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Página dedicada aos que amam as almas do Purgatório.
FAMÍLIA, FUNDAMENTO DA SALVAÇÃO
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28/06/2006
Histórias de Maria (7)
 
Maria - 17 Histórias de Maria (7)
Maria - 17 Histórias de Maria (7)

COMO MARIA SANTÍSSIMA É BOA!
FREI CANCIO BERRI C. F. M.
EDITORA  VOZES – 22/07/1954
 
Parte 7
 
68 – QUIS VÊ-LA E VIU-A DE FATO
 
Tendo ouvido falar da beleza de Maria Santíssima, um Religioso que muito a amava, desejava ardentemente vê-la pelo menos uma vez. Pediu-lhe humildemente essa graça, e a bondosa mãe mandou-lhe um anjo para que lhe dissesse que seria satisfeito o seu pedido, com esta condição, porém, que, depois de tê-la  visto, ficaria cego.
Apareceu-lhe um dia a Virgem Maria. E ele, para não perder os dois olhos, quis a princípio contempla-la com um só olho.
Mas, em breve, encantado pela grande beleza de Maria, abriu o outro olho para aprecia-la melhor, e, nesse momento, desapareceu a Mãe de Deus.
Desde esse dia, não continuando mais a ver a sua amável Rainha, ele ficou tão aflito, que não parava de chorar, não por ter perdido um olho, mas por não ter podido ver a Santíssima Virgem com os dois olhos.
Por isso suplicou-lhe que se lhe mostrasse novamente, consentindo de boa vontade perder ainda o olho que lhe ficara.
“Ó Maria, dizia-lhe ele, serei feliz e contentar-me-ei se ficar cego por uma razão tão sublime, pois amarei então somente a vós e a vossa beleza”.
Maria quis consola-lo novamente e aparece-lhe pela segunda vez. Mas, porque essa boa Mãe não faz mal a ninguém, em vez de priva-lo inteiramente das vistas, restituiu-lhe o olho que antes perdera.
Sempre assim é Nossa Senhora!
 
 
69 – LIVRA-O DO DESESPERO
 
O célebre Doutor da Igreja, S. Francisco de Sales, quando ainda jovem de seus 18 anos, viu-se tentado terrivelmente pelo demônio. Ficou abatido de tal de tal maneira que já quase não comia nem dormia.
Parecia-lhe que também já não rezava direito. A saúde começou a perigar. Estava para desanimar de vez. Passou duas semanas de inferno cá na terra. O demo lhe fazia ver que já estava condenado. Que nada adiantaria tudo o que fizesse.
O nobre moço, que vivera sempre bem, que nunca cometera um só pecado grave na vida, não sabia o que mais fazer.
Deus, porém, vela pelos que desejam ser bons. Levantou-se corajoso o moço e dirigiu-se à igreja. Foi direto ao altar da Virgem poderosa. De joelhos, reza com toda a confiança a bela oração: “Lembrai-vos, ó Virgem Maria, que nunca se ouviu dizer que alguém tivesse recorrido a vós sem ter sido atendido. Não permitais que eu seja o primeiro a ser abandonado”.
Imediatamente a boa Mãe lhe veio em socorro. Desde então nunca mais tentações dessas o assaltaram.
Devotíssimo dela, ficou Padre, Bispo e grande Santo. Tudo fez para que todos se tornassem íntimos amigos de Nossa Senhora.
 
