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09/04/2006
O Servo
 
Deus - 12 O Servo
Deus - 12 O Servo

2060409 O SERVO
     Para esta Semana Santa, tempo de meditação no drama da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, trago alguns textos bíblicos que servem para meditação e leitura, a começar pelos Salmos até as cartas apostólicas. Em especial foi o grande profeta Isaías, quem teve a grande missão de anunciar a Paixão de Cristo – O Servo – e partes das citações que ele faz constam dos Evangelhos. Não vamos comentar nada, porque o sentido é mesmo este: ler e meditar! Comecemos pelos Salmos de Davi, que anunciavam já mil anos antes:
Salmo 2, 1Por que tumultuam as nações? Por que tramam os povos vãs conspirações? *2Erguem-se, juntos, os reis da terra, e os príncipes se unem para conspirar contra o Senhor e contra seu Cristo. 3Quebremos seu jugo, disseram eles, e sacudamos para longe de nós as suas cadeias! 4Aquele, porém, que mora nos céus, se ri, o Senhor os reduz ao ridículo. 5Dirigindo-se a eles em cólera, ele os aterra com o seu furor: 6Sou eu, diz, quem me sagrei um rei em Sião, minha montanha santa. 7Vou publicar o decreto do Senhor. Disse-me o Senhor: Tu és meu filho, eu hoje te gerei.* 8Pede-me; dar-te-ei por herança todas as nações; tu possuirás os confins do mundo. 9Tu as governarás com cetro de ferro, tu as pulverizarás como um vaso de argila. 10Agora, ó reis, compreendei isto; instruí-vos, ó juízes da terra. 11Servi ao Senhor com respeito e exultai em sua presença; prestai-lhe homenagem com tremor, para que não se irrite e não pereçais quando, em breve, se acender sua cólera. Felizes, entretanto, todos os que nele confiam.
Salmo 21, 1...Salmo de Davi.*2Meu Deus, meu Deus, por que me abandonastes? E permaneceis longe de minhas súplicas e de meus gemidos?* 3Meu Deus, clamo de dia e não me respondeis; imploro de noite e não me atendeis. 4Entretanto, vós habitais em vosso santuário, vós que sois a glória de Israel. 5Nossos pais puseram sua confiança em vós, esperaram em vós e os livrastes. 6A vós clamaram e foram salvos; confiaram em vós e não foram confundidos. 7Eu, porém, sou um verme, não sou homem, o opróbrio de todos e a abjeção da plebe. 8Todos os que me vêem zombam de mim; dizem, meneando a cabeça: 9Esperou no Senhor, pois que ele o livre, que o salve, se o ama.* 10Sim, fostes vós que me tirastes das entranhas de minha mãe e, seguro, me fizestes repousar em seu seio. 11Eu vos fui entregue desde o meu nascer, desde o ventre de minha mãe vós sois o meu Deus. 12Não fiqueis longe de mim, pois estou atribulado; vinde para perto de mim, porque não há quem me ajude. 13Cercam-me touros numerosos, rodeiam-me touros de Basã; 14contra mim eles abrem suas fauces, como o leão que ruge e arrebata. 15Derramo-me como água, todos os meus ossos se desconjuntam; meu coração tornou-se como cera, e derrete-se nas minhas entranhas. 16Minha garganta está seca qual barro cozido, pega-se no paladar a minha língua: vós me reduzistes ao pó da morte. 17Sim, rodeia-me uma malta de cães, cerca-me um bando de malfeitores. Traspassaram minhas mãos e meus pés: 18poderia contar todos os meus ossos. Eles me olham e me observam com alegria, 19repartem entre si as minhas vestes, e lançam sorte sobre a minha túnica.* 20Porém, vós, Senhor, não vos afasteis de mim; ó meu auxílio, bem depressa me ajudai. 21Livrai da espada a minha alma, e das garras dos cães a minha vida. 22Salvai-me a mim, mísero, das fauces d
