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24/06/2005
Ter Fé
 
Montanha - 04 Ter Fé
Montanha - 04 Ter Fé

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3ª MONTANHA
CONFIAR EM DEUS – 26/04/2004
 
     Mais uma montanha difícil, mais um abismo escuro, depende onde você esteja. Na verdade esta é a montanha da fé! Fé que deveria ser tão grande e poderosa, capaz de remover montanhas, transportar árvores, fazer-nos voar pelos céus e ainda sermos capazes de fazer milagres iguais aos que Jesus fez, e fazer milagres ainda maiores. De fato, se todos nós tivéssemos apenas a fé do tamanho de um grão de mostarda – tal como Jesus anuncia nos Evangelhos – nós já teríamos transformado o mundo, não somente o mundo, mas todo o Universo já estaria sob nosso domínio e conhecimento.
 
     Entretanto, é tal a nossa miséria em termos de fé, e a nossa não confiança em Deus é tão miserável, que a cada dia mais fundo penetramos nos abismos da escuridão, até porque preferimos confiar nossos destinos aos homens, quando o profeta diz: maldito o homem que confiam em outro homem e que na carne faz seu apoio (Jr 17,5). E assim o mundo nos confunde.    Sim, o mundo moderno, com seus barulhos imensos, com a sua inquietude, com a sua azáfama e principalmente com a busca exagerada e alucinada do ter e do ser, realmente não para, a fim de pensar em Deus, antes se embarafusta cegamente em suas próprias ilusões, de tal forma que sempre escolhe o caminho mais difícil, mais penoso, mais sofrido, quando poderia encontrar tudo fácil, seguro, sereno e tranqüilo em Deus.
 
     Tudo começa desde o simples ato de respirar, o mais elementar de todos para a vida. Sem Deus, ninguém consegue puxar fôlego, entretanto bilhões de pessoas passam a vida inteira sem sentir necessidade de agradecer por isto, o que significa não ver em Deus a total e única segurança de nossa vida. Ora, se você não faz nada sem Ele, por qual motivo não confia então plenamente para que Ele o dirija? Se para o simples ato de respirar, dependemos totalmente Dele, porque não Lhe entregar tudo o que nós somos e temos, para que somente Ele aja a nosso favor? O mundo seria mil vezes melhor, se todos fizéssemos isto. Quanta falta de inteligência ou de sabedoria a nossa, em não perceber isto?
 
     O ato de entrega TOTAL a Deus, entretanto, exige um desprendimento inaudito. A verdade é que, quanto mais eu conheço a Deus, menos confio nos homens, e por este mesmo caminho, menos confio em mim mesmo. É uma imensa falta de sabedoria que não nos permite ver que a ciência – na qual tanto os homens confiam – hoje ocupa o lugar de Deus e nos leva à morte. Na verdade, quanto menos a pessoa conhece a Deus, mais se fixa nos valores mundanos e passageiros, e mais confia em ídolos e líderes humanos, em guias, em psicólogos, em gurus, em magos, em bruxos, em falsos profetas, em cientistas e em conselheiros deste mundo podre, estes que levam para a morte da alma. Claro, seguir o conselho de um sacerdote santo, de uma pessoa iluminada e para Deus, isso é prova de sabedoria.
 
     Ora qualquer um pode perceber que o mundo tem poucos sábios, portanto, existem poucos que já fizeram este ato de entrega, real e profundo. Sim, a grande prova de entrega a Deus, de confiança, de fé, é demonstrada pela oração. Quanto mais a pessoa reza – falo de oração humilde, serena, calma, confiante e não oração angustiada, nervosa, obsessiva, exigente de resultados – mais ela passa a conhecer a Deus, e mais Nele confia. E isto se torna um vínculo profundo, tanto que, quanto mais a pessoa se entrega, mais como que se abisma em Deus, Nele penetra... e desaparece para si, passando a ser em Deus. Ó como é triste e vazio é não sentir o desejo de rezar! Aí de quem não reza hoje!
 
