fim, não são dois, mas um só em Deus. Deus é assim, o Único e Eterno Vivo, que não tem oposto, nem equivalência. Eis simplesmente, então, Aquele que é! (Como Ele disse a Moisés no Sinai: Sou aquele que É) De fato, existe macho e fêmea, claro e escuro, bem e mal. A diferença é que Deus, Bem Supremo e Eterno, não é antítese do mal. Isso porque aquele que é infinito, ETERNO e Absoluto, simplesmente anula todo o efeito de oposto. Outra coisinha: Infinito é o conjunto infinito, de infinitos pontos. Nunca de finitos pontos.

A> Se o infinito é indeterminado, então aquilo que é infinito é INDISTINTO de tudo mais.
Errado: porque já disse, pelo atributo da Onipresença, Deus foge do conceito de determinação, e, portanto Aquele que é em plenitude, não pode ser indistinto, sendo Infinito. Aliás, Deus foge de qualquer conceito, Ele é inexplicável. O que aqui faço é apenas refutar aquilo que é desconexo e torto. Até porque, quem alega saber tudo sobre Deus, pode fazer uma parceria com este filósofo, porque eles são equivalentes em loucura.

A> Assim, se Deus é infinito, ele não pode ser onipresente. Pois aquilo que 'está presente em todas as coisas' é DIFERENTE das coisas nas quais está presente. 'Presença' é diferente de 'indistinção'.

Errado: O Infinito existe é Real, e está na essência Eterna do Ser Onipresente. Portanto Aquele que está em todas as coisas, não precisa ser determinante da sua presença. Ademais, “presença” e “indistinção” são aqui apenas elementos de confusão. São apenas mais água em caldo já ralo..

A> Se alguma coisa está presente em outra, estas duas coisas são distintas, e apresentam uma RELAÇÃO, não a condição de 'indistinção'.

Outra furada: Digamos pela lógica, a água está contida em todos os elementos vivos. Eles são distintos na forma entre si, mas a água que está neles, não. Assim, Deus, consciência eterna do Ser, pode estar em todas as coisas, sem, no entanto ser qualquer uma delas. Até porque tratamos aqui de um Espírito, não de uma coisa. E quem já viu um espírito? Mas só um louco nega que eles existam! 

A> Se Deus é infinito, ele não pode ser 'onisciente'. Toda forma de consciência implica na distinção entre sujeito e objeto. Onde não há esta distinção, não há consciência. Entretanto, se Deus é infinito, não pode haver qualquer espécie de distinção entre Ele enquanto 'sujeito' e todas as coisas enquanto 'objeto'; assim, Ele não pode ser 'consciente de todas as coisas'.

Perdão, isso é uma obstrução tola! É tentativa de enrolar! Digamos: que tem a ver alhos com bugalhos? A essência da infinitude de Deus é certamente atributo perfeito da consciência divina, infinita e eterna, de todas as coisas, visíveis e invisíveis. Assim Aquele que É na essência, não pode ser distinto de Si mesmo, não sendo, portanto, nem sujeito e nem objeto. Deus é, então, a consciência Eterna e Infinita do Ser!

A> Se Deus é infinito, ele não pode ser onipotente. O poder de fazer tudo significa o poder de transformar ou criar
qualquer coisa. Entretanto, isto implica na distinção entre um sujeito criador ou transformador e um objeto criado ou transformado. Mas na definição de infinito não cabe qualquer distinção deste tipo.   

Outra inverdade: Somente a finitude impediria a eternidade da Onipotência. Eis que o Infinito é apenas um dos incontáveis atributos do Eterno Onipotente. Como Deus é Onipotente, logo é também Infinito. Desta forma, sendo Aquele que É, o Onipotente, Ele pode criar tudo tirando do nada. Porque Ele é tudo! (Deus só não pode pecar, nem estar no mal, exatamente porque Ele não tem antítese). Lógico, o Criador não é obviamente a criatura, nem a coisa criada, mas sendo Aquele que É, e sendo também Onipresente, nada subsiste sem Ele. Nem a mais infinitesimal partícula do Universo, nem o mais escondido dos seres espirituais criados. Logo: sem Deus nada existe! Sem Ele, tudo é impossível! Se Ele, por uma fração de milionésimo de tempo, se "esquecesse" de que o Universo existe, ele desapareceria imediatamente. Restando apenas Deus!

