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Página dedicada aos que amam as almas do Purgatório.
FAMÍLIA, FUNDAMENTO DA SALVAÇÃO
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26/03/2016
As dores de Maria
Muitos Profetas falaram de Mim; anteviram que era necessário que Eu sofresse, para chegar a ser digna Mãe de Deus.
 

AS DORES DA VIRGEM MARIA (Não veio a fonte – vale a intenção)

 Maria revela...

. . .Muitos Profetas falaram de Mim; anteviram que era necessário que Eu sofresse, para chegar a ser digna Mãe de Deus. Anteciparam Meu conhecimento na terra, mas, como tinha que ser, de maneira muito velada. Depois falaram de Mim os Evangelistas, especialmente Lucas, Meu amado médico — mais de almas do que de corpos. Posteriormente, nasceram algumas devoções que tiveram como base as tristezas e dores sofridas por Mim. E assim, é costume se crer e pensar em sete dores principais experimentadas por Mim.

. . . Meus filhos, vossa Mãe premiou e premiará os esforços e o amor que tendes tido por Mim. Mas, como fez Jesus, quero falar-vos mais extensamente sobre Minhas dores. Depois vós falareis sobre elas a outros irmãos, e todos por fim Me imitarão. Pois, pelo que sofri, estou continuamente louvando Jesus e não procuro nada, a não ser que Ele seja glorificado em Mim.

. . . Vede, filhinhos, é triste falar destas coisas a Meus próprios filhos, porque toda mãe oculta suas dores somente para si. E isto já cumpri no transcurso da vida mortal; portanto, Meu desejo de mãe foi respeitado por Deus. Agora que estou aqui onde a alegria é eterna e, tendo já ocultado, como todas as mães, as dores pelas que passei, devo falar delas para que, como Meus filhos, conheçais um pouco de Minha vida.

. . . Conheço os frutos que virão disso e, como agradam a Jesus, Meu adorado Filho, falar-vos-ei delas na medida em que podeis compreender-Me.

. . . Meu Jesus disse: aquele que é o primeiro, faça-se o último. E assim Ele fez verdadeiramente, porque é o primeiro na Casa de Deus, mas Se rebaixou até o último degrau. Agora não tirarei dEle este último e primeiro posto que Lhe cabe por amor. Mas Me esforço por fazer-vos entender esta verdade e Minha alegria ainda maior será quando aceitardes compreender isto, não através de simples entendimento, mas através de uma profunda e arraigada convicção. Seja Ele o primeiro e nós todos, os verdadeiros últimos.

. . . Se Ele era o primeiro, deveria haver um segundo na escala do amor e da glória e, portanto, da baixeza e humilhação. Vós ainda não compreendestes: Esse Ser deveria ser Eu. Filhinhos, louvai a Deus que, ainda que tenha estabelecido uma imensa distância entre Jesus e Eu, quis colocar-Me logo junto a Ele.

. . . Meus filhos, não é o que aparece ao mundo que mais conta diante de Deus. O ter sido escolhida Mãe de Deus implicou para Mim graves sacrifícios e renúncias, e a primeira foi esta: Conhecer por Gabriel a eleição feita na intimidade de Deus. Eu queria permanecer em estado de humilde entendimento e de ocultamento em Deus; desejava isto mais que qualquer outra coisa porque era minha delícia saber-Me a última em tudo.

. . . Ao saber da escolha de Deus, respondi como sabeis, mas Me custou tanto subir à dignidade à qual estava chamada.

. . . Filhinhos: compreendeis esta Minha primeira pena de que vos falo? Refleti sobre ela, dai a vossa Mãe o grande deleite de estimar aquela humildade que Eu estimei muito, acima de Minha virgindade. Sim, Eu era e sou a serva à qual se pode pedir tudo e aceitei somente porque Minha entrega era do mesmo grau de Meu amor.

. . . Foi de Teu agrado, oh Deus, elevar-Me a Ti, e a Mim Me agradou aceitar porque Te era grata Minha obediência. Mas Tu sabes que dor foi para Mim e que essa mesma dor está agora diante de Ti, pedindo luz para estes filhos que amas e que amo. Eu sou a serva! Como se fez comigo assim agora sem hesitação, deixai, oh filhos Meus, que se faça convosco tudo o que Deus quiser!

. . . A aceitação levou a Deus a resposta que levará aos homens o acesso à Redenção; e nisto se cumpriu aquela frase admirável: "Eis que uma Virgem conceberá e dará à luz um Filho que será chamado Emanuel".

. . . O ter aceito ser a Mãe de Emanuel implicava Minha dedicação ao Filho de Deus, de modo que a Mãe dEle se doasse a Ele mesmo antes que a Humanidade de Jesus se formasse em Mim. Por isso, Minha doação foi efeito da Graça, mas também causa da Graça e, ainda que se deva reconhecer a prioridade da causa primeira que é Deus, no entanto se deve afirmar que Minha aceitação atuou no plano da Graça como causa concomitante.