o leão e dos chifres dos búfalos. 23Então, anunciarei vosso nome a meus irmãos, e vos louvarei no meio da assembléia.* 24Vós que temeis o Senhor, louvai-o; vós todos, descendentes de Jacó, aclamai-o; temei-o, todos vós, estirpe de Israel, 25porque ele não rejeitou nem desprezou a miséria do infeliz, nem dele desviou a sua face, mas o ouviu, quando lhe suplicava. 26De vós procede o meu louvor na grande assembléia, cumprirei meus votos na presença dos que vos temem. 27Os pobres comerão e serão saciados; louvarão o Senhor aqueles que o procuram: Vivam para sempre os nossos corações. 28Hão de se lembrar do Senhor e a ele se converter todos os povos da terra; e diante dele se prostrarão todas as famílias das nações, 29porque a realeza pertence ao Senhor, e ele impera sobre as nações. 30Todos os que dormem no seio da terra o adorarão; diante dele se prostrarão os que retornam ao pó.* 31Para ele viverá a minha alma, há de servi-lo minha descendência. Ela falará do Senhor às gerações futuras* e proclamará sua justiça ao povo que vai nascer: Eis o que fez o Senhor.
Salmo 71, 1De Salomão. Ó Deus, confiai ao rei os vossos juízos. Entregai a justiça nas mãos do filho real,*2para que ele governe com justiça vosso povo, e reine sobre vossos humildes servos com equidade. 3Produzirão as montanhas frutos de paz ao vosso povo; e as colinas, frutos de justiça. 4Ele protegerá os humildes do povo, salvará os filhos dos pobres e abaterá o opressor. 5Ele viverá tão longamente como dura o sol, tanto quanto ilumina a lua, através das gerações. 6Descerá como a chuva sobre a relva, como os aguaceiros que embebem a terra. 7Florescerá em seus dias a justiça, e a abundância da paz até que cesse a lua de brilhar. 8Ele dominará de um ao outro mar, desde o grande rio até os confins da terra.* 9Diante dele se prosternarão seus inimigos, e seus adversários lamberão o pó. 10Os reis de Társis e das ilhas lhe trarão presentes, os reis da Arábia e de Sabá oferecer-lhe-ão seus dons. 11Todos os reis hão de adorá-lo, hão de servi-lo todas as nações. 12Porque ele livrará o infeliz que o invoca, e o miserável que não tem amparo. 13Ele se apiedará do pobre e do indigente, e salvará a vida dos necessitados. 14Ele o livrará da injustiça e da opressão, e preciosa será a sua vida ante seus olhos. 15Assim ele viverá e o ouro da Arábia lhe será ofertado; por ele hão de rezar sempre e o bendirão perpetuamente. 16Haverá na terra fartura de trigo, suas espigas ondularão no cume das colinas como as ramagens do Líbano; e o povo das cidades florescerá como as ervas dos campos. 17Seu nome será eternamente bendito, e durará tanto quanto a luz do sol. Nele serão abençoadas todas as tribos da terra, bem-aventurado o proclamarão todas as nações. 18Bendito seja o Senhor, Deus de Israel, que, só ele, faz maravilhas. 19Bendito seja eternamente seu nome glorioso, e que toda a terra se encha de sua glória. Amém! Amém!*
 