A> LOGO, se Deus é infinito, ele não pode ser nem onipotente, nem onipresente, nem onisciente. Por sua vez, se Deus não for infinito, ele não pode ser nem o fundamento e nem o criador de nada, e, assim, não pode ser onipotente, pois não teria poderes ilimitados de criação e transformação. Além do mais, se Deus não é infinito ele pode ser dotado de consciência, mas não da consciência de todas as coisas, já que a consciência de todas as coisas seria exatamente a consciência do INFINITO, que é INDETERMINADA e que, portanto, não é consciência alguma. Assim, Deus não pode ser onisciente. O mesmo raciocínio vale para a onipresença: se Deus estivesse presente em TODAS as coisas, ele seria, na verdade, infinito. A distinção entre Deus e as coisas nas quais ele está presente implica no fato de que há instâncias destas coisas nas quais Deus não está presente.

Fiquemos somente na primeira frase, as outras se esgotam por si só: Ora, o que é infinito, não comporta limite de distância, em todas as infinitas direções. Obviamente, o que é Eterno, não sofre efeito de tempo, porque assim se torna o Eterno Agora, sempre presente. Como já mostramos que o Infinito é um em Si, porque é ao mesmo tempo começo, meio e fim, logo somente a finitude imporia obstáculos à onipresença, à onipotência e a onisciência de Deus. Mais: Como INFINITO é um só, logo não comporta dualidade! Como o ETERNO é um só, logo não encontra finitude! Assim se esborroa todo este blá, blá, blá ateu. É só o homem, com seu corpo físico e visível, na sua infinita miséria, que sofre os efeitos do espaço e os limites de tempo. Tire, pois os dois “se”, sublinhados acima no texto, e a verdade surgirá cristalina. Ele É! Certamente, Deus não está presente apenas no pecado. No mal!...

A> Conclusão: Se Deus é infinito, ele não pode ser o criador do mundo, não pode ser o fundamento de todas as coisas, não pode ser onisciente, onipotente e onipresente e, por outro lado, se Deus é finito ele também não pode ser o criador do mundo, não pode ser o fundamento de todas as coisas, não pode ser onisciente, onipotente e onipresente!!! O conceito de Deus é INSUSTENTÁVEL, por qualquer meio pelo qual se tente analisá-lo.

Conclusão minha: Não pode ser o fundamento de tudo, porque o orgulho lhe impede de reconhecer o evidente: Deus é antes de tudo a essência da simplicidade. Todo este palavreado de “não pode” de “impossível” se torna nada mais que libelo de profunda vaidade. De quem vai buscar tão longe, aquele que está tão perto, que está até mesmo nele. Ou seja: Deus É Aquele que É, e isso esgota toda e qualquer noção de limite - tempo e e
spaço – ou de impossibilidade. E somente porque Deus É: Eterno e Infinito, Ele É também Onipotente, Onisciente, e Onipresente. Não fosse isso, não seria Deus! Mais ainda, Ele é ao mesmo tempo Pai, ao mesmo tempo Filho e ao mesmo tempo Espírito. Mas para analisar isso, certamente não se poderá discutir com alguém que põe limites em Deus. Para Ele NADA é impossível! 


A> Observações: Este é um estudo filosófico, dentro da mais conscienciosa lógica da filosofia ocidental. Assim, é bem provável que sua linguagem seja incompreensível para quem não tem uma grande familiaridade com a Filosofia. Entretanto, eu sugiro VEEMENTEMENTE que todo aquele que quiser expor opinião contrária se prenda nas premissas e tente REFUTÁ-LAS. Defesas clamorosas, piegas, sentimentalistas ou dogmáticas da existência de Deus devem ser evitadas.

