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FAMÍLIA, FUNDAMENTO DA SALVAÇÃO
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21/01/2016
Assim é a Missa (1)
 

ASSIM É A MISSA (1)

Pequena Explicação do Santo Sacrifício da Santa Missa - Por Santo Afonso Maria de Ligório. (Lembro que se trata da Santa Missa Antiga, em Latim, da qual algumas partes infelizmente foram suprimidas, entretanto o sentido é exatamente o mesmo)
 
A Santa Missa é um compêndio de toda a Vida, Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo. (Desde o momento da entrada do Sacerdote e a equipe de celebração, começa exatamente um novo Calvário. Hoje se fala muito em “memorial da Paixão”, mas os bons teólogos consideram que esta interpretação é protestante, porque nossa Santa Missa é Sacrifício Real).

- O Beijo no Altar significa Jesus recebendo a Cruz, quando Ele a beijou.
-O Introito significa o desejo que tinham os santos Patriarcas da vinda do Senhor. 
-O Kyrie Eleison significa as vozes dos Patriarcas e Profetas, que pediam a Deus esta vinda há tanto tempo desejada. 
-O Glória in Excelsis significa o nascimento do Senhor. 
-As orações significam a apresentação no templo e a oferenda determinada por lei. 
-A Epistola significa a pregação de São João Batista, anunciando aos homens o reino de Cristo. 
-O Gradual significa a conversão das multidões ao ouvirem a pregação de São João Batista. 
-O Evangelho significa a pregação do Senhor que da esquerda nos passa á direita, isto é, das coisas temporais ás eternas, e do pecado á graça; as luzes e o incenso na leitura do Evangelho significam que este iluminou o mundo, enchendo-o do suave aroma da graça de Deus. 
-O Credo significa a conversão dos santos Apóstolos e dos outros discípulos do Senhor. 
-As Secretas, que principiam depois do Credo, significam os ocultos conciliábulos dos Judeus contra Cristo. 
-O Prefácio terminado com o Hosana In Excelis, significa a entrada solene de Jesus Cristo em Jerusalém no dia de Ramos. 
-As outras orações secretas que se recitam em seguida significam a Paixão do Senhor. 
-A Elevação da hóstia, significa a elevação de Cristo na Cruz. 
-O Pai Nosso significa a oração do Senhor quando pendente da cruz. 
-A fração da hóstia significa a chaga aberta pela lança. 
-O Cordeiro de Deus significa o pranto de Maria no descimento da cruz. 
-A Comunhão do Sacerdote, significa a sepultura. 
-O Pós Comunhão, significa a ressurreição. 
-O Ide a Missa terminou, significa a ascensão. 
-A benção do sacerdote, significa a vinda do Espírito Santo. 
-O Evangelho final significa a pregação dos santos Apóstolos, quando, cheios do Espírito Santo, eles começaram a pregação do Evangelho por todo o mundo e a conversão do povos. 
OBS: temos ainda outros significados importantes, em relação ao Calvário: 
- No perdão inicial, temos Jesus no Horto das Oliveiras! 
- No Glória, o agradecimento por Deus nos haver perdoado 
- No ofertório, Jesus Se oferece ao Pai como Vítima expiadora 
- Na elevação do Pão, Jesus é suspenso na Cruz.. 
- Na Elevação do Cálice, Jesus é atravessado pela lança! 
- Na Comunhão, Jesus se entrega a nós como alimento de vida eterna! 

Em vista disso tudo, e sabendo que MISSA É SACRIFÍCIO, como poderá alguém, em sã consciência, bater palmas, confraternizar-se, dançar e rebolar, se ali se está diante do Crucificado? Como alguém poderá bradar cantos profanos e troar zabumbas, se isso serve para quem crucifica, e não para quem se compunge profundamente de seus pecados? Por qual motivo as pessoas que recebem de Deus 168 horas para sua vida, não podem lhe dar um centésimo deste tempo, para mergulharem fundo na Paixão e na Morte Daquele Deus que deu Sua vida pela nossa Salvação? Sim assistindo a Santa Missa compungidos na alma, e recebendo Jesus depois, sempre em estado de graça!