 
70 – MARIA BUSCOU O MENINO DURANTE A NOITE
 
Vocês todos sabem o que é o escapulário de Nossa Senhora do Carmo. Se não souberem perguntem à mamãe. Quem recebe esse escapulário e traz consigo devotamente, vai para o Céu. Foi Nossa Senhora mesma quem o prometeu. Em lugar do escapulário também pode-se trazer uma medalha que tenha um lado a imagem do S. Coração de Jesus e no outro a do Puríssimo Coração de Maria. (Outro nome, para escapulário, é bentinho).
Quem de vocês ainda, por acaso, não tenha recebido do Sacerdote o escapulário, procure quanto antes consegui-lo, e depois trazê-lo sempre com respeito e amor.
Um exemplo de um menino que não quis dormir sem o escapulário.
O Padre Reitor de um colégio, fazendo, certa noite, a visita aos dormitórios, encontrou um aluno, de joelhos, ao pé da cama, enquanto os outros já estavam dormindo. O menino entregara seu escapulário ao porteiro, que era também alfaiate, para emendar as fitas. Não queria deitar-se, com o receio de morrer durante a noite.
-         Faça um ato de contrição e deita-se: amanhã o bentinho ser-lhe-á entregue, disse o Padre Reitor.
-         Não posso deitar-me sem meu escapulário, respondeu o bom menino.
Vendo isso, o Padre foi buscar o bentinho e lho entregou
. Satisfeito, adormeceu logo cheio de alegria.
Na manhã seguinte, na hora de levantar, o menino ficou na cama. O Padre quis acorda-lo, mas em vão. Estava  morto.
Com um angélico sorriso nos lábios, apertava nas mãos o escapulário.
Maria Santíssima viera buscar o piedoso menino para premia-lo no Céu.
 
 
71 – E VOLTOU A SI
 
Entre os alunos do Colégio de Santa Maria de Tolsa havia um por nome Henrique.
No recreio, depôs do meio-dia, um grupo de meninos, reunidos num dos corredores, pôs-se a gritar:
-         Padre! Padre! Está morto...
O Padre Prefeito acode a toda a pressa e encontra Henrique estendido no chão, pálido e sem dar sinal algum de vida. Levam-no ao quarto mais próximo, deitam-no sobre a cama, e chamam o enfermeiro. Este emprega, durante meia hora, todos os meios para fazer voltar à vida; mas, inútil.
Entre as pessoas, que conseguiram entrar no quarto, estava uma piedosa senhora que, ajoelhada ao pé do leito, perguntou ao Sacerdote:
-         Este menino tem o escapulário?
-         Vou ver. Não tem!...
Aí a boa dona arrancando apressadamente o seu do pescoço:
-         Padre, passe este escapulário ao menino.
Apenas isso feito, Henrique abre os olhos, recobra as cores do rosto e, todo espantado, pergunta:
-         Padre, que estão fazendo aqui?
-         Ah! Quantos cuidados nos deste! Que fizeste de teu escapulário?
-         Deixei-o pendurado perto de minha cama.
-         Olha, foi preciso o bentinho desta senhora para te dar a vida. Nunca Andes sem ele!
Nossa Senhora auxiliou miraculosamente, para mostrar o valor que ela dá ao escapulário.
 
 
72 – POR CAUSA DO ESCAPULÁRIO
 
Chamada à vida religiosa, uma moça antes de entrar no convento foi ter com o Santo Cura de Ars para fazer uma confissão geral de toda a vida.
Depois da confissão. O Santo disse-lhe:
-         Deve lembrar-se ainda, minha filha, de certo baile que assistiu, há pouco. Encontrou ali um moço desconhecido por todos, mas de modos distintos que parecia o herói da festa.
-         Perfeitamente, lembro-me.
-         Pois bem; a senhora o invejou; ele porém, não lhe deu o menor olhar, e bailou com todas as moças.
Quando saiu do salão, reparou em duas chamas azuis debaixo de seus pés.
-         É tal qual, vi, sim, senhor.
-         Este moço, minha filha, era o demônio. Todas aquelas moças, com quem dançou, tem um pé no inferno. E sabes o motivo pelo que a desprezou? É porque a senhora estava revestida do escapulário, o qual, por devoção para Maria Santíssima, trazia. Dê graças a ela pelo grande favor e bondade.
 
                               *          *          *
 
O demônio tem um horror medonho ao santo escapulário.
 
 
73 – METEU DUAS BALAS NA CABEÇA
 
Um senhor aborrecido com todos e com tudo pegou num revólver – escreve o Padre M. Blot – e meteu duas balas na própria cabeça, para dar cabo de si. Não obstante, não morreu logo.
Chamado o Sacerdote, pôde confessa-lo e dar-lhe a extrema-unção.
Estava o Padre a pensar na imensa bondade de Deus e na grande sorte do suicida, quando este, entreabrindo com as mãos a temer a camisa, mostrou o escapulário, que nunca abandonara, e disse com voz moribunda:
“Eu rezei tanto a Maria, quando era pequeno que ela se compadeceu de mim hoje”.
 