FINAL: nenhuma filosofia, nem ocidental, nem oriental, nem infernal, nem de homem algum, pode explicar a essência de Deus. Deus é inatingível, inexplicável, ininteligível. O intelecto humano é apenas um grão de pó no Infinito da Sabedoria Eterna. O fato de todo este amarfanhado, de palavras capciosas, e propositadamente emboladas acima ter sido inventado por algum filósofo, e famosos, me provoca até bocejos! De fato, eu que sou um simples agricultor, sem estudos universitários, diria deste filósofo: grandes coisas! Que tem isso a ver? Trata-se apenas de dúvidas tolas, que se engolem a si mesmas! No fim nada resta!

Darwin, por exemplo, disse que a vida nasceu de certa “sopa quente” próxima das águas vulcânicas, e teve milhões estudantes que se fascinaram com esta “suprema inteligência”. Desta assombrosa prova de que o Universo não precisa de um Criador, porque a matéria surgiu do big-bang, e a vida da sopa quente. E milhares de livros, teóricos e metafóricos - e mentirosos - se escreveram sobre isso. Milhões de alunos se estafaram em universidades, durante trinta longos anos aprendendo isso. Que genialidade! Será?

Agora que os cientistas descobriram que a “sopa quente” de Darwin foi um blefe estúpido, passam por idiotas todos os que creram nela e nele. Quantos doutores de títulos por aí, com esta mancha no currículo: terem acreditado num farsante! Terem estudado e seguido a um farsante! Serem instruídos por outros farsantes, que não se deram ao mísero trabalho de verificar antes aquela mera probabilidade. De cara absurda! Mas seu desejo insano de provar que Deus não existe embruteceu os seus cérebros de tal forma, que já não são capazes de raciocinar com inteligência, típico da filosofia que este autor aqui nos apresente.

De fato, eu posso também criar algaravias esdrúxulas como estas acima, mas não quero ser tido por idiota, adiante, quando me mostrariam que fui um mero enrolador. Que eu quis apenas blefar! E tudo o que este “filósofo” acima fez foi tentar blefar! Mostrar que é inteligente e entende de Deus. Quis apenas dar mais veneno a quem já está com o espírito renegado, revoltado e envenenado contra seu Criador e Pai. De fato: se eu impuser limites em Deus, tudo o que disser sobre Ele será em vão, será inútil e estará errado. Porque todo o limite que se põe em Deus, na realidade visa diminuí-lo, e torná-lo mortal e falível. Como se fosse um homem! E menos que um homem! Até onde chegou a loucura da filosofia!...

 A inteligência humana é de tão infinita pequenez, que simplesmente impossibilita e veda qualquer avanço que ultrapasse a ponta do nariz. Um ser que não respira sem Aquele que É, nunca terá condições de entender a Excelsa Onipotência. Nem a Infinita Onisciência. Que se dirá da Onipresença? O homem é tão limitado, que nunca conseguiu explicar sequ
er a origem do primeiro grão de pó, porque esbarra na realidade primeira de um sofisma irrefutável: do nada, nada se cria! Como poderá ele explicar a Eterna e Infinita Perfeição de tudo que existe, sem atentar contra Aquele É, e que tirou tudo do nada?


Como eu digo: estes pobres filósofos e cientistas, apenas aderem remendos sobre outros remendos. São outros Darwin, uns pobres remendões! Eles constroem todas as teorias alucinadas, partindo do fim, sem entender o começo. Como construíssem uma casa partindo do telhado, sem antes terem construído o alicerce e sem terem quaisquer estacas de entremeio. Todos eles inventam palavreados pomposos, criam sofismas míticos, mas no fundo eles não sabem mesmo é coisa alguma.  

Como são renegados e obstinados contra Deus – e basta isso hoje em dia para ser um famoso – logo os seus delírios intelectuais vão povoar as mentes dos pobres estudantes universitários. Isso quando o real desejo deles é fazer dos jovens, outros ateus! De fato, escritos de famosos logo ganham espaço nas livrarias, e ocupam partes sãs de cérebros dos não precavidos. Mas não passam de porcarias! Como a sopa quente de Darwin!

Pois quando um dia se descobre que tudo aquilo era blefe e balela, já terá morrido o autor da farsa: e quem o colocará no pelourinho! Adiantará agora esmagar os ossos de Darwin! Guilhotinar seu esqueleto? Já as editoras lucraram, os escritores enriqueceram, e apenas voltarão a escrever novos livros dizendo: ele estava errado! Ó quanta loucura! Ó como o homem gosta de ser enganado! Compreenderam a imensidão da estupidez humana? Como que esta criatura vai querer afirmar que Deus não existe?