Salmo 98, 1O Senhor reina, tremem os povos; seu trono está sobre os querubins: vacila a terra.2Grande é o Senhor em Sião, elevado acima de todos os povos. 3Seja celebrado vosso grande e temível nome, porque ele é Santo. 4Reina o Rei poderoso que ama a justiça; sois vós que estabeleceis o que é reto, sois vos que exerceis em Jacó o direito e a justiça. 5Exaltai ao Senhor, nosso Deus, e prostrai-vos ante o escabelo de seus pés, porque ele é Santo.*
 
Salmo 109, 1Salmo de Davi. Eis o oráculo do Senhor que se dirige a meu senhor:
Assenta-te à minha direita, até que eu faça de teus inimigos o escabelo de teus pés.*2O Senhor estenderá desde Sião teu cetro poderoso: Dominarás, disse ele, até no meio de teus inimigos. 3No dia de teu nascimento, já possuis a realeza no esplendor da santidade; semelhante ao orvalho, eu te gerei antes da aurora.* 4O Senhor jurou e não se arrependerá: Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedec.* 5O Senhor está à tua direita: ele destruirá os reis no dia de sua cólera. 6Julgará os povos pagãos, empilhará cadáveres; por toda a terra esmagará cabeças. 7Beberá da torrente no caminho; por isso, erguerá a sua fronte.*
 
Isaías, 42, 1Eis meu Servo que eu amparo, meu eleito ao qual dou toda a minha afeição, faço repousar sobre ele meu espírito, para que leve às nações a verdadeira religião.*2Ele não grita, nunca eleva a voz, não clama nas ruas. 3Não quebrará o caniço rachado, não extinguirá a mecha que ainda fumega. Anunciará com toda a franqueza a verdadeira religião; não desanimará, nem desfalecerá, 4até que tenha estabelecido a verdadeira religião sobre a terra, e até que as ilhas desejem seus ensinamentos.* 5Eis o que diz o Senhor Deus que criou os céus e os desdobrou, que firmou a terra e toda a sua vegetação, que dá respiração a seus habitantes, e o sopro vital àqueles que pisam o solo: 6Eu, o Senhor, chamei-te realmente, eu te segurei pela mão, eu te formei e designei para ser a aliança com os povos, a luz das nações;* 7para abrir os olhos aos cegos, para tirar do cárcere os prisioneiros e da prisão aqueles que vivem nas trevas. 8Eu sou o Senhor, esse é meu nome, a ninguém cederei minha glória, nem a ídolos minha honra. 9Realizaram-se os primeiros acontecimentos anunciados, eu predigo outros; antes que aconteçam, eu vo-los faço conhecer.* 10Cantai ao Senhor um cântico novo, do fim do mundo entoai seus louvores; que o mar o celebre com tudo o que contém, assim como as ilhas com seus habitantes!
 
Isaías 50, 4O Senhor Deus deu-me a língua de um discípulo para que eu saiba reconfortar pela palavra o que está abatido. Cada manhã ele desperta meus ouvidos para que escute como discípulo; 5(o Senhor Deus abriu-me o ouvido) e eu não relutei, não me esquivei.* 6Aos que me feriam, apresentei as espáduas, e as faces àqueles que me arrancavam a barba; não desviei o rosto dos ultrajes e dos escarros. 7Mas o Senhor Deus vem em meu auxílio: eis por que não me senti desonrado; enrijeci meu rosto como uma pedra, convicto de não ser desapontado. 8Aquele que me fará justiça aí está. Quem ousará atacar-me? Vamos medir-nos! Quem será meu adversário? Que se apresente! 9O Senhor Deus vem em meu auxílio: quem ousaria condenar-me? Cairão em frangalhos como um manto velho; a traça os roerá. 10Que aqueles dentre vós que temem o Senhor ouçam a voz de seu Servo! Que aqueles que caminham no escuro, privados de luz, confiem no nome do Senhor e contem com o seu Deus! 11Mas vós, que ateais um incêndio, que preparais projéteis inflamáveis, ide ao fogo do vosso incêndio, e dos projéteis que fizestes arder! É minha mão que vos imporá esse tratamento: sereis prostrados nos tormentos.*
 