     E qualquer um pode observar que são poucos os que realmente conseguem tirar tempo para a oração serena, calma, humilde, tranqüila e confiante. E quanto menos a pessoa sente a necessidade de rezar, mais longe e mais distante está de Deus e do caminho que a Ele conduz e mais infeliz
é. E todo caminho que não leva a Deus, conduz às trevas e ao confinamento em si próprio. Conduz à depressão e ao stress moderno. Conduz à tristeza e à falta de perspectivas. Conduz ao desespero que pode levar à morte. Estes são, afinal, os caminhos de satanás, é dele que provêm todas estas coisas nefastas e destrutivas. Porque satanás nos odeia, e não quer que sejamos felizes. Assim, nós vamos pelos caminhos dele, seguindo as instruções dele, para o abismo dele.
 
     Vejamos então as coisas pela ótica de satanás. As pessoas vivem sempre atarefadas, mergulhadas num dia a dia cheio de compromissos, de trabalhos estafantes, que visam sempre um dos dois sentidos nefastos: Ou Ser, ou Ter! Ou seja: Lutam por diplomas, cursos, culturas, estudos, artes e coisas assim. Ora, o mesmo caixão que vê apodrecer um gênio em qualquer arte humana, ou ciência, também comporta o esqueleto de um mentecapto. É o mesmo, o fim do iluminado cientista, que se embarafusta no saber dos astros, que conhece todas as ciências, e o do vil pagão, ignóbil e escondido, que nem sabe o dia em que nasceu, mal conhece o próprio nome. O barro toma a ambos!
 
      Também os homens lutam por mandar, se sobrepor, suplantar, sufocar e oprimir. E é igualmente furiosa a busca da maioria das pessoas, não somente pelas altas posses, grandes riquezas, milionárias fortunas, mas até mesmo pela simples subsistência, na insana luta do dia a dia. Quer dizer, o homem cega-se e bestializa-se nesta estrada de dupla direção, sempre na ufana petulância de dizer: eu preciso ser isso, saber aquilo, entender daquilo, ou então fazer isso, conseguir aquilo ou ser dono daquilo. Ó insensatez imensa, causa de tantos e tão infindáveis dissabores. O túmulo retém somente aquilo que um homem foi para o mundo; para a eternidade sobe aquilo que o homem foi em Deus.
 
     Ora Deus nos pede apenas uma coisa nesta vida: Sejam crianças! Isso quer dizer: Sejam como crianças inocentes e absolutamente necessitadas Dele. Porque é das crianças o Reino dos Céus! E quem se faz criança de Deus, já vive um Céu aqui. De fato, não é preciso saber muitas coisas: somente o que Deus quer da nossa vida! Também não é preciso ser alguém importante: é preciso ser apenas criança para viver feliz com Deus. E vejam, criança não é nada, nem quer ser coisa alguma, não tem nada, nem quer ter coisa alguma: criança humana, precisa apenas do amor da mãe e do pai. Criança acredita cegamente no pai e na mãe, jamais questiona ou se revolta – falo de criança recém nascida! E nós também, os adultos deveríamos ser e agir assim: Sermos crianças de Deus. Só aí, seríamos realmente felizes!
 
     Vejam, nosso bom e Poderoso Deus, foi capaz de sustentar todo o seu povo no deserto, durante quarenta anos, sem que eles precisassem trabalhar. Quando faltava água, Deus mandava Moisés bater com o seu cajado num rochedo, e a água brotava dali. Quando faltava carne, Ele mandava codornizes, não uma nem duas vezes, mas sempre que fosse preciso e com fartura. E se a carne de codorniz já havia enjoado, vinham outros animais. Também o maná choveu abundante durante todo aquele tempo, e tinha sabor diferente para cada pessoa segundo seu gosto, até que os frutos da nova terra brotassem, só então parou. Deus só queria uma coisa de Seu povo: que ele o amasse! Que tivesse fé e acreditasse Nele!E confiasse Nele como um recém nascido! Que se deixasse conduzir como uma criança inocente! Que – por outro lado – não confabulasse contra Ele, que não se revoltasse, porque deste modo Ele se obrigava a castigá-lo.
 
