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12/03/2007
Confiança
 
Montanha - Confiança
12/03/2007 22:08:06
Montanha - Confiança

2070227 CONFIANÇA

Sinto que devo voltar a falar sobre este assunto: a confiança! Na medida em que vemos as coisas se deteriorarem no mundo, também na Igreja – e principalmente em nossa querida Igreja Católica – é visível também a apreensão que se abate sobre nossos amigos, até mesmo aqueles que a gente julgava já vacinados contra a tribulação. Não restam dúvidas de que, olhando as Sagradas Escrituras e nelas buscando os versículos que se referem ao nosso tempo, dá sim um friozinho na barriga, porque são explosivos, e irão levar à morte bilhões de seres humanos. E isso assusta.

Mas neste sentido, a primeira força que devemos buscar é no exemplo de Maria, e isso fica muito bem sintetizado na Via Sacra de Maria, que estamos rezando na anistia da redenção. O exemplo dela é assustador, e chega-se ao ponto de pensar que ela nem tinha sentimento. Sim, porque qualquer mãe normal, vendo o seu filho sendo conduzido para o matadouro daquela forma brutal, certamente entraria em pânico, se desesperaria, gritaria até morrer ou se esvairia em dores e lágrimas. Ela, entretanto, confiava no Pai, aceitava Sua vontade e raríssimos suspiros saíram de sua boca. Como entender isso? Quem iria acreditar que aquela era a vontade de Deus? Quantos de nós blasfemaríamos contra Ele?

Sim, ela havia sido preparada pelo Pai Eterno desde sempre para aquela dolorosa parte de sua superior missão. Já por ocasião da apresentação do Menino Jesus no Templo o velho Simeão havia predito que “uma espada de dor atravessaria a sua alma” e, portanto ela tivera uma vida para se preparar. Mas nem isso explica o heroísmo desta Mãe excepcional, que confiava em Deus, confiava na Ressurreição de seu Filho, e sabia que aquela era a vontade do Pai. E de seus lábios não saiu uma só reclamação, um só lamento que não fosse totalmente conformado.

Bem, seguramente nenhum outro ser humano, nenhuma outra mulher na terra deve de passar por tamanho sofrimento. Certamente também, nenhum ser humano qualquer poderia passar por tal situação, sem entrar em pânico. Assim, este é um caso único e é, portanto extremo, entretanto sinaliza para o quanto se deve caminhar ainda para termos esta confiança absoluta, inarredável, inquebrantável, capaz de mover o coração do próprio Deus. Não é impossível, assim, que tenhamos pelo menos uma centelha dele, embora, dada a nossa fraqueza natural, é-nos impossível chegar aonde Maria chegou.

Mas na história dos santos, há milhares de exemplos edificantes, e por isso mesmo a gente sempre tem pedido ao leitor, mesmo o mais apressado e distraído, que não deixe de diariamente clicar no “santo do dia”, e ver qual a lição que poderemos aprender dele. Nós precisaremos destes exemplos adiante, e já precisamos hoje, por que nosso coração vacila, nossas pernas tremem, e nossa alma se angustia já a simples sibilar de uma rajada de vento, um raio que estala ou um trovão que ribomba. E se tal já acontece com uma coisa tão simples e normal, que acontecerá quando se abrir o infinito em fúrias?

Mas veja que a palavra nos conforta como está em Jó 4, 3 “Eis: exortaste muita gente, deste força a mãos débeis, tuas palavras levantavam aqueles que caíam, fortificaste os joelhos vacilantes. Agora que é a tua vez, enfraqueces; quando és atingido, te perturbas. Não é tua piedade a tua esperança, e a integridade de tua vida, a tua segurança? Lembra-te: qual o inocente que pereceu? Ou quando foram destruídos os justos?” Terá algum outro homem demonstrado tanta confiança em Deus como Jó? Acaso foi ele confundido?

Na realidade o ato de confiar em Deus começa com o entendimento da nossa vida, de que fomos criados por Deus e de que não conseguimos sequer sorver um pouco de ar sem o consentimento e o conhecimento Dele. Este mistério de proximidade e dependência é estupendo, e infelizmente não entendido por quase ninguém. Ninguém faz nada por si, sem que Deus o inspire e o ajude. Ninguém dá um só passo adiante, sem que Ele nos dê forças. Deste modo
nada nos pode tocar, atingir ou molestar sem que isso esteja no plano de Deus para nós e devemos saber que este plano contribui sempre para nosso bem.

