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FAMÍLIA, FUNDAMENTO DA SALVAÇÃO
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06/10/2016
Almas mortas ainda em vida
Se não há sacrifício morre a alma. Muitos comungam espiritualmente mortos, sem ter participado no Sacrifício.
 

As almas mortas ainda em vida

Fonte > http://romadesempre.blogspot.com.br/2016/07/as-almas-mortas-ainda-em-vida.html?m=1

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(O papel fundamental da missa nova de Paulo VI na destruição da alma e espiritualidade. Muitas dessas celebrações parece mais um salão de festa em nada lembrando o que de fato, ocorre ali; a renovação do Santo Sacrifício)

Queridos irmãos, muitas almas que vão à Santa Missa e recebem a comunhão com frequência, almas boas, com boas intenções, vivem sem ver a Deus vivo sem reconhecer-Lhe. Eles vão à missa, mas não lhe reporta nada espiritualmente; Eles estão vazios em sua vida interior.

O vazio dessas almas é o vazio das próprias Missas que assistem, desprovida de todo o sagrado, o cerimonial, o tradicional, da própria realidade do Sacrifício. Estas almas participam na verdade de um teatro. A mesma frieza da cerimônia e do celebrante contagia os fiéis, levando suas almas à tibieza. Já não veem a Deus. Muitas almas quer que acabe depressa o teatro, se cansam se dura mais do que o habitual; não poucos sentem que não vai com eles, mas assistem se a coisa for rápida.

Se não há sacrifício morre a alma. Muitos comungam espiritualmente mortos, sem ter participado no Sacrifício; basta ter chegado a tempo de receber a Comunhão; ou bem estavam ausentes durante a Missa, ou bem participaram de um teatro, uma simples ceia.

Quanto dano aos fiéis, às suas almas, à fé na presença real de Cristo na Eucaristia, a Sagrada Comunhão na mão, própria de uma ceia, uma refeição. Não me toque - Noli me tangere - disse o Senhor a Maria Madalena depois da Ressurreição; mas como lhe tocou, ela beijou seus pés, lavou-os com suas lágrimas e os enxugou com os seus cabelos antes de Sua Sagrada Paixão. Após o Calvário, apenas as mãos consagradas do sacerdote toca o Senhor. A Sagrada Comunhão na mão, de pé, a ausência do Santo Sacrifício, termina secando a vida interior das almas, deixando-as mortas em vida.

A falsa participação dos fiéis na Missa, seu ativismo nela, está na linha de desvalorização do Sacrifício, de sua anulação, da participação na assembleia que se reúne para qualquer coisa exceto viver o Calvário.

Mas a verdadeira participação dos fiéis nos ensina a tradição, a Santa Missa tradicional. É a participação da Santíssima Virgem ao pé da Cruz, de São João, de Maria Madalena. Eles participaram contemplando o Senhor enquanto o crucificaram. O Senhor abriu os olhos e viu sua Mãe Santíssima e o discípulo amado e se sentiu confortado, porque os via participar de sua Paixão, de suas dores. Eles participaram como exigia o momento, olhando para o Senhor e se juntando a Ele em suas intenções.

Participar da missa é ajudar o Senhor, é para se juntar às suas intenções, é para acompanhá-lo ao pé da cruz, é sofrer com ele compartilhando a sua dor. Isso faz parte do Santo Sacrifício. Para participar é estar no silêncio da cruz, que é recolhido em oração diante do sublime momento da transubstanciação. Quando não há respeitoso silêncio, é errada a participação frenética dos fiéis. Mas é assim porque participam de uma assembleia ou reunião, mas não do Sacrifício de Jesus Cristo.

Estamos imersos na maior crise da história da Igreja por um motivo que não foi dado anteriormente: a negação do Sacrifício do Calvário. Realmente não foi uma reforma litúrgica, mas uma verdadeira destruição da tradição. Tem-se pretendido uma verdadeira abolição da Santa Missa tradicional para não deixar-lhe a menor lembrança. Enquanto nas paróquias são permitidos todos os tipos de aberrações litúrgicas, ao mesmo tempo, para a Santa Missa tradicional, têm-se absoluto desprezo. Abrem-se as portas para a ofensa, ao vulgar e profano, espirituoso, e fecha para a reverência ao santo e a milenar tradição.