Isso, aliás – falo da estupidez humana – se dá em cultuar o famoso e idolatrar o que é vistoso. Os homens ficam tolos diante de certos escritores, e somente porque um autor qualquer tem dezenas de títulos editados, e tem milhares de livros vendidos, logo tendem a sorver tudo o que ele diz, mesmo que seja veneno. E seja pura fantasia! Só porque se trata de um coelho qualquer. Engolem sem analisar, devoram sem saber que é veneno. Eles sabem e sentem que mata, mas querem sempre beber mais!

Ou idolatram quando é idiotice! Querem um exemplo? “No meio do caminho tinha uma pedra! Tinha uma pedra no meio do caminho!” Alguém escreveu esta sinecura literária! E milhões de leitores já tropeçaram nesta pedra, sem se darem conta de que a podem tirar do caminho. Basta colocar no fogo o livro onde ela está escrita! Acaso ela enche barriga? Sim, de quem vendeu o livro? Acaso ela conduz para Deus? Não! Antes leve a se afastar Dele! Então joguem esta pedra no abismo! E nunca mais leiam livros deste tipo, porque eles levam à alienação. Isso não é cultura é culto à idiotice!

A mesma coisa acontece com os livros de filosofia. São apenas bazofias, são meras prosopopéias, são simples conjecturas, são apenas nebulosas tentativas de acobertar a verdade, de encher a lingüiça do tempo, de embaralhar as idéias dos trouxas. Dos que não entendem o sentido oculto das palavras. É como a matemática dita moderna: serve para alucinar alunos, fabricar idiotas e matar de rir quem inventou tal porcaria! Porque enquanto o sofrido aluno fica sendo esmagado por ela, deixa de aprender que 2 + 2 = 4, e que o resto é bobagem! É coisa que não serve para a vida e então não serve para nada!

Da mesma forma os escritos filosóficos: não servem para a vida, não servem para nada! Aliás, servem para que o homem dê ouvidos à satanás! Para que o homem adquira dúvidas sobre a sua fé, e dúvidas sobre a existência de Deus. Serve para embaralhar mentes, e obnubilar espíritos dispersos. E servem para que gente simples como a gente,
tenha de escrever um texto destes apenas para dizer no fim: não acreditem em filosofias! Nem em filósofos que negam a existência de Deus! Ele existe! Deus É! E isso nos basta!

Aproveito aqui partes de um texto que recebi de Antonio, tratando da mesma pessoa e do mesmo texto. Disse ele ao “filósofo” desafiador:
 
Seja humilde amigo. A humildade significa verdade. Teimosia, loucura! Então, quando conseguir ser humilde, será verdadeiro, e sendo verdadeiro às suas palavras deixarão de ser “delírios febris” incongruentes. Sem sentido lógico, a não ser pelo culto insano e teimoso ao absurdo. Quando explodiu a herética revolução racionalista francesa, dois filósofos disseram que Deus estava morto. Sabe o que aconteceu? Um deles morreu de loucura e o outro numa guilhotina. É o fim de todos os filósofos!
 
Os fenômenos naturais obedecem a regras! Existe uma ordem superior que os rege, e como conseqüência dessa descoberta, surgem as leis físicas. Nada acontece por acaso. Existe uma razão por trás de cada acontecimento, tal como razão para cada grão de pó que compõe a matéria do Universo. Sem esta ordem, que rege tudo e todos, desde a menor partícula, até à maior galáxia, desde o desabrochar da mais simples semente dos campos, até à enorme complexidade da anatomia humana, e a toda a parafernália dos processos físicos e químicos, que nos permitem pensar, falar, agir e amar, seria impossível a vida. E para Deus, até no caos existe lógica perfeita!
 
