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FAMÍLIA, FUNDAMENTO DA SALVAÇÃO
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30/09/2010
Rosário de Maria
 
30/9/2010 23:05:03

Maria - Rosário de Maria
O Rosário de Maria (Comentário no final)

Diacono Pavan
 
Foi-me solicitado para trabalhar sobre a Carta Apostólica “Rosarium Virginis Mariae” , de João Paulo II.  É um documento longo, onde encontramos a profundidade, a largura e o comprimento do valor do Rosário. Até que tentei resumir, mas é desvalorizar o tesouro que Igreja recebeu através desse documento.
“Recitar o Rosário nada mais é senão contemplar com Maria o rosto de Cristo.” Aqui está o principal motivo da recitação do Rosário. Há outros motivos, porém este é o que vem realmente contemplar o que o adágio popular diz: “As Ave-Marias são o fundo musical para se meditar os mistérios de Cristo.”
Se observarmos a história das Aparições de Nossa Senhora, vamos encontrar esse desejo constante de nossa Mãe. Verificando-se os documentos da Igreja, também vamos encontrar a vontade dos Papas para que o Rosário seja uma prática cotidiana.
Uma das exortações mais contundentes é de Nossa Senhora de Fátima, no ano de 1917, em que Ela declara às três crianças: “Eu sou Nossa Senhora do Rosário. Vim para exortar os fiéis a rezar o terço a cada dia, a fazer penitência para reparar seus pecados e a mudar de vida.”
“Pelo poder que Deus Pai deu, nestes últimos tempos, ao Rosário, não há problema pessoal, nem familiar, nem nacional, nem internacional, que não se possa resolver com ele.” (Irmã Lúcia, de Fátima) Esta é a maior arma inventada por Deus, para unir as famílias neste final dos tempos.
Há tantas histórias sobre graças alcançadas com a recitação do Terço. Lembro-me, quando era criança, que mamãe sempre puxava o Terço onde nós morávamos. Nós, em família, meio dormindo, rezávamos, em especial, pelas intenções de Nossa Senhora, assim como Ela nos pede hoje, em Medjugórie.
Uma das histórias que mais me chamou a atenção foi por ocasião da morte de um tio meu, irmão mais velho de meu pai. Ele era portador de câncer no esôfago. Fez cirurgia e tudo o que, na época, era possível. No dia de seu trânsito, 01de novembro de 1977, dia de Todos os Santos, ele reuniu toda a família dele, em seu quarto, e começou a recitar o terço, meditando os mistérios dolorosos. Quando chegou no terceiro mistério, ele expirou.
E quantas graças que nós nem sequer reconhecemos ter recebido, porque, uma vez nos braços de Nossa Senhora, não percebemos que ela nos está carregando.
Um dos pedidos de Nossa Senhora Mãe do Universo é a recitação do Rosário nos cenáculos, e Ela diz:  “Se não puderem recitar o Rosário, pelo menos o Terço.”
Diz um amigo meu. Se nós rezássemos o Rosário em todos os lugares, nas cadeias, nos hospitais, nos acampamentos dos sem tudo, nos retiros espirituais, nas horas vagas entre as Missas, nas escolas, nas universidades, nos orfanatos, nas creches, nos conventos, nos seminários, nas famílias, enfim em todos e quaisquer lugares, o mundo seria bem outro, porque estaríamos louvando a Deus, honrando nossa Mãe e criando um mundo melhor.
Com a Carta Apostólica, o Papa João Paulo II acrescentou mais um mistério, o Mistério Luminoso. Ele, assim, enriquecia o Rosário, completando a história de Cristo na meditação do mesmo. E o Papa pedia nessa Carta que todos os povos rezassem o Rosário e proclamou o período que foi de outubro de 2002 até outubro de 2003, o do Ano do Rosário
Lá já se vão 8 anos. Creio que haja comunidades que ainda não cumpriram esse desejo de Sua Santidade. Agora vem o Papa Bento XVI, no Santuário de Nossa Senhora do Rosário, em Pompéia, Itália, Santuário esplêndido edificado pelo Beato Bártolo Longo, apóstolo do Rosário, em outubro de 2008, e diz: “O Rosário é um ‘arma’ espiritual na luta contra o mal, contra toda violência, para a paz nos corações, nas famílias, na sociedade e no mundo.”
Em 1571, o Papa Pio V, dominicano, institui a festa de Nossa Senhora do Rosário, a ser comemorada no dia 7 de outubro, em ação de graças pela vitória de Lepanto sobre os turcos, vitória esta considerada como milagre obtido através do Rosário, rezado nesta intenção, por toda a cristandade.