. . . Chamam-Me Corredentora pelas dores que sofri; mas Eu fui Corredentora mesmo antes, pela entrega que havia feito por meio de Gabriel. Oh, Meu Divino Filho! Quanta honra desejaste dar a Tua Mãe em compensação pela grande pena que sofri ao receber a dignidade de ser Tua Mãe!

. . . Vós, filhinhos, estais cegos no mundo, mas, quando virdes, coisas estupendas serão razão de vosso regozijo para Mim. Vereis que união de glória e de humildade há aqui onde Meu Jesus é o sol que jamais se esconde. Vereis que sábio desígnio foi levado a cabo através de Minha renúncia, à baixeza do ocultamento.

. . . Mas agora, escuta-Me. Ao avançar Minha maternidade, tive que falar a algumas pessoas queridas e o disse ocultando, o mais que pude, a honra que havia recebido... Chorei pela renúncia da conquista do segredo em Deus, porque o Mesmo Deus devia ser glorificado em Mim.

. . . No entanto, logo tive a alegria de saber que era considerada como uma mulher entre as outras. Alegrou-se Minha alma, porque diante do mundo era pisoteada a serva de Deus que desejava humilhações como só Eu podia desejar. Quando José se escondeu, não sofri, mas Me alegrei verdadeiramente. Não digam porque sofri com isso, porque não é verdade.

. . . Foi assim que Deus satisfez Meu desejo de humilhações. Foi Esta a compensação do Senhor, de ter chegado a ser a Mãe de Deus: ser vista como uma mulher caída. Filha, aprende a sabedoria do amor, aprende a estimar a santa humildade e não temas porque é virtude que brilha com luz cintilante.

. . . Quando se realizou o casamento, não tive nenhuma contrariedade; sabia como seriam as coisas e não temia nada. Com efeito, Deus dá, a quem se entrega a Ele inteiramente, uma perfeita paz nas situações mais paradoxais, como era a Minha, de ter que desposar-Me, forçada pelo compromisso humano, com um homem, mesmo sabendo que somente a Deus podia pertencer.

. . . Quantas dores passei na terra! Não é fácil ser Mãe do Altíssimo, Eu vos asseguro. Mas tampouco se pode dizer difícil tudo o que se faz por um fim puríssimo e para agradar a Deus. Recordai isto!

. . . Pensastes alguma vez o que mais dor Me causou na noite santa em Belém? Vós distraís a mente com o estábulo, com o presépio, com a pobreza. Pelo contrário, digo-vos que aquela noite a passei toda no êxtase de Meu Filho e, embora tenha tido que fazer o que toda mãe faz com seu pequeno filho, não deixei Meu êxtase, Meu arroubamento e assim, a única coisa que Me causou dor naquela noite de amor, foi ver a aflição de Meu pobre José ao buscar-Me um refúgio, um lugar qualquer. Consciente como estava do que devia acontecer e de Quem devia vir ao mundo, Meu amado esposo, ao ver que Eu estava perturbada, angustiou-se e Me deu muita pena. Logo a alegria nos cumulou aos dois e nos esquecemos de toda angústia.

. . . Fugimos ao Egito e sobre isto já se disse o que era possível, se bem que alguns centram sua imaginação mais na fadiga da viagem do que no temor de uma Mãe que sabia possuir o tesouro do Céu e da terra.

. . . Depois, já vivendo em Nazaré, o pequeno Jesus crescia vivaz, e naquele tempo não nos causou senão pouquíssimas e mínimas aflições. Toda mãe sabe o que é desejar a saúde de seu filho e como qualquer coisinha parece ser uma grande nuvem negra. Meu Filho passou por todas as epidemias e doenças infantis comuns daquela época. Como todas as mães, Eu não podia ser preservada de nenhuma das ansiedades próprias do coração materno.

. . . Mas chegou um dia a verdadeira nuvem negra que escureceu a luz festiva da Mãe de Deus. Aquela nuvem se chama Jesus perdido... Nenhum poeta nem mestre do espírito poderia fazer Maria imaginar que havia perdido a Seu Bem adorado e que não tinha notícias Suas até três dias depois... Filhinhos, não vos assombreis com Minhas palavras, Eu experimentei a maior angústia de Minha vida. Não refletistes o bastante naquelas Minhas palavras: "Filho, Eu e Teu Pai Te procuramos por três dias. Por que nos fizeste isto? Deus Meu, agora que falo a estes amados filhos, não posso deixar de louvar a Ti que Te ocultaste para nos fazer sentir a delícia de Te encontrar. Ah! Como poderia de outro modo conhecer a doçura que derrama na alma um vaso cheio de mel quando se abraça a Seu Tudo?