     Agora pergunto: acaso Deus mudou? Ficou menos poderoso? Quem sabe a população cresceu demais, e agora os mananciais do Céu estão escassos, ou os celeiros do Eterno estão vazios? Não, ambos são infinitos e inesgotáveis. Ontem e hoje, ou daqui a milhares de milênios, tudo continuará repleto. Então por qual motivo falta água e falta comida? Porque os homens não são crianças nem confiam mais em seu Pai e Criador. Eles dizem: Eu faço, eu sou, eu mando, em tenho, eu prendo, eu arrebento, enfim, chamam
a si a posse e a produção das coisas, não querendo nem saber que sem Deus NADA são, nada mandam, nada têm, nada fazem, porque toda a força e poder e capacidade criadora vêm exclusivamente do Altíssimo.
 
     Ou seja, se os homens exclusivamente e amorosamente deixassem ao cargo de Deus, o Ser e o Fazer, e se fizessem NADA, eles teriam e seriam TUDO. Seriam donos do Universo! Eles nunca precisariam trabalhar, nem estudar, nem tentar ser coisa alguma, porque seriam TUDO em Deus. Porém, quando falo destas coisas, as pessoas chegam a ficar furiosas comigo, onde já se viu não trabalhar, não estudar! E complementam: Não vai ser nada na vida! Vai ser um mendigo e morar debaixo da ponte! Vai ser um peso morto para os outros! Vai viver comendo na mesa dos outros! Ora, só existem mendigos, só existem pobres, só existem esfaimados, só existem miseráveis porque a terra tem ricos, estudados, e doutores demais. Sim, e porque tem crianças de menos! Tem poucos homens de fé!
 
     Se desde Adão e Eva – que quiseram SER mais que Deus – tivéssemos optado por ser crianças de Deus, acham que haveria pobres? Casebres? Muquifos? Palafitas? Acham que haveria mendigos? Famélicos? Doentes? Mortos vivos? Acham que haveria bandidos? Corruptos? Ladrões? Acham que haveria analfabetos? Deserdados da sorte? Párias da sociedade? Acham que haveria sem terra? Sem teto? Sem justiça? Sem saúde?  Sem emprego? Acham que haveria pessoas tristes e infelizes? Stressados? Depressivos? Acham que haveria tantas doenças, dores e sofrimentos? Só se Deus fosse um mentiroso! Todas estas coisas existem no mundo, porque nós todos queremos ser sozinhos, sem Deus, queremos fazer tudo, sem Deus, governar o mundo e as pessoas sem Deus, em suma: viver sem Deus.
 
     De fato, bastaria um gesto apenas de boa vontade de todos os homens. Bastaria que todos eles, num só momento – digo apenas um minuto – fincassem os joelhos no chão em prece ardente e contrita, bastaria que eles confiassem em Deus por um minuto – digo todos eles – mas que agissem como crianças inocentes – por um minuto – e seria como acordar de um pesadelo, para adentrar no paraíso. Num átimo de segundo a terra inteira, e todos os homens, e todas as criaturas vivas e todo o Universo em peso, tudo que vive e se move, tudo o que existe em Deus, seria transformado pela Onipotente Vontade Criadora do Pai, e posto aos pés de suas amadas crianças, para uma eternidade de Amor, para um sem fim de alegrias, para um oceano de felicidade. Bastaria isto: um minuto de Fé! De uma fé inabalável de criança inocente! De um verdadeiro filhinho de Deus!     
 
     Já escrevi antes sobre os homens de fé e mostrei o quão difícil foi encontrarmos nem toda a história 10 homens ou mulheres de verdadeira fé, ao menos próxima da de uma Nossa Senhora. Pessoas que durante toda a sua vida, desde a mais tenra infância, demonstraram esta fé poderosa e forte, esta confiança inabalável em Deus, capaz de realizar milagres iguais aos de Jesus. E quando examino a vida destes baluartes, acabo definhando em consternação, porque percebo o quanto cada um de nós precisa ainda caminhar, para chegar até mesmo a um mínimo aceitável de confiança, quanto mais àquela fé completa, àquela fortaleza interior inabalável que nada quebranta ou derruba.
 