Isaías 52, 14Assim como, à sua vista, muitos ficaram embaraçados - tão desfigurado estava que havia perdido a aparência humana -,* 15assim o admirarão muitos povos: os reis permanecerão mudos diante dele, porque verão o que nunca lhes tinha sido contado, e observarão um prodígio inaudito.
Isaías 53, 1Quem poderia acreditar nisso que ouvimos? A quem foi revelado o braço do Senhor?*2Cresceu diante dele como um pobre rebento
enraizado numa terra árida; não tinha graça nem beleza para atrair nossos olhares, e seu aspecto não podia seduzir-nos. 3Era desprezado, era a escória da humanidade, homem das dores, experimentado nos sofrimentos; como aqueles, diante dos quais se cobre o rosto, era amaldiçoado e não fazíamos caso dele.* 4Em verdade, ele tomou sobre si nossas enfermidades, e carregou os nossos sofrimentos: e nós o reputávamos como um castigado, ferido por Deus e humilhado. 5Mas ele foi castigado por nossos crimes, e esmagado por nossas iniqüidades; o castigo que nos salva pesou sobre ele; fomos curados graças às suas chagas. 6Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas, seguíamos cada qual nosso caminho; o Senhor fazia recair sobre ele o castigo das faltas de todos nós. 7Foi maltratado e resignou-se; não abriu a boca, como um cordeiro que se conduz ao matadouro, e uma ovelha muda nas mãos do tosquiador. (Ele não abriu a boca.)* 8Por um iníquo julgamento foi arrebatado. Quem pensou em defender sua causa, quando foi suprimido da terra dos vivos, morto pelo pecado de meu povo?* 9Foi-lhe dada sepultura ao lado de fascínoras e ao morrer achava-se entre malfeitores, se bem que não haja cometido injustiça alguma, e em sua boca nunca tenha havido mentira.* 10Mas aprouve ao Senhor esmagá-lo pelo sofrimento; se ele oferecer sua vida em sacrifício expiatório, terá uma posteridade duradoura, prolongará seus dias, e a vontade do Senhor será por ele realizada.* 11Após suportar em sua pessoa os tormentos, alegrar-se-á de conhecê-lo até o enlevo. O Justo, meu Servo, justificará muitos homens, e tomará sobre si suas iniqüidades. 12Eis por que lhe darei parte com os grandes, e ele dividirá a presa com os poderosos: porque ele próprio deu sua vida, e deixou-se colocar entre os criminosos, tomando sobre si os pecados de muitos homens, e intercedendo pelos culpados.*
Isaías 63, 1Quem é aquele que vem de Edom, de Bosra, as vestes tintas, envolvido num traje magnífico, altaneiro na plenitude de sua força? Sou eu, que luto pela justiça e sou poderoso para salvar.*2Por que, pois, tuas roupas estão vermelhas como as vestimentas daquele que pisa num lagar? 3Eu pisei sozinho o lagar, e ninguém dentre os povos me auxiliou. Então eu os calquei com cólera, esmaguei-os com fúria; o sangue deles espirrou sobre meu vestuário, manchei todas as minhas roupas.* 4É que eu desejava um dia de vingança, e o ano da redenção dos meus havia chegado. 5Olhei então, e não houve pessoa alguma para me ajudar; estranhei que ninguém me viesse amparar; então apelei para meu braço e achei forças na minha indignação. 6Por isso, na minha cólera, arrasei os povos, na minha fúria triturei-os, fazendo correr seu sangue pela terra. 7Quero celebrar os benefícios do Senhor e seus gloriosos feitos, por tudo o que fez em nosso favor, e por sua grande bondade, com a qual nos cumulou na sua ternura e na riqueza de seu amor.* 8Verdadeiramente, dizia de si para si, aqueles são meu povo, filhos que não me renegarão. E tornou-se seu salvador 9em todas as suas aflições. Não era um mensageiro nem um anjo, mas sua própria Face que os salvava. No seu amor e na sua ternura ele mesmo os livrava do perigo. Durante o passado sustentou-os e amparou-os constantemente.*