Ou seja: ninguém está sozinho, Deus é sempre presente, mesmo que se não O queira! Sem Ele, nós simplesmente desaparecemos. Ninguém faz nada sozinho, sem que Deus o permita, mesmo que às vezes não aprove. Desta forma o primeiro passo da confiança, é entender esta nossa nulidade plena e absoluta! O segundo é entender que sozinhos, não conseguimos fazer nada por nós mesmos! O terceiro é entender que NADA nos atingirá, sem que Deus o saiba e permita. Ou seja: todas as atitudes que nós tomarmos hoje no sentido de nos proteger fisicamente, tipo esconder-se em refúgios ou buscar localidades distantes para fugir das tribulações, tudo isso é bobagem. O lugar de cada um é sua casa!

Isso quer dizer que devemos confiar plenamente em Deus, como está dito em Isaías 15, 15: “Porque aqui está o que disse o Senhor Deus, o Santo de Israel: É na conversão e na calma que está a vossa salvação; é no repouso e na confiança que reside a vossa força”. Uma palavra bem clara, e mesmo cristalina. O caminho da calma é aquele que passa pela conversão. Se uma pessoa estiver realmente convertida, estará conformada com tudo que vem, e não lamentará jamais nada deste mundo que se esvai. Que se vai e é bom que assim seja! Pois já não é sem tempo! Muitas vezes o pânico, o medo que se abate sobre alguns, se deve ao fato de que ainda não fizeram aquela boa confissão, com perfeita revisão de toda a sua vida. Então o que dá medo não são os eventos futuros, mas sim os pecadinhos que ainda atrapalham sua vida. Trata-se de uma chamada do Espírito Santo.

Um dos fatores que mais fortemente atribula a vida das pessoas acontece devido ao apego aos bens materiais. Pessoas que construíram certo patrimônio, que tem certo padrão de vida, conquistado às vezes entre mil sofrimentos, e não querem aceitar, em nenhuma hipótese, que agora percam isso. Às vezes nem precisa ser grande coisa, mas uma casa própria, um apartamento, um carro novo. Entretanto, isso poderia até ser compreensível naqueles que recém começam a compreender os sinais dos tempos, mas nunca com aqueles que já sabem disso desde muito tempo.

Temos ainda a conquista de títulos, de bons salários, entre outros elementos que foram conseguidos com muita luta, e até um casamento recente, um noivado, um namoro gostoso, tudo isso gera apegos exagerados, que geram medos e sofrimentos. Uma jovem, que passara 25 anos de sua vida sofrendo, nunca tinha arrumado um namorado, quando leu o livro Mateus, queria me esganar. Ficou mais de uma hora ao telefone bradando contra mim e contra Deus, querendo que eu lhe dissesse que tudo aquilo era mentira, que não iria acontecer, “justo agora que minha vida toma rumo”. E dizia: Deus não pode fazer isso comigo! E quem falou que ela iria morrer? Nada a consolava!

Em verdade, tudo o que tiver que vir, virá e isso quer nos agrademos ou não. Podem espernear, gritar, blasfemar, zombar, ridicularizar e fazer pouco caso, não importa. Mais dia, menos dia um dilúvio de fogo cairá sobre este mundo pecador que segue infrene rumo ao abismo, e Deus intervirá antes que chegue ao fundo. Podem correr como gazelas, podem voar como balas de fuzil que não adianta. Se você se esconder no topo dos montes ou se refugiar no fundo dos oceanos, ou no antro mais profundo da terra, lá o Juiz te irá buscar, pois chega a hora da prestação de contas. Da retribuição ou da cobrança! Será isso o que mete tanto medo nalguns?

Vejo que o fato que mais amedronta a nossa gente – falo das pessoas que participam do Movimento Salvai Almas – se refere à conversão de sua família, seus filhos, maridos e até esposas, pois não são somente filhos e maridos que não se convertem, mas sim mães. E lhes posso dizer que a parada destes maridos é muitas vezes pior que as das mães, que são a maioria das que sofrem. E tantos me escrevem ou telefonam, em quase pânico, vendo estas mensagens cada vez mais fortes e este troar do mundo que ameaça gu
erras, e que vive sendo abalado por catástrofes. Afinal, qualquer coração minimamente ligado em Deus, sentirá que assim não dá mais e que Deus precisa – e vai – intervir.