     Felizmente, o dom da Fé, da confiança em Deus, não precisa ser necessariamente um dom inato. Ele pode ser adquirido com a perseverança e a tenacidade, de forma moldar como na rocha um firme sustentáculo da própria personalidade. Mas, tal como outros Dons do Espírito de Deus, também este – e talvez mais que os outros – exige de nós um perfeito abandono nas mãos poderosas de Deus. Nele não existem meias medidas nem meio confiar: com Deus, ou é tudo, ou é nada! Este exercício supremo de esforço, não se consegue num só dia, nem num só ano de vida. Ele deve ser confirmado e moldado na dureza do dia a dia, no abandono confiante nas mãos supremas do Criador. Não com o fingido engano de quem nada faz e tudo espera gratuitamente, mas com a plenitude de quem faz, continua e fielment
e a sua parte diminuta, na certeza de que Deus jamais o irá abandonar, mesmo que a obra pareça impossível.
 
     Para isso, então, é preciso somente uma coisa: saber o que Deus quer de cada um de nós! De fato, não é preciso que saibamos muitas coisas, mas sim, que saibamos qual a vontade de Deus para nossa vida. Noutro capítulo devo comentar isto – quando iremos falar na montanha do “corrigir-se” – a grande maioria das pessoas jamais consegue descobrir o que Deus quer dele, porque fecha, lacra e veda seu entendimento para a Voz Dele, a nos chamar continuamente para a missão que Ele nos quer confiar. Milhares há que sabem o que Deus quer deles, mas ou não gostam da missão, ou querem coisa melhor, ou se acham incapazes de executar aquilo que Deus lhes pede, mal sabendo que Aquele que dá a missão, também ajunta a fortaleza para executar a obra.
 
     Pessoalmente eu já disse que não sou um exemplo de fé e lamento. Entretanto peço perdão se mais uma vez uso a minha experiência para servir de contraponto. Sempre tive o sonho de poder mandar todos os nossos livros gratuitos, com frete pago, para que os nossos grandes divulgadores não precisassem pedir nada por eles. Embora tivéssemos sempre conseguido – pelas mãos de Nossa Senhora – produzir livros super baratos, mesmo assim existem milhares de pessoas que não conseguem nem ter um real de sobra para pagar um livro, quanto mais dois ou três. Mas se trata de um volume assustador, de mais de 250 mil livros, num valor de no mínimo 300 mil reais. E durante três anos tentei controlar os pagamentos, mandando em confiança sim, mas verificando mensalmente os volumes de entrada e saída. Mas isso me tomava um enorme tempo, e somente com uma estrutura lenta e cara, envolvendo funcionários e custos altos, nós conseguiríamos.
 
     Então chegamos ao início do ano 2000, quando estávamos num beco. Não havia condição de saber quem pagava ou não. Ou pessoas telefonavam que há anos haviam esquecido de pagar. Outros atrasavam enormemente os pagamentos. Ou pior, alguém nos vinha dizer que já devia 2.500 livros e ainda não tinha conseguido pagar e continuávamos mandando. Ora, isso significava que “alguém” estava bancando, porque nosso lucro é zero e menos, é abaixo de zero. Então o caminho era reciclar-se: Era Confiar! Então fizemos a experiência! E nunca mais perguntamos a alguém se ele havia quitado, ou se ia pagar e quando. Nunca mais tivemos falta de nada! E nunca mais teremos falta de nada! Porque existe uma obra e esta obra exige um custo. Se o Senhor pede esta obra, Ele próprio supre as necessidades.
 
     Noutro dia, ainda, Nossa Senhora disse em mensagem, que “o Pai está cansado” destas campanhas de pedir dinheiro, referindo-se à obras que pedem volumes financeiros enormes todos os meses e que perdem nelas um tempo enorme de evangelização. Falo da Canção Nova e da TV Século 21 entre outras. Jamais para criticar sua estupenda obra e sim para enaltecer. Entretanto, a solução financeira definitiva, não vem para nenhum de nós por causa da nossa falta de Fé. Acreditem é só isto: falta de acreditar em Deus! Se a Obra é efetivamente Dele, o recurso financeiro dela virá perfeitamente Dele. Este é apenas um exemplo de onde erramos em não confiar.
 