. . . Vede, também vos falo de Minhas alegrias; mas não sem motivo, associo e uno dores e alegrias. Tirai proveito de tudo o que aconteceu da melhor forma possível. Deus Se oculta para fazer-Se encontrar, alguns conhecem esta verdade; outros, pensando naquela dor atroz de ter perdido Jesus, fazem tudo para encontrá-lO. Não deveis permanecer inertes e abatidos.

. . . Vossa mãe gostaria de vos poupar de tudo o que ainda resta por dizer. Em primeiro lugar, porque são coisas nunca ditas e por isso mesmo ainda não apreciadas. Em segundo lugar, porque ao conhecê-las tereis que unir-vos a Mim em sofrimento e em penosas considerações. Mas já se disse tudo o que Meu Jesus quer, sem oposição alguma.

. . . Credes que passei tranqüilamente a vida de família em Nazaré? Foi tranqüila em virtude da uniformidade com o querer de Deus. Mas por parte das criaturas, quanta guerra houve!...

. . . Notava-se o singular modo de viver que tínhamos e assim conseguimos a zombaria pública. Consideravam-Me uma exagerada pelo único motivo de que todas as vezes que Jesus saía de casa, não podia conter as lágrimas; e Jesus saía com freqüência. José era perseguido como se fosse um escravo Meu e de Jesus. Que poderia compreender o mundo? Deixávamos todo o cuidado para Aquele que entre nós vivia, adorado em todas as Suas manifestações.

. . . Que amor de Filho aquele jovenzinho mais belo que o mar, mais sábio que Salomão, mais forte que Sansão. Todas as mães O teriam tirado de Mim, tal era o encanto em torno dEle. No entanto, os mesquinhos faziam juízos solertes sobre Mim, não poupavam críticas ao infatigável pai que criam ser um submisso de sua fiel mas ciumenta esposa. Todos conheciam Minha integridade, mas acreditavam ser uma paixão egoísta, vulgar.

. . . Isto é o que não se sabe, filhinhos Meus. Isto se passou entre o mundo que não via e não podia compreender, e Sua puríssima Mãe. Jesus Se calava sem animar-Me, porque a Mãe de Deus devia passar pelo crisol, isto é, como uma mulher qualquer à qual não se deviam poupar as críticas.

. . . Admirai a sabedoria de Deus nestas coisas e encontrai aquele sentido divino que une a maior sublimidade às provas que são mais dolorosas com relação a tal sublimidade, porque todo abismo chama outro abismo e toda profundidade chama sua profundidade...

. . . Chegou a hora da separação, a hora da ação de Jesus. Com isso, chegou o dia temido da partida de Nazaré.

. . . Jesus havia Me falado muito extensamente sobre Sua missão, e Me havia feito amar, antecipadamente, os frutos que devia dar a Ele e a todos. Foi necessário, portanto, separamo-Nos, se bem que por breve tempo... Ele Se despediu, nos beijou e Se encaminhou para Sua missão de Mestre da Humanidade. Mas isso não passou desapercebido ao pequeno povoado onde Jesus era tão amado.

. . . Foram demonstrações de afeto, de bênçãos e, por mais que não soubessem bem o que Jesus ia fazer, no entanto se pressentia uma perda para aquela gente de mentalidade pequena, mas, no fundo, de coração generoso.

. . . E Eu, entre tantas manifestações, como Me sentia? Vinham-Me mil sentimentos; mas não retardou nem um minuto Sua partida. Meu Jesus sabia o que Lhe esperava depois da pregação, disse-Me tantas vezes, havia Me falado muito sobre a perfídia dos fariseus e dos demais. E vêem-nO partir assim; sozinho, sem Mim, para cumprir Sua missão. Sem Mim, que O havia feito crescer com o calor de Meu Coração. Sem Mim, que O adorava como ninguém jamais O adoraria!

. . . Depois Eu O segui, encontrei-O quando estava rodeado de tanta gente que não me era possível vê-lO. E Ele, verdadeiro Filho de Deus, deu a Sua Mãe uma resposta sublime como Sua sabedoria, mas que traspassou este coração materno de lado a lado. Sim, Eu O compreendia plenamente, mas nem por isso Me pouparam as dores. Ao parentesco humano, Ele opôs o divino, no qual Eu estava incluída, é verdade, mas no entanto os comentários dos demais não deixaram de ferir-Me.

. . . Ao golpe inicial seguiu-se a alegria de ver Sua grandeza, de vê-lO honrado, venerado e amado pelas pessoas, assim logo cicatrizou-se também esta ferida.

. . . Percorria com Ele os caminhos, extasiada com Seu saber, confortada com Seus ensinamentos e nunca Me saciava de admirá-lO e amá-lO.