Quantas almas já mortas em vida, que já não vivem a santidade do Santo Sacrifício, que nem o conhece. Acostumados ao momento criativo do dia e à reunião da comunidade, os fiéis se alimentam do vazio destas reuniões. De nada se alimentam espiritualmente, em nada crescem interiormente, já nada distinguem. Mortos por dentro, não discernem o profano do sagrado, o Sacrifício, da ceia ou da reunião da assembleia.

Nosso Senhor chora lágrimas de sangue. Chora sangue. Mas poucos sabem por que o Senhor lhes esconde; porque não querem o Seu Sacrifício. Apenas o Santo Sacrifício da vida à alma, a mantém na firmeza de fé, na força de proclamá-la, na alegria da esperança e no desprendimento da caridade.

Fonte: Adelante la Fé – Almas muertas en vida

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OBS > Vem bem a calhar este texto, em seguimento ao anterior, no sentido do silêncio interior, e na medida em que almas que parecem vivas porque se expandem em gestos, cânticos e abraços, na realidade estão mortas em seu interior, porque saem da Missa mais vazias do que entraram. Milhões de católicos saem até enfastiados da Missa, outros milhões são aqueles que não deixam mais atrair por Jesus Eucaristia, porque não entendem aquilo de tão sublime que então acontece. Eu, pessoalmente, já tenho décadas de vida, já participei de milhares de Santas Missas, em muitos lugares, do Brasil e do exterior, entretanto nunca vi um sacerdote EXPLICAR o que então acontece.

Melhor dizendo: nunca vi um sacerdote – nas Missas que assisti – VIVER a celebração deste Mistério da nossa Fé, como deve ser sentido e VIVIDO por ele, para que disso resultasse uma catequese santa e sublime, capaz de cativar as almas, enchê-las de vida, de tal modo que este sentimento as acompanhe então pela vida, e faça com que elas tenham vontade de voltar e voltar, mais e mais vezes para participar com profundidade da celebração. Falo de vir com fé, com desejo ardente, com vontade livre e desimpedida, com amor profundo e assim estar ali, não como um mero espectador aborrecido, mas como um participante ativo daquilo que de mais importante existe no mundo.

Católicos que abandonam a Igreja em troca de denominações protestantes são almas vazias, mortas. Elas precisam de falsos milagres, buscam curas imediatas, graças obrigatórias e precisam de um espetáculo para tentar se livrar do vazio que as acompanha. E dentro da Igreja, existem milhares de católicos assim, até mesmo entre aqueles mais fiéis e ativos na presença, que não passam de almas mortas, até porque muitos são aqueles que participam por etiqueta, por questão de status, de aparecer como grandes católicos. Há milhares de “baratas de sacristia”, que inclusive ocupam cargos na Igreja, mas são aqueles que “não entram no Reino de Deus, nem deixam os outros entrar”. Nossa Mãe já disse que estes “deveriam ser banidos da Igreja”. Como Deus tem paciência com esta gente.

Temos enviado milhares de folhetos explicando a Santa Missa, pelo esforço financeiro de muitos abnegados amigos, mas infelizmente não sei até que ponto isso tem frutificado, porque aqueles que os divulgam com fé, de certa forma não precisam ler o texto porque já vivem a realidade, isso enquanto uma maioria absurda tem preguiça de ler, até mesmo uma simples folha de papel. Temos um amigo que escreveu um livro espetacular, com informações das mais precisas e preciosas, que todos deveriam ler, mas o livro tem 500 páginas... Imagine, quem vai ler? Um fiel devoto em mil? Em um milhão? Mas é exatamente por isso, por não se informarem sobre a nossa Igreja e os espetaculares milagres e mistérios que ela nos apresenta, que temos mais de um bilhão de católicos ocos, de almas mortas.

Quem não conhece a Igreja, como a poderá amar? Como a poderá defender? E ai, eis o lamento com o qual encerro este comentário: querem ver almas mortas? Comecem pelos bispos e nossos sacerdotes! (Aarão)

 

 
 
 

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