Mas mesmo isto – a questão do retardamento das conversões – não justifica o pânico de algumas pessoas, porque muitas vezes este é um ardil de satanás. Ele fica batendo nesta tecla seguidamente, deixando as pessoas apavoradas. Isso porque uma pessoa em pânico não tem condições de raciocinar com perfeição, e poderá cometer desatinos. E vir a desanimar. E é isso que ele quer. E quer mais, quer que as pessoas vivam angustiadas, atribuladas, porque assim facilmente poderão duvidar de Deus, e de Sua misericórdia. Sim, no que se constituiu no gravíssimo pecado contra o Espírito Santo.

É preciso ter em mente, sempre, que antes mesmo de emitirmos um pedido em oração para Deus, Ele já sabe o que iremos pedir. E se já sabe, não é preciso que repitamos este pedido muitas vezes, embora a insistência também seja válida, porque cumpre passagem do Evangelho. Mas a renovação do pedido, não deve ser feita com o sentimento de que Deus não ouviu suas preces, ou porque suas orações são “fracas”, ou porque sua fé é pequena, e sim com a confiança sempre crescente de que a graça pedida acontecerá, tanto mais se ela é voltada para a salvação das almas.

Meditando sobre o assunto destas tribulações que chegam, e lendo e sintetizando esta avalanche de profecias que nos fazem embocar neste tempo final, percebo que se trata de algo tão assombroso, tão arrasador, tão acima de nossa diminuta capacidade e fortaleza, que é ridículo querermos reagir e agir sozinhos. Em verdade, somos – cada ser humano – um simples grão de pó, sendo varrido pelos ventos deste planeta. E pergunto: acaso adianta um grão de pó revoltar-se contra o furacão que o movimenta?

Sim cada grão de pó será movimentado deste planeta, seja ele de matéria inanimada, seja de matéria viva. Seja animal irracional, seja pessoa humana. Uns cairão nos abismos, outros afundarão nos mares, uns serão arrebatados antes do turbilhão, outros serão metidos no olho da tempestade. Uns morrerão de pânico, outros nunca amarão tanto a Deus como naqueles dias. Não importa o que será feito de cada um de nós! O que importa saber é que nada podemos contra esta força inaudita. Sim, desde que tenhamos confiança plena em Deus, que sempre fará, para cada um de nós, o que for melhor.

Por isso, vejam este canto de fortaleza e alegria que está em Isaías 35, 3: “Fortificai as mãos desfalecidas, robustecei os joelhos vacilantes. 4 Dizei àqueles que têm o coração perturbado: Tomai ânimo, não temais! Eis o vosso Deus! Ele vem executar a vingança. Eis que chega a retribuição de Deus: ele mesmo vem salvar-vos. 5 Então se abrirão os olhos do cego. E se desimpedirão os ouvidos dos surdos; 6 então o coxo saltará como um cervo, e a língua do mudo dará gritos alegres. Porque águas jorrarão no deserto e torrentes, na estepe”. Precisa dizer algo mais?

A Palavra diz: eis que chega a retribuição do vosso Deus! Esta retribuição virá e será tão mais abundante e plena, quanto maior for a confiança depositada nAquele que é o Senhor de todos os movimentos e para o qual mesmo o maior dos bólidos que vagueia pelo espaço infinito, é também ele como um mísero grão de areia. E se o Senhor nosso Deus é nosso Criador, se pertencemos a Ele, por qual motivo nos revoltarmos contra as angustias deste tempo se elas são frutos apenas da loucura humana, daqueles que pensam poder viver sem Ele? Em verdade, todo este caos previsto nas Escrituras se deve exatamente a aqueles que tencionam livrar-se de Deus, como já o fizeram os maus anjos.

E diz também, “tomai ânimo... Robustecei os joelhos vacilantes!” É preciso deixar estas angustias de lado, colocar bem gravado em nossa mente que na hora oportuna virá para nós o socorro divino, e deixar Deus agir livremente, para nosso bem e de nossos filhos. Jesus nos disse certa vez que “Deus não gosta dos lamuriantes”, dos que vivem sempre ansiosos e preocupados com o que lhes pode acontecer fi
sicamente, e com seus familiares. Isso consta dos Evangelhos, sobre as preocupações da vida, e Jesus disse que tudo isso é coisa de pagãos. Ou seja, de gente que não confia no seu Deus.