. . . Logo vieram os primeiros enfrentamentos com o Sinédrio, aconteceu o milagre que suscitou tanto ruído nas mentes dos Judeus, dos Sacerdotes soberbos. Foi odiado, perseguido, espionado, tentado. E Eu? Eu sabia de tudo e com as mãos estendidas oferecia às Mãos do Pai, desde então, o holocausto de Meu Filho, Sua entrega, Sua espantosa e ignominiosa morte. Já sabia de Judas, já conhecia a árvore da qual se tomariam os madeiros para a Cruz de Meu Filho.

. . . Não podeis imaginar a tragédia íntima que vivi junto com Meu Jesus, para que a Redenção tivesse seu cumprimento.

. . . Eu disse antes: Corredentora; para que o fosse, não bastavam as penas usuais. Fazia falta uma união íntima com o grande sofrimento dEle para que todos os homens fossem redimidos de modo que, enquanto ia de um povoado a outro com Ele, estava cada vez mais ao par do pranto desconsolado que Meu Filho derramava em tantas noites insones que passava em oração e meditação. Ele Me revelava e punha diante de cada estado de ânimo Seu e certamente começou então Meu calvário e Minha cruz.

. . . Quantas considerações agravavam cada dia mais Minhas dores de Mãe dEle e vossa!! Tantos pecados, todos os pecados. Tanta angústia, todas as angústias. Tantos espinhos, todos os espinhos; Jesus não estava sozinho, Ele o sabia, sentia-o, via que Sua Mãe estava em união contínua com Ele. E Se afligia por isso, ainda mais, porque Meu sofrimento era maior sofrimento para Ele.

. . . Meu Filho, Meu Filho adorado, se soubessem estes filhos o que se passou então entre Tu e Eu!...

. . . E chegou a hora do holocausto; chegou depois da doçura da Ceia de Páscoa. E desde então, Eu devia Me reintegrar à multidão; Eu que O amava e adorava de maneira única, devia estar afastada dEle. Compreendei, oh filhos Meus?...

. . . Sabia que Judas estava dando seus passos de traidor e não podia mover-Me; sabia que Jesus havia derramado Sangue no Horto e nada podia fazer por Ele. E logo O aprisionaram, maltrataram-nO, insultaram-nO, condenaram-nO iniquamente!

. . . Não posso dizer-vos tudo. Dir-vos-ei somente que Meu Coração era um tumulto de contínuas ansiedades, um chão de contínuas amarguras, incertezas, um lugar de desolação, de abatimento e desconsolo. E as almas que depois se perderiam? E todas as simonias e truques sacrílegos?

. . . Ó filhos de Minhas dores! Se hoje vos é concedida a graça de sofrer por Mim, bendizei com fervor Àquele que a concedeu, e sacrificai-vos sem hesitação.

. . . Pensai em Minha grandeza, Meus filhos amados. Isso vos ajuda a pensar; mas escutai-Me, não penseis em Mim tanto como nEle. Quisera ser esquecida, se fosse possível! Toda vossa compaixão dêem-na a Ele, ao Meu Jesus, ao vosso Jesus, a Jesus amor vosso e Meu.

. . . Assim, filhinhos, a pena de Meu Coração foi uma contínua espada que traspassou de lado a lado Minha alma, Minha vida. Eu a senti enquanto Jesus não; consolou-Me com Sua ressurreição, quando Minha imensa alegria cicatrizou de uma vez todas as feridas que sangravam dentro de Mim. "Filho Meu", Eu ia repetindo. "Por que tanta desolação? Tua Mãe está junto de Ti. Não Te basta sequer Meu amor? Quantas vezes Te consolei em Tuas aflições? E agora, por que nem sequer Tua Mãe pode Te dar algum alívio?... Ó Pai de Meu Jesus, não quero outra coisa além do que Tu queres, Tu o sabes; mas vê se tanta aflição pode ter alívio; isto Te pede a Mãe de Teu Filho."

. . . E já no Calvário clamei: "Meu Deus, faz voltar àqueles olhos que adoro a luz que neles imprimiste desde o dia em que Tu Mo deste! Pai Divino, vê que horror aquele rosto santo! Não podes enxugar ao menos tão copioso Sangue? Ó Pai de Meu Filho; ó Esposo Amor Meu, ó Tu mesmo, Verbo que quiseste ter a Humanidade de Mim! Sejam oração aqueles braços abertos ao Céu e à terra, sejam a súplica da Sua e Minha aceitação!

. . . Vê ó Deus, a que se reduziu Aquele a Quem amas! É Sua Mãe que Te pede um alívio a tanta tristeza. Daqui a pouco, ficarei sem Ele, assim se cumprirá inteiramente Meu voto quando O ofereci de coração no Templo; sim, ficarei sozinha, mas alivia Sua dor, sem atender à Minha..."

 

 
 
 

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