Lucas 23, 1Levantou-se a sessão e conduziram Jesus diante de Pilatos,*2e puseram-se a acusá-lo: Temos encontrado este homem excitando o povo à revolta, proibindo pagar imposto ao imperador e dizendo-se Messias e rei. 3Pilatos perguntou-lhe: És tu o rei dos judeus? Jesus respondeu: Sim. 4Declarou Pilatos aos príncipes dos sacerdotes e ao povo: Eu não acho neste homem culpa alguma. 5Mas eles insistiam for
temente: Ele revoluciona o povo ensinando por toda a Judéia, a começar da Galiléia até aqui. 6A estas palavras, Pilatos perguntou se ele era galileu. 7E, quando soube que era da jurisdição de Herodes, enviou-o a Herodes, pois justamente naqueles dias se achava em Jerusalém.* 8Herodes alegrou-se muito em ver Jesus, pois de longo tempo desejava vê-lo, por ter ouvido falar dele muitas coisas, e esperava presenciar algum milagre operado por ele. 9Dirigiu-lhe muitas perguntas, mas Jesus nada respondeu. 10Ali estavam os príncipes dos sacerdotes e os escribas, acusando-o com violência. 11Herodes, com a sua guarda, tratou-o com desprezo, escarneceu dele, mandou revesti-lo de uma túnica branca e reenviou-o a Pilatos. 12Naquele mesmo dia, Pilatos e Herodes fizeram as pazes, pois antes eram inimigos um do outro. 13Pilatos convocou então os príncipes dos sacerdotes, os magistrados e o povo, e disse-lhes: 14Apresentastes-me este homem como agitador do povo, mas, interrogando-o eu diante de vós, não o achei culpado de nenhum dos crimes de que o acusais. 15Nem tampouco Herodes, pois no-lo devolveu. Portanto, ele nada fez que mereça a morte. 16Por isso, soltá-lo-ei depois de o castigar. 17[Acontecia que em cada festa ele era obrigado a soltar-lhes um preso.] 18Todo o povo gritou a uma voz: É morte com este, e solta-nos Barrabás. 19(Este homem fora lançado ao cárcere devido a uma revolta levantada na cidade, por causa de um homicídio.) 20Pilatos, porém, querendo soltar Jesus, falou-lhes de novo, 21mas eles vociferavam: Crucifica-o! Crucifica-o! 22Pela terceira vez, Pilatos ainda interveio: Mas que mal fez ele, então? Não achei nele nada que mereça a morte; irei, portanto, castigá-lo e, depois, o soltarei. 23Mas eles instavam, reclamando em altas vozes que fosse crucificado, e os seus clamores recrudesciam. 24Pilatos pronunciou então a sentença que lhes satisfazia o desejo. 25Soltou-lhes aquele que eles reclamavam e que havia sido lançado ao cárcere por causa do homicídio e da revolta, e entregou Jesus à vontade deles. 26Enquanto o conduziam, detiveram um certo Simão de Cirene, que voltava do campo, e impuseram-lhe a cruz para que a carregasse atrás de Jesus. 27Seguia-o uma grande multidão de povo e de mulheres, que batiam no peito e o lamentavam. 28Voltando-se para elas, Jesus disse: Filhas de Jerusalém, não choreis sobre mim, mas chorai sobre vós mesmas e sobre vossos filhos. 29Porque virão dias em que se dirá: Felizes as estéreis, os ventres que não geraram e os peitos que não amamentaram! 30Então dirão aos montes: Caí sobre nós! E aos outeiros: Cobri-nos!* 31Porque, se eles fazem isto ao lenho verde, que acontecerá ao seco? 32Eram conduzidos ao mesmo tempo dois malfeitores para serem mortos com Jesus. 33Chegados que foram ao lugar chamado Calvário, ali o crucificaram, como também os ladrões, um à direita e outro à esquerda. 34E Jesus dizia: Pai, perdoa-lhes; porque não sabem o que fazem. Eles dividiram as suas vestes e as sortearam. 35A multidão conservava-se lá e observava. Os príncipes dos sacerdotes escarneciam de Jesus, dizendo: Salvou a outros, que se salve a si próprio, se é o Cristo, o escolhido de Deus! 36Do mesmo modo zombavam dele os soldados. Aproximavam-se dele, ofereciam-lhe vinagre e diziam: 37Se és o rei dos judeus, salva-te a ti mesmo. 38Por cima de sua cabeça pendia esta inscrição: Este é o rei dos judeus. 39Um dos malfeitores, ali crucificados, blasfemava contra ele: Se és o Cristo, salva-te a ti mesmo e salva-nos a