Mas veja como Ele continua nos animando pela voz do profeta Isaías, 57 13-15: “Aquele, porém, que contar comigo herdará a terra, e possuirá meu monte santo. (Será dito:) Abri, abri a estrada, aplanai-a! Retirai do caminho de meu povo todo obstáculo! Porque eis o que diz o Altíssimo, cuja morada é eterna e o nome santo: Habitando como Santo uma elevada morada, auxilio todavia o homem atormentado e humilhado; venho reanimar os humildes, e levantar os ânimos abatidos”. Deus avisa claramente: aquele que confiar Nele herdará a terra. Basta confiar Nele e isso se faz elevando o ânimo dos corações, abrindo na face um sorriso, porque nada podemos contra o inevitável. O Pai em breve agirá, pois nos confirma isso na seqüência deste texto:

Isaías 16 “Realmente, não desejo controvérsias sem fim, nem persistir sempre no descontentamento, senão o espírito desfalecerá diante de mim, assim como as almas que criei. 17 Por causa do crime de meu povo me irritei um momento; feri-o, dando-lhe as costas na minha indignação, enquanto o rebelde agia segundo sua fantasia. 18 Vi sua conduta, disse o Senhor, e o curarei. Vou guiá-lo e consolá-lo, 19 vou fazer assomar aos lábios dos aflitos a ação de graças. Paz, paz àquele que está longe e àquele que está perto. 20 Mas os ímpios são como um mar encapelado, que não pode acalmar-se, cujas ondas revolvem lodo e lama. Não há paz para os ímpios, diz meu Deus”.

Sim, hoje o rebele, o anjo rebelde e o homem rebelde que o segue, agem em todo mundo de acordo com sua fantasia. Hoje recebem poder e força de agir para agigantarem esta avalanche de rebelião contra o Altíssimo, e tantos imaginam que poderão vencê-lo. Esta velha história já teve um epílogo vergonhoso na derrota dos anjos, e terá outro igual, ainda mais vergonhoso agora, quando perecerão junto os ímpios, este mar encapelado, estes antros de podridão que corrompem a terra e a fazem feder em toda sua extensão. Para estes nunca haverá paz, pois a eles o eterno tormento, o lago de fogo. Felizmente, até o fim, serão poucos os que se obstinarão em sua teimosia. Ai deles! Pobre infelizes!

Porque restará um povo pequeno e justo, para um Reino de Eterna Justiça. E mais uma vez o Senhor nos conclama através de Isaías 26 2 “Abri as portas, deixai entrar um povo justo, que respeita a fidelidade, 3 que tem caráter firme e conserva a paz, porque tem confiança em vós. 4 Tende sempre confiança no Senhor, porque o Senhor é o rochedo perene. 5 Ele derrubou os que habitavam nas alturas e destruiu a cidade soberba; derrubou-a por terra e ao nível do chão a reduziu. 6 Ela é calcada aos pés pela plebe, sob os passos dos indigentes. 7 O caminho do justo é reto; vós aplanais a senda do justo. 8 Seguindo a vereda de vossos juízos, Senhor, nós vos esperamos; por vosso nome e vossa memória nossa alma aspira”.

Quem se deve preocupar então, são apenas os injustos, os maus, os celerados. Eles que devem tremer as pernas! Eles que não têm sossego nesta nem terão na outra vida, caso não se convertam. Se eu encontrasse um só texto nas Escrituras que dissesse para as pessoas de bem ficarem preocupadas, tudo bem, mas isso não existe. Em verdade, todos deveriam ler os últimos capítulos do Livro de Isaías, que são um verdadeiro hino de enaltecimento, voltado à Nova Terra, onde finalmente habitará a justiça.