Será que é o nosso pensar, a nossa vontade que estabeleceram esta ordem, estas regras? Teremos poder para desviarmos a rota do nosso sol à volta do centro da via-láctea? O seu movimento obedece a uma lei, e, se existe uma lei (tão poderosa capaz de dirigir estrelas, cometas, planetas, galáxias, etc), então, necessariamente, existe um autor – Deus. Sem esta ordem, já há muito tempo estaríamos extintos. Na verdade, nem chegaríamos à existência!
 
Certamente você responderá que nós já temos poder para fazer e modificar muitas coisas à nossa volta. Mas jamais teremos o poder para criar a partir do nada. Entretanto, jamais poderemos fugir desta realidade: tudo aquilo que fazemos é o resultado de algo que já existe, e que graças à nossa inteligência podemos combinar e modificar.
 
Acha-me então, a fórmula mágica que criou o primeiro grão de pó e então iremos ao segundo... Depois você me terá de provar como estes grãos de pó, de materiais diversos e dispares se uniram para criar uma vida. Depois falaremos da vida inteligente! Será algo inteligente, contradizer as descobertas científicas de até hoje, apenas para satisfazer seu ego filosófico, que teima em não reconhecer a verdade: Deus existe!
 
E Ele disse: “Eu sou aquele que sou”. Foi esta a resposta dada por Deus a Moisés quando este lhe perguntou o nome. Deus é o incriado, o perfeitíssimo, o poderoso, o eterno, aquele que se basta a si próprio. Para a alegria de Deus, para as necessidades de Deus, não era necessário a criação. Deus se basta a Si mesmo. Não tem que se contemplar, abençoar-se, para nutrir-se, para viver e repousar-se. Tudo o que foi criado não aumentou um átomo a sua infinita alegria, sua beleza, seu poder. Mas tudo Ele fez pela sua criatura, que Ele quis colocar como rei na obra feita por Ele: o homem. E tudo que fez, faz e fará é obra do amor – mistério insondável para a mente humana.
 
Isto é o que a Bíblia nos ensina. E esta é a verdade. Adorar e amar a Deus sobre todas as coisas, e ao nosso próximo, como a nós mesmos. Não é um delírio causado por qualquer substância por qualquer premissa. A Bíblia diz-nos que Deus é, sobretudo, amor. Amor que se derrama sobre o rei da sua criação, e por um ato que também é amor, fá-lo partic
ipar da sua divindade, mergulhando-o no oceano infinito do seu ser, e dando-se a conhecer, por um ato de misericórdia, ao homem. Não é o homem que sobe até Deus, mas, é Deus que desce até ao homem e se revela. Se assim não fosse, jamais o homem teria possibilidade de estabelecer qualquer relação com Deus. Então, sem sentido, a sua vida pouco ou nada diferiria da dos asnos!
 
Conscientes ou não, nós vivemos e existimos mergulhados numa atmosfera que contém oxigênio. Sem ele, a vida cessaria. O mesmo sucede com a nossa relação com Deus. Conscientes ou não, a razão da nossa existência está Nele. É Dele que provém o espírito que dá vida ao nosso espírito e anima a nossa carne. Se nós retiramos esse espírito, a vida deixará de ter sentido. E quem não acredita em Deus, jamais achará sentido na vida. Passará por aqui como um verme miserável, tendo nascido já morto para o espírito, e morrerá na ignomínia, pelo desprezo de sua alma imortal, o que já é loucura.
 
Para muitos, seria bom e muito conveniente que Deus não passasse de um delírio. Que Deus não existisse e que não houvesse alguém capaz de julgar, com justiça, premiando aos bons, e deixando as más ações castiguem aos malvados.

Assim, tal como o sol brilha sobre o azul do firmamento, independentemente do nosso pensar ou agir, assim também Deus brilha e ilumina todos os seus filhos de boa vontade.

No mais: lembra-te homem, que és pó, e ao pó voltarás! Quem acredita Nele, volta para Ele, quem não acredita, mesmo diante de todas as evidências, tem o afastamento eterno por ganho, e a segunda morte por conseqüência. Ou seja: Morre sem ter vivido! Como todos os filósofos: morreram loucos, assasinados, pois absolutamente todos foram infelizes. Mas hoje todos sabem que Deus existe! Mesmo que estejam no inferno!
 
 
 


 
 
 

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