nós! 40Mas o outro o repreendeu: Nem sequer temes a Deus, tu que sofres no mesmo suplício? 41Para nós isto é justo: recebemos o que mereceram os nossos crimes, mas este não fez mal algum. 42E acrescentou: Jesus, lembra-te de mim, quando tiveres entrado no teu Reino! 43Jesus respondeu-lhe: Em verdade te digo: hoje estarás comigo no paraíso. 44Era quase à hora sexta e em toda a terra houve trevas até a hora nona.* 45Escureceu-se o sol e o véu do templo rasgou-se pelo meio. 46Jesus deu então um grande brado e disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito. E, dizendo isso, expirou.* 47Vendo o centurião o que acontecia, deu glória a Deus e disse: Na verdade, este homem era um justo. 48E toda a multidão dos que assistiam a este espetáculo e viam o que se passava, voltou batendo no peito. 49Os amigos de Jesus, como também as mulheres que o tinham seguido desde a Galiléia, conservavam-se a certa distância, e observavam estas coisas. 50Havia um homem, por nome José, membro do conselho, homem reto e justo. 51Ele não havia concordado com a decisão dos outros nem com os atos deles. Originário de Arimatéia, cidade da Judéia, esperava ele o Reino de Deus. 52Foi ter com Pilatos e lhe pediu o corpo de Jesus. 53Ele o desceu da cruz, envolveu-o num pano de linho e colocou-o num sepulcro, escavado na rocha, onde ainda ninguém havia sido depositado. 54Era o dia da Preparação e já ia principiar o sábado.* 55As mulheres, que tinham vindo com Jesus da Galiléia, acompanharam José. Elas viram o túmulo e o modo como o corpo de Jesus ali fora depositado. 56Elas voltaram e prepararam aromas e bálsamos. No dia de sábado, observaram o preceito do repouso.
Filipenses 2, 5Dedicai-vos mutuamente a estima que se deve em Cristo Jesus.* 6Sendo ele de condição divina, não se prevaleceu de sua igualdade com Deus,* 7mas aniquilou-se a si mesmo, assumindo a condição de escravo e assemelhando-se aos homens. 8E, sendo exteriormente reconhecido como homem, humilhou-se ainda mais, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz. 9Por isso Deus o exaltou soberanamente e lhe outorgou o nome que está acima de todos os nomes, 10para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho no céu, na terra e nos infernos.
 
     Foram estes os textos selecionados. Lembremos de uma coisa: hoje, mais do que nunca, Jesus continua sofrendo  com as loucuras dos homens. Toda esta campanha mundial, orquestrada pelo anticristo, para desmitificar, para demolir com todas as passagens dos Evangelhos, uma a uma, certamente atinge profundamente o Coração de nosso Deus.
 
    Que neste tempo de compunção interior, meditemos sobre a Paixão, cada vez mais conscientes de que foram os nossos pecados a casa de todos os sofrimentos de Jesus. E se pecamos, continuamos sendo casa destas mesmas dores, e causa desta mesma Paixão que se repete anualmente... e todos os dias. Uma boa Confissão Sacramental, não só como um preceito da Igreja, mas como forma de conversão verdadeira, certamente ajudará a reparar um pouco, e diminuir os sofrimentos de Jesus.
 
     Os que vivem o estado de graça, aliviam estes sofrimentos atuais. (Arnaldo)


 
 
 

Artigo Visto: 1988 - Impresso: 43 - Enviado: 10

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