E para encerrar, transcrevo as últimas palavras da Carta Apostólica: « Ó Rosário bendito de Maria, doce cadeia que nos prende a Deus, vínculo de amor que nos une aos Anjos, torre de salvação contra os assaltos do inferno, porto seguro no naufrágio geral, não te deixaremos nunca mais. Serás o nosso conforto na hora da agonia. Seja para ti o último beijo da vida que se apaga. E a última palavra dos nossos lábios há de ser o vosso nome suave, ó Rainha do Rosário de Pompéia, ó nossa Mãe querida, ó Refúgio dos pecadores, ó Soberana consoladora dos tristes. Sede bendita em todo o lado, hoje e sempre, na terra e no céu ».
Dia 1º. de outubro começa o mês do Rosário.
Quanto à Carta Apostólica, o interessante é lê-la na sua íntegra.
Que a Rainha dos Rosário nos abençoe e nos proteja agora e sempre. Amém.
(Resumo Diácono Luiz Carlos Pavan)
 
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DUAS HISTÓRIAS... Aconteceram comigo, arnaldo...
 
Naquele ano o Natal caiu numa quinta feira. À tarde, como de costume, enquanto as minhas irmãs e minha mãe enfeitavam o presépio, na casa dos meus pais, nós os homens da família, casados contra solteiros, nos desafiávamos para um futebol de salão.
Devo dizer que nunca em minha vida tive uma contusão grave em qualquer esporte, porque, desde a infância no pesado, tive a graça de fortalecer bem, ossos e músculos. Acostumado a jogar, e estando bem aquecido, a partida corria já com uns 20 minutos quando, de repente, numa corrida simples, sem forçar, senti romper os músculos da perna, na parte que fica entre o calcanhar e a barriga da perna. Escutei um estalo forte como de algo que se rompe e imediatamente perdi o sentido da perna, embora no corpo a dor fosse horrível. Até meus ouvidos doíam e zumbiam do estalo.
Olhando para a perna, percebi um valo de afundar um dedo no local, e notei que não podia mais erguer o pé, estava como que “pendurado”, nem um só dedo eu consegui mexer. Chegou logo meu cunhado, que é fisioterapeuta formado, e me disse: pegaste um neném pra cuidar por uns seis meses. O músculo rompeu, e acho que vais precisar de cirurgia.
Creiam, em menos de 5 minutos meu pé triplicou de tamanho, inflando completamente de sangue. Parecia explodir. Dos pés até a altura do rompimento havia um enorme saco de sangue, ficando a pele toda negro azulada.
Pulando numa perna só, pois não sentia a outra e não tinha domínio dos músculos rompidos eu fui para casa em estado de profunda tristeza, imaginando as piores desgraças, como se nunca mais eu pudesse jogar.
Havia a ceia de Natal de costume, e a tradicional abertura do “amigo secreto”, de 1.99, e aquilo tudo me deixava ainda mais pra baixo. Todos riam, se divertiam, se abraçavam, e eu ali naquela tristeza, naquela angústia.
Eram 22:30 horas quando convidei Dulce e viemos com os meninos para nossa casa.
Nas ruas víamos gente se confraternizando, músicas natalinas e som de festas explodiam por todo lado. Era hora de dormir! Mas como não tinha sono, convidei Dulce para rezarmos o terço, ainda antes de dormir. Eu  sentei numa poltrona e começamos a rezar.
Quando ela citou o primeiro mistério, uma voz como que me perguntou ao ouvido: será que Nossa Senhora gosta que estejamos rezando o terço nesta hora, Noite de Natal? E pensei comigo: claro que deve gostar! E continuei respondendo!
No segundo mistério, a voz  novamente me provocou: se ela gosta mesmo, pode te curar agora deste rompimento! Eu não consegui refrear aquele ímpeto da voz, e do fundo do meu coração tentava expulsar aquele pensamento, porque de fato não era eu mesmo que estava assim desafiando a Mãezinha, e sim aquela voz dentro de mim.