Falando em Nova Terra, quero usar as últimas páginas deste texto para lembrar ao todos deste Reino que vem, e dizer que não acreditem em qualquer teólogo, qualquer um que se diga entendido, tenha ele a cultura que tiver, que negue a vida do Reino de Jesus, e ainda nesta terra. Tenho escutado absurdos, de gente fanatizada, completamente cega neste aspecto, que não consegue perceber o extraordinário desta passagem.
Falam eles que haverá um dia um Julgamento final, e então Deus irá fulminar a terra, acabando com a raça humana. Meu Deus, quanta cegueira! Si
m, porque inumeráveis passagens das Escrituras não teriam sentido algum, se não houvesse este reino futuro, e terreno, com Céu unido a Terra, que será um quase Céu. Em verdade tudo começa no Gênesis e no Paraíso que foi criado por Deus para nossos primeiros pais, e que nos pertence. Se Deus tivesse criado este paraíso e destinado ele a apenas poucos anos de vida, teria falhado redondamente em Seu plano. Mas quando Ele lançou a promissão a Adão, fez um voto eterno, e este voto se estende até os dias de hoje.

Ora, Adão passou da condição de santidade para o pecado, e com ele desmereceu o paraíso, que continua sendo guardado algures pelos anjos. Nós somos herdeiros dele e esta geração que hoje vive, e que tiver a graça de passar viva pela tribulação que vem, herdará o paraíso, agora, de certa forma por mérito, porque terá então passado a primeira condição, a do pecado, para a vida terrena de santidade plena. Isso acontecerá quando for expulso daqui da terra, e para sempre, o Rebelde, o anjo negro e teimoso, ele e todos os seus comparsas. E uma vez ele sendo expulso daqui, haverá paz, e para todo o sempre.

Como está dito em Miquéias 4, 1 “Acontecerá, no fim dos tempos... 3 Ele será árbitro de numerosas nações e juiz de povos longínquos e poderosos. De suas espadas forjarão arados, e de suas lanças, foices; uma nação não levantará mais a espada contra outra, e não se exercitará mais para a guerra”. Quando foi em todos os tempos que os homens fizeram isso, se sempre o que buscaram foi mais armas e sempre mais mortais? Sinal de que um dia virá! Quando? No fim dos tempos! Hoje! Mais...

Isaías 2, 2 “No fim dos tempos acontecerá que o monte da casa do Senhor.... 4 Ele será o juiz das nações, o governador de muitos povos. De suas espadas forjarão relhas de arados, e de suas lanças, foices. Uma nação não levantará a espada contra outra, e não se arrastarão mais para a guerra”. Quando é que o Senhor foi governador de muitos povos – e se são povos são desta terra – e quando as nações deixaram de se armar umas contra as outras? Sinal de que virá, e virá em breve! Mais...

Baruc 2, 33 “Ante a lembrança do destino de seus pais que pecaram contra o Senhor, renunciarão às suas obstinações e ao seu perverso proceder. ... 35 Com eles estabelecerei eterna aliança; e serei o seu Deus, e eles serão o meu povo. E jamais expulsarei Israel, meu povo, da terra que lhe outorguei”. Se Baruc profetizou antes da dispersão do povo judeu entre todas as nações, isso quer dizer que a profecia desta aliança eterna, viria depois disso, quando o Senhor os trouxesse de volta, como inúmeras passagens das Escrituras o atestam, e já aconteceu. Ou seja, esta aliança é para aqui, agora, e nesta terra. Mais...

Joel 4, 10 “Os vossos arados, transformai-os em espadas,e as vossas foices, em lanças! Mesmo o enfermo diga: Eu sou guerreiro! 11 Depressa, nações! Vinde todas: reuni-vos de toda parte! Ó Senhor, fazei descer ali os vossos valentes! 12 De pé, nações! Subi ao vale de Josafá, porque é ali que vou sentar-me para julgar todos os povos ao redor”! Sim, tudo isso acontecerá depois do Juízo Final, que acontecerá no fim destas tribulações e não mas haverá outro Julgamento, porque os povos andarão na justiça, na retidão e nunca mais se revoltarão contra Deus. Mais...

2ª Coríntios, 16 “Como conciliar o templo de Deus e os ídolos? Porque somos o templo de Deus vivo, como o próprio Deus disse: Eu habitarei e andarei entre eles, e serei o seu Deus e eles serão o meu povo (Lv 26,11s). 17 Portanto, saí do meio deles e separai-vos, diz o Senhor. Não toqueis no que é impuro, e vos receberei. 18 Serei para vós um Pai e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor todo-poderoso” (Is 52,11; Jr 31,9). Quando é que um dia o Senhor esteve diretamente e visível em nosso meio. Quando é que viveu no meio de nós como um Pai, de maneira visível? Jamais isso aconteceu, sinal de que virá, e isso deve ser motivo de nossa alegria, de nossa festa, e não de nossas desconfianças. Mais...