Infelizmente a Santa Missa no estilo novo, em língua vernácula, promoveu uma tremenda mudança na vida da Igreja e foi a causa de grandes desgraças. Os maus teólogos diziam que “ninguém entendia o latim”, e que a Missa era maçante, mas Deus entendia muito bem, porque Jesus vivia a Paixão naquele momento. E hoje, passados quase 40 anos, continua o povo a não entender a Missa, e a prova é que, mesmo o leitor que está lendo este texto, provavelmente não sabia o significado de cada ato, cada palavra, cada gesto, cada genuflexão, todas com um sentido de Vida e Paixão de Jesus. O povo não entendia, nem agora entende, porque ninguém explica! E ademais, a mudança na Missa não era pedida pelos leigos, mas pelos filhos das trevas. Eram eles que exigiam adaptações, não no sentido de melhor entender, mas no de destruir, banalizando.

Acima mencionei a questão do “memorial”, e citei como sentido protestante. Os estudiosos da mudança de um ritual de Missa para outro, da antiga para a nova, apontam quase duas dezenas de mudanças no sentido de destruir a Missa, para isso adaptando-a ao sistema protestante, e devo dizer, mudanças que continuam ocorrendo, e que levarão a sua destruição, sempre no sentido do protestantismo. O sentido “memorial” é então protestante, como fosse um simples teatro, uma representação meramente humana. São eles que apenas relembram, enquanto para nós os católicos a Santa Missa será sempre Sacrifício Real, embora incruento, ou seja, sem o derramamento de Sangue. Trata-se então de algo divino, não apenas humano! E o Pai o aceita, não apenas como se fosse, mas exatamente como É: a repetição exata e Real do Sacrifício da Cruz.

Mais ou menos assim: o memorial protestante é um simples teatro, enquanto o Sacrifício Católico é o verdadeiro ato original, o mesmo. Não apenas o repete, mas perpetua o Mesmo Ato inicial de Jesus. Quando Ele disse na Quinta Feira Santa: “Fazei isso em Minha Memória”, ele não estava dizendo meramente que a Igreja deve relembrar aquele ato, mas deve REPETIR o mesmo que Ele fez e que o faria a seguir, quando começaria Sua tremenda Paixão, Morte e Ressurreição. Recentemente eu discuti isso com um sacerdote, e ele teimou bravamente até o ponto em que teve que se render, alegando que de fato é assim, mas que ninguém explica, disse ele. E eu disse: comece pelo senhor! Eis a grande desgraça: a falta de conhecimento!

De fato, se a Missa fosse amiúde explicada pelos sacerdotes, se os fieis compreendessem o verdadeiro ato que a Missa executa, acredito que a imensa maioria dos católicos mal catequisados, que fogem para as seitas, não deixaria a Igreja, porque ele jamais trocaria o Sacrifício da Santa Missa, pela ceia memorial, ou comemorativa, ou representativa dos protestantes. Nesta ceia deles, não acontece o grande Mistério da Transubstanciação, onde o pão e o vinho, depois de consagrados, se tornam no Corpo Vivo e no Sangue Vivo de Nosso Senhor Jesus Cristo. E isso até os demônios sabem. Um exemplo claro é que nunca se soube que os maçons foram roubar o pão protestante para conspurcar e blasfemar, mas seguidamente vemos casos em que eles roubam Hóstias Consagradas, para seus rituais satânicos.

Assim, quando as pessoas se agitam na Santa Missa, como fazem os pentecostais, quando erguem os braços e “louvam”, quando se abraçam e “batem palmas”, quando se dispersam e se confraternizam, estão nada mais, nada menos do que aprovando aquilo que está acontecendo no Sacrifício da Santa Missa. Mesmo nesta Missa Nova, embora as mudanças que foram feitas, seja para retirar dela aquilo que os protestantes não aceitavam, seja copiando aquilo que eles lá fazem, ainda assim o Papa Paulo VI, mesmo tendo sido enganado pelos cardeais maçônicos, conseguiu conservar o “cerne” da Missa, que é a consagração, que acontece pelas palavras: Isto É o Meu Corpo! Este É o Cálice do Meu Sangue!

E mais, enquanto o sacerdote, mesmo não acreditando mais no Mistério que ele celebra, continuar pronunciando estas palavras, Jesus se torna Real e Presente como Sacramento de Vida e Salvação Eterna, sem o qual NINGUÉM entra no Céu. Mas, se por algum infortúnio, uma futura “reforma litúrgica” eliminar estas palavras, então teremos completa a abominação no templo santo, cumprindo a profecia de Daniel, pronunciada 2500 anos atrás. “Será retirado o SACRIFÍCIO costumado, e posto em seu lugar a ABOMINAÇÃO do devastador”. Infelizmente nós estamos em vias de ver isso acontecer, diante dos nossos olhos, e isso virá como último sinal de que a Justiça divina, Justa, Perfeita, e merecida esteja muito próxima.