No terceiro mistério, a coisa se repetiu incontrolável e com mais força: se ela gosta, então pode te curar!... E repetia!
Aí não resisti mais, e com grande dificuldade levantei-me, e pulando fui até diante da imagem dela, e me ajoelhando falei assim: Mãe, não sou eu que a estou desafiando, mas esta voz! Eu estou rezando porque gos
to e sei que gostas também! Não escutes o que esta voz diz, porque esta voz não sou eu! E falei mais coisas assim!
E terminando fui deitar, ainda não sentido o pé, e sem conseguir empinar os dedos, porque eu havia perdido todo e qualquer movimento muscular abaixo da ruptura. Consegui pegar no sono depois de meditar naquilo tudo e dizer mais algumas palavras para a Mãezinha.
Deveria ser umas quatro da madrugada quando acordei. E imediatamente senti que algo havia acontecido, pois consegui mover o dedão daquele pé. Mas não tive tempo nem de pensar nisso, porque senti a bexiga explodindo e tive de ir ao banheiro.
Nunca pensei que alguém poderia reter tanto líquido, que veio cor de sangue, numa quantidade incrível. E assim, a cada duas horas, até o meio dia, eu precisava buscar o banheiro, sempre explodindo. Sempre era urina tinta de sangue.
Ao meio dia, mesmo com dor ainda, consegui empinar o pé e colocar a planta no chão, sem ainda pisar forte. À tarde foi melhorando, e naquela noite já dormi bem, ao mesmo tempo em que o inchaço do pé diminuía visivelmente. No sábado, já podia caminhar devagar, no dia seguinte, Domingo, ainda melhor, e o resultado é que na segunda feira à noite, como sempre acontece, há mais de 20 anos, fui jogar futebol de salão normalmente com meus amigos, sem sentir absolutamente nada. Os seis meses de recuperação previstos pelo meu cunhado, se haviam resumido em apenas quatro dias.
O inchaço sumira 100%, o valo que ficara na ruptura dos nervos havia desaparecido, e o fato é que nunca mais isso me aconteceu, pois foi uma cura fantástica. Até hoje me arrependo de não ter tirado radiografias, para poder atestar com provas, fica então apenas o meu testemunho, o que contribuiu decisivamente para eu iniciar esta longa caminhada em prol do Rosário.
A moral da história é que realmente Nossa Senhora gosta que rezemos o terço, seja na hora que for, especialmente em Família, pois nada existe no mundo que não possa ser resolvido através desta preciosa devoção mariana.
 
Segunda história!
 
Como é quase comum a todos os homens com certa idade, temos um inimigo dentro de nós que se chama próstata. Eu sentia já há meses, e cada vez mais forte, a dificuldade de urinar, mas com medo do tal do exame, deixava passar os dias sem buscar medicina.
E quando a busquei, foi-me dito que já estava no segundo estágio de câncer e que não deveria demorar muito tempo para operar. Recebi então alguns medicamentos e fui para casa mais do que impressionado. Imaginem, câncer, esta palavra horrível!
Mas no início de novembro daquele ano, na capelinha houve um cenáculo das almas, e a Mãezinha disse que “todos os objetos que fossem apresentados a ela, naquele dia, fariam milagres de curas”. Eu não tive dúvidas de levar a ela meu tercinho.
A noite eu, chegando em casa, tomei uma primeira dose do tal remédio e fui meditativo para a cama. Então me veio à mente o meu terço. Aí pensei: se realmente os objetos tocados pela Mãezinha fazem milagres, então será agora. Simplesmente enrolei o tercinho debaixo do elástico do pijama, e rezando algumas orações fui dormir, para acordar, no dia seguinte, completamente curado, urinando normalmente, e até hoje. Deus seja louvado pela Mãezinha, pelo Rosário e pelos Terços que fazem milagres!  
 
 
 
 
 



 
 
 

Artigo Visto: 1983 - Impresso: 37 - Enviado: 12

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