 
74 – E A CORDA REBENTOU
 
Depois de umas pregações, o Padre Millériot deu a uma prisioneira, que com ele se confessara, um escapulário, fazendo-o prometer que nunca o deixaria.
Alguns dias após, tornara a encontra-la no pátio da prisão.
-         Então, perguntou-lhe, como vamos?
-         Ah! Meu Padre, mal o deixei de ver, tudo aqui tem ido às avessas. Eu me enforquei!
-         Enforcou-se? Como isso?
-         Sim, meu Padre, enforquei-me. As minhas companheiras acusam-me de uma infâmia. Aborreci-me tanto que pensei em suicidar-me. Corri para o poço do pátio para me atirar nele. Seguraram-me. Daí a pouco subi secretamente ao sótão e me enforquei com uma corda. Já parecia que me ia sufocar,
quando a corda rebentou. Foi então que me lembrei do escapulário, e me arrependi. Maria Santíssima me salvou da morte eterna. Atende-me em confissão, sim?
Na alma limpa voltou a paz de Deus.
 
 
75 – QUIS AFOGAR-SE E NÃO PODE
 
Um senhor cometera um crime e, temendo a justiça, queria matar-se. Providencialmente encontrou-se com o Padre Millériot. O zeloso Sacerdote tudo fez para dissuadi-lo. Mas ele achava que não podia atende-lo.
-         Ao menos, diz-lhe o bom Padre Missionário, ao menos, meu amigo, conceda-me um favor. Vou dar-lhe o escapulário. Promete-me que não o deixará nunca.
-         Meu Padre, prometo-lho. O senhor foi tão bom para mim!
E se foi embora.
O Padre dizia consigo:
-         Amigo. Tenho-te seguro... tu podes matar-te, se quiseres...mas não hás de morrer.
No mesmo dia o infeliz, a quem perseguia a tentação do desespero, lançou-se ao rio sena. Mas não houve jeito de se afogar, por mais que se esforçasse, e não soubesse nadar. É que estava com o escapulário ao pescoço.
Maria Santíssima prometeu:
“Todo aquele que morrer com o escapulário, não cairá nas chamas do inferno”.
O nosso homem caiu, em seguida, gravemente doente, e teve a felicidade de converter-se e salvar-se.
 
                               *          *          *
 
Se Nossa Senhora salvou esse homem somente porque trouxe consigo o bentinho, quanto mais ajudará aos que o trazem com devoção e recorrem a ela sempre!
 
 
76 – PARECIA MORTA
 
O ilustre médico francês Dr. Recaimer foi chamado às pressas para atender uma moça que se suicidara pela asfixia.
À primeira vista parecia, de fato, morta. Mas para consolar os pais, fez quanto estava a seu alcance para chamá-la à vida.
Vendo, porém, seus esforços inúteis, despediu-se. Ao chegar à porta de saída, lembrou-se que a infeliz tinha o escapulário ao pescoço.
Sendo o suicídio pecado grave, Nossa Senhora não permitiria que essa jovem morresse com o escapulário, pois ela mesma prometera que quem morresse com esse hábito sagrado, não cairá nas chamas eternas.
Voltou ao quarto da suposta defunta. E recomeçou a série de movimentos costumados, em semelhantes casos. E depois de muito vira e revira, a donzela abre os olhos e vem a si. E estava boa.
-         Minha senhorita, disse-lhe o piedoso médico e grande devoto da Virgem do Carmo, se não fosse a Mãe de Deus, a estas horas estaria no fogo do inferno. Vá confessar-se e agradecer-lhe.
Ela atendeu imediatamente a ordem do doutor.
 