Jeremias 24, 7 “Dar-lhes-ei um coração capaz de conhec
er-me e de saber que sou eu o Senhor. Eles serão o meu povo, e eu serei o seu Deus porque de todo o coração se voltarão a mim”. Nunca, até hoje, o coração de toda a humanidade se voltou inteiramente para Deus. Por qual motivo Ele colocaria tantas promessas iguais nas Escrituras, se fosse para não cumpri-las? Povo de Deus é povo que reside na terra, porque no Céu não existem povos nem raças ou nações. E se este povo que restar daqui será um povo de santos, certamente que Deus sim, estará no meio deles, como estava com Adão no Paraíso. Mais..

Ezequiel 37, 26 “Concluirei com eles uma aliança de paz, um tratado eterno. Eu os plantarei e multiplicá-los-ei. Estabelecerei para sempre o meu santuário entre eles. 27 Minha residência será no meio deles. Eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo. 28 E as nações saberão que sou eu, o Senhor, quem santifica Israel, quando o meu santuário se achar constituído para sempre no meio do (meu) povo”. Quando é que Deus algum dia já morou em nosso meio, a não ser pela presença espiritual, falo então da presença visível? E Ele diz que este santuário será para sempre, ou seja, nunca mais haverá rebelião, nem jamais Deus se afastará do meio do seu povo. Mais...

Isaías 65, 24 “Antes mesmo que me chamem, eu lhes responderei; estarão ainda falando e já serão atendidos”. Onde, alguma vez isso já aconteceu na terra, de um Deus servindo diretamente o seu povo, não mais de forma invisível como nos 40 anos do deserto, mas sim, agora visível, porque no meio de um povo santo, de uma raça eleita. E como Isaías descreve em todo este capítulo fantástico, nunca mais haverá dor, nem choro, nem lágrimas, nem morte repentina ou prematura, porque não haverá mais morte. Como se poderá dizer que Jesus venceu a morte, se não houver um tempo, ainda na terra, em que isso não mais acontecerá? Mais...

Daniel 7, 13 “Olhando sempre a visão noturna, vi um ser, semelhante ao filho do homem, vir sobre as nuvens do céu: dirigiu-se para o lado do ancião, diante de quem foi conduzido. 14 A ele foram dados império, glória e realeza, e todos os povos, todas as nações e os povos de todas as línguas serviram-no. Seu domínio será eterno; nunca cessará e o seu reino jamais será destruído”. Isso fecha com chave de ouro e diz tudo. Aqui temos a figura de Jesus, que recebe a chave de Pedro, nosso ancião de muitos anos, e passa Ele a reinar sobre todos os povos, que nunca mais deixarão de andar na luz. E haverá um spo rebanho e um só pastor! Onde? Aqui na terra! Não se trata de algo imaginário, de faz de conta, mas algo real, físico, com belezas extraordinárias e sem fim, que formarão o novo Paraíso, que transformará a terra inteira num jardim. Eis o povo de Deus!

Desta forma, e sabendo disso tudo, sabendo que tais maravilhas estão destinadas aos que passarem pela tribulação, aos que lavarem suas vestes no Sangue do Cordeiro, e que por direito conquistarão e herdarão tudo isso, como ter medo? Como não confiar em Deus que nos promete tantas vezes estas delícias, que são destinadas aos que permanecerem fiéis até o fim? Para eles e seus filhos, porque não poderá haver alegria nos pais se junto com eles não sobreviverem os filhos, nem alegria nestes se seus pais faltarem. Deus é fiel e jamais enganou, então a nossa palavra chave é: confiança!

Ou seja: o projeto de Deus para o homem, somente será concluído quando acabar em perfeição, porque o homem é a mais bela obra desta criação. Seria um desastre que Deus nos recolhesse a todos desta terra, sem consumar sua obra em perfeição, Céus e Terra unidos num só.

E como ensina o nosso Catecismo em 1044: será a morada de Deus entre os homens. Então será aqui nesta terra, sem morte, sem clamor, sem gritos, sem luto! Sim, porque as antigas coisas se foram (Ap 21, 4). Quem confia em Deus vive já esta felicidade!
Arnaldo


 
 
 

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