Tudo foi feito então, muito ardilosamente, devagar para não assustar o povo, especialmente não eliminando a Missa por completo, porque isso poderia causar uma revolução. O ato satânico deles então se desenvolveu no sentido de adaptar a Missa ao ritual de ceia comemorativa, praticado pelo protestantismo, como primeiro passo retirando o Latim, que os protestantes odeiam, por ser a língua oficial da Igreja Católica. Para eles a celebração da ceia não tem o sentido de repetir o Calvário, mas de comemorar a despedida de Jesus. Isso é satânico, porque se Ele mesmo disse durante a última ceia “a Minha Alma está triste até a morte”, como poderia ter espírito festivo para comemorar sua despedida, e porque não – como fazem os protestantes – bebendo um bom copo de vinho?

Assim, como já escrevemos em outros artigos, e constam de milhares de livros e textos na internet, a Missa Atual – que continua válida e aceita por Deus, caso contrário este planeta não existiria mais – foi reconfigurada por uma trupe de cardeais maçônicos, entre eles o líder da empreitada, cardeal Anibale Bugnini, filiado à maçonaria em 23 de abril de 1963 sob o número de registro 1365-75, que lhe foi confiada pelo satânico cardeal Jean Vilot, filiado à maçonaria em 1963, sob o registro número 041-3, conforme levantamento do Jornalista Mino Pecorelli – assassinado um ano mais tarde por ter divulgado isso – entre outros, como Agostino Casaroli e Augustin Bea, todos denunciados pelo céu em mensagens, como artífices do mal.

Unidos a estes cardeais, na empreitada sinistra de destruir as bases da Santa Missa, foram convocados para ajudar cinco pastores protestantes, e um rabino judeu, a saber - George, Jasper, Shepherd, Künneth, Brand e Thurian – e junto com os monges heréticos de Taizé, fizeram a Nova Missa, mudaram o Sacrifício, para memorial, simplesmente banalizando Aquilo que é nossa maior fortaleza, nosso escudo de proteção, das almas, das criaturas e do próprio planeta terra, que sem a Eucaristia, sem Jesus nos milhares de Sacrários ainda povoados nas capelas e igrejas, já teria sido destruído pelo poder dos infernos. É por isso que as profecias nos advertem que a imensa maioria dos sacrários cairá, não somente sendo conspurcados pela fúria insana dos inimigos de Deus, como por não haver mais a Consagração. Isso acontecerá, porque está nas Sagradas Escrituras!

Assim, o que se poderia pedir, neste momento a cada leitor que teve a bondade de nos seguir até aqui, que tire algumas cópias do cabeçalho deste texto, das explicações de Santo Afonso, e divulgue ao máximo. Talvez, se houvesse pedidos, nós poderíamos imprimir milhares de folhetos, neste sentido, porque tudo o que fizermos agora em defesa da Missa, o será em nossa própria defesa e a de nossa família.

O tempo de agirmos é agora, enquanto temos certa liberdade, porque tudo leva a crer que são verídicos os indicativos de que o Vaticano prepara não somente uma nova “bíblia ecumênica” que está a cargo de padres, pastores protestantes e rabinos judeus, como prepara também um novo catecismo – que aparentemente já está até impresso – e para completar, prepara uma nova reforma litúrgica, e é nesta que devemos prestar muita atenção. E, segundo consta, o próximo sínodo a ser convocado por Francis tratará do “casamento dos padres”. Sinal de que vem bomba por aí!

Só para completar, todos os cardeais que ousaram destruir a Santa Missa, adaptando-a ao cerimonial protestante e tirando dela o sentido de Sacrifício Real, estão pagando no inferno, não somente pelos que se perderam eternamente com aquelas mudanças, como pelos bilhões de almas que foram parar no Purgatório, porque o “memorial” que eles criaram perdeu um dilúvio de graças, uma vez que eliminaram dela todo o Mistério. Não somente pelas palmas, abraços, música profana, instrumentos profanos, letras profanas nos cantos, como pela distribuição da comunhão na mão, pelo desleixo em preparar as almas numa boa confissão antes de receber a Eucaristia, e até pelos ministros e ministras, extraordinários, da Comunhão.

Tudo isso banalizou aquilo que tínhamos de mais sagrado, diluindo ao extremo o fluxo das graças que salvam, até pelos dilúvios de sacrilégios que hoje em dia se comete, na recepção deste Sacramento de Vida.. Ou de morte! De fato, como disse São Paulo em Coríntios: quem come e bebe o Corpo do Senhor indignamente, come e bebe a própria condenação. (Aarão)

 
 
 

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