 
77 – UM DIA TU TAMBÉM HÁS DE CRER
 
Um jovem, cheio de vida e de ardor, esperava pelo trem que devia conduzi-lo à frente de combate.
Sua irmã, agarrada ao braço, com que não querer deixa-lo partir, murmurou ao ouvido:
-         Tu me queres bem irmão?
-         Podes duvidar disso?
-         Então deves me fazer um favor; e não digas não.
-         Que desejas, joaninha; farei tudo o que pedires; que queres?
-         Quero pregar esta medalha de Nossa Senhora no forro do teu casaco e tu vais prometer-me que nunca a tirarás...nunca, entendestes?
-         É só o que desejas? Sabes que não creio nessas superstições, mas para ver-te satisfeita...
-         Eu creio, que um dia também hás de crer.
O trem chegou. Um abraço, um beijo e o jovem soldado pulou para o vagão.
O comboio retomou o seu percurso...e desapareceu. A mocinha, com o coração a partir-se de dor, voltou para casa.
Um dia do mês de Agosto de 1916, os austríacos tomaram de assalto o território comandado pelo jovem capitão.
A maioria de seus soldados tombaram e ele de pé gritava animado: “Viva a Itália!”
E o combate continuou. Soldados corpo a corpo lutavam bravamente. O inimigo teve que fugir, mas o capitão foi atingido em pleno peito.
Correram em auxílio. Levaram-no para o hospital de sangue. Tiraram-lhe a farda para examinar o ferimento e com surpresa verificaram que o capitão não estava ferido.
-         Milagre! Milagre! Gritaram os enfermeiro. Realmente, tratava-se de um fato extraordinário. A bala atingir
a a medalha, partindo-a ao meio. A farda apresentava queimaduras, mas o corpo do bravo militar não sofrera nenhum arranhão,
Poucos meses depois, o nosso capitão já promovido a major por mérito da guerra, sua irmã Joaninha, seus pais e alguns parentes estavam aos pés da Virgem, agradecendo juntos duas grandes graças: a de ter sido salvo da morte e a de estar completamente convertido.
Agora, como bom católico, acreditava em Deus e amava a Virgem que lhe fizera tanto bem.
 
 
78 – DÊ-ME A MEDALHA DE CONGREGADO!
 
Em Dezembro de 1929, na cidade austríaca de Graz, adoeceu um jovem de 18 anos, estudante da academia de comércio. Levaram-no ao hospital, e os médicos constataram que era um caso muito grave de tifo. Durante muitos dias teve mais de 40 graus de febre. Foram-lhe administrados o santo Viático e a extrema-unção.
Em suas fantasias de febre gritava que causava dó. E seu estado piorava de dia para dia. Nos momentos lúcidos repetia inúmeras vezes:
“Meu Deus, ajuda-me!”
Um tio seu visitou-o muitas vezes. Por ocasião de uma dessas visitas, o enfermo pediu a medalha de congregado mariano que deixara em casa. Mas custou muito a articular a palavra. Não conseguia dizer tudo.
Assim que o tio compreendeu de que se tratava, correu a busca-la e a trouxe. O doente parecia que morreria de minuto por minuto. A Irmã enfermeira colocou a medalha sobre o peito do enfermo e em seguida pregou-a aos pés da cama de modo que ele podia enxerga-la. Dirigiu para ela, então, o olhar suplicante e não mais tirou a vista dela.
De repente, por todo o corpo do doente apareceu abundante suor e tendo sempre gemido e gritando, ficou imóvel e calado de maneira que a Irmã pensou que tivesse morrido. Mas vendo o suor disse: “Está salvo!”
E de fato, desde aquele momento o enfermo ficou calmo e o espírito tornou-se lúcido. Devagar foi melhorando e após algumas semanas, restabelecido, deixou o hospital.
Nossa Senhora teve pena de seu congregado e ajudou-o otimamente.
 
                               *          *          *
 
Felizes são os que bem cedo se inscrevem na congregação Mariana. É a salvação de tantos meninos e moços. O mesmo vale, naturalmente, da Pia União das filhas de Maria. Os bons filhos de Maria têm o Céu garantido. Por isso não há necessidade de eu pedir que cada qual consiga alistar-se no glorioso exército da Imaculada.
 
 
79 – AH! UMA MEDALHA MILAGROSA!...
 