     Aí alguém poderia perguntar: então devemos deixar tudo nas mãos de Deus e Ele que se vire? Não! Falta fazer a nossa parte! Acaso Deus não é o dono de todas as riquezas da terra? Acaso não existem empresários católicos realmente ricos todos donos de fortunas milionárias, e que poderiam ser tocados facilmente pelo poder de Deus? Acreditem, falta fé, e falta confiança, falta verdadeiro amor a Deus, embora eu não possa avaliar a profundeza do amor dos responsáveis por estas obras, nem o nosso. O que sei, é que falta confiar e começo por mim! E se o recurso não vier para a obra, é porque ela não foi pedida por Ele e não Lhe faz sentido. Se as pessoas tiverem que vender propriedades necessárias, ou contrair nos bancos empréstimos a juros elevados, para financiar estas obras, é porque não ouvimos o Seu Coração, para saber
de fato o que Ele queria de nós.  
     
     Quem leu o livro do São Frei Pio, soube que ele construiu um dos maiores hospitais da Europa, ainda hoje referência médica em todo o mundo e que emprega milhares de médicos. Pois ele apenas demonstrou o seu desejo de construir este hospital, jamais pediu um tostão sequer para a obra. E o dinheiro veio de todas as partes do mundo e de tal forma que apenas um homem lhe doou 300 milhões de dólares. E mesmo tendo o governo italiano lhe seqüestrado 2/3 deste dinheiro, a obra foi feita e continua de pé e dando frutos. Que é isto senão uma Obra de Deus, mantida por Deus? E por qual motivo com as outras não acontece igual? Falta de fé! Falta de confiança em Deus.
 
     Mas, como dissemos acima, não devemos desanimar porque a fé se conquista no dia a dia, no correr do tempo, pela persistência e pela tenacidade, forjando-se e moldando-se como ferro em brasa nas mãos do Criador. É preciso buscar isso todos os dias, porque nós iremos precisar dela. Somente quem tem fé, quem confia, quem se coloca inteiro nas mãos de Deus poderá enfrentar a tempestade que vem. E atenção porque um grande sinal está próximo, ver mensagem 207 ao Cláudio, datada de 24 deste mês. Não devemos ter medo, é o que a Mãe nos pede. Medo é outra prova de falta de fé.
 
     Enfim, só posso dizer que é maravilhoso aprender a confiar em Deus. É maravilhoso pelo menos começar, porque é incrível perceber as mãos do Senhor conduzindo tudo, sem que a gente precise despender grandes esforços. E é alegria para a gente ver a obra fluindo, e mesmo que o recurso não seja tão expressivo, ou de sobra, dá sempre no limite exato e vem sempre no momento oportuno. E assim, cada obra pedida por Deus vai sendo executada e assim cada família ou pessoa que se entrega confiante a ele, têm suprido todas as suas necessidades. Deus pediu, Deus construiu, Deus proveu e provê,  e bendito seja Seu Santo Nome. 
 
     Quantos passos você já deu em sua caminhada? A que altura você já está da grande Cordilheira da confiança plena em Deus? Ou ainda está no abismo? Então pergunto: Você está cansado? Você passa fome? Você não tem emprego? Você não tem saúde? Você é infeliz? Você é triste? Você está estressado? Está com depressão? Sua família vai mal? Então é porque você cresceu demais para o mundo e deixou de ser a criança de Deus que deveria ser. De fato, crianças não fazem milagres porque não conhecem a Deus. Ele, porém, as conhece e por elas é capaz de mover terra e céus! “Deixai vir a Mim as criancinhas, porque delas é o Reino dos Céus”.
 
     Se nós, adultos, que sabemos que Deus existe, nos fizéssemos crianças de verdade e humildes, amorosamente nos prostrássemos aos pés do Grande Pai – como crianças recém nascidas –  Ele colocaria o Universo inteiro aos nossos pés! Como somos incapazes de entender isto, o mundo nos coloca de joelhos e nos mantém como escravos.
 
Eis por que todos sofremos: Falta de confiança em Deus!
Distância de Deus!
 
Aarão


 
 
 

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