A 4 de Maio de 1897 deu-se terrível incêndio em Paris. No prédio encontrava-se uma senhora com a filha e um filho, que desde tempos não queria saber de religião e vivia em graves pecados.
Durante o incêndio, o filho tomou a mãe nos braços e a colocou fora de perigo. Lançou-se de novo nas chamas e conseguiu salvar a irmã. Durante esse ato heróico desabou sobre a cabeça uma viga inflamada, sem lhe causar mal nenhum.
Conversando, depois, com os que salvara das chamas, dizia muito admirado:
-         De fato, não sei, como não me esmagou aquela viga, que desabou sobre a cabeça.
-         Pois eu sei, disse a piedosa irmã. Traga cá o chapéu.
-         Aqui o tens. Nem a menor queimadura vês nele, replicou o irmão sempre todo admirado.
-         Pois bem, arranque-lhe o forro.
Isso feito, exclamou:
-         Ah! Uma medalha milagrosa!...
De fato, a irmã, antes de sair naquele dia, pregara-lhe entre o forro do chapéu essa milagrosa defesa.
O jovem protegido por Nossa Senhora, mudou então de vida.
 
 
80 – PELO TERÇO CONSEGUIA TUDO
 
O extraordinário devoto de Nossa Senhora, o Santo Cura de Ars, quando desejava um favor do Céu, tomava seu terço e o rezava. E sempre era atendido.
Eis um dos fatos: Certo dia aproximou-se dele um credor a quem devia avultada soma. E queria o dinheiro com urgência. Naquele dia mesmo.
Que fazer? Não possuía nada em caixa. E já chegara a tarde. Como sempre em tais dificuldades, pegou o terço e pôs-se a recitá-lo piedosamente, andando Por um atalho dum bosquezinho. E ainda não terminara a reza, quando ouve uma voz de senhora que o chama:
-     
    Desculpe, senhor Padre, será talvez Vossa Reverendíssima o Vigário de Ars?
-         Sim, minha senhora; em que poderia servi-la?
-         Tenho um recado a dar-lhe. Entregaram-me esta quantia para que a dê a V. Revma.
-         Será, replicou o Santo, para dizer missa?
-         Não, pode gastar o dinheiro como melhor lhe aprouver. A pessoa só pede que reze por ela.
O Santo recebeu a importância que foi suficiente para pagar o credor.
 
                               *          *          *
 
Nossa Senhora gosta de que rezemos o terço do santo Rosário. Foi ela quem ensinou aos homens por intermédio de S. Domingos. Muitas vezes o recomendou, principalmente nas aparições em Lourdes, em 1858, e em Fátima em 1917.
Fez ela lindas promessas aos devotos do santo Rosário por intermédio de S. Domingos e do Bem-aventurado Alano de Rocha.
1)      A devoção ao santíssimo Rosário é grande sinal de predestinação, (quer dizer que os que o rezam bem e freqüentemente vão para o Céu).
2)      Quem reza piedosamente o Rosário e perseverar nessa oração será atendido em suas orações.
3)      Os que propagarem meu Rosário serão socorridos por mim em todos os males.
4)      O que reza piedosamente o Rosário, meditando os mistérios, converter-se-á, se for pecador.
5)      Os que rezam meu Rosário, acharão, durante a vida e a morte conforto e luz.
6)      O que se recomenda a mim pelo Rosário não perecerá.
7)      Aos que rezam meu Rosário, prometo minha proteção especial.
8)      O Rosário é arma poderosa contra o inferno e um escudo invulnerável contra as setas do inimigo.
9)      Quem rezar devotamente o Rosário crescerá em graça, se for justo, tornar-se-á digno da vida eterna.
10)  Prometo graças de escol aos devotos de meu Rosário.
11)  Quero que os que cantam meus louvores pelo Rosário tenham luz, liberdade e plenitude de graças.
12)  Os verdadeiros devotos do Rosário não morrerão sem os sacramentos.
13)  Sou de modo especial a Mãe dos filhos do Rosário que estão no purgatório; todos os dias liberto alguns.
14)  Os verdadeiros devotos de meu Rosário gozarão grande glória no Céu.
Aproveitamos as graças dessas grandiosas promessas da Rainha do Santo Rosário.
 


 
 
 

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